A filha do egito e da grécia
9 Duas irritantes, um cabeludo, homem-cavalo = Visita suicida ao...
Notas iniciais
– Eu vou troca de roupa e escova os dentes depois eu vou – Annabeth me olhou desconfia e eu revirei os olhos – serio não vou fugir se quiser esperar tudo bem só vire de costas quando eu for troca de roupa – dito isso Annabeth saio do chalé dizendo um não demore, droga onde eu coloquei o meu anel pensei enquanto revirava o quarto e finalmente o encontrei debaixo da cama [NA: o anel vira uma lança de duas pontas depois mando a imagem] fiz minha higiene pessoal e sai encontrando Annabeth encostada do lado de fora na porta é acho que ela achou mesmo que eu ia fugir.
– Então vamos? – perguntei nervosa afinal o acampamento já devia saber quem eu era, o que eu faria andaria normalmente ou pararia para primeiro que eu encontrasse e me explicaria? Droga já disse que odeio a minha vida? Annabeth parecendo ver o meu medo me lançou um olhar acolhedor mais não o bastante para me fazer para de tremer, sim eu Alexias Drummond [NA: acho que é a primeira vez que coloco o nome inteiro dela aqui, e sim o sobrenome é egípcio herdado da mãe] a garota que perdeu o seu melhor amigo e talvez, talvez seu primeiro amor está tremendo com medo da reação dos outros.
– Annabeth todo mundo está lá? – perguntei quase correndo de volta pro chalé e me escondendo de baixo da cama como fazia quando tinha 5 anos e estava com medo do monstro do armário.
– Sim – disse sendo fria? Ok o que foi isso pensei enquanto lhe lançava um olhar interrogativo e ela devolveu um que dizia “te explico depois” não vou dizer que isso me tranquilizou por não tranquilizou, chegamos rapidamente no pinheiro de Thalia e eu vi aquela multidão quase tive um ataque cardíaco a única além da Rachel e Percy que me recebeu com um olhar de companheirismo foi Clarisse, sim a Clarisse! E a gente nem se falava para vocês verem minha situação. Então eu vi a Saide e um menino que sinceramente precisava pentear o cabelo que estava cheio de cachos desleixados e cheios de areis com certeza os garotos egípcios tinham uma moda única. [NA: o garoto é o Carter, identifiquem pelo cabelo].
Aproximei-me divaga da Saide e ela de mim e falamos juntas.
– Você mais bonita pessoalmente. – e rimos.
– Certo vocês se conhecem? – perguntou o garoto que precisava urgentemente de uma hidratação no cabelo.
– Sim – respondeu Saide e apontou para o garoto, isso já estava ficando chato chama-lo de garoto o tempo todo – este é o Carter o imprestável do meu irmão, Carter está é Alexias uma provável amiga em potencial – disse fazendo alguns campistas rirem, isso era hora dessas – bem mais isso não é importante, viemos aqui avisa bom demonstrava que ainda tinham lugar para humor numa sobre uma profecia que diz que tem que unir Egito, Grécia e Roma ou nos morreremos algo assim – disse dando de ombros, como se fosse uma coisa casual como pedir um café.
– Mais e os romanos? – perguntou Quíron se aproximando, trotando ou galopando não importa. – também iram falar com eles.
– Não somos muito bem vindos lá... Que dizer não temos permissão – disse Carter fazendo uma careta engraçada definitivamente ele não se parecia em nada com a Saide. – por isso viemos aqui eu e minha irmã, será que vocês podiam falar com eles? – com isso todo mundo fez uma careta e Jason se aproximou.
– Estamos em guerra com eles, que dizer eles estão – disse apontando pra todo mundo – sou romano e estou tentando resolver essa situação mais vou dizendo logo odiamos do fundo do coração os egípcios.
– Por quê? – eu perguntei e pelo sei rosto não era nada bom.
P.V CARTER
– Por quê? – perguntou Alexias mais pelo rosto não era nada bom e ele não queria falar.
– O expurgo – respondi por ele.
– O que? – perguntou Sadie confusa.
– Quando a nação romana dominou o Egito e depois que eles foram embora magos revoltados pela opressão sofrida fizeram uma coisa horrível – disse suspirando meu pai sempre me contava essa história quando falava da invasão romana, acho que eu não senti ódio dos romanos afinal eles foram castigados. – eles mataram os romanos que estavam voltando pra casa, milhares de pessoas foram mortas, queimas vivas como sacrifício aos deuses. – disse contendo minhas palavras. – torturadas.
– E os romanos não fizeram nada? – perguntou Alexias me olhando e depois para Jason.
– É claro que fizemos tinha pessoas inocentes ali – respondeu com um rosto fazendo uma careta de dor. – nós matamos os magos aqueles que fizeram isso, apesar de vocês egípcios – ele disse isso como se fosse um palavrão ou a pior coisa do mundo. – terem matado mulheres, crianças e idosos e não somente os soldados, fizemos isso por que temos honra de diferente de outros – disse saindo irritado seguido por uma garota loira muito bonita por sinal.
Honra, existe muita honra em invadir uma nação e querer subjuga-la.
– Certo até agora vocês falaram agora é a nossa vez – disse o homem-cavalo. – sou Quíron o instrutor de heróis, e se vocês egípcios querem mesmo a nossa ajuda vão ter que marca uma audiência com Zeus – disse nos olhando e eu pode perceber que ele estava tentando nós ajudar.
– Ótimo então vamos falar com ele – disse minha irmã, mais algo me dizia que não seria tão fácil assim. Quíron fez uma careta confirmando isso.
– Qual é o problema? – perguntei.
– Zeus provavelmente não vai receber vocês – mais quem respondeu foi a Alexias – o porteiro do olimpo é um chato. – disse revirando os olhos como se tivesse ido lá o que eu não duvido antes de vim pra aquele lugar, eu li um pouco sobre a Grécia e devo dizer ela é quase mais interessante que o Egito e mais simples também de entender, sabia que a Grécia era considerada o pilar de cultura na antiguidade até pelos próprios egípcios [NA: momento nerd do Carter] é incrível que a arquitetura e...
– Mais talvez se alguém for com você eles o recebam – disse olhando para Alexias que desviou o olhar constrangida e eu me pergunto o que ela tem e como a Saide conhecia, então eu vi adaga presa pela corda de couro preta na sua coxa esquerda as inscrições eram egípcias mais antes que eu perguntasse ela falou.
– Zeus me odeia e você sabe disso Quíron mais vou com eles até lá – disse dando um pequeno sorriso. – adoraria fazer uma visita ao meu querido tio.
Definitivamente algo me diz que isso não irá da certo.
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