A filha do egito e da grécia

11 Apertem os cintos. O protocolo de segurança só permite um olho.


Notas iniciais
A próxima semana provavelmente eu irei demorar a posta por é semana de provas ok. Uma amiga minha disse que quem deveria representar o Rá é o ator que faz o finninck odair nos jogos vorazes e vocês o que acham? qual é o ator que deve representar o Rá jovem? idade: 20 a 29 anos.

LEIAM AS NOTAS INICIAS!

P.V ANÚBIS

– Em? nãoooo! – eu disse nervoso olhando pra os lados procurando alguma coisa para fugir dela.

Infelizmente como tudo na minha imortalidade, não tinha nada.

– Que isso eu sou mulher sei quando alguém está apaixonado – disse sorrindo docemente parecia até minha mãe que saudade dela me distrai de novo com os meus pensamentos que nem a vi se afastando – lembre-se deus dos funerais o amor é um privilegio e por ele se deve lutar – o que devia ser uma frase feliz pareceu mais melancólico.

Suspirei e voltei a pensa em certa maga da casa da vida. A deusa Hathor vai me paga cara por isso. [NA: Quem não lembra Hathor é a deusa egípcia do amor] há mais seu sorriso sarcástico era tão lindo...

P.V ALEXIA

[NA: certo enquanto um cai de amores outra cai em desespero]

Droga eu odeio o olimpo só fui lá uma vez e quase não voltei viva, se não fosse pelo meu pai e pela Héstia. Mais tudo bem tenho leves duvidas que o Quíron que se livra de mim é a vida, ou melhor, a minha vida. Foi rapidamente para o meu chalé pega as coisas que eu iria precisar tipo um mochila com uma garrafa d’água, um par de botas de couro reserva (vai saber), minha adaga, meu anel (se transforma em uma lança de duas pontas), dracmas [NA: é assim que escreve?], ambrosia etc. Sai e respirei fundo passei pela multidão de pessoas de novo e cheguei finalmente nos irmãos egípcios.

– Demorei? – perguntei não com medo da resposta mais por que desde que o meu avô me abandonou eu nunca mais tive contato com egípcios droga a Saide sabia razoavelmente sobre isso mais o Carter não, vou ter que falar com ela para não contar nada a ele. – vamos.

– Há claro. – mais antes que a gente fosse meu irmão me deu um abraço que quase esmagou todos os meus ossos.

– Percy está me sufocando – disse com dificuldade.

– Tenha cuidado está bem, você é a única irmã que eu tenho – disse dando um sorriso encorajador.

– Eu sempre tenho – disse convencida esperando que ele não visse medo no meu olhar.

– Claro que tem tchau.

– Tchau querido irmãozinho. — Depois que eu me despedi do meu irmão Saide veio andando em minha direção com um sorriso besta.

– Que gato! – não disse que era besta.

– É meu irmão – disse corando sem querer.

– Oh desculpe mais ainda é gato – disse envergonhada enquanto Carter dava uma risada e revirava os olhos tentando ser aparentemente discreto e me deixando mais vermelha.

– Vamos pega um táxi – disse chegando a te a pista e olhando pra trás não para ver se eles vinham mais sim se ainda tinha alguém do acampamento olhando e para minha tristeza ninguém.

– No meio do nada? – perguntou Carter.

– Vocês chegaram até aqui não foi? – disse.

– Sim mais aqui não tem nada – argumentou sadie.

Tirei um dracma do bolso a atirei no chão e agora é hora do show.

– Stêthi – gritei em um grego antigo muito capenga mais espero que funcione. – ô bárma diabolês! – não sei quem tava com uma cara mais esquisita Carter ou Saide.

– O que você disse? – perguntaram juntos.

– Pare, carruagem da danação!

– Sem querer se... – mais Saide ficou em choque quando onde a moeda tinha caído o asfalto escureceu fundiu-se em uma poça retangular mais ou menos do tamanho de uma vaga de estacionamento e borbulhou um liquido vermelho como sangue antes que ela gritasse apareceu um carro daquele lodo.

– Nunca limpam essa coisa – resmunguei em conformada.

P.V SADIE

Quando alexias disse aquelas palavras não tive um bom pressentimento principalmente depois da tradução, apareceu uma poça cheia com um liquido vermelho eu estava pronta para gritar então apareceu um táxi, diferente de qualquer outro táxi que tenha visto não era amarelo ou branco mais sim cinza-escuro aquilo era fumaça?

– Nosso taxi – disse alexias se aproximando ela só podia está brincando? Mais eu andei para perto e percebi que tinha palavras empresas na lateral do carro algo tipo: mãsir zentsitna?! o que diabos era isso? Era grego? Turco? Sei lá mais Carter parecia admirado com aquilo.

– Como você fez isso? – perguntou para alexias.

– Ora eu chamei um taxi ao estilo grego – disse sorrindo. – vamos logo entrem não temos muito tempo — ela andou para abrir a porta mais antes a janela desceu revelando três velhas um delas colocou a cabeça para fora.

– passagem? Passagem? Passagem? – disse de maneira rabugenta.

– três para o olimpo por favor – disse alexias abrindo a porta e eu e Carter esperamos de certa forma que ela caísse mais isso não aconteceu então quando íamos senta bruxa velha nós olhou e percebemos que ela NÃO TINHA OLHO! Alexias apenas nos lançou um olha que dizia pra não comenta nada então entramos.

– Por Zeus! – disse – não levamos esse tipo de espécie aqui – antes que eu desse uma boa resposta alexias nós interrompeu.

P.V ALEXIAS

Era só o que me faltava àquelas bruxas com crise de consciência.

– Ai minha mesada – suspirei olhando para minha carteira e depois para eles – eu pago a mais três dracmas quando chegamos lá.

– Feito – berrou a do volante.

Começamos a anda em alta velocidade, mais em alta mesmo eu acho que se existisse um deus de transito ele estaria tendo um ataque agora.

– Cuidado vai para esquerda – disse um das velhas. – EU DISSE ESQUERDA NÃO DIREITA!

Dava para percebe que Saide e Carter estavam assustados.

– Não se preocupem elas sempre chegam ao lugar certo com todos os passageiros vivos – disse mais vi que isso não os acalmou– é o meio de transporte mais seguro para semideuses, evitam monstro e chega rápido.

– Tenho pena de vocês – disse Carter verde? Então dei um saquinho pra ele.

– Imagine o mais perigoso. – disse Saide.

– Jogue fora quando acabar – digo fazendo uma careta.

Então uma voz no alto falante começou: olá, aqui é Ganimedes, sommelier de Zeus, e quando saio para comprar vinho para o senhor dos céus sempre ponho o sinto de segurança!

– Ponham o sinto agora vai fica bem rápido. – eu disse pondo o meu.

– Mais?! – disse Carter ele já tinha jogado o saco fora.

– É – disse fechando os olhos e sentido a pressão na pele e depois parou ufa! Estávamos no Empire State nosso querido hotel Plaza – chegamos – dei as minhas economias aquelas ladras e foi andado até o prédio.

– Pensei que íamos ao olimpo – disse Carter ainda verde.

– Nós vamos – apontei pro prédio na nossa frente – seiscentésimo andar.

– Mais não tem! – disse Carter – é impossível – lhe lancei um olha que dizia “serio que você disse isso”, entramos no prédio e logo suspirei ao ver porteiro maldito.

– Seiscentésimo andar – disse e ele me olhou como se eu fosse louca já disse que odeio ele. – agora.

– Não sei do que você está falando.

– olha aqui meu filho – disse pegando pela gola da camisa – eu vou adora manda-lo direto para Hades se você não me de a porcaria da chave – Saide já ia se meter mais o porteiro suspirou com medo.

– Está bem – disse se abaixando para pega chave – espere que o elevador esteja vazio. – revirei os olhos e peguei a chave e sai puxando Carter e Saide até o elevado ficamos dando voltas até não ter ninguém e finalmente subimos para o olimpo.

– Odeio aquele porteiro. — resmunguei ao som da musica horrível do elevador tenho que me lembrar de reclamar com Apolo sobre isso.

Notas finais
o que acharam?