A filha do Mal
11 Epilogo
Notas iniciais
Os três voltaram para o castelo na mesma noite, mas dessa vez o diretor deles aparatou com eles direto para o escritório.
–Bem, vocês querem saber o que ouve ali? – perguntou o diretor
Harry e Diane estavam abraçados num sofá que tinha perto da janela.
–Não ligo. O que importa é que ela está aqui – disse o menino que sobreviveu
–Eu só não sei como eu voltei a viver, jurava que Voldemort tinha sido bem claro com as palavras... – disse a filha do mal
–Tem duas opções: A fênix que chorou sobre você ou a junção das Relíquias da Morte. – disse ele servindo três copos com Uísque de Fogo
–Defina Relíquias da Morte. – disse Harry enquanto pegava o copo que Dumbledore fez levitar até ele
Dumbledore começou a explicar o que eram as Relíquias da Morte, não poupou tempo, e até mesmo narrou o conto para eles.
–Então quer dizer que com a capa do Harry, a sua varinha e esse anel – ela mostrou o anel que estava em seu dedo – eu sou a senhora da morte? – ela perguntou incrédula
O velho diretor fez que sim com a cabeça.
–Toma, eu não quero isso. – ela devolveu o anel ao velho, digo, a Dumbledore – Harry, isso é seu. – ela jogou a capa em cima do namorado. – E bem, ela também é sua. – a menina deu a varinha a ao diretor – Amanhã mesmo eu compro outra, meu namorado sabe caminhos secretos que me levarão facilmente até lá. E agora se você não s e importam, eu preciso urgentemente dormir.
–Diane, você sabe que eles irão descobrir que você está viva né? – disse Dumbledore quando a menina já estava perto da porta arrastando seu namorado
–Uma hora ou outra eles saberão... – ela disse normal – Mas quando eles descobrirem – o olhar dela foi se tornando escuro -, será tarde de mais, porque nós vamos destrui-los.
Ela disse e saiu da sala, deixando Dumbledore com um sorriso nada mais que bobo no rosto.
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