Notas iniciais
Kkkkk' demorei para postar esse capitulo pois eu estava muito ocupada -_- demigods espero que gostem :)

P.O.V Mellody

Bom estava entardecendo, e os corpos dos meus irmãos estavam sendo cremados, todos os campistas estavam reunidos em volta de uma fogueira eu cheguei automaticamente todos me olharam, sinceramente não gosto muito de chamar atenção fiquei envergonhada, mas quando edifiquei os corpos dos meus irmãos não pude conter minhas lagrimas, todos vinheram me abraçar, nunca pensei que me sentiria amada por alguém que não fosse minha família, até que uma pessoa me abraçou, aquele abraço não era igual aos outros, parecia que me intendia, que sentia o que eu sentia, parecia uns dos meus irmãos me abraçando, bom mas no meio de tantos abraços mal pude saber quem era essa pessoa.

O sol foi embora, e a lua já estava no céu, olhei ao meu redor estava só perto da fogueira que consumiu os corpos de Richard e Arnold, olhei fixamente para a fogueira quase ouvi as risadas dos dois, os rostos alegres deles, não sou de chorar por nada, mas realmente perde-los foi a pior coisa que já me aconteceu.

– não se preocupe, Mellody eles estão em um lugar melhor agora- uma voz rompeu o silencio que pairava sobre o local.

– P. Percy- minha voz falhou, Ele sentou ao meu lado, olhou nos meus olhos.

– Não chore ver uma menina chorar é péssimo

Não pude controlar minhas lagrimas ao olhar naqueles olhos verdes, queria falar para ele me deixar quieta em paz, mas não saia uma sequer palavra da minha boca; ele me abraçou, meu coração, não sei o que estava havendo com esse órgão estava tão rápido que eu pensei que ia ter uma sincope, eu o abracei mais forte.

– P... Percy, e... Eu – Merda minha voz de novo, ele parou de me abraçar, e novamente me fitou com aqueles malditos olhos verdes, ele passou suas mãos em meu rosto para enxugar minhas lagrimas.

– se acalme tudo vai ficar bem agora- ele sorriu, e se levantou e prosseguiu falado- Vamos, levante-se... — estendeu a mão

Levantei, minhas pernas estavam tão vacilantes que eu quase cai, ele me segurou pelo braço, eu parei e o fintei e tudo ficou escuro.

Quando eu acordei, estava claro, eu estava em uma cama, o sátiro Grover andava para lá e para cá comendo uma lata, até que eu tossi, ele parou e me olhou.

– Graças aos deuses, pensei que você ia ficar em coma.

– O que quanto tempo eu dormi?

– só de ontem anoite para Hoje de amanhã

– os médicos falaram porque eu desmaiei?

– fraqueza

Olhei para o lado, Quíron estava lá.

– Que bom que a senhorita esta bem

Fiquei quieta, eu estava morta de fome puxa vida não trouxeram nem comida para mim, o Medico entrou, chamou Quíron, falou com ele.

– tenho duas boas noticias para te dar, a primeira que você desmaiou de fraqueza, pois não se alimenta direito, e a segunda é que você vai ser liberada, daqui a pouco.

Na mesma hora que ele disse isso o medico entra, começa a dá sermão que eu tenho que me alimentar bem blá blá, deu um papel para Quíron assinar, ele assinou, e o medico saiu. Grover começou a arrumar minhas coisas, deixou só uma muda de roupa para me trocar.

Trocada, sai do quarto segui para uma van parada que um cara de muitos olhos dirigia, ele me levou de volta ao acampamento que estava servindo o café da manhã, quando pisei no local onde estavam todos, imediatamente todos os olhos se voltaram para mim, eu sorri até que Percy se levanta e me chama, fui caminhando olhando para baixou mas não pude deixar de perceber os cochichos de todos, sentei-me de frente para Percy ele me olhou e disse

– realmente fiquei preocupado com você — minhas bochechas estavam tão vermelhas que ardiam meu rosto

– o... Obrigada — porque minha voz sempre falha quando vou falar com o Percy

– está esta preparada para o captura bandeira?

– Bom eu mal sei como é

– É simples você tem que pegar a bandeira do inimigo e leva-la para o seu território, e não deixar os seus inimigos pegarem a sua, entendeu?

– Sim, entendi

Senhor D, se levanta para dar um pronunciamento.

– atenção hoje anoite, teremos o jogo captura bandeira, nesse vai valer tudo, menos matar é claro, ao cair da tarde todos devem se reunir para pegar os vossos elmos, espadas, lanças ou arco e vossos escudos, desfrutem do seu valoroso café da manhã.

Todos continuaram o café; após o termino do café da amanhã, me levantei e sai para dar uma caminhada sozinha, precisava disso um pouco de solidão, passei por toda parte do acampamento, minha parte favorita é passar pelos chalés, passei pelo chalé 1, chalé de Zeus, era bem grande, branco com varias colunas, uma porta enorme de bronze, mas parecia que não tinha ninguém por lá, chalé 2, chalé de Hera, também branco, com flores cheio de frufru, eca, e cheio de pavões desenhados na parede, não tinha ninguém lá, absolutamente ninguém, chalé 3, chalé de Poseidon, paredes feitas de pedras com pedaços de conchas e corais, chalé 4, chalé de Deméter, parecia feito de mármore escuro e cheio de arvores envolta, será que não entra inseto lá dentro? Chalé 5, chalé de Ares, chalé vermelho parece ser sangue, o telhado parecia ser coberto de arame farpado, uma cabeça de javali acima da porta principal, eu achei até bonito o chalé fiquei parada observando até que uns dos filhos de ares me olhou e gritou:

– Ei pirralha, o que você está olhando?

– Tenho olho para olhar não para ficar de enfeite

Ele ficou tão vermelho de raiva, nós saímos correndo até que eu trombei em uma pessoa.

– ei olha por onde você anda Mellody

– desculpa Annabeth, é que eu estou meia encrencada agora.

O filho de ares chegou eu me escondi atrás de Annabeth, usar o corpo dela de escudo.

– o que está acontecendo aqui?

– Ela estava encarando, muito o meu chalé.

– ela é novada, pega leve cara relaxa.

– Na próxima vez, eu te pego pirralha.

Ele fez meia volta e retornou para o seu chalé

– Nossa obrigada, Annabeth.

– não arrume confusão com eles, nem sempre eu vou esta aqui para ajuda-la.

Ela saiu; prossegui a minha caminhada entre os chalés estava exatamente no chalé 6, chalé de Atena, feito de mármore branco, com varias colunas grossas, esse chalé brilha, tem uma coruja na porta da frente, prossegui para o chalé 7, chalé de Apolo, parece feito de ouro, nossa ele brilha muito quase não vi mais detalhes, só vi que tinhas umas notas musicais, e fui para o próximo chalé 8, chalé de Ártemis, parece um chalé comum, imagens de animais e lanças enfeitam as paredes, fui ao próximo chalé 9, chalé de Hefesto, chalé que mais lembra aquelas casas antigas cheias de chaminés, e não para de sair fumaça delas, fui ao do lado chalé 10, chalé de Afrodite, nossa chalé rosa bem clarinho, um cheiro doce e enjoado estava sendo emitido de lá, quase vomitei, fui logo ao próximo, chalé 11 chalé de Hermes, parece está precisando de uma pintura, um símbolo muito parecido com o dos médicos só que esse tinha duas cobras, esse é o mais lotados de todos, fui logo para o próximo, chalé 12, chalé de Dionísio, é vermelho da cor dos vinhos com muitas uvas desenhadas por toda parte, fui para o 13 que me chamou muita atenção, era escuro sem nem uma janela sequer, com varias colunas, cheias de caveiras, eu me atrevi a entrar, não era tão escuro quanto parecia ser mas era bem sombrio, fiquei olhando as caveiras, uma lareira que estava acesa fiquei observando...

– o que você esta fazendo aqui?

–N... Nico, O...oi, eu só estava dando uma passada, bom esse é o seu chalé?

– é, mas nem sempre estou por aqui, geralmente estou em New York...

– mas esse chalé é incrível

– v... Você gostou? – a bochecha dele ficou vermelhinha

– claro, é tão escuro, tão sombrio, eu adorei, bom eu tenho que ir, estou vendo os chalés

Ele pegou na minha mão, eu fiquei vermelha sinceramente eu não sei agir quando um menino se aproxima, ele olhou nos meus olhos com aqueles olhos negros e perguntou.

– posso acompanhar você?

– p... Pode, porque não?

Nós saímos, quando sai estava muito claro, talvez não tivesse talvez seja porque eu estava acostumada com o escuro do chalé 13, fomos para o chalé 14, de Iris, muito colorido, e parecia que eu via vários arco-íris, era bonito, eu e Nico ainda estávamos de mãos dadas, ele estava tão vermelho que eu ri disfarçadamente, caminhamos ao chalé 15, chalé de Hipnos, parece uma casa de campo antiga, tinha uma coroa de flores, eu ouvia um toque de violino, era agradável, fomos até o próximo (e ainda continuamos de mãos dadas), chalé de Nêmeses, o chalé era marrom escuro com uma balança feita de estatua na frente, prosseguimos para o 17 já estava ficando cansada, chalé de Nike, Na entrada tem uma estatua de uma deusa alada muito bonita.

– tem certeza que quer andar por todos os chalés? Tem muitos acho que você deveria treinar, pois o jogo de captura a bandeira, muito violento e cansativo.

– tudo bem vamos treinar

Fui soltei minha mão da dele e comecei a voltar, antes que eu virasse ele me pegou pelo braço e me puxou, fiquei contra o corpo dele, minha boca bem próxima à boca dele, meu corpo tremeu.

– calma, não fique nervosa só quero te levar a um lugar para treinar de um modo mais rápido.

– com...

Não deu nem de eu completar minha pergunta, fui sugada por algo e como em um piscar de olhos eu apareci próximo de um lago eu cai sentada no chão, fique olhando assustada para Nico.

– o que você vez?

– nós viajamos pelas sombras- ele estendeu uma das mãos para o chão, o chão rachou e apareceu um esqueleto com uma armadura e uma espada- me dê sua espada- o esqueleto deu a ele, depois desapareceu- tome sua espada- jogou a aos meus pés.

– ok vamos lá- peguei a espada e a segurei, firme e ele pegou a espada dele que estava nas costas

– prepare-se...

Ele partiu para cima, eu defendi, eu tentei ataca-lo, mas ele defendeu fácil, ele tentou novamente e minha espada encontrou com a dele, minha espada caiu saltou da minha mão eu cai.

– você é boa, pela primeira vez lutando você não esta nada mal.

Peguei minha espada sem ele perceber, quando ele estendeu a mão para me ajudar eu contra ataquei, ele perdeu o equilíbrio e caiu, eu ri ele estava todo sujo de terra, aquele idiota me deu um chute na perna e eu cai encima dele, ele ficou vermelho e eu então nem se fala, eu tentei me levantar mas cai de novo, ele me olhou com os olhos preocupados.

– Condor, olhe aquilo ai- eu ouvi um cochicho.

*palmas* – NICO DI ANGELO ARRUMO UMA NAMORADA, FINALMENTE.

Ele me tirou de cima dele e foi falar com eles

– Travis cala boca

– QUAL O NOME DA SORTUDA?

– ah não condor, por favor, aqui é cheio de ninfas, elas são amigas das filhas de Afrodite e elas são fofoqueiras, Pelo estige cale a boca.

– N... Nico ta doendo, minha perna ta doendo.

Ele correu para me ajudar, se agachou e me olhou com os olhos preocupados muito parecidos com os dos meus irmãos quando eles exageravam nas brincadeiras.

– qual perna? Em que parte?

– A DIREITA NICO A DIREITA, MINHA CANELA TA DOENDO, NICOLAS ME AJUDA- gritei.

– calma se acalme, vou ajuda-la estou aqui não estou? Não é necessário gritar

– Own como é lindo o casal, na sua primeira briga- condor.

Nico o fulminou com os olhos

– venha vamos, embora daqui- ele me segurou nos braços fomos viajar pela sombra de novo.

Chegamos à enfermaria, minha perna estava doendo muito.

– me ajude, por favor, acho que ela se feriu gravemente.

– leve-a lá para dentro

Ele me deitou em uma cama

– acalme-se já estão vindo para ver sua perna- ele estava visivelmente preocupado

Um adolescente chegou olhou minha perna disse

– olá sou o futuro doutor Solance, sua perna não foi nada grave nada que um néctar e um pouco de ambrosia não ajude.

Demorou um pouco, e trouxeram néctar e ambrosia para mim, tomei o néctar, estava uma delicia.

– ótimo ainda bem que esta tudo bem- disse Nico respirando bem fundo

Eu sorri e o olhei no fundo dos olhos dele

– não se preocupe Nico eu vou ficar bem

Não sei o que aconteceu Nico ficou muito pálido, os olhos dele começaram a varejar.

– M... Desculpe-me Mellody, é que minha irmã disse isso para mim do mesmo jeito, antes de eu nunca mais a vê-la.

– eu te entendo- eu sorri

Então eu fui liberada, bem a hora do almoço, Nico me ajudou a sair da cama, segurou minhas mãos e fomos caminhando para o pavilhão.

Novamente eu cheguei ao pavilhão e todos focaram os olhares em mim, mas agora eu estava acompanhada por Nico, e o pior estava de mãos dadas com a mão dele, condor e Travis estavam rindo baixinho, depois aplaudiram.

– finalmente Nico arrumou uma namorada- Travis

Eu e ele largamos as mãos rapidamente e ficamos tão vermelhos quanto um tomate, ele entrou e caminhou até sua mesa e eu fui para a mesa de Percy.

– me mate, por favor,

– calma Mel, é só ignora-los, eles pegam no pé no inicio, mas depois eles te deixa em paz

– eu só estava treinando e cai encima dele, eles viram e caiu na boca do povo.

Botei o capuz da minha camisa, para não atrair mais olhares, esperei todos saírem.

–vamos? Suas coisas estão no meu chalé

Eu acompanhei Percy, ate o chalé de Poseidon tinha uma fonte de agua, e tinha um cheiro de maresia.

– não ligue é que eu não sou muito organizado

– não, não tudo bem onde estão elas?

Ele apontou para um baú, eu fui até ele e lá estavam minhas roupas.

– eu perdi para forjar uma espada para você, ela é toda feita de bronze celestial ela é mais leve que as comuns, mas não deixa de ser mortal, ela tem o símbolo da sua corrente, é uma nota musical não é?

– é um Dó

– é feita por um dos filhos de Hefesto, eles fazem as melhores forjas, esse é meu presente para você.

Ele me estendeu a espada, ela era tão leve, mas também poderosa.

– nossa Percy obrigada muito obrigada mesmo- dei um abraço nele na mesma hora Annabeth chega.

– que está acontecendo aqui?

– Annie, não é o que você, esta pensando.

– então se explique Perseu

– é que ela estava me agradecendo à forja que os filhos de Hefesto fizeram para ela

– então, por que ela não os abraça?

– porque fui eu que trouxe a espada para ela

Ela ficou me fulminando com os olhos, como se eu tivesse medo dela, oras enfrentei um deus e um filho de Ares por que teria medo dela?

– bom, se for assim ok, então qual o nome de sua linda Espadinha?- disse de uma forma irônica

– eu não sei, que tal Dó?

– Dó?

– é que tem uma nota musical, Dó esculpido na espada dela, no lugar onde ficaria o tridente.

– muito bem, já vai entardecer.

– esta pronta Mellody?- estranho ainda apouco ele me chamou de Mel agora é Mellody?

– na medida do possível, sim- respirei bem fundo.

Saímos do chalé, eu vi muitos campistas saindo dos seus chalés também, praticamente todos os campistas estavam a caminho da colina.

– Espere Mellody onde esta sua armadura?- disse Annabeth

– eu não quis usa-la é muito grande, não me da liberdade de movimento- estava de roupas pretas, camisa preta (com capuz é claro), calça preta, tênis all star preto.

Chagamos na colina e Quíron estava ao lado do Senhor D, ele me chamou para ficar ao lado dele Grover estava lá também, pelo o que eu vi Nico, Percy e Annabeth, estavam em um time que tinha o elmo azul, metade dos filhos de Afrodite de um lado metade para outro, todos os filhos de Ares no lado dos vermelhos, filhos de Hermes azul, de hectare meio a meio etc...

– meios-sangues, estão prontos?- senhor D

– AH!- Gritos

– muito bem, essa pequena menina precisa ficar em um time algum time se candadita?

– nós – antes que o azul pudesse se pronunciar, os vermelhos foram mais rápidos.

–Muito bem, Mellody Castellmare é do time dos vermelhos.

Oh não vou ter que lutar conta os meus amigos, oh não.

– ei garota fique atenta, e tente não perder- disse uma garota de cabelos castanhos, e olhos castanhos.

– tudo bem

Entramos na floresta, eles colocaram a bandeira em uma arvore bem grande. E armaram a estratégia:

– somos em 20, 5 vão as escondidas procurar a bandeira, caso ache mande um sinal que mais 5 vão ajudar, 5 ficam no contra ataque caso falhe eles atacam e 5 na defensiva

– mas Clarisse você não acha que 5 são poucos para ficar na defesa?

– Eu sou filha do deus da Guerra eu sei o que eu estou fazendo, pirralha você vai ficar na defesa.

– Eu? Eu tenho nome Mellody M-E-L-L-O-D-Y

– tanto faz – ela vira os olhos – você fica na defesa, em hipótese alguma você deve sair daqui.

Fiquei em silencio, ouve-se um barulho.

– começou!- Clarisse

Eles saíram correndo entre a floresta, eu fiquei lá junto com 4 filhos de Apolo

– ei baixinha suba na arvore, assim pode ajudar para ver quem esta chegando- uns dos filhos de Apolo (só porque tenho 1,57 de altura não significa que eu sou baixinha).

Eles botaram a mão para servir de apoio e eu subi. Não via nada além de um rio, e uma floresta próxima ao rio, vi também um entulho de pedra que formavam um punho, e no topo desse punho tinha alguma coisa, meus deuses e a bandeira, ninguém estava lá tinha que ir lá, mas a Clarisse falou para eu não sair daqui além do mais estou em uma Arvore.

– pessoal me ajude a descer

– pule eu vou pegar você- disse o filho de Apolo mais velho

– você esta louco? E se você não me segurar?

– eu vou te segurar pule Mellody

Acho que estou louca em confiar nele, eu pulei e ele me pegou.

– não falei que ia te pegar baixinha?

Não respondi, arrumei minha roupa, empunhei minha espada.

– então estava vendo inimigos?

– Não, eu vi onde estava à bandeira deles não tinha ninguém perto da bandeira, tenho que ir.

– mas a Clarisse disse...

– não importa o que ela disse ela não manda em mim, eu já volto.

Sai correndo para o meio da floresta, era escura, e silenciosa caminhei ate encontra o rio, aquele rio parecia limpo estava morta de cede resolvi beber água, atravessei o rio e logo veio um inimigo atacar, me defendi bem. Sai correndo floresta adentro, e novamente alguém me atacou me defendi, ele me atacou novamente.

– você é boa

Podia reconhecer aquela voz de longe, era Percy.

– Percy!

– vamos lá Mellody, me mostre suas habilidades.

Ele me atacou, eu me defendi, contra ataquei, ele defendeu nossas espadas cruzaram-se.

– é Mel, você realmente boa.

Eu o ataquei, ele cambaleou e eu saio correndo pela floresta, ele atrás de mim quando derrepente eu estava próximo ao punho de Zeus, nossa como cheguei tão rápido, acho que eu corri demais, como estou cansada.

– Mellody?!?

– Nico?

– como você passou ilesa pelo Percy e a Annabeth?

– eu não sei

– muito bem, eu quero revanche.

Ele me atacou, eu me defendi, de novo me atacou, defendi novamente, eu não tinha mais para onde fugir estava contra uma Arvore.

– agora você não tem para onde correr, o que você vai fazer Melzinha- ele novamente olhando nos meus olhos.

Eu, realmente não sei o que me deu, eu fechei os olhos de dei um beijo em Nico, ele ficou sem ação, eu tremi quando ele agarrou a minha cintura, a língua dele pediu permissão para entrar na minha boca eu deixei, o beijo dele é morninho nem quente nem frio, ele beija bem, eu não podia me distanciar estava contra arvore, ele tentou tirar minha camisa, eu não deixei, e então ele parou.

– m... Mellody- ele sem ar

Eu peguei minha espada e sai correndo, eu tentei escalar o punho de Zeus, mas não consegui.

– que droga preciso escalar é muito alto.

Eu fechei meus olhos e pensei “seja lá quem for meu pai, mas, por favor, preciso de uma solução, me ajude pai” me ocorreu pensar como cheguei ao punho de Zeus sem enfrentar Annabeth, será que eu... Não, não posso ter feito isso, será mesmo que eu viajei pela sombra? Se eu viajei ou não, tentarei nova mente. Eu me concentrei, fechei os olhos, respirei fundo, e finalmente abri os olhos, quando eu abri eu estava, no chão cheio de pedras, oh não eu estava no punho de Zeus, corri peguei a bandeira azul e novamente tentei viajar pela sobra para baixo da Arvore do meu time, mas não consegui, eu consegui chegar à margem do rio, mas a margem do lado dos azuis, eu estava morta de sono, mas precisava ir para o outro lado da margem eu caminhei pelo rio, os azuis correram para margem.

– não deixe ir para o outro lado- Annabeth

Eles começaram a correr atrás de mim, uns dos times dos azuis estavam com nossa bandeira, eu precisava correr, eu tentei correr e eles também, eu corri e cai, mas quando cai eu joguei a bandeira que estava em minhas mãos no outro lado da margem.

– Uhuuu, eh, — os vermelhos gritaram.

Nós vencemos o captura bandeira, mas descobri que eu sou filha de Hades, e estou apaixonada pelo meu meio-irmão, e agora o que eu faço?

Notas finais
Sei que nico é gay mas na minha fanfic ele nao é >3< bjs até mais