A filha da Morte
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Era para ser um dia normal, na escola...
Eu estava na van escolar com minha melhor amiga Luana, eu como sempre estava deprimida sem motivo aparente, fazendo com que a Luana me irritasse; mas mesmo sendo estranho, quando eu estou irritada ou nervosa eu começo a rir, o que faz com que ela me irrite menos.
- Você está triste!
- Eu sempre estou assim, de acordo com você...
- hoje você está animais triste que o normal
- Você sempre diz isso- ela fez uma careta MUITO estranha, então eu comecei a rir e esconder minha cabeça entre as mãos, para que não me vissem rindo.
- É, tem razão você está como sempre-disse ela acompanhando a minha risada.
-Legal...
-Ah não hoje tem aula de história...
- Espero que o professor falte
-Ele nunca falta
-Triste realidade...
Naquele dia não esta muito a fim de papo. Dessa forma fiquei lendo A Marca de Atena, nós duas amamos Percy Jackson e os Olimpianos e Os Heróis do Olimpo. E nem vi o tempo passar
- Anna, aquilo é...-.. não percebi que a van havia parado.
Havia um...monstro? Um ciclope lutando com um menino moreno com cabelos enrolados e com camisa laranja, com um martelo e um cinto de ferramentas; parecia um personagem do livro chamado Leo, mas não prestei muita atenção na hora.
vi um casal de crianças na calçada e vi a morte, vi as crianças morrendo por causa de um carro que foi jogado pelo ciclope; mas nada disso havia acontecido; ainda era como se fosse uma visão do futuro, aproveitei essa visão e corri da van, não queria que elas morressem, não hoje.
Não percebi, mas Luana me acompanhou. Corremos pela rua eu corri até as crianças e as puxei pelas mãos até um lugar seguro, longe da luta.
- Fiquem aqui!- gritem para as crianças e voltei para o local da luta.
Luana estava distraindo o monstro enquanto o menino jogava bolas de fogo? Bem era isso mesmo, não sabia o que fazer, percebi que a minha escola estava ali perto e fui até lá, eu estava muito nervosa e comecei a ver a morte das pessoas enquanto levava elas para dentro, percebi que enquanto eu passava as pessoas ficavam deprimidas e tristes, como em um velório, isso foi bom, pelo menos elas não estavam apavoradas ou paranóicas, quando todas estavam em segurança tentei voltar para o local da luta, mas o menino havia matado o ciclope e a Luana estava com a blusa rasgada e com vários arranhões pelo corpo. Corri até ela.
- Como você está?- ela revirou os olhos
-Estou ótima, não está vendo?- disse ela sarcástica
- É você está bem mesmo, venha- levei ela até o garoto, que estava com as roupas soltando fumaça e com o cabelo chamuscado.
- Quem...?- tentei perguntar, mas ele não permitiu que eu terminasse
- Quem são vocês duas? Como estão vivas? Espera...vocês também são semi deusas?- ele perguntou claramente confuso, percebi que a Luana estava sem fôlego, então eu mesma respondi
- Nós somos Anna e Luana, estamos vivas por que ainda não é a hora de nós morremos e... Semi deusas? Tipo nos livros?- respondi igualmente confusa
- Devem ser vocês duas... Mas vim aqui buscar três...?- na mesma hora a Sâmela, uma amiga nossa apareceu vindo da escola.
- Aquilo era um...?- ele perguntou, mas novamente o menino não permitiu ela terminar.
- Ah ok agora são três.
- Espere Leo- eu disse, não sei por que o chamei de Leo, mas ele me lembrava muito o livro- pode explicar o que está acontecendo aqui?
- Vocês já leram Percy Jackson?- perguntou ele
- sim- respondemos, as três, juntas
- Ok, então, tudo aquilo existe e vocês três são semi deusas- nós três nos entreolhamos e não falamos nada porém bom tempo.
- Olha, depois a Annabeth explica melhor, fomos logo, os mortais já estão se recuperando do choque, logo vão vir nos fazer perguntas.- disse ele, então nós o segamos até uma rua sem saída onde havia um menino pálido com roupas pretas e uma espada preta do lado, Nido di Angelo, pensei, ele era o meu personagem preferido e um cachorro gigante, star. O'Leary.
- Nós...nós vamos por viagem nas sombras?- perguntei, a idéia me animou, parecia legal.
- É- respondeu Nico, Sâmela e Luana se entreolharam nervosas, mas subiram na cadela e fomos. Foi bem rápido, em imposição de olhos estávamos no acampamento meio- sangue, era da mesma forma como se descrevia nos livros, era maravilhoso.
- Podem ficar e conhecer o acampamento, nós temos que ir- disse Leo
- A missão contra Gaia?- perguntou Sâmela
- É...- respondeu Leo
- Está bem, vamos- disse Luana animada.
Nós fomos meio perdidas até a praia, passamos pelos chalés em formato de U e pelo pavilhão do refeitório e o arsenal, resolvemos entrar no arsenal e escolher as armas.
- Aroc e flechas- disse Sâmela segurando uma arco de Madeira e flechas douradas.
- Legal, acho que também vou escolher arco e flecha- disse Luana.
-Foice...-disse eu
- Como?- perguntou Luana
- Essa foice é legal- disse eu, segurando uma foice de ferro estígio.
- Tem certeza " dona morte"?- perguntou Luana.
- Rápida-rápida que engraçado...- disse eu sarcástica- Mas sim eu vou ficar com ela.
- Ok, vamos?- perguntou Sâmela
- Para onde?- perguntei sem idéias
- Qualquer lugar, sei lá; que horas são?- ela perguntou
- está anoitecendo- respondeu Luana
- Vamos para o refeitório, normalmente é na fogueira que nos descobrimos que são nossos pais
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