Notas iniciais
Primeiro capítulo, essa é minha primeira Fanfic, se houver algum erro ortográfico, avisem! A opinião de vocês é importante.

Ela estava andando, perdida e sozinha mar a fora, sem ninguém para lher cantar a noite, para lhe falar que tudo está bem, para lhe fazer cafuné, para lhe dar amor.

Oque será dela agora? Ela olha para os lados na esperança de que alguém irá surgir e lhe resgatar, um princípe talvez, mas não, nada surge, apenas o silêncio assustador.

Ela estava viajando de avião com sua família, todos os seus parentes e amigos estavam ali. Era o dia mais feliz de sua vida, ela tinha certeza.

Estava falando com sua mãe sobre lantejoulas quando tudo ocorreu. O que ocorreu? É "simples", o avião caiu.

Ela se lembra do desespero de estar caindo a toda velocidade possível e também se lembra do forte impacto, o que fez ela desmaiar com a batida.

Ela se lembra de estar dentro do avião, com uma dor de cabeça enorme e sangue ao seu redor, ela olha pro lado e vê que todos se foram, seus pais, amigos.

Ela se lembra de gritar deveras em desespero contínuo, ela ouve um barulho estrondoso, o avião estava se partindo, como o Titanic.

Ela se lembra de tirar o cinto de segurança e (como o avião estava dentro d'água) ela nada até a ponta dele, ela vê que está bem fundo no oceano, tudo é azul, o mais profundo e silêncioso azul.

Ela se lembra de ouvir um barulho de água em sua direção bem alarmante e virar para trás, não consegue ver mais nada além do mais profundo e silêncioso azul.

Apenas isso habita sua memória sobre o ocorrido, agora ela estava na superfície em meio a uma vastidão sem fim do profundo azul, ela não sabe sobre oquê se desperar, estar perdida ou orfã.

Então ela chora, parecia que suas lágrimas formavam o mar, estava frio e ela sedeu suas forças, desejando a morte. Ela boia e dá de cara com um céu negro e cintilante, milhares de pontinhos brilham

no céu. Ela se sente bem por um momento, ela olha para as estrelas fixamente, parecia que estava podendo toca-lás, ela sabia que todos seus amados que aviam morrido, agora estão lá, observando-a.

Ela encontra forças, forças das estrelas e decide lutar por sua vida, ela se enche de esperança e alegria por saber que estão lhe observando e dando-lhe forças.

A lua tocava a água formando uma paisagem única, jamais vista por ninguém, ela encara a lua e recita o seguinte poema "Quando todos se forem e nada restar, olhe para o céu e tudo encontrará".

No mesmo instante a lua lhe iluminou e ela ouviu uma voz feminina angelical dizendo "Você é minha filha, você é filha da lua, você é filha das estrelas, você é filha do universo"

As estrelas brilharam fantasticamente e ela sentiu seus curtos cabelos crescerem, viu sua pele se tornando mais branca do que já era e viu esperança.

O brilho se foi, não se ouvia mais nada, ela pegou e seus cabelos e viram que de castanhos, viraram brancos, completamente brancos, ela olhou pra baixo e viu que aquele profundo azul do mar

agora era um azul alegre e claro. Ela se afundou naquela água e instintivamente respirou aquele azul transparente, "Ai meu Deus" ela pensou, "Eu posso respirar em baixo d'água!" ela gritou formando bolhas.

Então ela nadou pra baixo, respirando aquela água e feliz por saber que ainda tem esperanças."Será que sou uma sereia? Ah não, eu não tenho cauda. Sera que virei um super-humano? É, deve ser isso"

Ela nadou de volta pra superfície, embora todo o ocorrido, ela ainda estava perdida "E se eu morrer de fome?" ela pensou ficando pensativa, exatos 2 minutos depois desse pensamento, algum barulho

estrondoso lhe tirou de suas preocupações. Era um helicóptero, uns 20 metros acima dela, ela olhou para os lados e viu barcos, muitos barcos, ela contou 5, que logo viraram 8.

"Estou salva" ecoou em sua mente, em um dos barcos saltaram dois mergulhadores nadando em sua direção, ela ficou parada olhando para eles sorrindo feito uma criança que acabara de ganhar um doce.

Eles se aproximaram e pegaram em seu braço, "Está tudo bem com você?" ela ouviu um deles falar enquanto era levada ao barco mais próximo, "Sim, eu estou bem até" ela respondeu enquanto subia na embarcação.

"Ela esta aqui! Ela esta aqui!" Ela ouviu uma voz masculina gritando em um megafone, ela subiu no barco e prontamente uma equipe de médicos foram lhe acudir, cobertas e mais cobertas eram enrolados em volta de si.

"Diga-me, oque você sente?" perguntou um velho homem claramente preocupado, "Eu sinto fome e saudades" ela respondeu tristonha, "Alguém traga comida para ela! Rápido!" o homem disse enquanto ela via outros homens

parecidos com ele ao seu redor, examinando-a, "Qual o seu nome querida?" ele perguntou com uma prancheta em mãos, "Vênus, meu nome é Vênus" ela respondeu.

Notas finais
Deixem seu comentário e digam-me se gostaram ou não. Até mais ver.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.