A fantasia de um mundo

8 Uma chuva qualquer


Notas iniciais
Oi amores, aqui mais um capítulo bem amorzinho pra vocês, espero que gostem

Eu não sei, é tudo tão confuso, acho que realmente amo a Sayuri, não consigo parar de pensar nela.

–Fred? FRED! Acorda!

–Hm?Oi?

–Onde você tava cara?

–Tava pensando umas coisas ai, mas o que que você quer?

–A Sayuri chamou a gente urgentemente.

Eu e o Ric andamos até o ponto que ela falou.

–Gente, tenho um aviso para dar.

–Fala.

–Poe pra fora.

–É na verdade uma pergunta, cade nossos bichinhos?

–Ah, tão la na casa dormindo.

–Pensando bem, onde eles estavam quando eu matei o dragão?

–Na minha bolsa.

–Ricardo, fala alguma coisa quando eles estiverem com você!

–Tá, tá.

Todos voltamos para nosso acampamento na floresta para desmontar, já estava ficando meio tarde.

–Fred, me ajuda a pegar a comida ali.

–Ok.

Eu e a Sayuri fomos pegar a comida, não consegui parar de olhar para ela, será que ela sempre foi linda assim?

–Fred, pega aquela mochila pra mim.

–Hm? Ah ok.

–Fred, você tem andado meio distraído, tá acontecendo alguma coisa?

–Eu não sei, acho que tô apaixonado.

–AI MEU DEUS, conta mais, como ela é.

–Ela é linda, fofa, engraçada forte.

–Que fofo, qual nome dela?

Eu não posso deixar que ela saiba que é ela.

–Ela chama... Pelé.

–Pelé?!

Eu realmente não pensei antes de falar.

–É-é.

–Um tanto estranho, mas se você ama a Pelé, boa sorte.

–Sim, obrigado.

Eu poderia ter colocado qualquer nome, mas coloquei Pelé mano, PELÉ.

–FRED! SAYURI!

–Que foi Ric?

–Por que você tá gritando Ricardo?

–Eu ouvi um grito vindo do norte, vamos lá ver o que é rápido.

–Tá.

–Já pegamos tudo que precisávamos mesmo.

Fomos correndo e chegamos, na entrada de uma vila, havia uma moça com a cabeça decaptada.

–O-oque aconteceu aqui?

–Saim daqui caso não queiram ser os próximos, hahahahahahahahah.

–Quem falou isso?!

–Não importa, vamos ajudar essa vila.

–De acordo.

Fomos falar com o rei de lá, aquela mesma história, um rei baixinho que pediu um favor, acabar com um assassino em série.Fomos procurar um jeito de achar aquele assassino, que provavelmente era o responsável daquela morte que vimos ao chegar aqui, fizemos uma pesquisa com os moradores e tivemos os seguintes resultados, todas mortes por esse cara foram mulheres, a Sayuri bolou um plano e nos contou os detalhes.

–Então Sayuri, pode revisar o plano?

–Tá, mas essa é a última vez Ricardo.

–Ok, ok.

–Eu vou servir de isca para o assassino, quando ele vier me atacar vocês vão para cima dele.

–Eu não concordo com você ser a isca Sayuri!

–Fred, eu sou a única mulher aqui, sou a isca perfeita.

–Ainda acho errado.

–Tá, vamos nos posicionar já está anoitecendo.

Já era noite, a Sayuri estava lá parada na rua, e nós esperando, tomara que dê tudo certo, não quero perder a Sayuri de jeito nenhum, se passaram uma hora e nada do assassino, até que mais meia hora depois algo acontece.

–Gyahhhhhhhhh!

Sayuri da um grande grito e vemos alguém se aproximar dela, então nós seguimos o plano, então partimos para cima dele.

–Oh? Uma armadilha? Hahahaha.

Então ele se vira para nós, era um palhaço.

–Você é o assassino?

–Sou, qual problema?

–Nós vivemos aqui para te prender.

–Tentem.

Então ele pula para um telhado, levando a Sayuri nas costas, fomos perseguido ele até acabar as casas.

–Você está encurralado.

–Tsc, tudo bem, querem luta, terão luta.

Então ele tira uma faca de seu bolso, avança em mim e no Ric, eu saco minhas espadas das minhas costas e consigo cortar o peito dele.

–Ahhhhhhh, pervertido!

Não entendi nada, olhei para ele, ou melhor ela, estava tapando os peitos com as mãos.

–Seu pervertido, tarado!

Que mudança de atitude repentina.

–Não é isso que chamam de "tsundere" Fred?

–É, exatamente isso.

–Não falem como se eu não estivesse aqui!

–Isso mesmo, parem de falar e me salvem logo!

A Sayuri estava amarrada, não sei como nem quando ela amarrou a Sayuri.

–Quer saber? Vou tirar proveito disso.

Então ela tira as mãos dos peitos, acho que a Sayuri sentiu um pouco de inveja pois eram peitos grandes, MUITO grandes, ela vem para cima com a faca e quase nos acerta.

–Por que está fazendo isso?

–O que? Matando as mulheres dessa vila?

–É...

–Pra meu namorado não olhar pra ninguém.

–...

–...

–...

–Pst, Fred, aqueles peitos estão me distraindo.

–Ric, não é hora para isso, tente ignorar igual eu.

–Tá.

–O QUE ESTÃO COCHICHANDO AI?

–Nada.

–Estão duvidando de mim não é? Pois bem.

Então ela se aproxima da Sayuri e coloca a faca no pescoço dela.

–Abaixem as armas.

Nós abaixamos e ficamos olhando para ela.

–Estão olhando meus peitos é?

Então ela esconde de novo, só que dessa vez só com uma mão.

–NÃO FAÇA NADA A ELA, SENÃO EU-EU...!

–Você o que? Não pode fazer nada moleque.

Então coloco as mãos para trás e invoco a Heaven's Gate, separando a Sayuri da palhaça peituda. (Sim, não pensei em nome melhor, desculpe) Então eu corto as cordas da Sayuri e ela levanta mais nervosa que nunca.

Ninguém, me ouviu, ninguém me prende sua piranha peituda.

Então ela começa a jogar setas de gelo na assassina até ela cair desmaiada, então começa a chover.

–Ricardo, leve ela a delegacia por favor.

–Sim senhora Sayuri.

Então vou correndo em sua direção e a abraço.

–Eu fiquei realmente preocupado.

Ela começa a fazer cafuné na minha cabeça.

–Não se preocupe Fred, eu estou aqui.

–Sayuri, sabe, eu queria te dizer um negócio.

–Fale Fred.

–Eu te amo.

M-mais e a Pelé?

–Tudo invenção.

Então olho nos olhos dela.

–Sayuri, você com certeza é a melhor coisa que já me aconteceu.

–Fred...

–Eu te amo Sayuri, amo mesmo.

–Eu também te amo Fred...

Então começamos a chegar nossos rostos perto e nos beijamos na chuva, ficamos lá por um minuto;nos beijando.

–S-sabe F-fred, foi meu primeiro beijo, cuida bem dele viu seu idiota.

–O mesmo vale pra você.

Então ela sai andando, e eu ressalto, como ela ficava fofa toda corada, com vergonha, então depois eu pensei, como eu vou falar com ela?! Tipo, com que cara, e se antes eu já pensava nela, imagina agora...

Notas finais
Finalmente um pouco de romance e peitos na minha historinha hauhaiaha obrigado a preferência