A fairy tale ... different!
5 Amor, amizade...
Minha vida estava completa novamente, meu irmão havia voltado e junto trouxe um amigo, bem gato que por acaso do destino... é meu novo vizinho de janela. Me sentei no sofá perto da janela, a cortina do quarto da frente estava fechado, que saco. O quarto estava iluminado apenas com velas o que facilitou eu ver sua sombra nua, na cortina, sorri e fechei a minha cortina também, ele me acharia uma safada. Algumas criadas me prepararam para dormir e assim foi feito.
***
1 mês depois
– Zayn é sua vez... não erre. — eu gritei do outro lado do gol.
Ele chutou a bola e... errou.
– ah droga. — eu exclamei. — Vincent, pode dar um banho de gelo nele.
Estávamos no verão, Zayn passou a morar com agente, minha mãe gostou tanto dele que deu até permissão para que ele a chamasse de "mãe". Francis me deixou faz uns três dias, teve que voltar para França, uma de suas primas estavam morrendo e ele tinha que estar lá. Marcaram meu casamento com ele para o final do ano... daqui a 11 meses.
– porra, isso é mais gelado que gelo. — disse Zayn rolando pelo gramado.
– ninguém o mandou perder. — eu disse rindo.
– tá vendo, até Camille sabe que você é ruim. — disse Vincent. — vamos entrar? já está escurecendo...
– hm, o menino tá com medo do escuro?. — pergunta Zayn com uma voz engraçada.
Não aguentei e comecei a gargalhar, meu irmão sempre teve um receio de escuro, diz que as coisas ruins estão nele... eu já acho o contrário, acho que as coisas boas estão nele.
– não, não estou com medo. Estou com fome. — ele responde. — mas podem ficar ai... eu não ligo.
Concordamos, Vincent entrou dentro do castelo e apenas eu e Zayn ficamos lá no gramado vendo o sol se por, o que erá perfeito e romântico, só que isso não podia ser romântico.
– essa cena toda é muito, romântica. — ele disse.
– sim. — eu disse. — acho que você acabou de ler meu pensamento.
– porque?. — ele pergunta com um sorriso bobo nos lábios.
– também acho essa cena, romântica. — eu disse.
Ele deu um sorriso tão perfeito que me fez corar, percebi que ele estava se aproximando para mais perto de mim e eu sentia meu coração acelerar e meu corpo tremer, o que tá acontecendo comigo?
– preciso te contar algo. — ele disse.
– pode falar. — eu falei sorrindo.
– desde a primeira vez que te vi... senti. — somos interrompidos.
– MENINOS, JANTAR. — gritou a cozinheira. — VENHAM ANTES QUE ESFRIE.
Ouvi ele suspirar.
– continue. — eu pedi.
– não... depois eu falo. — ele disse se levantando. — vamos comer?
Sorri e concordei, peguei em sua mão entrelaçando os dedos e entramos dentro do castelo.
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