A experiência 235.
1 Capítulo 1- Running.
Notas iniciais
Espero que gostem :3
“Nome: 235- Caelos Sephora Leewenhoek – Caph
Idade: Desconhecida.
Psicológico: Incrivelmente forte e imbativelmente inteligente, astuta. O experimento se mostrou em ótimos resultados, apesar de sua relutância.
Físico: Estatura mediana, cabelos loiros e enrolados, olhos verdes, pele clara provida de marcas de possíveis experimentos ufológicos. Há marcas em sua costa, contínuas na linha da coluna, de sua nuca ate o final, marcas de grandes agulhas. Há marcas em sua cabeça, também proveniente de experiências ufológicas. Alguns chips na parte inferior das pernas e tornozelo há marcas de cortes nesses locais, 235 provavelmente havia tentado tirá-los.
Estado atual: Em total condição de abdução. Ligada a maquinários respiratórios, em suspensão induzido de coma. Não irá acordar.
Estado anterior: Debilitação condicional física e mental, fraqueza congênita. Encontrada em condição deplorável e abandono.
O experimento encontra-se em testes psicológicos na ala superior, sua mente foi alterada e reformulada, seu corpo adquiriu habilidades indescritíveis além do entendimento humano. A mesma tem a força de três seguranças robustos, podendo somente ser contida a base de tranquilizantes extremamente fortes. Sua agilidade é superior aos de muitos guerreiros, tudo no experimento é melhorado e forma desconhecida para nós. “
Era o que o agente All dizia aos doutores que rodeavam a estranha mesa de ‘cirurgia’, onde estava 235 ligada a vários aparelhos ultra tecnológicos que mediam seus batimentos, estabilidade cerebral e sua temperatura.
Na concepção deles ela estava em coma, na realidade a garota ouvia tudo, apesar de não estar inteiramente consciente. Aquele seria mais um dia longo de experiências mais que desnecessárias e cansativas.
O agente continuou complementando aquela ‘ficha criminal’ da 235,ate chegar a parte da historia da garota.
-Dia 1º de Janeiro, foi o dia que as nossas câmeras externas localizaram o movimento suspeito na parte de fora da base, primeiro veio um forte clarão e a garota apareceu em seguida, estirada no chão. Mandamos alguns estagiários irem apara-la ,quando a trouxemos a base e a levamos a sala de cuidados, vemos que ela tinha varias marcas e afins... Como sabem a C.S.U ( Companhia de Superintendência Ufológica) trata de casos extraordinários, somos maior agência nesse ramo secreto devo ressaltar que se por acaso qualquer informação sair a mundo, digam “Adeus” a suas famílias.
Ele deixou a ficha de 235 sobre a bancada principal da sala branca, alguns o viram sair, enquanto os outros ajeitavam os aparelhos tecnológicos ao redor da garota. Ela estava não estava ali, conseguia ouvir, mas não conseguia se mexer por mais que quisesse. Sua mente vagava, lembrando-se do caminho que havia feito da entrada principal ate aquela sala, se quisesse sair, teria que faze-lo novamente.
- O experimento não esta inconsciente completamente, sua atividade cerebral esta alta. Apliquem o soro.
A doutora loira-oxigenada disse seriamente, havia medo em sua voz. Okay, 235 não deixaria aquilo acontecer novamente, já estava cansada daquele sistema pelos meses que havia ficado ali.
Ela já havia sido torturada, furada, injetada, presa, já tinham extraído todo tipo de informação contida em seu cérebro, memorias e etc. Porém, ela percebeu que ainda era pouco para elas e aquilo não demoraria em acabar em algum tipo de autopsia.
1.
A doutora colocou o soro na seringa
2.
Segurou o braço de 235 e aproximou a agulha do mesmo.
3
O experimento abriu os olhos rapidamente, os que estavam ao seu redor recuaram, menos a doutora. Subitamente ela empurrou a mão da doutora para longe com uma das mãos, com a outra empurrou a doutora, que foi arremessada ate a parede e por fim caiu no chão.
Ela tirou os equipamentos e seu corpo com certa dificuldade e se levantou, sentindo o chão frio abaixo de seus pés. Andou rapidamente em direção à porta, aquele tipo de uniforme cinza eu cobria seu corpo não ajudava muito naquela hora.
Então, o alarme foi tocado, as luzes do corredor acendram gradativamente enquanto a garota passava por ele, por fim, ela chegou ao saguão principal, só não sabia em que andar estava, nem se era de dia ou de noite.
Local foi tomado por seguranças armados, que sobre ordem de All não poderiam usar as armas para atingir 235. Ela tomou aquilo como ponto positivo, quanto mais eles se aproximavam, mais ela os jogava para longe, mais seguranças arremessados ao chão.
Conseguiu, por um deslize de uma segurança, pegar uma arma e atirar em alguns outros seguranças enquanto voltava a correr. Uma placa na parede informava que era o quarto andar.
Ela rapidamente seguiu para as escadas, depois de descer alguns lances sem ser vista, a mesma retornou para o saguão principal daquele andar, já estava no 1º andar.
Em outro golpe, conseguiu pegar outra arma, sua mira era precisa e sua agilidade em desviar dos golpes mais ainda. Quando acabava de massacrar o ultimo guarda de uma remessa, o estalar de uma arma sendo engatilhada atrás de sua nuca ecoou.
- Voltei para o posto, 235.
Sua voz era grossa autoritária. All.
-Não...
A garota rapidamente chutou para traz, sua perna atingiu a altura do agente e por fim a arma foi lançada longe. Ela voltou a correr, chegando finalmente ao portão grande e o abrindo, acabando por descobrir que era de noite, aquilo facilitaria sua camuflagem.
As arvores, a grama, a Lua, nunca mais tinha aquela sensação antes, a liberdade. 235 colocou o primeiro pé, o direito, diziam que dava sorte e sorte era o que mais precisava, colocou o pé esquerdo e sorriu. O caos se formava atrás dela, não pensou duas vezes e logo tratou de correr o mais rápido que podia.
Naquela hora, All já havia decretado sua morte.
Fale com o autor