A esperança é a última que morre.
7 Promessa e proteção
Notas iniciais
OLÁ LEITOREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEES :D :D :D
EU ESTOU MEGA FELIZ!!!!!!!!!!!!!!! Eu recebi uma recomendação? Não, claro, e infelizmente, não. Alguém favoritou? Não, ninguém mais...
Eu estou feliz por que agora tenho um notebook só pra mim :3 e agora posso escrever quando eu quiser(a menos, é claro, que eu esteja na escola, neste caso, eu teria que chegar em casa primeiro, de qualquer modo...[com exceção à hoje, que eu estou postando na escola..])!!!!!!!!!!!!!!!
Eu não lembro se agradeci, e também estou com preguiça de verificar, mas obrigada por favoritar CrazyMofos.
Fui ^^ (em negrito: pensamentos dela)
– Will! Jessica! Isso não é brincadeira gente, cadê vocês?! -grito sentindo o calor das lágrimas banhar minhas bochechas- William Herondale, se você não aparecer neste instante eu juro que quando eu te ver você vai sofrer! -grito novamente na esperança de que algum deles vai aparecer são e salvo em minha frente.Alguns olhares começam a se virar para mim, os quais eu ignoro, tanto por não poder vê-los nitidamente, tanto porque não me importo. Avisto Drew parada olhando aterrorizada para o prédio e corro até ela.– O que aconteceu?! Você viu o Will?– O prédio começou a pegar fogo do nada, eles... eles ficaram presos em uma sala...-ela murmura me lançando um olhar de pena. DREW. ME OLHANDO. COM PENA. Oh céus. Não. Não. Não...– Isso não pode...!-minha voz morre, demonstrando meu abalo, e saio correndo em meio à multidão, ainda procurando por algum dos meus amigos. Isso não pode estar acontecendo. Isso não está acontecendo. Isto é pura obra de minha imaginação. Um vazio inexplicável começa a se apertar em meu peito, estou cercada de pessoas e cada vez mais estou me sentindo sozinha.– Annabeth!-uma voz me chama ao longe.Olho ao redor mas não vejo absolutamente ninguém me chamando, todos continuavam observando o prédio pegar fogo.– Annabeth é você que está aí?!-a voz insiste.Ouço barulhos de sirenes, juntamente com a voz, porém tudo que vejo é minha visão embaçada pelas lágrimas enquanto observo o prédio queimar, aparentemente queimando as pessoas mais importantes de minha vida, também.– SIM!-grito, porém minha voz não sai e parece que estou muda.– ANNABETH!-a voz fala mais alto e começo a me sentir mais leve, como se aquilo fosse...Abro os olhos novamente, fechando-os logo em seguida devido à água que escorria por meu rosto. Desligo o chuveiro e me estico para alcançar a toalha.– Annabeth, você está bem?!-a voz do meu irmão soa preocupada através da porta.– S-sim.-consigo responder enquanto me enrolo na toalha.– Meus deuses, Annie. Você me deixou preocupado.– M-me desculpa. Não era... não era a minha intenção.– Você está chorando? O que foi que aconteceu?! -sua voz sobe juntamente com o tom de alarme e preocupação. Nem mesmo havia notado as lágrimas escorrendo.– Não... não foi nada, eu estou bem.Seco-me e enxugo minhas lágrimas, rapidamente começando a me vestir.– Pode voltar a dormir. Não se preocupe comigo.Ele dá uma risada baixa.– Não posso, eu quero usar o banheiro.– Ah... já saio.Ponho o pijama e calço meus chinelos, logo abrindo a porta e vendo meu irmão me observando, escorado ao lado da mesma na parede.– Obrigado! -ele exclama quase correndo para dentro do banheiro e fechando a porta logo em seguida.– Sem problemas. -murmuro me arrastando de volta para meu quarto, onde logo em seguida me arrasto, também, para baixo das cobertas.Pouco tempo se passa, no qual nem consigo fechar meus olhos, quando meu irmão entra em meu quarto e fecha a porta atrás de si.– O que foi? -pergunto sentando-me na cama e olhando para ele em frente à porta.– Nada. -murmura e começa a caminhar em direção à minha cama, tirando a camisa(calorento, como sempre ¬¬) e se deitando ao meu lado, sobre as cobertas.– Quer companhia? -sussurra sorrindo travesso. Coisa que se é visível graças à luz do luar que se infiltrava pela ja-nela.– Ah, por favor! Eu não tenho mais seis anos de idade! -retruco indignada pela simples menção à idéia.– São só dez anos a mais. Nada à reclamar. Além do mais, eu sempre fazia isso e você não se importava, então agora nem pode reclamar, corujinha.– Se eu fosse uma coruja, na verdade, eu não deveria estar aqui, e sim na floresta, e, também, deveria estar acordada esperando meus pais voltarem com a caça, e, amanhã, quando eu estiver na escola, eu deveria, na verdade, estar dormindo. Então sim, eu me importo. Pode pôr sua camisa tranquilamente e voltar ao seu quarto, onde eu creio que há um ventilador ligado, coisa a qual é desnecessária, considerando o fato de que hoje está frio.– Você e seus discursos. Reclama mas sabe que não mudou. E eu vou ficar aqui, esqueceu que eu prometi que sempre estaria aqui? Pode dormir, eu cuido de você.Tento protestar, mas ao olhar em seu rosto vejo que é inútil, afinal, eu me lembrava da noite em que ele prometera aquilo. Fecho meus olhos sabendo que ele não voltaria a dormir antes de ver que eu mesma havia adormecido. Após alguns instantes minha respiração acalma conforme o sono me alcança, e, para minha felicidade, não é aquele pesadelo que volta a se repetir, e sim uma lembrança da noite em que adormeci pela primeira vez sob aquele olhar vigilante.
Estava escuro, aquela noite estava chuvosa e a luz de relâmpagos passava pela janela, conforme raios e trovões iluminavam o céu. Eu estava encolhida em minha cama, com medo. Morria de medo de aranhas, e havia duas ao lado da minha cama. Eu tinha a impressão de que a qualquer momento elas escalariam até mim e eu não teria nada o que fazer para detê-las, até que de repente ouço um som estalado perto de minha cama e som de passos em meu quarto. – Tudo bem Annie, eu matei elas pra você.Tiro a cabeça de debaixo das cobertas e olho com lágrimas ainda escorrendo em minha face para meu irmão parado ao lado de minha cama sorrindo para mim.– Não se preocupe! Eu matarei todas as aranhas que tentem se aproximar de você, então sempre que precisar, pode me chamar! -ele falou com muita animação presente em sua voz. Notando que ainda tremia, ele se aproxima.– O que foi? Elas já foram. Se quiser pode olhar os corpos esmagados ao lado de sua cama, ainda com aquela meleca e...– Eca! Para com isso! -eu havia falado fungando. Como resposta ganhei uma risada e um ser se atirando ao meu lado na cama, que apesar de ser para uma pessoa só, parecia enorme para mim dormir sozinha.– Porque você está na minha cama?– Por que eu quero cuidar de você, não posso?– Mas porque deitar ao meu lado?– Por que eu vi outra aranha passando ali... -ele aponta para um ponto atrás de mim e para de falar quando eu me abraço à ele e enterro meu rosto em seu peito.– P-por favor... f-fi-ca aqui. E-eu não quero que... ela venha aqui... Ele para com sua brincadeira ao ver que realmente havia me assustado e que agora realmente não poderia sair dali.– Calma Annie, foi só uma brincadeira... Não precisa... me prender aqui... eu vou... cuidar de você... nunca se esqueça, você pode me chamar... -ele murmura calmamente sem se mexer, provavelmente sem jeito. Eu nunca havia feito algo do tipo. Nunca fui do tipo "sai agarrando os outros e demonstrando seu amor exageradamente".Depois de algum tempo, largo sua camisa conforme o sono me alcançava, lembro-me de abrir um pouco meus olhos e olhar para me irmão, que apesar de aparentemente estar quase dormindo, as vezes piscava e arregalava os olhos, logo em seguida virando-os para mim e ficava observando-me, enquanto o sono vinha até mim e eu finalmente parava de resistir à ele, então caindo no sono.Quando finalmente havia dormido em meu sonho, ouço um barulho, não... uma música vindo de algum ponto distante, e rolo para o lado, consequentemente batendo minha mão em alguém e... ALGUÉM?! Abro os olhos imediatamente e sento-me assustada na cama, e meu irmão olha sonolento e assustado para mim.– O que...?– Ah, que susto. Era você. O que... o que aconteceu...?– Hmm... eu tentei ir ao banheiro de madrugada, e passei antes no seu quarto, para ver como você estava, e vi que você não estava aqui, então quando cheguei na porta do banheiro ouvi sons de soluços e água caindo. Quando você finalmente abriu a porta e saiu, você estava tão assustada e triste que vim até aqui para cuidar de você... E pelos deuses! Como você é persistente! Você demorou meia hora pra cair no sono!Com suas palavras rápidamente lembro-me de tudo. Um sonho repetido, chamas, muita fumaça, gritos, lágrimas, sons de sirenes... solidão. Após isso, somente tormento, frio, lágrimas e água quente (e muito vapor)juntando-se à elas.– Não tenho culpa de você ser chato e querer ficar cuidando de mim.– Já houve vezes em que isso não era uma coisa exatamente ruim para você... Mas de qualquer modo, já é de manhã, e acho bom você atender logo esse telefone. Já tocou umas três vezes. Bom dia Annie. -ele fala rapidamente, levanta-se da minha cama e sai de meu quarto.Assim que ele fecha a porta novamente meu celular começa a tocar, e eu finalmente o atendo.– Oi Jess.– Bom dia Annie. Eu liguei agora cedo para avisar você de que hoje eu não posso dar carona, já que eu vou mais cedo pois tenho coisas para fazer antes da aula.– Hã... Okay, obrigada por avisar. Te vejo na escola, então.– Até mais.Desligo e mesmo antes de soltá-lo Suzannah me liga e eu prontamente atendo.– Sim?– Bom dia Annie. Eu sei que a Jess já deve ter lhe avisado de que ela irá mais cedo, e eu liguei para falar que vou com meus irmãos hoje, tudo bem?– Claro, até mais tarde.– Até.Novamente desligo e fico encarando a tela do celular, que novamente volta a tocar, mas desta vez é Kelly quem me liga.– Bom dia, deixa eu adivinhar, já que a Jess não vai nos dar carona você vai com outra pessoa e você queria me avisar disto?– Bom dia, sim. Eu vou com o Adam hoje. Te vejo mais tarde, Annie.– Claro... mais tarde.Desta vez desligo com mãos trêmulas. Elas não podem ir comigo hoje. Exatamente como no sonho...
Notas finais
^^ Voltei
Não revisei o capítulo, me avisem se verem algum erro.
Bom, até quando eu conseguir escrever o próximo e espero que tenham gostado meus amores :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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