A encrenca me ama

5 Capítulo 5 - Droga, mil vezes droga!


Notas iniciais
Ooi amores,como vão vocês pessoas of my life? Então, quem estava lendo a fic por ser de maior para 18, chore u.u Eu coloquei pra 16, porque 1- Minha amiga burra não conseguia ver por causa daquele negócio que tem que tacar agr ;s e 2- bom, acho que pelo menos essa minha fanfic tem que ser um pouco mais descente né. auheuahe Quero pedir perdão pela demora, eu estava escrevendo pelo celular, ai tive que mandar por email pra arrumar e postar, aehuahauhe enfim, leiam as notas finais ok? ok finalmente;; vá leiam u;u

Estávamos treinando duas vezes por semana. Terças e quintas. Estava relativamente tudo ótimo. A comida era de graça, a lavanderia era próxima, e uma mulher chamada Jane aparecia todo dia pra arrumar os quartos, o que na verdade, me fazia sentir um pouco de pena dela.
O clima era como de esperar: quente. Mas não de um jeito ruim. Eu conheci pouco daqui, mas aparentemente é como nas revistas e pôsteres; perfeito.
O apartamento é de frente pra praia o que deixa minha fantasia ainda melhor.
Já falei da pista de skate? Não? Pois bem; é a coisa mais perfeita que eu já vi na minha vida — tirando, é claro, quando estou olhando para o espelho. Ela é grande, espaçosa e desafiadora. Eu já estava amando esse lugar, imagina quando minha melhor amiga vier?
Sim, hoje é o dia que Malu ira vir.
Estava andando de um lado para o outro a pelo menos, uns 30 minutos.
– Para. – Miguel, o louro que presenciou minha alegria por ter passado na primeira etapa, e também que virou um amigo para mim, disse com um sorriso. – Eu nem conheço a tal da garota e já estou ficando nervoso só de ver você ai andado! – Riu.
– E se der alguma coisa errada? – Perguntei roendo as unhas e finalmente sentando na cama. Estávamos no meu quarto.
Calma, ele era gostoso mas nem tanto pra já chegarmos a esse ponto.
– Nada vai dar errado. Calma! – Eu havia resumido a história de como minha mãe achava que eu supostamente estava alojada na casa de um amigo e não na Califórnia. Mas ele parecia não entender uma coisa: o quanto minha mãe é histérica. Aliás, já pensou se ela descobre? Não que eu já não tenha pensando nisso mas....
O telefone tocou tirando-me de meus devaneios.
Corri para pega-lo de cima do criado-mudo e no fim acabei caindo na cama. Miguel riu. Eu atendi.
– Oi? Sim? – Perguntei com os olhos arregalados.
– Sam? – Era Malu.
– Ah Malu. – sorri. – Graças a Deus, eu fiquei preocupada, você nunca tinha viajado sozinha e..
– Sam! – Ela me interrompeu. – Deu merda!
***
Eu obviamente sabia que iria acontecer, como disse antes; estava pensando nisso esses dias mesmo. A questão é que eu não sabia que iria acontecer tão rápido.
Minha mãe estava no telefone me xingando a um bom tempo. O que basicamente aconteceu foi que: Mãe da Malu ligou pra mãe do João > mãe do João ligou pra minha mãe > Mãe da Malu descobriu que ela não estava em nenhuma casa. > Minha mãe também.
Foram para aeroporto e bem a tempo em que Malu e João estavam chegando.
"Você vai voltar agora mesmo mocinha!" – Repetiu ela pela o que? 17ª vez?
–Mãe, tem como pelo amor de Deus, a senhora parar? – Disse estressada. – Eu estou bem okay? Estou em um lugar lindo, com pessoas legais que me entendem e ... – ela me interrompeu.
"Você é uma criança e não esta bem. Eu te conheço, conheço a vida. Essas pessoas podem muito bem ser quaisquer coisas, quero que você volte para casa imediatamente."
– Ou? – Perguntei sorrindo sentindo uma lagrima descer.
"Ou eu rastreio o telefone e vou ai te buscar. "
– Boa sorte! – Disse desligando o telefone e o jogando pela janela.
O que? Quando eu ganhar esse concurso eu compro outro novo.

Fui para o closet, peguei todas as minhas coisas rapidamente e praticamente as joguei na mala que estava ao pé da cama.
Estava sozinha no quarto agora.
Em uma semana eu até que comprei bastantes coisas. Sorri.
Outra lagrima.
Sempre tentei esconder das pessoas que sou fraca, porque na verdade eu não sou. Mas, às vezes simples detalhes na vida vão te enchendo até que um dia você sobrecarrega. E então explode. Esse dia não era hoje.
Limpei o rosto antes de mais lagrimas rolassem e fechei a mala. Ela não ia estragar meus planos.
Oh, nao baby. Não mesmo.
Peguei uma bolsinha térmica e coloquei algumas coisas para comer. Arrumei tudo em cima da cama e sai em disparada.
***
Já na recepção conversando com Fred, o perguntei se havia algum outro hotel ou apartamento que estava hospedando participantes do concurso se graça. Ele fez uma careta antes de assentir.
– Porém. – Ele me alertou. – É um internato... masculino.
Droga, mil vezes droga.
– Abrimos vagas para mais dois garotos de lá, então tecnicamente lá é nossa área também, porem sob outra direção. – Ele disse. – Sinto muito!
Assenti quieta.
– Poderia ao menos me dizer aonde fica esse internato? – perguntei.
– Claro!
***

O tal internato "Way High School" era um prédio de tamanho médio, não muito distante de onde eu estava hospedada.
Coloquei as malas no chão assim que me coloquei diante da moça da recepção que me olhava de um jeito atento, como se eu fosse entrar lá e roubar os meninos, talvez.
Ela ergueu as sobrancelhas quando viu as malas.
– Com licença. – Pedi. – Sou uma das participantes do concurso de skate financiado por Fred Araújo do Brasil.
– E com que poderia ajudar? – Ela sorriu.
– Estou ciente de que o internato é masculino, mas gostaria de saber se não poderiam me hospedar em um quarto.
– Fred tem um prédio que esta encarregado disso. – Ela falou.
Suspirei.
– Eu sei. – Soei cansada. – Mas infelizmente não poderei continuar lá até o concurso.
Ela assentiu.
– Desculpe não posso ajudar. – Disse se sentando novamente da cadeira que não havia percebido a mesma levantando.
Peguei minhas malas e fui para fora sem olhar para trás.
Assim que cheguei na calçada me permiti dar um pequeno grito de frustração.
Abaixei a cabeça e contei até 10.
Quando era pequena tinha certo problema em controlar minha raiva o que me causava grandes problemas, quando certa vez joguei um copo de vidro contra o namorado de minha mãe fizeram alguns profissionais me darem algumas dicas.
O que eles não sabiam era que suas dicas me irritaram mais ainda.
Joguei as malas no chão com brutalidade, e gritei em plenos pulmões.
– Ei, tem como calar a boca? — Olhei para cima e dei de cara com um garoto de mais ou menos 1,75 de altura, com pele clara e cabelos castanhos, assim como seus olhos que estavam me olhando sob os cílios compridos e negros.
Em outras circunstâncias eu poderia o achar gato, menos agora.
– Ah, desculpa estou te incomodando? – Perguntei irônica. Ele sorriu.
– Na verdade esta sim.
– Oh meu querido amigo — Disse em inglês. – Então, vá a merda! – Falei desta vez em português sorrindo, o fazendo arregalar os olhos.
– O que? Você esta fazendo macumba? – Ele perguntou assustado, ou estava apenas tirando com minha cara.
Revirei os olhos.
– Oh, me de licença! – Pedi o empurrando de lado.
– Ei! – Me virei. – Suas malas garota doida!
Caminhei novamente até o garoto e puxei minhas malas de sua mão com raiva.
Ele riu. Merda, porque ele esta rindo?
– Estressadinha!
– Ah, pelo amor de Deus, vá encher o saco de outro! – Disse.
Ele sorriu, se virou e começou a entrar no internato.
– Espere! – Quase berrei. – Você é dai? – Perguntei.
– Sim! – Ele fez uma careta.

Notas finais
O que acharam? Bom, ruim, péssimo? Devo continuar? :s Então quero pedir para que vocês deem uma olhadinha na sinopse, pois eu mudei /o e provavelmente vou mudar a capa também. É isso, 12034724873985734 beijos, quem puder favoritar, agradeço ;) ~abusada.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.