Notas iniciais
espero que gostem.
fiz com muito carinho.
sei que o Zayn ainda se encontra nos one direction aqui porque escrevi esta historia em 2014.

???" Perrie, por favor não contes a ninguém! Peço-te! Por favor não fales a ninguém."
A garota não parava de chorar. A amiga rapidamente a abraçou. Perrie:"Mas...O Harry precisa de saber. Ana não podes esconder isto para sempre."
Ana:"
Perrie eu não posso contar ao Harry isto. Iria lhe estragar a vida. Por favor Perrie não lhe digas nada."
A garota tava muito nervosa não parava de chorar. A Perrie rapidamente a abraçou.

Perrie:"Eu não conto nada. Mas o que vais fazer agora?"
Ana: “Vou voltar para Nova York. Não posso ficar aqui."
Perrie:"Tens certeza que é isto que queres? Tu sabes que o Harry iria te apoiar nisto e que iria ficar sempre ao teu lado!"
Ana:"Sim eu tenho a certeza. Perrie eu sei que ele iria ficar sempre ao meu lado, mas não o posso fazer sofrer."
Perrie:"Certo. Eu vou-te ajudar. Mas pelo menos, vais-te despedir dele?"
Ana:"Não posso. Se eu o vir vou começar a chorar e sou capaz de lhe dizer. Vou-lhe escrever uma carta."
Perrie: “Certo. Mas sabes como ele irá ficar?"
Ana:" Sim eu sei. Mas prefiro ele com raiva de mim do que o ver sofrer por minha causa."
A Perrie concordou com a cabeça. Abraçou novamente a amiga e começou a ajuda-la a arrumar as coisas.
Ao fim de algum tempo já tava tudo pronto.
A Ana também já tinha terminado de escrever a carta.
Perrie:"Ana queres que eu lhe entregue?"
Ana: “Não, não será preciso. Deixei a carta em cima da cama com as coisas que ele me deu. Só quero que me faças uma coisa!"
Perrie:"O que é?"
Ana: “Que me dês sempre noticias deles todos... Do Harry principalmente."
Perrie:"Eu faço-o, não te preocupes. Eu adoro-te tanto Ana, és como uma irmã mais nova para mim. Por que isto tinha que acontecer agora...a ti?"
Ana: “Eu também te adoro e considero-te como uma irmã mais velha para mim. Sabes que o câncer não escolhe idades. Mas eu serei forte."

Ela deu um fraco sorriso. Com tudo pronto saíram em direção ao aeroporto.
Perrie:"Toma bem conta de ti. Eu irei visitar-te sempre que puder."
Ana: “Estarei á tua espera. Não te preocupes irei tomar bastante bem conta de mim."
Se abraçaram pela última vez e a Ana embarcou.
A Perrie saiu dali a chorar, porque aquilo tinha que acontecer com a sua melhor amiga? Porque?

Com os meninos!

Os rapazes já estavam a chegar a casa. Quando entraram e encontraram as meninas a conversar. O Harry reparou que faltava ali uma pessoa. O amor da sua vida.
Harry:"Perrie onde tá a Ana?"
Perrie:"Não sei. Quando cheguei ela não tava cá. Pensava que tava contigo."
Harry: “Não. Eu e os rapazes tivemos a gravar, ela tinha ficado em casa."
Perrie:"Tenta lhe ligar. Pode ser que te atenda."
Harry:"É isso que vou fazer. Até já pessoal."
Todos (os meninos e as meninas):"Até."
A Perrie se sentia mal por ter que estar a fazer aquilo a um dos sus melhores amigos. Ainda se lembrava como tinha descoberto que a Ana tinha câncer. Naquela manhã ela...

Flasheback...On

Tava a entrar no apartamento, quando ouviu alguém a chorar, vinha do quarto da Ana e do Harry. Entrou, encontrando a Ana sentada a chorar abraçada às pernas, uma carta e um bilhete de avião.
Perrie:"Ana o que se passa? Porque estás a chorar? Fala comigo por favor."
A Perrie estava desesperada por ver assim a amiga.
A garota não respondeu e continuou a chorar.
Como ela falava nada, a Perrie pegou na carta, abriu e leu.
A cada palavra que lia mais desesperada estava.
Ao fim de ler a carta correu abraçar a amiga. Aquilo não podia estar acontecer, aquilo só podia ser um pesadelo.
Perrie:"Ana, tem calma, eu estou aqui! Vai ficar tudo bem! Vais ver."
A garota rapidamente saiu do abraço da amiga, ainda chorando, disse:
Ana:" Não vai, Perrie. Nada irá ficar bem. Tu lês-te! Tu viste que nada irá ficar bem! Nada irá ficar bem. Nada, nada..."- A garota chorava e repetia para si mesma que nada iria correr bem. A Perrie rapidamente a abraçou, era tao angustiante ver assim a amiga.
Perrie:”O que vais fazer agora? Já falas-te com o Harry?"
Ana: “Não sei o que vou fazer, mas não posso falar nada disto ao Harry."
Perrie:"Como não Ana?! Ele precisa saber. Tens que contar a ele. Tens que contar ao pessoal..."

Flashback...On

O resto já sabem.
A Perrie sentia-se mal por não poder ajudar a Ana e o Harry.

Com o Harry!

O Harry tava a entrar no quarto, tentara várias vezes ligar par a namorada, mas a mesma tinha o telemóvel desligado. Onde será que ela tava? O que tinha acontecido para ela ter o telemóvel desligado?
Assim que entrou viu uma caixa e um envelope em cima da cama. Ele se aproximou e viu que eram as coisas que ele tinha dado á Ana desde que começaram a namorar.
Ele pegou no envelope, retirando a carta. Seu coração não parava de bater. Tava nervosa com que aquilo podia ser.
Se sentou e começou a ler.

"Oi meu amor, primeiro quero te disser que te amo muito, muito mesmo, do fundo do meu coração.
Mas assim que leres esta carta, sei que vais sentir raiva de mim. Só espero que não me odeies.
Bem vou começar, apesar de não saber como começar.
Estou a ir embora. Sei que tas a pensar que é porque não me dás o suficiente, ou porque não tás muito tempo em casa. Não, não é nada disso.
Estou a ir embora por causa de mim. Não posso continuar assim. Tenho muita coisa na minha cabeça neste momento.
Sei que estas a perguntar que coisas, não te posso contar agora, mas sei que assim é melhor. Perdoa-me por não te disser nada, mas será melhor assim.
Não quero que te sintas culpado! Não, pelo contrário quero que te animes. Quero que estejas sempre feliz, com esse sorriso que só tu sabes dar com essas covinhas. Só te peço isso.
Sei que tu estás a pensar porque eu fui-me embora?
Só te digo que será melhor. Um dia vais saber. Vais ver que foi melhor eu ter-me ido embora.
Um dia vais saber o porque, mas terás que esperar um pouco.
Bem não vou-te chatear mais, sei que neste momento deves estar a chorar. Mas por favor não chores, não mereço as tuas lágrimas, nem o teu amor, sorrisos, abraços, beijos. Eu não mereço nada.
Só quero que saibas que eu te amo do fundo do coração, nunca te esqueças disso.
Neste momento só te posso dizer isto.
Te amo muito, Harry. Quero que sejas sempre feliz.
Com esta carta te deixo as coisas que me deste, não é porque eu não gosto, mas porque eu não mereço.
Bem já estou a enrolar muito esta conversa, então é isto.
Te amo muito, muito, muito, muito mesmo.
Com muito amor, Ana."

Naquele momento o Harry já não conseguia esconder mais as lágrimas e a tristeza.
Porquê, porque que ela tinha que ir embora? Porquê?
Se levantou e saiu do quarto indo na direção da sala onde ainda se encontrava o pessoal.
O Louis que foi o primeiro a dar conta, rapidamente perguntou o que se passava.
Louis: “Harry, o que se passa? Porque estas a chorar?"
Harry: “A Ana..."
Ele não conseguiu terminar a frase e começou a chorar ainda mais.
Os amigos vendo ele daquele jeito, todos o abraçaram.
Liam: “Nós tamos aqui, para o que der e vier."
Ele assentiu e continuou:
Harry: “A Ana... Ela foi embora. Ela me abandonou. Ela desistiu do nosso amor."
Louis: “Como assim, Harry? Vais ver que ela daqui a pouco entra por aquela porta."
O Harry balançou a cabeça num não, e deu a carta para eles lerem.
O Liam pegou-a e começou a ler, no final todos abraçaram o Harry.
Harry: “Porquê? Porquê? Porque ela me abandonou?"
Liam: “Vais ver que haverá uma explicação."
Assim todos tiveram a tentar acalmar o Harry, e apenas porque a Ana se fui embora.
A pessoa que também tava a sofrer era Perrie, por ver o amigo assim. Mas pensara que a Ana realmente tivesse razão.
O Harry sofreria muito mais e era capaz de acabar com a carreira dele, por causa daquela maldita doença. Maldito câncer.

A sua amiga não merecia aquilo, assim como o Harry também não merecia estar a sofrer.

1 Mês e meio depois!
A Ana já se encontrava em Nova York, tava a viver num apartamento com a sua tia.

Os seus pais morreram quando a garota tinha 15 anos.
Fora a sua tia ajuda-la no momento que mais precisou.
Três anos depois conhecera o Harry, 2 meses depois começaram a namorar. Quando a vida parecia correr bem, o destino pregou-lhes uma partida, fazendo aqueles dois seres que se amavam tanto, que eram capazes de dar a vida um pelo outro, foi capaz de acabar com aquela felicidade.
Assim como o Harry a Ana não tava bem, tava bastante magra, pálida. Seu cabelo encaracolado, castanho claro e brilhante, o Harry amava o seu cabelo, mas agora o seu cabelo já não brilhava como antes. Seu cabelo começava a cair por causa do câncer.
A garota todas as noites chorava por causa do câncer, mas também por ter abandonado a pessoa que mais amava.
Porque o destino, a vida era tão injusta, cruel, com as pessoas que queriam ser felizes?
Era a pergunta que ela se fazia todo o momento.
Sua tia tentava anima-la, mas nada, não conseguia nem tirar um sorriso da sobrinha.
Lucy(Tia):”Ana, minha querida, tens que comer alguma coisa. Não podes passar o dia inteiro sem comer.”
Ana: “Eu não quero tia Lucy. Estou sem fome.”
A tia olhou para a sobrinha com um olhar triste, como era angustiante ver a sua querida sobrinha naquele estado.
Lucy:”Hoje vem cá a Perrie. A tanto tempo que não a vês:”
Ana: “Sim.”
Se passou algumas horas e a tia tinha chegado a casa com a Perrie.
Perrie: “Ana, que saudades. Como estás?”
Ana: “Eu também tinha saudades. Ainda bem que vieste. Estou mais ou menos. Viver os dias como posso.”
Disse todo com um sorriso triste e uma cara abatida.
Perrie olhou para amiga com um sorriso triste. Parece que a Ana tava bastante pior que os amigos que tinham saudades dela.
Olhou melhor para a amiga que se encontrava sentada encolhida, com suas pernas de encontro ao peito, tava tão magra, sua pele que sempre fora morena, agora tava pálida, seu cabelo já não era como antes, tinha várias marcas pelo corpo, por causa da fisioterapia. O médico tinha dito que tinha 30 por cento de chances de ela melhorar, mas não era certo.
A Perrie se aproximou da amiga a abraçando e mexendo em seu cabelo. Assim que retirou aa sua mão do seu cabelo, reparou que tinha a mão cheia de cabelos da amiga que sorria triste para ela.
Perrie: “Desculpa, Ana. Não queria que ficasses assim.”
Ana: “Não faz mal Perrie. Isto tinha que acontecer num momento ou noutro.”
A garota deixou algumas lagrimas caírem, mas rapidamente as limpou.
Perrie: “Vais ver que isto tudo vai passar. Vais ver que tudo ficará bem.”
Ana: “Nada irá ficar bem, Perrie. Eu estou a morrer. Por culpa deste maldito câncer, não estou mais com o Harry. Com a pessoa que eu mais amo. Tudo por culpa desta maldita doença.”
Perrie e Lucy rapidamente a abraçaram. Entendiam a dor da garota.
A Lucy rapidamente disse para a Pierre.
Lucy:”Pierre, posso falar contigo a sós.”
Perrie: “Claro que sim.”
Então foram para a cozinha onde a Lucy disse:
Lucy:”Perrie o que eu vou te disser, é grave.”
Perrie: “O que se passa? E por causa da Ana?”
Lucy:”Sim…Eu falei com o médico que ta a ajudar a Ana, ele disse-me que o câncer tá na última fase. A Ana pode…morrer.”
Era como se o mundo tivesse parado. A Perrie não poderia acreditar naquilo. A sua melhor amiga tava quase a morrer. Não, só podia ser uma mentira. Aquilo só poderia ser um pesadelo. Aquilo não estava a acontecer.
Perrie: “Isso não pode ser verdade. Não pode, não pode. A minha melhor amiga, a minha irmã não pode morrer. Não pode.”
A garota já chorava, ela já não podia controlar suas lagrimas. A sua melhor amiga, a sua irmã tava a morrer.
A Lucy abraçou a Perrie disse:
Lucy:”Temos que ser fortes, fortes pela Ana. Temos que estar sempre a apoia-la”
Perrie: “Sim, temos que faze-lo.”
Ela passou a cara por agua e foi ter com a Ana.
Perrie: “Então Ana, que queres fazer?”
Ana: “Nada. Só quero ficar aqui a ver tv.”
Perrie: ”Vá-la. Vamos passear pelo parque que tá aqui ao lado.”
Ana: “Por favor Perrie. Só quero ficar aqui.”
Perrie: “Não. A tua tia disse que tu não sais de casa, desde que vieste para Nova York. Ta na hora de saíres um pouco de casa e passeares, respirares um pouco. Mesmo que não queiras, faz por mim.”!
A Perrie olhava para ela esperançosa, queria tanto por a sua ´irmãzinha´ a sorrir um pouco, apanhar ar livre, divertir-se um pouco.
Ana:”Ok, ganhas-te. Eu vou.”
Levantou-se do sofá e foi para o seu quarto para se vestir.
Vestiu umas calças um pouco justas, um blusão um pouco largo de ombro caído cinzento, uns all star e um topete onde só deixou um pouco do seu cabelo amostra.
Saiu do quarto indo ter com a Perrie e a sua tia. Assim saíram as três, indo na direção do parque.
O objetivo das duas, era fazer a Ana sorrir, nem que fosse um pequeno sorriso. Mas queriam-na ver a sorrir.
Assim que chegaram sentaram-se num banco, onde podiam ver crianças a correr, a rir, a saltar, a divertir-se.
Com isso a Ana deu um sorriso por ver assim as crianças, ver a inocência delas.
Como gostava de ter um filho com a pessoa que mais ama. Mas esse sonho foi arruinado no dia que descobriu ter câncer.
Ficaram ali todo o dia, tiraram fotos, riram, correram. Apesar de todo a Ana riu um pouco.
Foram para casa e a Ana disse que ia tomar um banho.
No meio do banho enquanto lavava os seus cabelos, viu fio por fio a cair conforme o lavava. Ela não conseguiu aguentar e começou a chorar.
Abraçou-se a chorar. Porque? Porque? Porque tinha que tar acontecer aquilo?
Ela fazia essas perguntas, mas não conseguia obter as respostas para elas.
Ela agarrou-se ao seu cabelo começando arranca-lo enquanto gritava.
A tia e a Perrie que estavam na cozinha a preparar o lanche, ouviam os gritos da Ana vindos da casa de banho. Com isso correram ate lá e encontraram a garota a arrancar o próprio cabelo, enquanto chorava desesperadamente.
Lucy:”Ana meu amor, tem calma eu estou aqui. Eu estou aqui. Vai correr tudo bem.”
Ana: “Nada vai correr bem. Eu vou morrer, eu vou morrer, eu vou morrer…”
Ela não parava de repetir isso para si mesma. A Perrie e a tia Só podiam estar ao seu lado a tentar consola-la.
Perrie: “Ana, tudo vai correr bem, vais ver. Eu prometo que tudo ira correr bem. Ok?”
Ana: “Não prometas aquilo que não podes cumprir Perrie. Eu sei que estou a morrer.”
Ela só a pode abraçar. Sabia que não deveria prometer, que tudo iria correr bem. Mas por sua irmãzinha, ela era capaz de ir ao fim do mundo por ela.
Se passou duas semanas desde que a Perrie foi visitar a sua melhor amiga.
Naquele momento, tava a conversar com o namorado, Zayn. Quando o Harry foi para a sala ver um pouco de tv. Podia-se ver as olheiras de baixo dos seus olhos esverdeados, das noites mal dormidas, tava um pouco mais magro, abatido, barba um pouco mal feita. Ele também tava a sofrer bastante. Ele só ia dar concertos, entrevistas, autógrafos, ensaiar, porque era o seu trabalho. Ele só queria ficar em casa a recordar dos momentos felizes que ele passara com a Ana. Com a garota que mais amou, que ama e amará para sempre. O que ele mais queria era poder ver pela ultima vez, que fosse, a garota que mais ama e perguntar-lhe o porque de ter-se ido embora sem dizer nada, sem se despedir. Era o que mais queria.
Todas as noites sonhava com ela, com o seu sorriso, com a sua pele, seus abraços, suas brincadeiras, seus olhos, seu cabelo, oww o seu cabelo, aparte que mais gostava de ver nela, aquele castanho claro ao sol, mas de noite ficava mais escuro, seus beijos, seu corpo para poder abraçar nas noites frias e principalmente o seu cheiro, hum, o seu cheiro era tao bom. Mas agora não podia sentir, nem ver mais nada nela, porque se fora. Como sentia tanto a sua falta.
Só acordou dos seus pensamentos, lembranças, com o Zayn a chama-lo.
Zayn:”Então tavas a pensar em que, Harry?”
Harry: ”Numas coisas minhas. Não te preocupes. O que querias?”
Zayn:”Estava-mos a pensar em ir ao Starbucks comer qualquer coisa, queres vir?”
Harry:”Ok. Preciso espairecer um pouco a cabeça.”
Zayn:”Certo. Então vamos?”
Harry:” Vamos.”
Assim foram comer no Starbucks, mas isso só fazia o Harry sentir a falta dela, do seu amor, da sua vida.
Porque ela não saia da sua cabeça? Era o que ele se perguntava todas as noites, manhas, todo o tempo do dia.
Começará a manha com mais um ensaio para a anova musica e clip da banda.
Com ensaios e concertos se passou 4 meses.
Quatro meses desde que a Ana se foi embora. Que deixou o Harry.
Tempo suficiente para estar numa maca com vários fios ligados no seu corpo. Sem o seu bonito cabelo castanho, seus olhos que antes tinham um brilho lindo, agora não tinham nada mais do que tristeza, no seu corpo que dantes não tinha nenhuma marca, tinha agora por causa de vários tratamentos, da fisioterapia.
Lembrava-se como foi difícil aqueles meses naquele maldito tratamento. Também se lembrava que durante esse tratamento teve que rapar por completo o seu cabelo que a cada dia caia mais.
Como chorará durante esses meses e quando rapou por completo o seu cabelo.
Perrie, sua irmã sempre esteve com ela para apoia-la de uma maneira ou de outra.
Aquela semana foi a pior para ela. Naquela semana teve mais recaídas, mais sofrimento. Ela foi levada para o hospital, quendo a sua tia tava a chegar das compras e encontrará a sua sobrinha caída no chão da cozinha desmaiada e um copo partido. A partir desse dia tava naquele maldito, naquela maldita maca, fechada num quarto, sem poder fazer nada.
Como queria estar num parque com a pessoa que mais ama de mãos dadas a passear pelo parque. Como queria estar com ele, como sentia saudades dele. Mas agora era tarde de mais, tinha apenas dois dias de vida.

Com Perrie!
Perrie tava em casa quando o seu telemóvel começou a tocar, ela foi a correr para o seu quarto, tava preocupada que alguma coisa que passava com a Ana.
Perrie: ”Aló?”
Lucy:”Perrie, aqui é a Lucy, a tia da Ana.”
Perrie: “Oi Lucy. Passa-se alguma coisa com a Ana? Ela ta bem?
Lucy:”Perrie, não te vou mentir. A Ana ta internada á uma semana, ela só tem mais dois dias de vida, Perrie. Dois dias.”
Perrie: “Não isso não pode estar acontecer. A Ana não pode morrer. A minha irmãzinha não.”
Ela não parava de chorar. A sua irmãzinha tava a morrer. Porque a vida tava a ser tao injusta? Porque?
Lucy:”Perrie, querida, tens que ser forte, forte pela Ana.”
Pierre:”Lucy eu vou para ai amanha, vou só comprar as passagens e vou para ai logo pela manha. Preciso estar com a minha irmãzinha neste momento.”
Lucy:”Certo. Estarei á tua espera minha querida. Liga-me assim que tiveres a chegar, sim?”
Perrie: “Claro que sim. Adeus e de um beijo e um grande abraço nela. Diga que a adoro.”
Lucy:”Eu direi. Adeus pequena.”
Assim que desligou o telemóvel ouviu uma voz que a fez congelar.
Harry: ”Perrie, onde ta a Ana? O que se passa para estares a chorar?”
Ele tava desesperado, saberia naquele momento alguma coisa da garota que ele mais ama.
Perrie: “À quanto tempo estas aí, Harry?”
Harry: “Perrie, porque tavas a dizer que a Ana não podia morrer? Por favor Perrie, não aguento mais. Conta-me por favor.”
Perrie: ”Harry…A Ana, ela foi embora naquele dia porque descobriu ter…”
Ela não conseguia terminar a frase e começará a chorar novamente.
Harry: ”Descobriu o que? Por favor Perrie diz-me. Não aguento mais.”
Perrie: “Descobriu que tinha câncer, Harry. Ela foi embora para não sofreres e nem a veres sofrer. Ela preferiu mil vezes que tu a odiasses, do que tares a sofrer por causa do maldito câncer.”

O garoto não podia acreditar, a garota que ele mais amava tinha câncer. Ela preferira sofrer sozinha.
Harry: “E…Como ela está? Onde ela ta, Perrie? Preciso de ir ter com ela. Preciso de vê-la?”
Perrie: “Ela ta em Nova York. Harry, terás que ser forte com aquilo que te vou disser, Ok?”
Harry: “O que? O que vais disser?”
Perrie: “A Ana, ela só tem mais dois dias de vida.”
Aquelas palavras fizeram o seu coração para de bater, de respirar. A sua garota tava a morrer? A mulher da sua vida tava a morrer. Porque? Porque?
Ele já não conseguiu se controlar, e se desmanchou a chorar.
A Perrie vendo seu estado, o abraçou e choraram juntos.
Perrie: “Harry, eu vou amanha de manha para Nova York.”
Harry: “Eu vou também. Preciso de vela, de falar com ela, de abraça-la. Preciso de estar com ela, agora mais que nunca.”
Perrie: “Certo. Eu vou falar com o pessoal. Acho que eles ficariam chateados se não pudessem ver a Ana pela última vez.”
Disse com um sorriso triste, enquanto ainda chorava.
O Harry assentiu. A Perrie foi a um pequeno álbum de fotos e deu para o Harry.
Perrie: “São fotos da Ana durante estes meses, vê.”
Saiu do quarto deixando o Harry a ver as fotos sozinho enquanto ia falar com o pessoal.
O Harry via cada foto e mais chorava. Como tava a ser difícil ver a sua garota assim, triste, abatida, sem o seu belíssimo cabelo e principalmente os seus olhos que antes eram cheios de vida, de brilho, agora, agora já não tinham vida.
Ficou durante horas a ver aquelas fotos.
O pessoal concordou irem todos para Nova York, para poderem se despedirem da Ana e abraça-la pelo menos a ultima vez.
Se passou o dia e o pessoal já tinham embarcado e já estavam a caminho de Nova York.

Com a Ana!
Aquele era o seu último dia, ultimo dia de vida.
Ela falava algumas coisas com a tia, ate alguém ligar para ela e ela ter que sair, dizendo ser uma surpresa.
Ela já não esperava por nada. A única coisa que queria eram os seus amigos, a sua ‘irmã´ Pierre e principalmente ele.
O rapaz que mais ama.
Ana: “Como queria que tivesses aqui, para poder-me despedir de ti, ima ultima vez. Como te amo, como daria tudo para poder te abraçar pela última vez, ver teu sorriso, teus olhos, tudo. Só queria dizer que te amo tanto. Pedir-te desculpa por te ter abandonado. Espero que um dia me perdoes. Eu te amo tanato.”
Harry: “Eu perdoo-te, Ana. Perdoo-te porque te amo. Sei porque tas aqui. Minha pequena eu vou estar sempre aqui ao teu lado. Te amo tanto.”
Ana: “Perdoa-me Harry. Perdoa-me por não te ter dito nada. Eu não te queria fazer sofrer, por minha causa. Eu realmente sou um peso na vida dos outros.”
Harry:”Ei, ei, olha para mim. Tu nunca foste um peso na minha vida. Tu foste a melhor coisa que me aconteceu. Foi por ti que me apaixonei. Eu te amo Ana.”
Ana: “Também te amo, Harry.”
Selaram esse amo-te com um beijo que continha todos os seus sentimentos, dor, paixão, amor, tristeza e principalmente saudades.
Aquele era um beijo de despedida, a Ana sabia que tava a morrer.
O Harry então disse:
Harry:” Tenho mais uma surpresa para ti.”
Ele foi até á porta abrindo-a, revelando os meninos e as meninas.
Todos correram abraça-la. Como tinham saudades.
Ficaram o dia inteiro com ela, a fazendo rir, se divertir. Até que o médico disse que era melhor saírem todos, mas ninguém quis sair. Queriam estar o tempo todo com ela, o que restava do tempo.
Ela sentia que tava a morrer.
Ana: ”Harry…”
Harry: “Sim princesa, diz:”
O Harry tinha percebido que algo se passava e tava com medo.
Ana: “Eu te amo. Nunca te esqueças disso, Ok? Promete-me, por favor.”
Todos que estavam a ouvir, sabiam que era uma despedida.
A Perrie já chorava abraçada no Zayn, assim como as outras maninas nos seus namorados.
Harry: “Eu também te amo princesa. Eu nunca irei-me esquecer. Eu prometo que não vou sofrer por tua causa. Porque a culpa não é tua.”
Ela deu um sorriso e deixou uma lagrima cair. Era um sorriso verdadeiro.
Ela sussurrou:
Ana: “Eu…te amo…tanto. Maninha também te adoro e a você também pessoal. Adeus.”
Com as últimas palavras fechou seus olhos para sempre.
Mas o que ela ainda continha era o sorriso no seu rosto.
O Harry começará a chamar por ela em parar.
Porque a vida tem que ser tao injusta, tao cruel? Porque separar duas pessoas que se amam tanto. Porque?
Haverá sempre situações destas, o destino a pregar-nos partidas sem contarmos.
DEVEMOS VIVER A VIDA COMO SE FOSSE NOSSO ULTIMO DIA.

Notas finais
espero que tenham gostado, tanto como eu.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!