A descoberta do Oeste
1 Capítulo 1 O nosso sonho
Notas iniciais
1º - ela vai ser bem dramática.
2º - só vou postar ela uma vez na semana
3º - esse Edward é frio, muito frio. Mas todo gelo derrete, em algum ponto.
Outra coisa importantíssima essa fiction é para minha amiga Ana, eu a amo demais, nem sempre ela concorda com o roteiro, ela odeia esse Edward com todo o coração dela, mas eu a amo e sei que ela confia no meu instinto d elevar a fiction e que de alguma forma, seja ela qual for, os personagens se entendem. Em algum momento. Eu a amo, por isso Ana seja forte por nós duas.
- Eu não acredito que fará isso comigo Isabella Swan!
- Isabella Hunt mamãe. – eu a corrigi e ouvi os gritos de papai na outra sala. Nós estávamos na sala de costura e eles na sala de estar.
- Eu me arrependo do dia que convenci seu pai a casar você com aquele homem desmiolado que está na sala tentando convencer seu pai a te levar para aquele oeste de índios e deserto.
- Mamãe se acalme, temos tantos índios ao redor de Chicago quanto lá.
Era uma frase que James tinha me falado a duas noites quando resolvemos que deveríamos sair da casa dos meus pais e ter nossas próprias terras. Sim, eu queria uma fazenda e muitos filhos ao meu redor. Eu e James sempre seríamos um casal unido e fértil. Eu sorri com esse pensamento deixando mamãe mais irritada ainda. Eu conseguia entender a preocupação deles, eu ainda era a menina deles, a que casou e permaneceu na casa por ser frágil demais. Eu estava cansada disso. Não era tão frágil como eles pensavam e James tinha essa certeza. Eu o amo.
- Isabella entenda que não terá o luxo que temos, consegue entender que vai passar dias em um trem, depois segundo o seu marido vão comprar um cavalo e uma carroça e entrar pelo deserto adentro sem nenhuma garantia de que não serão atacados a noite por índios ou até mesmo por bandidos que podem facilmente matar seu marido e te violentar? Não sei o que é pior, esses bandidos ou os índios.
- Mamãe viajaremos em uma caravana, James tem amigos e eles vão conosco. O Oeste está crescendo e tenho certeza que lá será tão bom quanto aqui.
- NÃO HÁ NADA DE BOM NAQUELE LUGAR QUENTE E DESERTO!
Eu me levantei com coragem.
- Meu lugar é ao lado de meu marido e se ele acha que devo ir, eu vou mamãe. James acredita que não sou essa menina frágil e tem certeza que pode me proteger de todos os perigos. Não vai acontecer nada mamãe.
Minha mãe começou a chorar e meu pai entrou nos chamando para sala. Ele tinha a mesma expressão de horror que mamãe e então eu olhei para James que sorria para mim ainda sentado onde papai ordenou quando ele disse que precisava conversar com ele.
- Você concorda com ele? Concorda em se aventurar dessa maneira? – o desgosto na voz de papai era algo quase palpável. Ele veio até mim e me abraçou. – Eu não te criei para isso Bells. Eu ensinei tudo que tinha que ensinar para quê fosse uma grande mulher Isabella e te deixar sair para uma terra selvagem com apenas um sonho é a morte para mim. Consegue entender seu pai?
- Pai, quando eu me casei com James eu sabia que meu futuro era onde ele fosse. Eu não posso ficar aqui e deixa-lo sozinho.
- Claro que pode! – mamãe gritou.
- Não posso e não vou mamãe.
Papai olhou sério para James.
- Cuide dela com sua vida porque se não eu vou até o inferno te matar James Hunt. Não criei uma filha para morrer no deserto.
- Ela não morrerá senhor.
Eu fui até James e o abracei. Eu sabia que ele cumpriria a promessa. Sabia que estava segura com James e que ele e eu conquistaríamos o Oeste, era um sonho de menino dele e agora casados poderíamos fazer isso.
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