A descoberta de um amor
81 Capítulo 81 ... Muro
Notas iniciais
Por Lucas
Acelerei doido pelas as ruas, a Du não parava de chorar.. Meu medo aumentava mais eu posso chegar em casa antes deles, acelerei ainda mais e logo parei na garagem de casa
JL: Fica no carro, eu vou entrar! Disse temendo ter alguém lá dentro
Du: Não vou ficar aqui com você lá dentro, vou junto! Du disse grudando na minha mão e eu entrei correndo em casa
JL: Zezé? Gritei subindo as escadas
Z: Oi seu Lucas, ela saiu com os lekinhos andando atrás dela
Du: Filhos, Du correu até eles chorando e os abraçaram! Meu coração palpitou de alegria me juntei ao abraço emocionado
JL: Graças a Deus, graças a Deus.. Disse suspirando sentindo Martinha bagunçar meus cabelos
Z: Gente o que esta acontecendo? Zezé perguntou nos olhando assustada
Du: O Fabrício Melgaço Zezé, pega um táxi e vai pra casa! — É perigoso você ficar aqui,vai.. Du disse nervosa e Zezé pegou a bolsa dela
JL: Paga o táxi, disse tirando algumas notas da carteira e entregando a ela
Z: Boa sorte gente, eu vou indo.. Ouvir ela dizer saindo apressada
A: Mamã, Alfredinho disse abraçando Du.. Eles percebeu o estado de nervos da mãe
Du: Oi meu amor, ela disse se levantando com ele no colo
JL: Por favor amor, fica mais calma! — Isso não é bom para o nosso filho, você já teve um início de aborto por isso
Du: Vou tentar, vou tentar.. Ela disse e logo meu celular tocou
JL: Precisamos sair daqui Du, falei atendendo o celular e puxando minha esposa
Ligação On
JA: Onde você esta Lucas? — Onde? Meu pai perguntou gritando do outro lado da linha
JL: Pai eu estou saindo de casa, acabei de chegar e pegar os gêmeos
JA: Anda Lucas, anda rápido... Eles vão tentar pegar os meus netos
JL: Tô saindo pai, tô saindo.. Disse desligando, com Martinha tentando pegar o celular
Du: Lucas não podemos sair, Du disse olhando para a câmera do interfone.. Olhei a câmera e uns caras encapuzados já tentavam invadir nossa casa
JL: Eu vou tirar vocês daqui, disse com um nó na garganta! Tenho que tirar eles daqui, tenho que salvar minha família
Du: Eu não saio sem você, Du praticamente gritou e eu tampei a boca dela a puxando para o quintal
JL: Olha só amor, vou te colocar no muro onde não tem cerca! — Aqui, disse mostrando a ela
Du: Lucas eu não vou sem você, não vou
JL: Du eu te amo, amo vocês não vou deixar vocês sozinhos!
Du: Jura? Ela perguntou e eu lhe dei vários selinhos, ouvimos um barulho forte, acho que eles invadiram a casa
JL: Me da o Alfredinho, pedi e assim ela fez! — Segura na perna do papai, pedi a meus filhos que estavam assustados, coloquei eles no chão segurando em minhas pernas e levantei Du, logo ela se segurou e se sentou no muro
Du: Me da eles, ela pediu e eu dei um beijo em minha filha levantando ela o mais alto que pudi
JL: Pega, disse sentindo o suor escorrer por minha testa..
Du: Peguei, Eduarda disse abraçando nossa filha! — Agora o Alfredinho
JL: Você consegue? Perguntei vendo ela prender Martinha entre as pernas ficando com as mãos livres
Du: Consigo, anda Lucas.. Eles vão te achar, anda! Ela pediu em desespero, levantei meu filho pedindo a Deus pra ele não chorar, Du se esticou até onde pôde e logo segurou ele pela camisa o colocando junto a ela
JL: Da eles a alguém e pula Du, vai... Mandei com lágrimas nos olhos
Du: Eu dou eles a alguém para segurar e pulo de volta mais não te deixo ai Lucas.. Ela disse com lágrimas nos olhos, o muro era alto, não iria conseguir ter tanto impulso sem ajuda nenhuma
JL: Não faz isso Du, se aparecer alguém aqui você se joga pra lá.. Disse pegando impulso e tentando subir no muro mais cair
Du: Vem amor, você consegue! — Tenta de novo, ela pediu me olhando. Peguei distância e tentei outra vez, fiquei grudado no muro mais meu corpo descia, apoiei bem minhas mãos que escorregavam, mais sentir as mãos de Du sobre as minhas.. Ela logo tentou me puxar pra cima, mais nossos filhos estavam com ela
JL: Ahh, eu vou conseguir! Disse olhando ela, levantei ainda mais o meu corpo e enfim estava em cima do muro
Du: Graças a Deus amor, Du disse me dando um selinho rápido
JL: Com você eu enfrento um dragão por por dia! Falei dando outro selinho nela e pulando na rua
Du: Seu louco, toma. — Pega o Alfredinho
JL: Joga ele na minha direção, pedi temendo aparecer alguém e atirar em Du
Du: Jogar? — Eu não vou jogar ele, ele pode cair
JL: Anda Eduarda pelo o amor de Deus, joga ele.. — Eu vou pegar, confia em min.. Disse olhando Du que fechou os olhos e respirou
Du: Pega, ouvir ela sussurrar e soltar nosso filho que caiu em meus braços
JL: Agora vem, você e a Martinha! Disse dando os braços e Du suspirou, minha mulher se ajeitou e se jogou em cima de min, Alfredinho ficou de pé nos olhando no chão
Du: Aii, você esta bem? Du perguntou me olhando esticado
JL: Aiiii, aiii.. — Tô amor, só meu braço que.. — Hum
Du: Lucas você está me deixando preoculpada
JL: Vamos, vamos.. Disse pegando meu filho e andando mesmo paressendo estar todo quebrado
Du: Temos que pegar um táxi amor, a rua de trás é melhor vamos.. Du disse me puxando, corremos aquela rua inteira e logo achamos um táxi
JL: Graças a Deus, disse quando Du deu o endereço do meu pai!
Du: Que sufoco cara, amor eu estou com medo.. — Não quero ir pra casa do seu pai
JL: Hei eu estou com vocês ta? — Nada vai acontecer, eles não vão pra casa do coroa afinal eles vão se encontrar de noite
Du: Ta bom amor, com você e com os nossos lekinhos ao meu lado eu vou pra qualquer lugar! Ela disse se aconchegando em meus braços enquanto os lekinhos dormiram em nossos braços!
Chegamos na casa do meu pai e seguimos até o elevador, nossos filhos acordaram e ainda queriam ficar de pé no elevador.. Saímos e seguimos correndo atrás deles até a porta
Du: Chama o vovô filha, Du falou com Martinha que dava leves tapinhas na porta
A: Vô, Alfredinho gritou e nois sorrimos
JL: Deixa que o papai chama, disse tocando a campainha
JA: Filho, meu pai abriu a porta assustado... Ele logo me abraçou e Clara veio abraçar Du
MM: Aii meus netos, que susto vocês deram na vovó.. Pela primeira vez ouvir minha mãe falar vovó
JA: Entrem, vem! — Vocês estão proibidos de sair daqui hoje
JL: Os caras entraram na nossa casa, fugimos pelos fundos!
MC: Eu queria ir pra lá mais o Vicente não deixou, fiquei preoculpada depois que vocês desligaram
V: E a arma cemendador? Vicente veio da cozinha
JA: Tem certeza disso? Meu pai lhe perguntou
V: Tenho, ele acentiu
JL: Certeza de que gente?
MC: Já te pedi pra não ir Vicente, por favor
JA: Vicente quer ir comigo ao encontro de Fabrício Melgaço
JL: Eu também quero pai, não vou te deixar sozinho nessa
Du: O que você disse Lucas? Du perguntou me olhando séria
JL: Du eu vou, preciso ir cara
Du: Depois você ainda me chama de egoísta não é? — Que eu bebi e não pensei em você nem em nossos filhos, e você Lucas pensou na gente agora? Du perguntou chorando e correndo para o quarto
MC: Vocês dois são uns idiotas cara, uns idiotas.. Clara gritou chorando também e correndo atrás de Du
MM: Tantos homens do seu pai Lucas, qual é a necessidade de você ir? — Nervosismo pode causar aborto sabia? — Isso serve pra vocês dois, minha mãe disse subindo para o quarto
Por Du
Subi para o quarto do Lucas que ainda era nosso.. Estava chorando, como o Lucas pode? Ele quer ir atrás de Fabrício Melgaço e me deixar aqui com os lekinhos? E se ele receber outro tiro? Minha cabeça estava rodando e logo Clara entrou no quarto
MC: Du? Minha cunhada disse se aproximando
Du: Clara eu.. Ainda tentei falar mais minha visão escureceu
MC: Lucas? Mãe? — A Du
MM: O que foi Clara?
MC: A Du, ela desmaiou
JL: Que foi gente.. — Amor? — Du? — Amor acorda, olha pra min!
MM: Faz ela cheirar esse álcool
JL: Pronto, Du? — Hey meu amor
Du: Lucas, eu tô com enjôo! Disse abrindo os olhos
JL: Vem eu te levo ao banheiro, ele disse me pegando no colo.. Entramos no banheiro e eu me escorei sobre o vaso, odeio vomitar.. Lucas continuava comigo segurando meus cabelos e eu não o olhei
MC: Du tudo bem? Clara entrou no banheiro
Du: Estou melhor, disse começando a escovar os dentes
MM: Qualquer coisa chama querida, acho que vocês precisam conversar!
JL: Amor, ouvir Lucas me chamar enquanto eu seguia até o guarda roupa não o respondi apenas coloquei algumas peças de roupas na mochila
– Du, ele me chamou mais uma vez
Du: É o que Lucas? Perguntei fechando a mochila e ele seguiu atrás de min
JL: Pra que essas roupas? — Onde você pensa que vai?
Du: Vou pegar meus filhos e cair fora daqui!
JL: DU, VOLTA AQUI DU.. Lucas gritou descendo as escadas atrás de min
MC: Que foi gente? Clara perguntou enquanto os lekinhos corriam na sala
Du: Me empresta teu carro Clara?
MC: Claro Du, ma...
JL: Não empresta não Clara, onde você pensa que vai Eduarda?
Du: Pra casa dos meus pais, da Pietra sei lá Lucas! — VOCÊ QUER QUE EU FIQUE AQUI, PRA VER VOCÊ SAIR BOM E VOLTAR MACHUCADO? Disse gritando
JL: Mais eu ...
Du: Desculpa Lucas, eu te amo demais pra ficar esperando isso! Falei pegando os lekinhos no colo
JL: Mais eu não vou a lugar algum sem vocês, Lucas disse me fazendo parar na porta.. — Eu amo vocês mais que tudo, vou ficar aqui bem pertinho! Ele disse me fazendo olhar pra ele e sorrir
Fale com o autor