A defesa da morte
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Notas iniciais
Harry acariciava fawkes em seu escritório. Não havia nada a fazer. Harry estava cansado de ficar sentado sem fazer nada. Quando Quim Shackelbolt irrompeu de repente em seu escritório gritando:
— Umbrige fugiu com um grupo de comensais de Azkaban! — fazendo Harry cair no chão:
- Hein? Como assim?
- Eles usaram dementadores e...
- Não diga nada. Estou indo para lá! – e saiu em disparada para Azkaban.
Ao chegar lá notou que os aurores estavam tendo dificuldades para deter tanto dementadores quanto presos em fuga, e Harry saiu em sua ajuda, a varinha em riste e pronta para o uso. Quando chegou, o primeiro inimigo que viu foi um preso conhecido: Augusto Rookwood. Harry não hesitou e disse:
- Estupefaça! – Rookwood cai no chão com um baque forte.
- Ahh – grita um auror caindo ao seu lado ainda com o fraco brilho esverdeado da maldição da morte. Harry olhou para o lado que veio a maldição e viu um dementador. Se aproximando. Ele não perdeu tempo e bradou:
- Expecto Patronum! – um cervo prateado irrompe da varinha de Harry. Mas ele pareceu não ter efeito sobre o dementador que empunha uma varinha. Peraí, varinha? Sim, uma varinha apontando para o peito de Harry, que escuta o brado daquele dementador:
- Avada Kedavra! – Harry observa impotente o jorro de luz verde em direção ao seu peito. O efeito do patrono vai se esvaindo lentamente, mas ainda continuo, está logo à frente de Harry. Quando a maldição está a apenas dois metros de Potter ela subitamente desvia para o chão, não acertando ele. Olhando para cima, vê o rosto do “dementador”. Ele chama-se Antônio Dolohov, o assassino de Remo Lupin. Dolohov vai embora correndo com seu grupo.
De volta ao ministério Harry tenta descobrir por que a maldição não o acertou.
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