Corre a doce dama

Que a chama de seus cabeços contrasta com o fogo

Doloroso de sua vida findando

Andando pelos vales

Fugindo dos males do homem profano.

Corre menina!

A sina do teu pecado lhe persegue

Prossegue o ritual macabro da humanidade

Que chamado de insanidade por homens de saber elevado

E de malvado por homens comuns.

E de que corre a menina?

Fascina-me descobrir mesmo com a angústia em seu semblante.

É apenas uma andante apressada?

Ou uma transeunte desgraçada?

A moça jovem corre do perigo

Do risco que a humanidade lhe traz em seu senso autodestrutivo.

Passivo de piedade por parte da natureza

Que abdica da beleza em prol da carnificina.

E esta a sina que persegue a jovem mocinha.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Até breve.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!