A criação das facções
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Espero que gostem.
Ás vezes eu sinto que tudo no mundo depende de mim, que nenhuma pessoa poderia fazer as coisas melhores que eu, isso deve ser egoísmo da minha parte mas não me importo com isso apenas faço o que devo fazer, seguindo minha mente.
Eu nasci em um lugar que todos ajudam a todos, e todos conhecem a todos, mas eu não gosto desses costumes, nem desses modos de viver, não sou como todos nem quero ser.
Eu estava na rua andando enquanto observava as pessoas nas suas vidas monótonas, não pense que só eu que não concordo com esse meio de vida, existem pessoas piores que eu. Conheço pessoas que roubam e matam inocentes, outras que são egoístas ao ponto de nem sair de casa, mentirosas e outras que gostavam de arrumar confusão sem motivos. Querem saber que tipo de pessoa eu sou, bom, eu me identifico mais com os que gostam de arrumar confusão.
Não culpo os outros por serem tão diferentes de mim, mas eu percebo que com tanta gente diferente dividindo o mesmo espaço não dá certo.
-- Luke venha aqui por favor—Chama minha mãe.
Minha mãe é uma mulher linda, se chama Bella, porém não liga para esses negócios de se vestir bem, cabelo maquiagem etc. Ela é gentil e doce.
-- Oi mãe, o que você quer?—Exclamo com um tão sutil.
-- Quero que vá na lavanderia.
-- A mãe, fala para o pai fazer isso.—Reclamo, eu odeio ir a lavanderia, é muito longe.
-- Seu pai está trabalhando, agora vá, por favor filho.—Ela pede com o tom mais gentil do mundo, e eu vou.
No caminho vejo uma briga na rua, sou muito curiosos por isso chego cada vez mais perto, quero descobrir o que está acontecendo.
-- Deixe de ser inútil e sai daqui.—Diz a voz de um homem, ele está gritando.
-- Não fale assim comigo.—Diz outra voz de um homem também, mas esse não tinha paciência, partiu para cima do homem dando-lhe um soco na barriga.
Fico lá assistindo, a pancadaria que durou uns 3 minutos, depois veio 2 homens separá- los. Percebo que ainda estou segurando o cesto de roupas sujas, caminho até a lavanderia.
Chego em casa a tempo para o jantar, meu pai(Jack) já havia chegado do trabalho e minha mãe estava pondo a mesa.
-- Aqui está as roupas.—Digo ao me sentar na mesa.
-- Obrigada filho.—Diz ela com toda a doçura.
Enquanto estou comendo meu pai está falando com a minha mãe sobre o trabalho.
--... não há como parar isso, eles são muito estranhos, vivem arrumando briga com todos sem motivo aparente.—Meu pai fala olhando para mim —Igual a certas pessoas que conheço.
-- Oq? Eu não arranjo brigas a toa, elas são a única forma de resolver as coisas. – Digo começando a me irritar.
-- Há formas mais certas de resolver Luke, como uma conversa, você já tem 16 anos, está na hora de começar a se guiar pela vida sozinho, parar de arranjar brigas e arrumar um trabalho.
-- Sabe o que eu acho...
-- Parem com isso vocês dois, isso não é hora nem local para uma discussão. – Fala minha mãe com calma.
Minha mãe tem seu jeito para tudo, eu percebo que ela não gosta de conversas na mesa, nem discussões ou brigas. Deve ser difícil para ela me aturar, mas sei que me ama.
Assim que acabei de comer fui para meu quarto dormir, pensei na briga de hoje e em como as pessoas são diferentes, eu sempre penso nisso na hora de dormir.
Ajeito-me direito na cama e regulo minha respiração, estou longe, longe de tudo que eu possa saber, pensar ou realizar, estou longe da sociedade.
Notas finais
Até a próxima.
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