"A coversa" mais longa de todas
1 Capítulo único
Harry acordou no meio do sono. Coisa que raramente acontecia depois do “Tudo estava bem”. Mas para o bem de todos e felicidade total do mundo bruxo nunca mais Voldemort fora a causa. Ele acordou com um barulho (para não dizer outra coisa) vindo do quarto de Albus. Agradecendo por Gina não ter acordado, se levantou para ir ao quarto imaginando como começaria aquela conversa sem dar na cara que o ouviu. Tinha planejado aproveitar a estranha volta do filho para casa, mesmo sendo o seu primeiro natal em Hogwarts e seu irmão ter dito que não iria voltar. No entanto ao abrir a porta se deparou com um Albus extremamente suado e envergonhado prestes a bater na porta
Antes que Albus pudesse dizer alguma coisa, Harry disse “precisamos conversar. Vamos para seu quarto”. Sentaram-se na cama e ele começou “Olha eu sei que isso é meio constrangedor, mas precisamos falar sobre sexo.” Albus respirou aliviado pensando que iria ser repreendido pelo o que tinha feito antes. “Quando se chega nessa idade vocês começam a ver as meninas de um jeito diferente, e a sentir muita coisa ao mesmo temp “Pai, pode parar” fora interrompido por Albus. “Já tivemos educação sexual na escola, sei como toda essa coisa funciona, não precisamos passar por essa conversa.”“ Aí é que você se engana filho, precisamos. Sexo não é apenas um processo que basta entender como funciona. É importante você saber que por mais que estejamos tendo essa conversa agora, ter relações sexuais é uma experiência que exige certa maturidade, e que você não se apresse sobre isso, deixe para fazer no tempo certo e com a pessoa certa, e principalmente que o faça de uma for- “De uma forma segura, eu sei, ensinaram na aula, garotas tomam uma poção e nós fazemos um feitiço” Nesse momento Albus fez um feitiço mudo no ar demonstrando saber faze-lo perfeitamente.
“Acho que isso encerra nossa conversa. Saiba que sempre pode conversar comigo sobre qualquer coisa a qualquer hora, mesmo em Hogwarts pode me escrever, tentarei responder o mais rápido possível.” E piscou para ele, já ia saindo do quarto quando lembrou o porquê de estarem tendo essa conversa no meio da noite e que ele estava na porta do seu quarto quando acordou. Olhou para Albus, que imediatamente desviou o olhar e perguntou “Tem alguma coisa que queira me perguntar filho?” Albus apenas negou com a cabeça já se deitando. “Então boa noite” E saiu do quarto. Harry sabia que o filho tinha algo para contar, mas não queria forçar a barra. Enquanto Albus ficou pensando que o que tinha feito foi errado e por isso o que ocorreu, foi dormir pretendendo levar isso para seu túmulo, mas na manhã seguinte iria descobrir que isso seria impossível.
“Harry acorda!” Harry acordou na manhã seguinte com Gina o chamando. “O que foi meu amor?” Ele respondeu ainda sonolento. “Albus está com febre, eu tentei tira-lo da cama para leva-lo ao médico, mas ele se recusa e diz que só você poderia resolver.” Harry temendo não saber mais o que ele tinha feito ontem noite, se levantou de um pulo, pedindo para Gina não ir junto, e que não deveria se preocupar.
Harry entrou no quarto, e viu um Albus pálido, mas muito envergonhado na cama. Botou a mão na testa do menino e viu que a febre não estava tão alta. “Mãe me deu um remédio para febre hoje mais cedo.” “Hum... Que bom. Agora mocinho você pode me explicar o motivo de estar ardendo em febre, sendo que ontem à noite você estava normal?” “Bom, começou Albus, promete que não vai brigar comigo?” “Claro que sim! Porque eu ficaria? Pode me contar qualquer coisa.” Disse encorajando o filho. “OK, disse Albus sentido que não conseguiria encarar o pai enquanto falava. Mas teria que contar até o fim. “Bom eu já tinha ouvido os garotos falarem sobre isso no dormitório, mas eles falavam como se já o fizessem e eu fiquei com vergonha de perguntar, como era. Mas ontem à noite eu acordei para ir ao banheiro e notei que estava meio, ah o senhor sabe...” “Ereto, filho?”“ é, disse ele se sento ainda mais embaraçado, eu não sabia o porquê que isso aconteceu ou o que fazer e já ia voltar para a cama, mas quando minha mão encostou nele eu senti como se uma pequena corrente elétrica tivesse passado no meu corpo, mas de uma forma boa, então eu continuei. E aí essa sensação foi crescendo cada vez mais até que eu... O senhor sabe! “Você ejaculou filho, teve um orgasmo.” “é isso e foi tão bom e-, Albus se tocou do que disse e ficou cabisbaixo, é por isso que estou assim!” “Não estou entendendo filho você está ardendo em febre, a febre voltara a subir, e está me dizendo que a causa disso foi porque você se masturbou!?” “Sim, Albus continuou sem conseguir encara-lo, ontem, o senhor disse que deveria esperar ser mais maduro, e eu acho que fiz errado e acabei me cortando.”
Harry ficou mais desperto, se ele tinha se cortado, por mais constrangedora que fosse a situação, ele teria que ver o corte e provavelmente fazer o curativo. “Meu filho, não tem nada mais normal no mundo que meninos, na sua idade, começarem a se masturbar. É uma forma de explorar, de começar a se conhecer. O que servia até agora só para urinar, agora você sabe que terá outra função, e que também desperta novas sensações. Isso é natural, não precisa ter vergonha disso. Também é normal durante a noite ter ereções, na maioria das vezes você nem as percebem. E também não se sinta pressionado a falar sobre isso, com seus colegas, pois é um assunto muito intimo.” “Obrigada pai, acho que estou melhor, livre da ‘culpa’” Como o menino não falou mais nada, Harry viu que realmente teria que pedir para ver o machucado. “Filho eu sei, que a situação é constrangedora, mas eu vou precisar ver o seu machucado e provavelmente fazer um curati-” “Não, não precisa, Albus disse já quase se levantando, já está sarando...” disse tentando ignorar o fato de estar quase com 40° de febre. “Albus, disse Harry falando mais sério, você está desse jeito porque pegou uma infecção e se não quiser ir ao médico vai ter que me deixar fazer esse curativo.”
“Tá legal, disse Albus já se deitando se sentando na cama e tirando as calças do pijama.” Harry que até agora estava sentado em uma cadeira se aproximou da cama e conjurou uma maleta de primeiros socorros. “Não vai me curar com um feitiço?” perguntou Albus pensando que aquilo não podia ficar pior. “Não, os feitiços para infecções são extremamente ardidos, porque matam as bactérias todas de uma vez. Ainda mais nessa região!” Vendo a cara do garoto que não tinha como ficar mais vermelha, disse “Vamos, vou tentar ser rápido.” Dito isso o garoto baixou a última peça de roupa e encarou o pai. Harry por sua vez encarou o machucado, na superfície superior do membro, não era muito profundo, mas a pele ao redor estava vermelha e como sentiria mais tarde quente, claramente estava infeccionado. Mas o que mais chamou atenção foi que o corte era horizontal. Começou a limpar o corte e a cada toque o garoto suspirou, ele perguntou se estava doendo, ele apenas negou e Harry sabendo o que era não disse nada e continuou.
Na metade do curativo, o garoto estava claramente excitado e já ia se desculpar, mas Harry o interrompeu “Tudo bem filho, não precisa se desculpar, os órgãos genitais tanto masculinos como o feminino são extremamente sensíveis. Às vezes basta ver uma garota que você goste para ficar assim” Ele viu a cara de espanto do garoto e completou “que você goste muito e tenha segundas intenções, relaxe!” Albus riu, liberando um pouco da tensão, pela primeira vez naquele dia” “pronto, disse Harry, vai precisar trocar pelo menos duas vezes ao dia e toda vez que tomar banho” o garoto enrubesceu só de imaginar o pai fazendo aquilo duas vezes ao dia! Harry percebendo o problema completou “Mas claro que você vai fazer, já me viu fazer então pode repetir certo? O garoto concordou fortemente e o pai despois de verificar mais uma vez sua febre já ia sair do quarto quando Albus o chamou de volta “hmmm... pai pode me mostrar como se masturbar?” Foi a vez de Harry de ficar vermelho, antes que pudesse responder ele completou “Acho que fiz alguma coisa errada para ter me cortado com minha unha” “Bom, claro, é basicamente um movimento de vai e vem, falou isso gesticulando com a mão.” “Ah claro” falou tentando não demonstrar surpresa. “Mas alguma pergunta?” “Não, obrigada pela ajuda” “Saiba que sempre poderá contar comigo.” Disso deixou o quarto, pensando “Essa foi a maior conversa sobre sexo da história!”.
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