A christmas fairytale
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Ela e bem simples e a idéia dela surgiu do nada enquanto eu curtia meu natal.
Eu devia ter voltado? Acho que não quer dizer tenho certeza que não!!
No momento em que sai dessa casa dois anos atrás aos 18 anos para morar com meus amigos foi para me afastar dela para parar de sentir aquele cheiro de limão fresco meio azedo, porém que me embriagava era como seu precisasse sentir aquele gosto na minha boca e Deus como eu poderia ter aquele tipo de sentimento? Ela era minha irmã.
Morávamos com nossa avó desde dos 7 anos porque nossa mãe é tenente do exercito nós nunca convivemos muito com ela o que me faz pensar eu não devia ter complexo de édipo ou coisa do tipo? Mas não o idiota aqui resolveu se apaixonar pela irmã 4 anos mais nova.
Eu realmente não sei quando isso começou, mas eu me lembro a primeira vez que tive um ciúme não que eu ja não tivesse sentido antes, entretanto foi tão louco que soube que não era normal.
Ano passado ela fez 15 anos como sempre eu estava lá comemorando com ela estava tudo tão perfeito ela com um vestido azul de renda seus cabelos loiros soltos os olhos azuis sempre "sorrindo" até que ele entrou e a beijou no rosto quem era ele para fazer isso? Como minha avó permitiu? Só porque aquele moleque era da mesma igreja que ela, permitiu que ele namorrase minha irmã? Eu não conseguia me segurar o calor subia no meu corpo com se chamas tomassem conta da casa e eu fosse uma mera pilastra de madeira sendo consumida pelo fogo, ele devia ter o que 15? Com certeza ele não queria só beijos dela e mesmo que fosse ainda me dava nojo, raiva. Eu fui para meu antigo quarto e comecei a socar o travesseiro o que não era o bastante eu queria socar a parede, queria socar a cara daquele moleque !! Não, muito melhor seria a sensação dos machucados que abririam na minha mão depois do contato selvagem com o rosto dele. Mas eu não o fiz passei o resto da festa no meu quarto a única coisa que compensou tudo que aconteceu foi as 21:05 da noite ela veio me entregar alguns doces e me mostrar seus presentes com sua calça moletom lilás, sweater de algodão branco e cabelos presos em um rabo de cavalo, isso foi tudo que eu senti naquele dia e tudo que eu não queria sentir.
Deus, seria tão mais fácil se ela me provocasse se talvez ela fosse safada e quisesse algo mais, porém não era o que ela queria as calças de bichinhos evidenciava isso, os namoradinhos que ela tinha era como se você um soco na minha cara tipo: você é um idiota ela não vai se esfregar em você se e o que quer.
Eu parei em frente a uma porta branca com um enfeite de natal colocado nela eu só vim passar o natal que e depois de amanhã na casa da minha avô dia 26 eu já volto para minha casa é melhor assim o quanto mais longe de se tornar um depravado melhor. Eu toco a campainha 1, 2 vezes e ninguém vem abrir a porta para mim "puta merda". Eu falo baixo não tenho a chaves da porta.
"Não seja boca suja irmão". A porta se abre e ela sorri para mim, Olivia. "Eu já estava quase abrindo a porta você não precisa ser tão agoniado".
"Não, desculpe e uma mania que não posso evitar". Eu sorrio para ela largando minha mochila no chão da sacada, era verão então ela veio para perto de mim com um vestido floral solto, rodado e que ficava colado no seu busto. Ela se jogou nos meus braços e eu a peguei lhe tirando do chão com meus braços envolvendo sua cintura eu pudi sentir o tecido leve de seu vestido é por baixo sua cintura fina.
"Eu morri de saudades de você parece até que não gosta mais de mim". Eu a coloquei no chão mais elevei meus braços ate seu tronco continuado a segurar ela. "Nunca mais apareceu, porque?". Os olhos dela eram bem atentos aos meus.
"Desculpe eu fiquei ocupado". Eu coloquei minha mão na cintura nela e levei outra para acariciar seu rosto. "Mas eu to aqui agora e eu estava morrendo de saudade". Eu sorri esperando que ela acreditasse o que eu poderia dizer? Desculpe irmãzinha não queria lhe ver e muito menos ficar ao seu lado para não te imaginar nua ou me masturbar pensando em você !?. Acho que ela não ia gostar.
"Tudo bem eu acredito em você". Ela se colocou em meu braços de novo dessa vez sem emoção só o carinho ela passou os pequenos braços pelo meu tronco. "Só não some assim você fica parecendo a mamãe". A mamãe???
"Não fale assim não sou a mamãe". Eu puxei ela para cima e ela ficou nos meu braços com suas pernas em volta da minha cintura. "Eu não vou deixar você sozinha". Os olhos azuis dela me olhavam agora de cima.
Eu passei minhas mãos pela sua coxa subindo seu vestido colocando meu rosto no seu pescoço respirando seu cheiro aquele cheiro. Não !! O que eu estou fazendo? E na porta de casa. Eu a coloquei no chão devagar.
"Hora de descer você está ficando pesada irmãzinha". Ela me olhou curiosa. "Que foi?".
"Nada". Eu quase consegui ver decepção no seu olhar em quanto sua voz mostrava certa indiferença. "Entra, vovó fez sua torta de amora que eu odeio". Ela pegou minha mochila e entrou me puxando pela porta a casa estava como sempre com cheiro de coisa velha e arrumada com coisa velha o sofá de 300 anos a árvore que Lincon havia cortado com minha avô, eu ri com minha própria brincadeira, a lenha estava pronta para a lareira como assim? Sou eu que corto a lenha.
"Quem cortou a lenha?". Eu tirei meu casaco ficando apenas com a blusa preta habitual minha.
"Trevor". Ela falou olhando para mim. "Vovó não te falou dele?". Ah o velho que ela andava saido.
"Sim, mas não sabia que ele podia cortar lenha ou respirar sem tubos, ele e uma múmia". Eu ri fazendo Olivia rir também.
"Não seja mal, ele e super legal e gentil". Ela colocou minha bolsa perto do sofá. "E faz companhia para vovó quando eu estou na escola". Ela foi andando para a cozinha que era separada da sala por um balcão.
"E como vai? A escola?". Eu não sei essa era a melhor forma de começar uma conversa com ela mais eu queria tentar me reconectar com ela.
"Bem, eu acho". Ela pegou um prato colocando um pedaço da tal torta para mim. "Está ótima você vai amar". Ela colocou o prato a minha frente enquanto eu me sentei nos banquinhos que haviam para se sentar perto do balcão.
"Senta aqui Olivia". Eu apontei para o banco ao meu lado e ela veio com a cabeça baixa sentar ao meu lado, o que eu fiz? "O que aconteceu?". Eu olhei para ela que já estava sentada ao meu lado.
"Nada". Ela me olhou com um meio sorriso. "E só que faz tempo que você não vem me ver".
"Eu já falei porque, estava ocupado". Eu mexi na torta só por mexer.
"Eu sei, com o que?". Ela me olhou com aqueles olhos azuis curiosos. "Vó falou que você estava namorando". Eu a olhei surpreso largando o garfo no prato e ela continuava com o olhar curioso.
"O que? Não e claro que não". Eu não namorava pelo menos não por mais de 2 meses e todas as garotas não me faziam esquecer da Olivia. "Eu não tive nenhuma namorada por pelo menos esses dois anos". Quando mais novo eu tinha uma namorada nova a cada duas semanas eu odiava pensar na Olivia então pensava em outras meninas, não preciso disser que não adiantava nada.
"Mas porque não?" os cabelos loiros dela me chamavam atenção.
Porque eu quero você !!! Porque eu não paro de pensar no seu corpo nu!!. "Ainda não achei a garota para mim". Bem melhor. "Você não estava namorando com aquele moleque?".
"Não chame ele assim!! E não somos mais namorados". Isso e bem melhor. "Ele e legal, mas acho que ele não gostava de mim e ficava fazendo coisas que eu não gostava". Ele fazia?
"O que ele fazia?". Agora eu estava preocupado sera que ele a obrigou a fazer algo? "Vamos olivia diga". Eu olhei para ela.
"Ele insistiu por dias, semanas e até alguns meses que você tinha ficado com ciúmes naquele dia na festa". Isso? Bom, mas eu sou irmão dela aquele moleque não pode dizer nada.
"Eu sou seu irmão Olivia quem aquele moleque acha que e?". Acho que eu devia ter socado a cara dele, procurado ele e dado uma boa surra.
"Esse e o problema ele disse que você tinha um ciúmes que não era de irmão". Como aquele bastardo notou algo em uma noite? Ah, e não foi só uma noite teve a ação de graças também.
"Que? Explica isso liv". Eu não podia deixar um moleque estragar toda a "farsa" que eu levei 19 anos para criar.
"Não tem o que explicar eu terminei com ele porque, além de você estar apaixonado por mim ser uma ideia ridícula eu fiquei ofendida não gosto que falem mal de você é muito mais fácil eu estar apaixonada por você". A última frase carregava uma certa tristeza na voz?
Eu só precisava de um sinal para... Para o que? Se tornar um depravado e tirar toda a inocência da sua irmã?. "Que grande idiota ele não sabe o que perdeu". Eu passei a mão no cabelo dela. "Você e perfeita".
Ela riu dando um tapa no meu ombro de leve. "Ninguém e perfeito".
"Você é tem até rosto de anjo". Eu falei me levantando e rindo eu fiquei a frente dela e acabei meio que entrando no meio de suas pernas. "Olhe esses olhos, esse cabelo". Eu toquei o cabelo dela e seu rosto, seus lábios finos que se abriram em um sorriso assim que os toquei que vontade de beija-lá, meu coração batia forte se eu roubasse só um beijo seria tão ruim?
Ela riu puxando meus ombros para perto dela, mais perto? Ela quer brincar comigo so pode. Eu fiquei a poucos centímetros dela e logo ela se aproximou de mim me beijando no queixo os lábios quentes e molhados foram passeando pelo meu rosto para descer para o pescoço, isso ta acontecendo mesmo? Eu fechei meus olhos e ela começou a beijar o meu pescoço não era nenhuma cena de filme porno, porém a sensação dos lábios quentes dela era deliciosa fazia minha pernas amolecer e a porra do meu coração queria sair para fora além de claro a sensação no meio das minhas pernas.
Logo os beijos vinham intermediados de chupoes, claro porque não era suficiente só a boca beijando devagar meu pescoço, agora suas mãos em meus ombros não faziam mais peso nenhum eu estava totalmente entregue, minhas mãos que antes estavam divididas em acariciar os cabelos dela e arranhar seu ombro de leve se viam com outro desejo eu ao abrir os olhos vi suas coxas descobertas o vestido perigosamente acima da linha do limite o banco por ser alto e ela baixa fazia suas pernas ficarem na minha cintura o que permitia tanto seus beijos quanto minhas futuras caricias.
Eu passei minhas mãos nas suas coxas e logo depois comecei a apertar enquanto sentia sua língua no meu pescoço.
A sensação e maravilhosa poder tocar ela e sentir seus lábios assim: e excitante, renovador.
Eu me empolguei e apertei suas coxas cravando um pouco minhas unhas na sua pele.
Ele parou seus beijos no meu pescoço e tirou minha mão que a apertava na coxa para longe deixando escapar de seus lábios um pequeno gritinho de descontentamento. "Isso doi josh". Ela me olhou e eu vi suas bochechas começarem a ficar vermelhas.
"Tá tudo bem depois você vai se acostumar". Eu falei sem pensar no que a frase significava voltando a minha posição normal comecei a passar as costas da minha mão na pele macia das suas coxas parecia um movimento tão simples, mas não, eu poderia enfiar as minhas mãos na intimidade dela e meu pau ficava louco com isso ele já estava duro com os beijos agora latejava talvez me implorando para que eu... A idéia me deu vontade de correr para o quarto e me masturbar com esse pensamento safado.
"Josh !". Ela me chamou me tirando das minhas fantasias. "Comprou meu presente de natal?". Ela me olhava sorrindo passando uma mão no cabelo.
Ela acabou de chupar meu pescoço a três minutos fazendo meu pau ficar duro e minha mente mais sacana que tudo e agora fala de presente de natal?. "Que? Sim... Não".
"Sim ou não?". Ela pegou minha mão e começou a brincar com meus dedos.
"Não! Desculpe". Eu a olhei só para ver ela fazendo um perfeitinho "0" com a boca e soltar a minha mão.
"Jura? Que maldade !". Ela se levantou do banco me empurrando um pouco e colocando os pés no chão abaixando o vestido e tirando toda minha diversão. "E olha que eu comprei um presente para você".
"Não deu tempo de comprar nada então meu plano era sair amanhã e comprar algo". Ela fez biquinho cruzando os braços como uma criança. "Vai fazer birra e? Olha que não te dou presente". Eu ri cutucando ela nas costelas.
"Não é isso e que aqui só tem coisa de gente velha, eu quero algo interessante e novo". O sorriso dela podia iluminar aquela sala, aquela casa inteira.
O que ela quer? Um vibrador? Um bebê?. "Oque quer? Fala que eu te dou". Eu passei as mãos pelo meu cabelo escuro.
"Humm, eu não sei vou fazer uma lista". Eu olhei cruzando os braços. "Ta achando que eu faço o que da minha vida? Maneira na lista que o papai noel aqui ta quebrado". Eu realmente não tinha muito dinheiro para gastar já que eu ganhei uma bolsa na faculdade da cidade vizinha e trabalho aos fins de semana em uma oficina.
"Ok, papai noel, mas o que eu pedir você tem que me dar, tá certo?". Ela começou a se afastar de mim. "Vai para onde Olivia?".
"Ora, vou fazer minha lista pro papai noel e você deveria descansar um pouco". Ela saiu me deixando com a visão de suas costas cobertas por seus cabelos loiros e sua bunda e que bunda.
Eu poderia ficar louco se continuasse mais que 3 dias nessa casa, pensando bem se é para ficar louco melhor aproveitar o processo.
Notas finais
Espero que tenha gostado porque eu fiz com muito empenho.
Fale com o autor