A caçadora do amor

7 Desacredite dos potenciais de uma stalker


Notas iniciais
kk eae galera ¬u¬ (eu avisei que não tinha vergonha na cara, não avisei?) Depois de quase um mês, eu digo que volto, para o bem e satisfação da nação (ou só de vocês mesmo) kkk gente, comecei a faculdade agora e já tô me lascando com trabalhos, por isso a demora, tive que dar uma pausa na minha escrita. Felizmente, consegui terminar o capítulo (que parecia um filho, chegava a doer pra sair de mim) MAS sem delongas, já que eu fiz questão de aparecer só depois daquele agarre maravilhoso, espero que vocês gostem desse capítulo, que tá mais rilex e que também não tenham desistido de mim e da fic ♥ Boa leitura!

6. Desacredite dos potenciais de uma stalker.

Irritado e já vestido, Gajeel saía do Mermaid Heel com uma carranca na cara. Depois de abrirem aquela porta e darem um flagra nele com Levy, o moreno sentiu-se tão furioso que apenas uma encarada fez com que todos calassem a boca e os deixassem sair de lá.

Teve de ir ao banheiro trocar de roupa e ainda buscar o alívio que tanto precisava, já que a outra forma lhe seria negada com toda certeza.

De qualquer maneira, talvez fosse melhor que tivessem interrompido antes que ele e a McGarden fizessem algo mais sério do que somente se agarrar.

Porém, mesmo que estivesse convencido disso, não conseguiu esquecer enquanto buscava prazer, de que há apenas alguns minutos era a azulada que o segurava daquela forma íntima, com tanta destreza que apenas o fazia ficar ainda mais animado. Pensar naquele rosto e de outras inúmeras fantasias com ela foi o suficiente pra fazê-lo gozar.

Chegou ao estacionamento com as chaves na mão, encontrando a azulada andando de um lado pro outro, irritada.

— Tá querendo fazer um buraco no chão? – perguntou destravando as portas do carro. Ignorou a própria mente ao perceber que se dirigia a ela sem nem sentir vergonha de ter batido uma com a mulher na cabeça.

— Não. – ela o apressou para que entrasse no veículo, a cara amarrada. Respirou fundo ao fecharem bem as portas. — Aquilo não devia ter acontecido.

— Olha, eu sei que vo…

— Você não tá me entendendo! – o interrompeu. — Tem uma cláusula no contrato, Gajeel. Não podemos nos envolver com clientes! – ela parecia frustrada.

— Me explica melhor essa coisa aí. – encarou-lhe de soslaio.

— Se qualquer um dos Caçadores se envolver intimamente com um cliente é dispensado imediatamente, leva uma suspensão e perde a comissão. – Levy bagunçou o cabelo. — Mas com certeza vão encontrar uma pessoa que consiga lidar com alguém como você.

Gajeel travou a porta quando ela virou para sair do carro, impedindo a fuga. Ignorou a parte do lidar com alguém como você.

— Epa, epa, espera aí. – forçou-a a olhar pra ele. — Se você ir embora, o que acontece comigo?

— Eles enviam outro no meu lugar, e voltam os dois meses como se estivesse tudo no começo.

— Merda. — o moreno passou a mão pelo rosto, suspirando. — Não conte nada a ninguém, eu não vou falar nada. Termine seu trabalho como se nada tivesse acontecido.

— Mas se alguém souber e… – a mulher tentou protestar.

— Alguém que estava aqui te conhecia? Sabe onde você trabalha?

— Acho que não…

— Então continue aqui, caralho. — grunhiu mais bravo que o recomendado. — Eu não vou suportar mais dois meses desde o início de volta. Se te ligarem perguntando alguma coisa sobre isso, você diz que é engano e que se confundiram por causa das luzes da balada.

A pequena o encarou como se duvidasse daquele plano.

— Eu não ligo pra porra dessas regras, mas quero acabar com essa sua missão estúpida logo. Você dando com a língua nos dentes não vai me ajudar.

Ela demorou um pouco pra responder.

— Certo. – resmungou quando ele ligou o carro e deu a partida. — É só fingir que nada aconteceu. – no mesmo instante a mão dele esbarra em sua coxa ao trocar de marcha. O ar parece ficar mais espesso.

Alguma coisa lhes dizia que aquela última parte não seria tão fácil assim.

↑

Dois dias. Fazia dois longos dias – quarenta e oito horas, 2880 minutos, 172800 segundos – que Gajeel estava fugindo de Flare Corona.

Em sua mente, depois que ela o colocou naquela caça estúpida – para se dizer no mínimo –, o moreno deletou da cabeça qualquer esperança que pudesse alimentar relacionada aquela ruiva. Aparentemente ela fez o oposto.

Foi por acaso que se encontraram naquele café perto de seu apartamento, um dia depois de Gajeel ter sido caracterizado como Caçador de Dragões e ter acordado com uma ereção do caralho — ainda causada por aquele comprimido estúpido —. Mas não demorou muito para que o homem se desse conta que estava sendo seguido.

Tentou ser cordial nos três encontros por acaso que se precederam após aquele, mesmo estando óbvio que eram forjados – o que ela poderia querer na tenda de moluscos perto da oficina dele? – entretanto estava difícil se manter sóbrio perto daquela maluca.

A Corona era realmente doida.

— Gajeelzinho… – engoliu em seco ao ouvi-la cantarolar enquanto enrolava uma mecha do seu cabelo no indicador. — Você é… bonito. – o sorriso foi tão sacana que ele fingiu entrar na onda.

— Você também é… elegante. – flertou. Estavam em uma lanchonete do outro lado da cidade, tal era o desespero dele em evitar que ela descobrisse o endereço de sua casa e ficasse batendo na porta.

Internamente estava preocupado com aquele sorriso doente.

E se já não bastasse isso, ainda havia Levy McGarden que desde aquele dia mal lhe dirigia a palavra – apenas quando o necessário – e tentava sempre manter a maior distância possível. Ora, grande parte da culpa era dela que o havia convencido em falar com a Corona e tinha o metido em toda essa confusão.

Agora ele tinha que aguentar ser perseguido e acordar mais duro que uma rocha por conta de fantasias impuras – alimentadas por beijos de certa azulada, sem a ação de certo comprimido – que vagueavam sua mente durante todas as noites.

Imaginou como podia se livrar daquela situação enquanto encarava a ruiva.

Ela possuía um porte elegante em qualquer roupa que vestisse, e Gajeel considerou a ideia de acabar descontando suas frustrações sexuais nela, afinal Flare também tinha sua parcela de culpa – não podiam ter ido a algum lugar depois de dançarem e só dormirem juntos depois de um sexo selvagem? Em vez disso ela o meteu em uma balbúrdia e fez com que o homem vivenciasse um de seus maiores desejos.

Já que teria de suportar Levy distante até cumprirem aqueles dois meses, Gajeel merecia pelo menos sexo.

Estava prestes a descartar a ideia, quando ela segurou seu braço.

— Vamos sair daqui. – ela esboçou um sorriso e o arrastou de lá. Tiveram de correr pelo estacionamento porque mesmo estando para entrar no verão, chovia e fazia frio durante a noite.

— O que v… – foi interrompido quando ela colou a boca na sua, e então se deixou levar. — Onde você quer ir? – indagou ofegante depois de se soltarem.

— Qualquer lugar… – ela conseguia ser bem persuasiva com aqueles peitos pressionados contra ele.

— Sua casa? – ligou o carro.

— Lá não dá. – ela descartou. — Moro em uma República, eles nos proibiram de levar convidados durante a noite.

Entendendo sua fala, Gajeel percebeu a jogada dela. Por isso permaneceu conversando com ela o caminho todo, distraindo-a de prestar atenção à rota que levava até seu apartamento.

Quando passou pela portaria, com a doida agarrada no seu braço, o porteiro o encarou com uma expressão do tipo: “você-não-tem-outra-dentro-de-casa?”.

Não se surpreendeu ao ver que o apartamento estava escuro, sem ninguém. Mal deu tempo de entrar, quando Flare pulou sobre ele e arrancou sua jaqueta. Apressadinha, uh.

— O que é isso? – apontou pra mala rosa num momento em que se separaram.

— Uma mala. É melhor que você ignore. – como se não fosse nada demais, ela o puxou pelo pescoço de volta.

Seguiram até o quarto a base de tropeços e esbarrões pelos móveis, porém quando já estavam quase completamente sem roupas, ouviram alguma coisa caindo e um xingamento bem baixinho. É claro que Flare não podia ignorar isso; seguiu até a sala com um edredom nas costas.

— Quem é você? – questionou a Levy que colocava o controle remoto na estante e seguia até sua mala. — Não te conheço de algum lugar?

— Levy. – ela os encarou por alguns instantes, parecendo pensar no que responder. Gajeel suava frio atrás da ruiva. — Não. Sou só uma… amiga dele. Vim procurar um apartamento pra comprar na cidade, mas não tinha onde ficar e estava sem dinheiro. Por sorte Gajeel me deixou ficar aqui.

— Ah tá. – ela pareceu acreditar na desculpa esfarrapada ainda mais quando a azulada tirou uma pasta da mala.

— Então, vou indo. Continuem fazendo… o que quer que seja. – balançou a mão. Como se ela não pudesse imaginar com os dois sem roupas.

— Você é uma garota legal, não quer se juntar à gente? – o moreno quase engasgou com a proposta feita, os olhos arregalados como dois pratos. — Não é uma boa Gajeel? – ele preferiu nem responder.

Ele tinha sim sonhos que envolviam ele e Levy fazendo inúmeras coisas cima de uma cama – nus obviamente –, mas os dois sempre estavam sozinhos. Ele acabara de conhecer um lado da Corona que não queria nem chegar perto.

— É melhor não. – a expressão da Nanica estava lívida. Não considerou a ideia nem por um momento. — Estou indo, não façam nada estranho na minha cama temporária. – apontou para o sofá antes de acenar mais uma vez e ir embora. A vontade do moreno era de fazer igual e fugir daquela situação.

— Bem, – ela parecia decepcionada quando virou pra ele. — vamos continuar então.

Como se pudessem – mal-humorado, ele encheu uma xícara enorme com café pela manhã. Bastou ocorrer toda aquela cena pra que ele murchasse totalmente, em todos os sentidos da palavra.

Ele já havia sido alisado, apertado, quase arrancado fora e agora fora feito de balão; céus, será que o Junior era amaldiçoado?

Pelo menos Flare não poderia reclamar, já que havia dormido após chegar duas vezes ao ápice, com Gajeel usando os dedos!

— Bom dia! – ele grunhiu algo quando Flare, já vestida, se jogou no sofá em cima dele.

— Cuidado com a xícara. – resmungou.

— Você podia esquecer ela por um minuto… – passou os lábios pelo pescoço dele, tentando pegá-la da sua mão. Pelo menos alguém tinha passado muito bem a noite.

— Acho melhor você ir colocar o sapato, já chamei o táxi.

— O q… – ela sentou, encarando-o de mau-humor. — O que você está falando?!

— Eu não sei no que você está pensando. – argumenta levantando e colocando a xícara na mesa. Pega a bolsa e entrega para a mulher. — Mas espero que esteja satisfeita, porque o que aconteceu essa noite é evento exclusivo, e acontece uma vez só.

Começa a puxá-la em direção à porta.

— Mas você..! Como você vai fazer uma coisa dessas?! – seguiu-o aos tropeços. — Depois dessa noite, você pega e faz isso..!

— Faço mesmo. – seguiram ao elevador, ele sem soltar o braço dela. Não era como se ele tivesse saído muito satisfeito depois dessa noite.

— Você é um bruto! – gritou quando entrou no táxi.

— Mas pelo menos sou um bruto bonito. – respondeu pagando o motorista. — E vê se me faz o favor de não me seguir mais, maluca!

Observou o veículo até que virasse a esquina e entrou, avisando ao porteiro que a barrasse caso desse as caras por ali. O velho apenas ergueu a sobrancelha como se dissesse: você que se envolveu nessa furada.

Subiu até seu apartamento e encheu a xícara com mais café, que bebeu enquanto trocava os lençóis e colocava o edredom pra lavar – por ele, queimava tudo e esquecia de que um dia havia cruzado com aquela mulher.

Dez minutos depois, muito bem cronometrados, Levy apareceu.

— Onde você estava?

— Não faz diferença. – balançou a cabeça, tirando a pasta que havia pegado a noite de dentro da blusa.

— Claro que faz… Céus. — andou até ela, que estava vermelha feito um tomate. Tocou seu braços, o pescoço e a testa. — Você está ardendo em febre.

— Não é nada. – ela desviou das mãos dele. — Deve ter sido por causa de uma chuvinha que eu peguei de noite. Já, já passa.

Pelo que ele se lembrava, na noite passada não houve nada como uma chuvinha, e sim um temporal.

— Não tem essa não, você tem que se cuidar antes que essa febre piore.

— Eu já dis…

— O que você disse não importa. – a segurou por um braço gelado. — Vá tomar um banho que eu vou arrumar alguma coisa quente pra você comer.

Contrariada, a azulada o obedeceu. Enquanto preparava uma sopa, Gajeel ligou para Phanterlily avisando que chegaria atrasado.

— Você não trouxe nenhuma roupa quente?! – ralha ao vê-la sair de regata do banheiro.

— Bom, não né. – resmunga penteando o cabelo. — Estamos no verão, e não pensei que uma coisa dessas ia acontecer.

— Deus me ajude. – ele revirou os olhos, a guiando até seu quarto. A mulher tentou discutir que estava instalada na sala, mas o moreno fingiu não escutar. — Vista isso e se vire. Vê se cala a boca. – espera que ela vista um moletom seu que havia oferecido e então liga o secador, passando pelo cabelo dela. — Só você mesmo hein. Já ouviu falar de guarda-chuva?

— E você já ouviu falar de mensagem de texto, pra me avisar que ia trazer alguém aqui? Ah, também existem motéis. – ela estava mais rabugenta que o normal, o que o fez rir.

— Não me faça lembrar dessa noite, foi um verdadeiro pesadelo. Nunca vou te perdoar por ter dito que ela era uma boa pessoa pra investir. Agora você terá que me aturar trezentas vezes mais ranzinza.

— O que ela fez?

— Nem vem, não vou te contar. – desvia do assunto, guardando o secador. Foi pegar a sopa, deixando-a sozinha no quarto com um biquinho. — Tome.

Observou-a enquanto comia, olhando as horas e medindo sua temperatura.

— 39,7º. Era melhor que eu ficasse aqui pra cuidar de você, mas tenho umas coisas pra resolver.

— Eu já te disse que não precisa se preocupar comigo. – saiu correndo, levando o prato pra cozinha descalça, como se nada tivesse acontecido.

— O que você pensa que está fazendo? – arrastou-a mais uma vez para a cama. — É melhor que você descanse.

— Que ideia é essa? É claro que eu não posso, sou paga para trabalhar!

— Acha que alguém vai morrer se você ficar descansando?!

— Gajeel, você me pagou pra que te achasse alguém, não pra que eu viesse aqui e te deixasse cuidar de mim. Me deixe fazer meu trabalho!

Permaneceram se encarando pelo que pareceram horas. Vendo que ela não iria desistir, o moreno respirou fundo. Estava, simplesmente, sem paciência com essa palhaçada toda.

Nanica teimosa!

— Tanto faz. Então se vire. – grunhiu indo até a sala e pegando as chaves do carro. — Também não me importo mais.

Saiu de lá ainda mais estressado, dirigindo até a mecânica com uma carranca na cara. Enquanto preenchia alguns relatórios, percebeu que todos hesitavam em se aproximar dele.

— Aconteceu alguma coisa? – Lily finalmente tomou coragem de falar durante o almoço.

— Na verdade aconteceram várias. – suspirou checando a tela do celular. Nenhuma chamada. É óbvio que aquela Baixinha orgulhosa não ligaria pra pedir ajuda. — Mas você também não parece muito melhor que eu.

O ex-lutador suspira.

— Shagotte¹. – diz.

— Quem é essa?

— Lembra aquela gata que eu ‘tava de rolo? – eles começam a voltar para o Iron Dragon. — Não sei direito o que ela quer. A mulher é herdeira de uma enorme carreira de hotéis.

— E o que quê tem?

— Ela tá metida no meio do mundo artístico, bem enrolada por lá. A gente começou a se envolver na época que eu ainda lutava e nem conversamos direito sobre isso…

— Eu ainda não tô enxergando o problema. – franze o cenho. Ambos andavam pela oficina com xícaras nas mãos.

— Eu queria receber de extra no meu salário o tanto que vocês gastam com café! – Max reclamou lá do outro lado, fazendo-lhes revirar os olhos.

— Só que de vez em quando é difícil saber o que se passa na cabeça dela. – dá de ombros. — Não sei se ela está comigo pelo que eu sou agora ou por conta do que era no passado. Não faço o tipo jovenzinho inconsequente, e quero saber se ela tem mesmo interesse em quem eu sou agora: um homem que passa o dia todo cheio de graxa.

— Eu não faço a mínima ideia do que ela pensa. – param na entrada. — Mas acho que se ela não gostasse do que você é agora, não estaria aqui.

Lily ergue a cabeça, o olhar dirigido a uma mulher elegante de aparentemente trinta e poucos anos com cabelos platinados, parada há metros de distância.

— Ela realmente gosta desse negócio de arte. – Gajeel observa as lantejoulas e glitter em volta dos olhos, moldando o rosto. Com um empurrão, incentiva o amigo a ir até ela.

Permanece parado por alguns minutos, observando a conversa dos dois até que não consegue se conter e, em silêncio, acena chamando os subordinados.

— De bico fechado. – ralhou quando eles se aproximaram. — Pelo menos por enquanto.

— Quem é aquela? – Bickslow assoviou baixinho.

— Gostosa pra caralho. – Eric confirma.

— Se ele escutar vocês dizendo isso, corta as línguas de cada um. – Gajeel cruza os braços.

Em silêncio, todos assistem a discussão que parecia se desenrolar de forma envolvente. A mulher parecia tão contrariada quanto Akio – o que era raro, já que Lily dificilmente era tirado do sério –, ele abre os braços parecendo sinalizar algo.

Demoram mais alguns instantes para que eles se entendessem e finalmente se beijassem. Gajeel e a trupe aguentaram apenas por poucos segundos, porém logo começaram a gritar e uivar em direção aos dois.

— Não dá pra evitar, amigo. – diz Gajeel, erguendo a xícara de saudação. Pelo menos os problemas de alguém haviam sido resolvidos.

↓

Já os de Gajeel pareciam não acabar.

Entrou no elevador resmungando, se preparando para o próximo embate que certamente iria ter com Levy. Aquela mulher o tirava do sério com uma facilidade incrível – chegava a ser admirável como ela fazia aquilo.

Colocou a chave no trinco e ao abrir a porta, tentou conter o desespero ao se deparar com a cena que encontrou na sua sala: a McGarden estirada no chão, desmaiada.

— Oh my...

Notas finais
1. Shagotte: mãe da Charlie – a exceed da Wendy –. Ela aparece no Arco de Edolas e sim, eu gostei desse casal dela com Lily. Não pretendo fazer mais nenhum neko em forma humana. Se eu gosto de deixar as pessoas desmaiadas? Talvez, mas não como eu gosto de matar as personagens (não entendam isso como um spoiler rsrss) espero que tenham gostado, não tenham medo de comentar galere e podem recomendar sem dó, eu deixo rsrss, CLIQUEM NA MERDA DO FAVORITAR MEUS AMORES se acharem algum erro, me avisem Beijos ♥