A casa dos monstros

11 Capítulo 11 - Desrespeitando o território dos monstros.


Notas iniciais
Juntei os três.

Eu passei a noite novamente na casa dos monstros. Estava pensando na manha seguinte se ia ver outros monstros. Mas quando acordei, para minha surpresa a casa estava lotada. Parecia uma reunião.

Cutuquei Jeff com um dedo, na cintura dele, ele me olhou e sorriu. Então eu perguntei:

– O que raios esta acontecendo aqui?

– Slender viu adolescentes vagando pela floresta hoje, parece que estavam acampando. Por algum motivo que ele ainda vai explicar.

– Escutem. Essas crianças estão com a intensão de ver se a nossa casa realmente existe. Como vocês sabem, para os humanos somos apenas lendas. E a maior parte deles não acredita na gente. — Disse o Slender.

– Acontece que na cidade toda existem boatos desse lugar, e cada vez mais os humanos buscam por esta casa. — Eu me meti. — Antes de chegar aqui fui em vários bares, e sempre a mesma história "Ei, você ouviu falar da casa que fica no meio da floresta? Dizem que monstros moram lá". Agora, me digam. O que vocês vão fazer com os adolescentes? Mata-los?

– Tem uma ideia melhor?

– Sim...Primeiro vamos assusta-los... — Continuei a falar da minha ideia para eles. Eles aprovaram.

Esta na hora dessas crianças começarem a sentir medo.

Os adolescentes encontraram a casa, já era de noite. Eu estava do lado de fora. Vestindo um shorts preto, uma blusa branca, por cima da blusa um smoke, tudo justo ao meu corpo. Usava botas de cano comprido — pretas. Amarrei meu longo cabelo no topo da cabeça.

– Sejam bem vindos a casa dos monstros! — Eu falei.

Eles me olharam com uma cara de: "Isso é uma piada, certo?". Eu andei um pouco e desapareci na escuridão. Um dos jovens tentou abrir a porta, mas quando ele chegou perto para abrir, a porta abriu sozinha. O garoto se arrepiou todo quando a porta abriu. Todos foram entrando devagar.

Estava muito escuro dentro da casa, qualquer lugar que eles encostavam eles se assustavam. Eu estava louca para rir. Mas segurei o riso.

Jeff — que estava do meu lado — foi até um garoto e o pegou por trás, colocando uma faca contra seu pescoço.

– Vá dormir... — Ele ia passar a faca no pescoço dele, mas eu balancei a cabeça negativamente. Ele soltou o garoto, que estava atirado no chão, com medo. O garoto se levantou e eles continuaram a caminhar. Eles estavam caminhando no corredor dos quartos, ainda no primeiro andar (térreo). Eles viram Slender no fim do corredor, junto do Rake. Eles só conseguiam ver porque eu coloquei algumas velas ao redor.

Rake era assustador, tinha o corpo todo deformado. Alguns dos adolescentes correram e tentaram fugir da casa. Mas trancamos tudo. Eu apareci na frente daqueles que estavam de cara com Slender e Rake.

– Estão se divertindo? Vou fazer de tudo para que se divirtam bastante. — Eu sorri de um jeito macabro. E desapareci novamente.

– Quem era aquela? — Uma garota disse.

– Ela é gostosa... Não sabia se ficava com medo ou excitado. — Um garoto falou, e deu uma risadinha irritante em seguida.

Jeff estava louco para mata-lo. Mas eu o segurei. Não era parte do meu plano. Não poderia estragar o plano dessa forma. Só por uma crise de ciumes.

Slender e Rake foram se aproximando deles. E eles recuavam para trás. O medo tomava conta deles.

De repente um dos jovens agarrou uma maçaneta e abriu. Rolaram diversas cabeças cortadas, todas de verdade e cheirando a sangue podre. Larvas estavam passeando e se alimentado da carne que tinha nas cabeças. Uma garota ficou tão horrorizada que desmaiou. Outro deles abriu uma porta tinha vários órgãos dentro de potes. Entre eles velas, que eu tinha colocado para eles verem perfeitamente. Eles gritaram. Acho que até um deles fez xixi nas calças.

Parece crueldade, mas só estava ensinando para que eles nunca mexessem com o sobrenatural.

Sinto pena desses, que não acreditam em nós. Nós somos reais, nós existimos. Eu sei que você provavelmente não aprova isso. Mas é a realidade.

Em alguns minutos o corredor ficou vazio, eu fiquei olhando eles.

– Agora vocês faram um tour pela sala de torturas. Podem ficar ai, ou me seguir.

Imediatamente eles me seguiram. Levei eles a tal sala. Tinha diversos equipamentos. Dos mais comuns na idade média, dos mais atuais.

Eles olhavam espantados. E ficaram mais espantado ainda quando eu perguntei:

– Alguém quer experimentar?

Ninguém respondeu. Enfim eu disse que estava brincando. Mas dava para sentir a tensão nos ombros deles. Eu ouvi muitos deles falando que era tudo uma piada. Fiquei em duvida se devia manter o plano, ou provar que tudo era verdade.

– Calados! Adolescentes nunca calam a boca? Francamente. — Eu disse, já irritada.

Eles se calaram. Houve um barulho de trava destrancando. E de repente... caiu algo sobre eles, algo que os espantou demais. Bem, era só um presentinho meu, sangue podre. Aquele fedor era insuportavel. Muitos desmairam. Não esperei por eles. Desapareci na escuridão.

Os que não tinham desmaiado – acho que o grupo de jovens tinha mais ou menos umas trinta pessoas – continuaram a caminhar sem rumo.

Acharam uma porta no final da sala de torturas, um dos jovens que estava na frente achou o interruptor e acendeu a luz. Eles ficaram quase tão brancos quanto a pele de Jeff, ou a de Slender — claro, se não fosse o sangue podre já seco na pele deles.

Todos os monstros que eles podiam imaginar, todos juntos naquela sala, os cercamos. E fomos nos aproximando devagar.

Até que todos atacaram de uma vez. Era pra ser um tipo de banho de sangue, então na manhã seguinte todos os corpos dos adolescentes, exceto um que ficou em coma, apareceram pendurados no centro da cidade. E claro, escrevi um pequeno aviso:

"Todos que ousarem invadir o nosso território no dia seguinte apareceram mortos bem aqui."

Notas finais
Confiram minhas outras histórias: ~> The Dark Angel ~> Hurt, kiss and kill... My sweet lady