Notas iniciais
Oi meninas, cheguei com um capítulo emocionante do reencontro ele ficou muito grande, não deu pra dividir...aproveitem...amei os comentários no capítulo anterior...comentem esse e me deixem feliz, to precisando...

Pov Regina

Finalmente chegamos ao Brasil, desembarcamos no aeroporto de Salvador na madrugada do sábado, com um pouco de dificuldade por causa do idioma, consegui desembarcar, encontrar nossas malas e pegar um taxi para a Praia do forte, onde Emma estava morando, trabalhando e onde seria nossa casa, Henry estava numa empolgação, tinha dormido na viagem e agora tudo que via era novidade para ele e para mim também, mas estava gostando muito principalmente do clima, a Emma já tinha me falado sobre o clima tropical e realmente estava muito calor percebemos isso quando saímos do taxi para entrar no hotel, veio aquele ar quente, e logo estava com a roupa grudada ao corpo.

Como já tinha reserva acabei de acertar as coisas na recepção e subimos para o quarto, era um apartamento casal com quarto conjugado.

Como não sabia como era o apartamento da Emma, então tive que deixar em aberto a quantidade de dias que ficaríamos no hotel, resolvi então todas as coisas que tinha que resolver ali e então fui na recepção pra procurar uma interprete porque precisava me comunicar pra poder preparar a surpresa que pensei em fazer para Emma, por sorte o hotel tinha uma interprete e a contratei para me acompanhar naquele dia e foi ela quando chegou que me falou da opção monitor para crianças, na parte externa e interna do hotel, onde a criança de diverte quando os pais precisam sair e tem alguém responsável com elas o tempo todo, o Henry adorou a idéia e resolveu ficar, conversei com a monitora que ficaria com ele e ela disse que ficaria o tempo todo com ele, que cuidaria da alimentação e diversão, então fiquei tranqüila e sai com a interprete.

*****

Emma estava na base de pesquisa do projeto quando recebeu uma mensagem da Regina.

“Bom dia amor... desculpa por ontem, aquele evento que comentei demorou mais do que eu imaginava e não quis te acordar quando cheguei, mais tenho uma novidade pra te contar e tem que ser pelo notebook, to morrendo de saudade quero te ver de corpo inteiro, fique linda para mim... te espero as 16:00 hrs em ponto.”

Ela sorriu e respondeu:

“Bom dia minha linda, combinado então estarei te esperando as 16:00 hrs em casa e linda pra você, só pra você...saudades demais...”

A manhã demorou a passar para Emma, estava ansiosa para ir embora, geralmente suas conversas eram por telefone, em páginas sociais, mas sempre que dava as duas marcavam de conversar por vídeo através do notebook assim parecia diminuir um pouco a distância porque dava pra se ver e ouvir.

Emma saiu ao meio dia, passou num shopping pois ali tinha o mercado que ela precisava comprar algumas coisas pois sua geladeira estava vazia, e também queria comprar uma lingerie nova, queria fazer uma surpresa para Regina na hora do vídeo, quando estava de saída do shopping passou por um salão de beleza e resolveu ver se tinha um horário para lavar e escovar os cabelos, por sorte tinha uma cabeleireira disponível, e rapidamente estava com os cabeços lindos e ainda conseguiu fazer as unhas também, escolheu pintar as unhas de vermelho maça porque a lingerie também era essa cor, saindo dali foi direto para casa com todo cuidado de não estragar as unhas.

Ela não era vaidosa, mais aquele dia sentia que precisava fazer algo especial e Regina pediu pra ela estar linda, então ela ia fazer isso.

As 16:00 horas em ponto Emma estava pronta, vestia um macaquinho de seda florido com botões na frente toda que ela deixou alguns abertos fazendo um decote bem sexy.

Pov. Emma

Eu estava com o computador ligado quando recebi uma mensagem da Regina:

“ Meu amor, olha seu email primeiro.”

Então abri minha caixa de email e tinha um vídeo, então cliquei.

Era um vídeo da Regina, ela estava linda e disse assim:

— Oi meu amor, hoje resolvi te fazer uma surpresa, espero que goste de tudo o que vai acontecer de agora em diante, por favor, ligue o som e aumente o volume.

Uma canção começou mais abaixou quando ela começou a falar.

“ Meu amor...

Quero sempre que possível a seu lado estar.

Quero sempre seu rosto olhar.

Quero cada gesto lembrar.

Não que eu já não a conheça,

Mas porque é sempre bom olhar!

Quero sempre ver seus olhos.

Para sempre neles olhar!

Quero sempre ver seu sorriso.

Pois ele é meu despertar

Quero sempre te ver feliz

E nunca te ver chorar,

Mas se isso acontecer?

Quero a seu lado estar e meu carinho e amor lhe dar

Até agora meu insistente querer,

Pude feliz desfrutar.

Mas meu querer vai mais além.

Muito mais do que se possa imaginar...

Quero todos os dias a teu lado estar.

E nunca de você me separar!

Te quero... por que te amo!

E sem você não consegui ficar. “

Quando ela terminou, ela chorava no vídeo e eu chorava igual criança ali sentada na frente no notebook, então ela parou de chorar, e disse:

— Minha linda, abre a porta pra mim? —Fiquei sem entender, então ela repetiu, no vídeo, é sério linda abre a porta do seu apartamento, vai me deixar aqui fora?

Eu estava tão emocionada que não estava raciocinando direito, me levantei olhando pro vídeo, a imagem dela continuava lá, mais não dizia nada e então parou, eu caminhei devagar até a porta, tinha medo de abrir e ser uma brincadeira dela, então virei a chave e abri a porta, meu coração estava a mil por hora, então vi alguém parado ali com flores tampando o rosto com um buque lindo todo decorado de rosas vermelhas, então o buque foi abaixando e eu vi aqueles olhos, aquele sorriso, aquele conjunto de beleza que eu tanto amo também chorando, pareceu que o mundo parou ali por um momento, eu estava vendo mais não estava acreditando, então ela disse estendendo o buquê:

— Ele é para a mulher que eu amo. Você. — Deu um passo pra frente e eu segurei as flores.

— Amor...Não to acreditando. – Seus olhos brilhavam e eu não sabia como conter a felicidade de ver ela ali na minha frente. – São lindas – Contemplava as rosas em minhas mãos, senti o aroma. – Eu amei, amei tudo o vídeo as flores, mais você aqui é um sonho. – Então ela se aproximou e pegou minha mão, sorriu em contentamento.

— Fico feliz em ouvir isso, amor. – ela disse me envolvendo em um abraço e sentindo o cheiro em meu pescoço que me fez arrepiar. – Eu te amo. – Sussurrou em meu ouvido.

— Eu também te amo. – Nos olhamos nos olhos com carinho, amor. – Eu ainda segurava o buque e a puxei para dentro do apartamento dizendo: – Que surpresa boa.

Então ela disse:

— A primeira... – disse e me beijou rápido. – Ainda tem mais...me deixa olhar pra você, como está linda.

Então olhei para ela, usava um vestido azul Royal, com decote v e scarpin da mesma cor, batom vermelho, cabelos lindos, o sorriso encantador e o olhar apaixonado.

— Tem mais o que? – Perguntei curiosa.

— Hum... dá licença... Regina pegou o buquê das minhas mãos e o colocou sobre o sofá que estava próximo, voltou a olhar para mim sorrindo, então tirou o celular da bolsa e colocou uma musica, se virou pra mim me beijou com calma, explorando cada cantinho de minha boca e eu retribuía o beijo a puxando pela cintura começamos a dançar. From This Moment OnShania Twain

From This Moment On / De agora em diante

From this moment life has begun

A partir deste momento a vida começou

From this moment you are the one

A partir deste momento você é o único

Right beside you is where I belong

Bem ao seu lado é onde eu pertenço

From this moment on

De agora em diante

From this moment, I have been blessed

A partir deste momento, eu tenho sido abençoado

I live only, for your happiness

Eu só vivo, para sua felicidade

And for your love, I give my last breath

E pelo seu amor, eu dou meu último suspiro

From this moment on

De agora em diante

I give my hand to you with all my heart

Eu dou minha mão para você com todo o meu coração

I can't wait to live my life with you I can't wait to start

Eu não posso esperar para viver minha vida com você eu não posso esperar para começar

You and I will never be apart

Você e eu nunca nos separaremos

My dreams came true because of you

Meus sonhos se tornaram realidade por sua causa

From this moment, as long as I live

A partir deste momento, enquanto eu viver

I will love you, I promise you this

Eu vou te amar, eu te prometo isto

There is nothing, I wouldn't give

Não há nada, eu não daria

From this moment on

De agora em diante

You're the reason I believe in love

Você é a razão pela qual eu acredito no amor

And you're the answer to my prayers from up above

E você é a resposta às minhas orações lá de cima

All we need is just the two of us

Tudo o que precisamos é apenas o dois de nós

My dreams came true because of you

Meus sonhos se tornaram realidade por sua causa

From this moment, as long as I live

A partir deste momento, enquanto eu viver

I will love you, I promise you this

Eu vou te amar, eu te prometo isto

There is nothing, I wouldn't give

Não há nada, eu não daria

From this moment, I will love you

A partir deste momento, eu vou te amar

As long as I live from this moment on

Enquanto eu viver a partir deste momento

E assim que a cantora começou a cantar, Regina também a acompanhou, numa voz moderada, olhando para mim com muito amor e carinho.

Fui abraçada por Regina, colando seu corpo ao meu, senti Regina colar a mão esquerda na minhas costas fazendo um carinho calmo e iniciando uma dança lenta. Eu coloquei minha mão livre no pescoço dela onde pus a acariciar com carinho e fascinação, enquanto ouvia a voz dela discorrendo cada palavra com perfeição, pousei minha cabeça em seu ombro e fechei os olhos, arrepiando cada vez mais com o som daquela voz, do toque, do cheiro, da dança, da mulher que amava.

Regina suspirava entre uma frase e outra da música. Me senti totalmente entregue em seus braços era sempre uma sensação prazerosa, de paz, amor, desejo, sedução, paixão. Um sentimento tão puro e grande que não tinha palavras para descrever, exatamente... O turbilhão de percepções, emoções, efeitos, que esse contato me provocava, era sempre único, por mais que já conhecesse seu cheiro, a forma de ser tocada por ela, seu sorrindo, seus olhos vibrantes de amor, seu beijo, sua boca macia... Nunca era igual, e a cada anseio aplacado outro brotava no lugar, era ainda mais louca a vontade te tê-la em meus braços novamente... Ela me apertou mais um pouco contra seu corpo.

Eu senti Regina me abraçar forte, suspirou pesado inalando mais fortemente o perfume na região do meu pescoço, fazendo meu corpo estremecer de prazer e anseios. Regina me conduzia lentamente no bailado. Eu depositei um beijo em seu pescoço enquanto tirava minhas mãos de sua cintura e colocava sobre sua nuca a olhava sorrindo deslumbrada, proferindo as últimas frases da canção.

Ela me sorriu de volta e me envolveu com ambas as mãos sobre a cintura, e quando falou a última palavra me puxou para um beijo cobiçado há tempos, mas ao contrário do que eu imaginavam ele, foi sereno, com ambos os lábios tocando-se delicadamente, aproveitado e cultivado ao máximo, com muito amor depositado em cada oscilação de línguas e bocas. Havia sim, desejo, paixão, ambição, luxúria, mas conseguiam usufruir-se deles com astúcia.

— Eu te amo! – Regina disse ao separarem do beijo.

— Eu também te amo! – Eu a apreciava sorrindo.

— Gostou? – Investigou sobre a música.

— Eu amei, amor! – Admitiu com admiração.

— Fico feliz. – Sorriu abobada. – Mas ainda não acabou, esse momento foi só a introdução.

— Sério? – Estava surpresa. – E o que vem agora?

— Surpresa. – Regina a beijou rápido. – Espero que também goste do que vem agora.

— Tenho certeza que sim. – Declarei.

— Então vamos ao próximo momento. – Regina retirou um tecido preto de sua bolsa, sorriu ao ver a minha interrogação.

— Precisa mesmo disso, amor? Está cada vez mais me deixando curiosa.

— Sim...– Regina me virou de costas e me abraçou, me conduzindo em direção ao sofá. – Faz parte da surpresa, você precisa me dizer onde fica o quarto que vou lá, preparar outra surpresa, mas você tem que esperar aqui com a venda, vai ser rápido.

— Hum, então agora é lá no quarto o próximo momento, fica no corredor, a ultima porta. – Notou. – O que você reservou pro quarto? – Eu quis saber.

— Hora de pôr a Venda. – Regina avisou e eu afastei querendo fugir.

— Não, não... – Ela a impediu e rimos. – Quanto mais você resistir, mas demorará a descobrir o que vai ter lá dentro. – Avisou mostrando o tecido na sua mão.

— Tá bom. – Me rendi e virei de costa para Regina que me vendou e me colocou sentada no sofá pedindo pra não trapacear e aguardar. Escutei ela abrir a porta e depois fechar, me disse que pegou umas coisas que deixou ali do lado de fora.

Em alguns minutos ela voltou.

— Ótimo. — Me levantou encaminhou até a porta do quarto. – Não vai se arrepender prometo! – Sussurrou em meu ouvido eu me arrepiei inteira.

— Vem. – Regina me conduziu para dentro do quarto.

— Que cheiro bom, amor. – O primeiro sentido foi despertado com o aroma dispersado pelas velas aromáticas de morango com champanhe, espalhadas estrategicamente no quarto.

— Gostou? – Regina me abraçava por trás sorrindo.

— Sim. – Respirei fundo, sentindo ser invadida, mais ainda, pelo cheiro afrodisíaco e sensual no ambiente. – É gostoso... sensual! – Sorriu.

— Era essa a intenção. – Sussurrou encantada.

— Eu quero ver, amor. – Confessei. – Me deixa ver?

— Claro, agora pode. Vamos... – Regina me conduziu até próximo da cama e tirou a venda dos meus olhos.

Eu abri e fechei a boca olhando deslumbrada a cama a minha frente. Ela estava com lençóis brancos, almofadas brancas e vermelhas, e sobre o tecido perfeitamente estendido, pétalas de rosas espalhadas. Ao centro um coração também feito com as pétalas, e dentro dele estava escrito: Eu te amo. – Amor... – Enfim proferi, meus olhos brilhavam em contemplação, amor, felicidade, maravilha. – Lindo... Regina... Eu também te amo! – Disse lendo e relendo a frase várias vezes.

Regina estava atrás de mim me envolvendo pela cintura e, sorriu contemplada com o resultado. – Eu te amo, Emma... – Me apertou contra seu corpo. – Depois de meu filho, você foi a melhor coisa que me aconteceu na vida. Eu quero viver com você, poder te amar sempre, de corpo e alma, cada vez mais, te fazer feliz, poder construir uma família a seu lado. Você me encanta, me fascina, me apaixona... Seu sorriso me ilumina, seu cheiro me invade, me enlouquece, seu olhar me decifra, me despe a alma, quando me olha, parece me ler, sinto como se através de meus olhos você possa ler minha mente, quando fazemos amor, você me toca como se já me conhecesse, como se soubesse o que quero, a hora que quero... – Regina falava e eu de olhos fechados, ouvia emocionada. A cada palavra que saía dos lábios de Regina, eu absorvia em meu coração, lágrimas de emoção banhavam meu rosto que expressava felicidade em um sorriso verdadeiro. Sentia como se Regina estivesse descrevendo a ela própria, pois sentia-se do mesmo jeito, com os mesmos sentimentos e vontades. – Sua boca me seduz, de todas as formas, quando me beija, quando fala meu nome, quando sorrir... Sua pele me aquece, me arrebata... – Regina continuava e percorria suas mãos em toda a extensão de meus braços então me fez virar e olhá-la. – Você, somente você, me deixa assim... Entregue, vulnerável... submissa... Dependente de você para viver... Eu te amo tanto. – Sorriu enquanto limpava as minhas lágrimas.

Eu sorria extasiada com as lindas palavras proferidas da alma da mulher a minha frente. – Eu te amo, Regina. Te amo tanto, tanto... – Regina me beijou, o beijo era ritmado. Eu gemi arfante ao sentir Regina conduzir sua mão direita e apertar minha coxa a levantando e colando-a sobre a sua, eu já estava ouriçada.

— Ainda não. – Regina falou em voz alta, mas esse aviso era para ela mesma, estava ofegante. – Não posso pular os momentos. – Disse me fitando, estava confusa ainda. – Olhe a sua volta. – Pediu.

Eu comecei a observar o quarto. Ele estava a meia luz, clareado somente pelos dois abajures ao lado dos criados mudos, Regina havia os colocado no chão e os acobertado com um tecido e no lugar deles, do lado direito da cama havia um balde com champanhe e duas taças, uma bandeja com morangos, uma tigela pequena com chocolate, quatro potes que eu não soube decifra o que era, e uma garrafa de vinho tinto ao lado do balde. Do lado esquerdo, quatro velas dentro de uma espécie de copo, dois aromatizantes e duas normais. O resto do quarto era distribuído outras velas, todas no chão sobre pequenos castiçais. Eu estava cada vez mais arrebatada, tanto pela visão, quanto pelo aroma do ambiente. Olhei Regina que, a contemplava também fascinada, sorriu a tarde e noite que por sinal, estava apenas começando para nos duas...Senti ser abraçada por Regina e sorri virando-me para olhá-la.

— O que achou? – Regina perguntou beijando o meu pescoço parando para me olhar por um instante.

— Eu amei, Re... tudo está perfeito, na verdade não tenho nem palavras para descrever o que estou sentido... – Fez olhá-la novamente. – Eu te amo! – Foi o que achei mais adequado falar, era o que sentia, puramente e verdadeiramente.

— Eu também te amo. – Regina me beijou, mas dessa vez com o desejo aflorado, o primeiro beijo voraz desse dia cheio de surpresas... Eu gemi alto ao sentir Regina me imprensar contra a parede, sentindo o gélido dela sobre minha pele quente na região dos braços e coxa.

Regina não agüentou mais, me beijou com tanto desejo que chegou a ser quase violenta me empurrou contra a parede com força e ao ouvir o meu gemido perdeu o controle, pegou minha coxa direita e a apertou. Estava sendo quase impossível se controlar eu nunca a vi assim Regina foi reduzindo o beijo antes que não pudesse mais resistir.

— Você me... deixa louca! – Ela falou ao desgrudar do beijo. Estávamos ofegantes e com as testas recostadas.

— Você... também me deixa assim. –Adverti a olhando sorridente. Regina ainda segurava minha perna levantada. – Eu adoro quando você pega e levanta minha perna assim.

— Ah é? – Regina sorriu, estava com minha perna direita levantada na altura de seu quadril. – Gosta disso também? – Apertou fazendo um carinho ousado na parte posterior da coxa, perto do meu sexo. Eu gemi em consentimento. – Está gostando perguntou.

— Muito! – Respondi. Regina me segurava com as duas mãos sobre suas coxas, onde também apertava moderado. – Que cheiro é esse? Isso está me deixando... delirante.

— Velas com aroma de morango com champanhe e as pétalas de rosas. – Regina respondeu me fitando. – E por falar neles, me lembrou de algo. – Ela me carregou e me sentou na cama.

— Ah, vai bagunçar o coração com o eu te amo... – Eu disse preocupada ao ser sentada sobre a cama.

— Essa também é a intenção. – Regina estava abrindo o champanhe.

— Ui. – Eu deu um gritinho assustando ao ouvir a tampa da garrafa desprender-se, voando longe. – Mas está tão lindo... – Eu a olhei com dó.

— Prometo que faço mais outras vezes. – Ela me entregou uma taça. – Ai bagunçamos e eu faço mais uma vez, bagunçamos... – Sorriu sentando ao meu lado na cama me fazendo ficar de frente para si. – Vamos brindar ao nosso amor, a essa noite e a muitas outras, a nossa futura família... De acordo?

— Plenamente! Tim tim. – Tocamos as taças sorrindo e bebi boa parte do líquido espumante e gelado, enquanto olhava Regina fazer o mesmo. E de propósito passei a língua lentamente sobre os lábios, ato que Regina observou incrédula.

— Isso é golpe baixo. – Disse e bebeu o restante do champanhe, no intuito de matar a cede que tinha de possuir minha boca.

— Faço o que posso... – Rebati fingindo inocência e também tomei todo o liquido.

— Ah é? – Regina pegou a taça da minha mão e junto com a dela pôs sobre o criado mudo. – Vou fazer o que posso também! – Ela me puxou para perto de si, num movimento ágil.

— Ai. – Ri ao ser pega. – E o que é que vai fazer, posso saber?

— Curiosa você hein?– Regina me deitou na cama ficando sobre mim. – Vou tirar a sua roupa. – Ela me olhava com carinho. – E beijar cada parte descoberta...

— Eu gostei... – Eu sorri e estendi os dois braços na cama, espalhando as pétalas desfazendo o desenho. Suspirei sentindo o cheiro delas misturado com o das velas aromáticas. Regina me observava feito uma criança que via algo pela primeira vez. – Pronto, agora pode começar. – Eu disse a olhando.

— Será um prazer. – Ela me beijou calmamente, estávamos deitadas atravessadas na cama. Com calma, Regina desfez o beijo e começou a descer o macaquinho que eu usava e o tirou, beijou e chupou com carinho minha barriga, subiu para entre os seios ainda cobertos pela lingerie vermelha, passou por ambos os lados do pescoço e me beijou na boca. Eu suspirava fraca a cada toque de Regina, seja com as mãos ou boca. Gemi com o beijo e ao sentir as unhas dela, arranhando levemente minha cintura. Eu já não controlava os suspiros e gemidos, de olhos fechados aproveitava cada toque, cada sensação provocada por minha amada, já estava molhada, ansiava por ela, pelo toque dela em meu sexo.

— Amor... – Eu disse com certa dificuldade. – Tira logo todo o resto! – Ordenei abrindo os olhos e a olhando. Regina riu da minha ansiedade.

— Vou sim... – Afirmou e saiu de cima de mim para meu desespero que a olhava descrente apoiada sobre as duas mãos atrás de mim, com o corpo meio levantado, quase sentada. – Deita aqui. – Mostrou o lado direito perto de si sorrindo. Eu fui tão rápido que quase cai da cama, mas não deitei, sentei-me na beira dela. E Regina riu.

— Que foi? Você me excita ao extremo e depois não termina o serviço. – Sorri a olhando despir-se. – Portanto a culpa é sua! – Peguei um morango e comi. – Humm... Delicioso! – Disse, mas não só se referindo a fruta, mas a visão privilegiada que tinha a minha frente. Regina estava somente de lingerie preta. Eu comecei a beijar sua barriga a apertando com as duas mãos na cintura, senti as unhas dela me arranhando e uma chupada moderada acima do umbigo, Regina fechou os olhos em deleite. Mas me impediu quando fui querer baixar sua calcinha. – Ainda não. – Ela disse segurando as minhas mãos e sorrindo ao ver a minha decepção.

— Ah, maldade... – Disse fazendo um bico.

— Sim. – Concordou. – Vem. – Regina me fez levantar, e algumas pétalas que estavam grudadas no corpo dela caíram no chão. Ela me abraçou e beijou, o beijo era lento, mais guloso, girou os corpos e sentou na cama me fazendo sentar em sua perna. Separou do beijo, pegou um morango e o lambuzou na calda de chocolate quente, que já estava fria. – Quer? – Perguntou me mostrando.

— Quero! – Respondi querendo morde-lo, mas Regina impediu.

— Vem pegar. – Pôs em sua boca. Eu não pensei duas vezes, e fui. Cada uma ficou com um pedaço e logo em seguida misturou o sabor da fruta e do chocolate com o sabor do nosso beijo.

— Isso é muito gostoso! – Admiti. – Agora é minha vez. – Eu peguei o morango o molhei na calda e fiz o mesmo processo. – Delicioso. – Sorri.

Fizemos isso umas quatro rodadas. E a cada beijo o clima esquentava. Regina estava beijando agora o meu colo, ela havia posto chocolate entre os meus seios eu gemia e rebolava devagar sentada com as pernas rodeando a cintura de Regina. Esta, não resistindo mais retirou o meu sutiã e abocanhou um dos seios com vontade, ouvindo um gemido mais alto.

— Eu quero você! – Regina disse me olhando.

— Eu também quero você! -- Eu confessei.

Regina me deitou na cama, deitando junto enquanto me beijava. Eu retirei seu sutiã e o joguei no chão, senti os seios delas em contato e gemi em deleite, estavam quentes de desejo. Regina desceu para os seios e os beijou, os chupou rapidamente, não conseguido controlar a enorme vontade que tinha de sentir o meu sexo, desceu pulando o ventre e retirou a calcinha o mais rápido que pode.

— Ahrhrh. — Gemi alto ao sentir Regina invadir meu sexo com vontade, enquanto apertava e arranhava meu quadril a fazendo se abrir para ela cada vez mais. Regina estava sem controle e controlava tudo ao mesmo tempo, os movimentos que fazia com a língua e boca estavam me levando a um orgasmo delicioso, ela gemia e suspirava apressado, à medida que rebolava, também, da mesma forma... O gozo foi profundo eu apertava forte os lençóis da cama os trazendo para perto do meu corpo, falei alto o nome dela, tentei fechar as pernas, mas Regina me impediu enquanto chupava o liquido que jorrava. – Amor... – Chamei ofegante. – De novo não... não agora. – Eu pedi, pois Regina recomeçava, e ela ainda estava com espasmos por todo o corpo.

Regina sorriu parando e subiu até mim, sabia que não estava conseguido se controlar, havia gozado só de me ver tão entregue, ao sentir o gosto da mulher que tanto amava. Nunca tinha conseguido esta faceta antes, gozar sem nem ser tocada, apenas de prazer por dar prazer a mim. – Você fica linda assim. – Disse me olhando sorrindo ajeitando os cabelos os tirando do rosto e testa.

— Assim como? –Quis saber.

— Suada, vermelha, sorrindo... – Regina respondeu. Estava deitada de lado apoiando-se sobre o cotovelo me olhando descansar. Desceu a mão para os meus seios e passou a acarinhá-los com as pontas dos dedos, enquanto me via fechar os olhos com seu ato. – Eu pulei um momento. – Revelou.

— Foi? – Sorri abrindo os olhos a fitando. – E qual foi?

— Uma massagem... – Ainda fazia o carinho. – Mas posso fazer agora, quer? – Quis saber e eu sorri assentindo. – Então vamos ao momento. – Regina debruçou um pouco sobre mim para pegar um dos potes sobre a bandeja, os que eu não soube identificar. E com esse ato seus seios ficaram em frente ao meu rosto que levantei a cabeça começando a chupar um deles. – Humm. – Regina gemeu em surpresa e agrado, enquanto tirou a tampa do pote e acendeu o pequeno pavio a amostra e voltou para o lugar de antes com o frasco na mão.

— O que é isso? — Eu perguntei curiosa. — Vela beijável, sabor baunilha. – Regina a segurava fazendo leves movimento para ajudar a derreter mais rápido.

— Vela beijável de baunilha? – Eu a olhei sem entender. – É com ela a massagem? –perguntei curiosa.

— Sim, você vai gostar. – Regina esperava pacientemente com o frasco na mão. –Sente o cheiro. – Aproximou o pote de mim.

— Gostoso... E como vai fazer? – Estava muito curiosa.

— Já vai ver... deita de barriga pra baixo. – Eu a obedeci meio temerosa. – Primeiro aqui. – Regina sentou sobre as minhas coxas, mas sem pôr todo o seu peso, apoiando-se também com os joelhos de cada lado dela.

— Você vai pingar esse troço quente em mim? – Indaguei agora preocupada, prevendo o que aconteceria a seguir.

Regina riu com o meu desespero. – É quente sim, mas suportável. – Sussurrou ao pé do meu ouvido. – Você vai gostar. – Eu me arrepiei.

Regina levantou o corpo e suavemente derramou o líquido na região das escapulas eu gemi de prazer ao sentir o fluido quente em minha pele. Regina sorriu em contentamento, deixou o frasco de volta ao criado mudo e passou a massagear sensualmente, espalhando o líquido naquela região. Eu gemia baixinho, a sensação era gostosa, era quente, cheirosa. Sentia Regina passeando com os dedos em minhas costa, fechou os olhos abusando do momento. Regina pegou novamente o frasco e derramou mais um pouco sobre a minha pele que, gemi alto de novo com o ato.

— Isso... – Suspirei pesado. – É... demais! –Declarei.

— Agora vem a melhor parte. – Regina riu e debruçando sobre mim, abaixou a boca começando a lamber o sabor espalhado por ela a instantes. Sorriu ouvindo os meus suspiros, lambia, beijava, chupava toda a extensão da minhas costas com leves movimentos – Vira! – Disse ficando de joelhos para mim me virar. Obedeci depressa, Regina sentou-se novamente sobre mim e pegou o fraco sorrindo fingiu que derramaria e me viu fechar os olhos a esperar... que não veio, riu ao me ver abrir os olhos raivosa.

— Amor...– Reclamei.

Regina me atendeu, e também gemeu em deleite ao me ouvir gemer e arranhar sua coxa com as unhas, ao sentir o líquido entre os seios e sobre ele. Regina sem conseguir se controlar quase jogou o objeto da mão sobre o criado mudo se livrando dele, passando a expandir o produto sobre meu colo apertava os seios com as palmas das mãos, arranhava suavemente com os dedos, gemia ao que fazia e ao me ouvir gemer, e sem aguentar a vontade abocanhou um dos seios, enquanto massageava forte o outro, ambas gemíamos alto de prazer, Regina chupava e lambia cada vez mais forte. Eu peguei com ambas as mãos os cabelos dela a apertando cada vez mais forte contra mim a incentivando continuar, gemi a chamando de amor, falando o quanto estava gostoso, o liquido viscoso era quente no começo, deixava o cheiro bom e gostoso, e quando espalhado, eu podia jurar que esquentava mais ainda.

Regina me olhou, seus olhos brilhavam de desejo e amor, e via isso nos meus olhos também. Pegou o produto e sobre o meu olhar de incredulidade e ansiedade o levou até meu sexo e o derramou em cima do meu clitóris.

— Arhrr. – Gritei de prazer, trincando os dentes e as mãos no lençol. – Isso foi... extraordinário! – Disse ofegante. Mal terminou a frase e sentiu a boca de Regina no mesmo lugar a deixando alucinada de tanto prazer...

Regina apagou o fogo do vela e o jogou para o chão, pois achou enorme a distância de onde estava para a mesinha do lado da cabeceira cama. E sem demoras iniciou um bailado com a boca e língua no centro do meu prazer, solvendo ambos os fluidos, ali presentes. Eu me contorcia de delícia e rebolava empurrando meu sexo contra a boca de Regina que, apertava fraco com ambas as mãos os meus seios. Eu coloquei as minhas próprias mãos sobre as dela e a incentivou a apertá-los forte, enquanto gemia alto com ambos os atos.

— Amor... eu vou... Hum... ahrahsrsh. – Gozei forte, apertando a cabeça de Regina entre minhas coxas. Regina desvencilhou-se querendo satisfazer seu próprio desejo, deitou sobre mim, encaixado seu sexo no meu e começando um bailado rápido. Regina sabia que eu ainda arfava em espasmos, mais precisava de mim, precisava muito, continuou com o ato, movimentando-se sobre mim, me olhou, estava de olhos fechados, e a boca entreaberta, gemia assim como ela. Regina não resistiu e me beijou, a envolvi com as pernas e os braços, gemeu alto ainda no beijo ao sentir as minhas unhas sobre ambos os ombros num arranhado dolorido de prazer... E ambas chegamos ao clímax total, juntas, o orgasmos veio com força, alucinante, desgrudamos do beijo para um grito de prazer juntas...Regina caiu sobre mim, descansando todo o seu peso, afundou seu rosto no meu pescoço e ficou ali. Os corações batiam descompassados e juntos, a respiração era ofegante e barulhenta... Deixaram-se ficar assim por um tempo, até que suas respirações voltassem ao normal, assim como seus batimentos. Eu agora fazia um carinho no lugar que antes havia arranhado. Sentia o colo de Regina subir e descer de encontro ao seu, cada vez mais calmo.

— Você queria me matar? – Eu quebrei o silencio entre elas ao perguntar sorrindo e lhe fazendo um carinho na nuca. Ela me olhou sentida e quando ia falar algo eu a impedi pondo o dedo indicador em seus lábios. – Foi... incrível, eu adorei! – Falei sorrindo. – Não me peça desculpas. – Ordenei e ela riu, era o que iria fazer.

— Como sabia que eu ia fazer isso? – Questionou saindo de cima deitando a meu lado apoiando a cabeça com a mão esquerda, deixando apenas sua perna direita sobre as minhas.

— Vi em seu olhos, você me olhou preocupada. — Relatou a olhando.

Regina sorriu, era verdade. — Eu te amo! – Disse me olhando e fazendo um carinho nos meus seios, percorria de um para o outro com as pontas dos dedos.

— Eu te amo! — Eu respondi sorrindo.

— Precisamos de um banho e nós arrumar, as surpresas ainda não terminaram. – Regina disse.

— Como assim? – Perguntei.

— Temos um jantar pra ir no hotel ontem estou hospedada, vem vamos... – Ela se levantou me puxando para o banheiro.

*****

No restaurante do hotel, um canto foi reservado para a mesa delas, onde tudo tinha uma decoração muito parecida com a que estava no apartamento, com uma música romântica ao fundo e foi assim que as duas jantaram no maior clima romântico, até que no fim do jantar, Emma foi surpreendida com a presença de Henry, vestido de terno, todo elegante, ele trouxe outro buque de flores e entregando a mim disse:

— Oi Emma, temos mais uma surpresa pra você! – Disse entregando as flores para mim e me fazendo levantar, entregou uma caixinha pra sua mãe. Eu não consegui dizer nada, estava muito surpresa, com Henry ali também. Regina se aproximou, pegando minha mão e disse com a voz embargada:

— Emma eu e Henry viemos embora para o Brasil, eu te fiz todas essas surpresas porque te amo, você é o amor da minha vida, não consigo ficar sem você, e o meu filho está aqui, me apoiando nisso, então você aceita se casar comigo?

Coloquei a mão na boca, chorava, estava sem ar, a emoção era tão forte que achei que ia desmaiar...

— Sim...disse quase sem sair a voz...sim, sim, claro que sim... – Ela se aproximou e colocou o anel em meu dedo e depois me beijou com carinho enxugando minhas lagrimas. Henry bateu palmas e depois nos abraçou e nós duas o abraçamos felizes.

Notas finais
Comentem passei a noite toda escrevendo...eu mereço...