Notas iniciais
Oi pessoal, espero que estejam gostando da história, senti falta de umas pessoas nos comentários, meninas cadê vocês??? Para as novas sejam bem vindas e esse capítulo vai para todas vocês...antigas e novas leitoras...então uma leitora perguntou a idade da Emma e da Regina e então percebi que não escrevi na fic, só imaginei, a Emma tem 26 anos e Regina tem 38, idade da Lana...qualquer dúvida perguntem heim... Hoje não revisei e a formatação tbm não ficou boa. Me perdoem.

— Henry, já penteou o cabelo e escovou os dentes? — gritei do meu quarto, sabendo que ele se encontrava na sala.
Estava apressada, porque tinha marcado com Emma para almoçarmos juntas e ela ia conhecer o meu filho, calçava os sapatos na velocidade da luz e enviei uma mensagem para ela dizendo que estava atrasada.

— Já, mamãe! — ele gritou da sala.
Eu saí do quarto, indo até a sala e lá estava ele, com seus olhos brilhantes vidrados em algum desenho que se passava na TV. Sentado tão inocentemente sobre o carpete da sala, sorri involuntariamente. Não me arrependia por ser irresponsável e por qualquer caminho que havia escolhido tomar em minha vida, repetiria todos eles se me levassem a Henry.
— Vamos, filho! — Chamei colocando o casaco em suas costas. — Estamos atrasados, para variar, minha amiga já deve estar esperando. — eu disse rindo, fazendo Henry rir também, mas ele parou antes de chegar a porta.
— Mamãe, cadê meu celular? — ele perguntou, olhando para os lados.
— Não sei, meu amor, mas a gente procura quando voltarmos para casa. Agora vem. — chamei-o rapidamente.
— Não mamãe! Preciso dele porque sei que vai ficar falando com sua amiga e daí posso jogar pelo menos. — choramingou ele, fazendo bico. Eu respirei fundo, ele tinha razão, e seria mesmo bom ele estar distraído no celular. Comecei a vasculhar a sala impaciente com ele, até que olhei debaixo de uma almofada e lá estava ele. Corri apara abrir a porta e me deparei com a última pessoa do mundo que eu esperava estar prestes a bater nela.
— Daniel? — eu questionei, surpresa.
Daniel era o pai de Henry.
Logo que eu fiquei grávida, eu o procurei; ele tinha o direito de saber. Ele nunca foi presente na vida de Henry, morava em NovaYork, nos 4 primeiros anos de vida do Henry ele até viu o menino algumas vezes, mas durante esses últimos 6 anos dificilmente tinha um contato direto comigo ou com Henry.

Quando o fazia sempre outra pessoa que o buscava. A família de Daniel tinha bastante dinheiro, mas eu nunca precisei de nada dele.
— Papai! — Henry correu animado e pulou no colo do pai, que o pegou nos braços, rindo.
Eles eram a cara um do outro. Henry adorava Daniel, ele ainda não entendia o abandono que ele o causava.
— Oi, campeão! — cumprimentou Henry. — Eu estava pensando em levá-lo, até seu turno acabar. — disse ele, agora voltando à palavra para mim.
— A gente tem um compromisso. — Lembrei de Emma esperando pela gente. — E a gente já estava atrasada.

— Estou com saudades dele Re. — disse com uma cara de dó que não me convencia.

Fazia anos que eu não o escutava pronunciar meu apelido e preferia que não o fizesse. Deveria me chamar de Regina, ou melhor, Sra. Mills. Quanto mais impessoal, melhor.

— Por que você resolveu vir e sem avisar? — Eu questionei e ele apenas arqueou uma sobrancelha, enquanto Henry escutava a conversa mexendo no seu celular — Eu quero dizer, por que você não me avisou? Você nunca aparece e agora está me atrapalhado? — Expliquei.

— Eu estava passando pela cidade e decidi subir. — Respondeu simplesmente e eu ri, ironicamente.
— Você? Passando pela cidade? Conta outra, Daniel. — Eu disse, fechando a porta do apartamento atrás de mim, afinal, eu tinha um lugar para ir.
— Isso significa que eu posso levá-lo? — Ele questionou, ignorando o que eu falei.
— O que você acha? Claro que não, estou com uma amiga na cidade e ela quer muito conhecer o Henry. — Me virei para ele — A gente vai almoçar e se você quiser pode pegar ele daqui duas horas, você me liga eu digo onde estamos e você passa o restante do dia com ele, pode ser assim, porque precisamos ir?

Ele concordou e nos despedimos.

******

Chegamos a porta do hotel e já vi Emma, ela estava linda, com um vestido rosa que marcava bem seu lindo corpo, ela caminhava sorrindo para a gente. Abri a porta e ela entrou dizendo:

— Ola, vocês demoraram! – Se virou para o banco de trás e olhando para o Henry disse: – Então você é o famoso Henry? – Estendeu a mão e disse: – eu sou Emma Swan é um prazer conhecê-lo.

— Oi! Eu fui lá na Costa Rica, eu te vi quando o helicóptero queria pousar na praia, mas depois não te vi mais, só vi os ninhos de tartarugas.

— Verdade aquele não foi um bom dia pra mim! – Ela me olhou, se lembrando da chegada deles, se voltou para o Henry e disse: – mais hoje quero conhecer você muito bem, sei que podemos ser grandes amigos, podemos?

— Sim, se é amiga da minha mãe, já é minha amiga.

Sorriu para o meu filho e depois para a Emma.

— Vamos então. – Disse ligando o carro e saindo rumo ao restaurante.

Chegamos e sentamos em uma mesa perto da janela que dava para uma linda praça com uma pequena fonte de água, era bem lindo e aconchegante, ao lado tinha um parque com algumas crianças já se divertindo ali.

Fizemos nossos pedidos e acompanhamos o pedido do Henry que foi Macarrão ao molho Branco.

Emma e Henry se deram muito bem, Emma conhecia muito o mundo de Henry que eram jogos e filmes de ação, então não faltou assunto para eles, enquanto almoçávamos, sorvete de brigadeiro de sobremesa e Henry pediu para ir ao parque ver as crianças brincar, como da nossa mesa dava pra ver onde ele ia, deixei. Assim que ele saiu Emma disse:

— Ai Regina ele é tão fofo meu Deus, estou apaixonada por ele.

— Ele é sim, e olha...ele gostou muito de você, nunca vi ele tão falante assim com alguém que acabou de conhecer. – Sorri e peguei sua mão. – To com saudades.

— Eu também, minha vontade é de te abraçar e beijar. – Disse se aproximando bem perto, olhando nos meus olhos.

— Não me provoque loira, se afaste...não posso te beijar aqui, não agora.– Eu disse.

— Eu sei, vou me comportar, porque sei que a noite será todinha minha. – Emma disse com cara de safada.

— Lembra que te falei do pai do Henry? – Emma balançou a cabeça afirmativamente. – Pois bem a gente se atrasou porque quando estávamos de saída ele apareceu na porta de casa, eu não entendi, ele desaparece por anos, meses ai depois aparece como se nada tivesse acontecido e quer ver o filho, não deixei ele levar o Henry mas combinei que ele me ligaria para pegar ele depois de duas horas, então daqui a pouco ele deve me ligar.

Emma escutava tudo com ar de preocupação:

— É bom pro Henry não é? E você o que está sentindo em relação a ele aparecer?

— Não sei se é bom pro Henry, mas não posso proibir ele da companhia do pai, e como assim, como eu estou me sentindo? Não sinto nada, raiva talvez pelo modo que trata o filho.

— Hmm. – Emma disse pensativa.

— Emma, o que foi? Você não está com ciúmes dele? Minha linda, você é tudo que o que eu quero.

— Será Regina! A gente está aqui agora e amanhã eu entro naquele avião para Califórnia e depois pro Brasil, onde aceitei um emprego e começo no começo do mês, você está aqui, agora alem do seu marido tem seu ex, como acha que me sinto.

— Acho que deveria confiar em mim. – Peguei sua mão. – Emma o Robert já sabe sobre você, eu ia te contar ontem mais você não deixou, ele está me ajudando, lógico que tem um preço, dinheiro, mas eu não ligo pra isso, eu quero você, você e meu filho, só isso, o pai do meu filho, você não devia nem considerar, Emma eu só preciso que os livros nós sustentem, o outro livro já está se pagando, agora vai começar dar lucro, e esse que escrevi na Costa Rica, é a nossa história...eu sei que vai vender muito, porque é uma história de amor, do nosso amor.

— Eu sei que é, e sei que vai vender muito, mesmo que não tenha o nosso nome, já nas primeiras linhas eu já sabia que escrevia sobre mim, você entende minha alma, me traduziu da melhor forma possível, e eu vou espera você meu amor, vou esperar o tempo que for preciso. – Emma levou a minha mão a boca e beijou suavemente.

Nisso meu celular toca e era Daniel passei o endereço e em menos de meia hora ele chegou. A gente já estava no estacionamento quando ele chegou e nem desceu do carro, apenas acenou, Henry deu um beijo em mim e um abraço muito apertado em Emma, que se emocionou e a mim também, ele correu para o carro do pai e acenou dando tchau.

Me virei pra Emma que disse sorrindo:

— E então minha linda, o que vamos fazer, já que ficamos sozinhas?

— O que você sugere? – disse num tom sensual, me aproximando de sua boca.

— O que acha do hotel? Tudo o que preciso é de uma cama. – E encostou seus lábios nos meus, em um selinho rápido.

— Acho ótimo, vamos.


Notas finais
Não brigue comigo to com sono, amanhã escrevo o hot... Espero vocês nos comentários...beijos