A caçadora do amor

9 Pessoas com nome de doença são bons cabeleireiros


Notas iniciais
OOOOOOOOOOOI Primeiro: vocês sabem que eu não tenho vergonha na cara e só apareço depois de um mês? Vocês sabem Segundo: sorryyyyyyy, estou me esforçando pra escrever mas acaba que a faculdade me toma bastante tempo, porém a fanfic não será abandonada! Aos novos leitores e aos que sempre comentam: obrigada de coração ♥ Vou responder os comentários o mais rápido que puder (tipo, quando minha internet parar de doce e pegar direito) Esse capítulo é um tira-gosto, e eu espero que vocês gostem Boa leitura!

8. Pessoas com nome de doença são bons cabeleireiros.

— O q… Ah, merda… – resmungou, desistindo de levantar e voltando a deitar. Com a visão periférica Gajeel pôde perceber que estava deitado numa posição desconfortável no sofá, e por algum motivo desconhecido – e horripilante, pra dizer no mínimo – só com uma cueca samba canção que ele odiava e que sempre deixou no fundo da gaveta, mas que guardava em consideração a falecida avó materna por ser sua última lembrança dela.

Grunhindo, sentou-se e esfregou os olhos, tentando se concentrar em algo além da forte ressaca que ameaçava dominá-lo. O que podia lembrar é que, desobedecendo qualquer ordem de Erza – o que por si só já era sinal de loucura e um desafio bem claro à morte –, Natsu e Gray foram na loja de conveniência mais próxima e trouxeram quatro garrafas de vodka, para terminar a noite com alguma humilhação por parte do aniversariante – ou seja, Gajeel.

Ele só podia esperar que aqueles dois estivessem tão mal – senão piores – que ele. Queimando no mármore do inferno talvez fosse uma boa, ótima, opção.

— Você deve estar se sentindo horrível. – Levy falou da cozinha, se apoiando na bancada que a separava da sala.

— Horrível é pouco. – falou, percebendo o céu da boca seco.

— Aqui. – ela lhe passou uma xícara enorme com um líquido fumegante dentro. — O gosto não é muito bom, mas sua dor de cabeça vai passar pelo menos um pouco.

— Hm... – tomou um gole e fez uma careta. — Isso aqui é terrível. Agora me conta: eu fiz alguma coisa ontem? Só não grita, que minha cabeça tá explodindo.

Ele percebeu a mentira antes de sair da boca dela.

— Não aconteceu nada. – totalmente vermelha, ela desviou o olhar.

— Olha só Camarão, meu humor não está muito bom, então não minta pra mim a essa hora da manhã. Eu fiz alguma coisa constrangedora na frente daquela corja? – considerou, já que eles fizeram questão de embebedá-lo.

— Não, não. – respondeu enfaticamente. — Você só arranjou briga com o Natsu e o Gray, que também estavam totalmente bêbados.

— Isso não é nada além do previsto. – a estudou. — E o que mais?

— Nada…

— Levy… — ameaçou. Ora, aparentemente alguém tinha adquirido totalmente a capacidade de rosnar como um animal. Palmas pro Gajeel!

— Você… Você só dançou. – a azulada titubeou.

— Como assim dancei?

— Dançando, oras! – balançou as mãos, afobada. Mal momento pra perceber que ela não o encarava nos olhos.

— Na frente de todos? – ergueu uma sobrancelha. A McGarden engoliu em seco.

— Não, você esperou eles irem embora.

— Então o q…

— Sem mais perguntas! – o interrompeu, pegando a xícara de suas mãos.

— Mas que caralhos… — praguejou. Era por isso que odiava se embebedar. Por mais que fosse forte com o álcool, havia uma linha que ele não conseguia suportar e que sempre esquecia das coisas – linha que era sempre ultrapassada quando estava com Natsu e Gray.

Um dia ainda mataria aqueles imbecis.

— Pode pelo menos me explicar isso aqui? – apontou para a samba canção com estampa de libélulas.

— Você ficou grande demais pras normais. – dito isso, fugiu para a cozinha com a cara em chamas.

— O q… Puta que pariu, que merda eu fiz ontem?! – questionou-se olhando para aquela única peça. Uma das perguntas que também permeavam sua mente era se quem havia colocado aquilo nele fora o próprio Gajeel ou – pelos deuses – ela.

Certos tipos de coisas eram melhor permanecerem como incógnitas pra humanidade.

↓

— Por que eu sinto que desde que você chegou aqui estou sendo prejudicado no trabalho? – questionou ao chegar em casa.

— A culpa não é minha se você quis se embebedar ontem.

— Mas eles me desafiaram! – argumentou segurando uma toalha.

— Não seja infantil Gajeel, você fez vinte e sete anos essa semana, não catorze. – começou a empurrar o sofá maior.

— Não estou sendo infantil, apenas apresentando fatos. – ela revirou os olhos. — O que você está fazendo na minha sala?

— Você vai saber daqui a pouco.

— Eu… Eu vou tomar banho. – decidiu, apontando pro banheiro. — É melhor eu não perguntar nada, se já sei que não vou gostar da resposta.

Enquanto tomava banho, ele pôde escutar alguns barulhos de móveis sendo movidos e outros de coisas mais estranhas, que com certeza descobriria o que era depois. Havia também a voz de Levy surgindo, parecendo estar falando com alguém, porém não conseguiu entender.

— O que foi? – entrou na sala após ser chamado por ela, secando os cabelos.

— Senta ali. – apontou pro sofá. — E espere só um pouquinho. – estranhamente ela parecia um tanto animada e apreensiva.

Considerando que sempre que a McGarden aparecia animada Gajeel se metia em alguma enrascada, o moreno já pressupôs que o próximo acontecimento só poderia dar em merda absoluta.

Alguém bateu na porta.

— Pode entrar. – ela deu espaço pra um cara passar e Gajeel poderia considerá-los parecidos se não fosse o estilo emo punk do outro, que lhe lançou um sorriso.

— Então é ele? – se dirigiu a azulada, sem ao menos cumprimentar o dono da casa. Estava gostando cada vez menos daquela situação, ainda mais quando aquele esquisitão começou a rodeá-lo como se fosse uma presa prestes a levar uma mordida. — Tem salvação.

Erguendo as sobrancelhas, o moreno queria entender o que aquelas palavras tem salvação significavam. Finalmente aquele cara se virou pra ele.

— Prazer, sou Rogue Cheney. – estendeu a mão num gesto educado, que Gajeel se viu obrigado a considerar.

— Você provavelmente já sabe quem eu sou. – resmungou carrancudo, encarando Levy de soslaio. O outro riu.

— Bom, esse é meu trabalho. E você é exatamente como Levy descreveu.

— Ela só esqueceu de me dizer o que vocês vão fazer aqui. – cerrou os olhos, observando-a arquear uma sobrancelha.

— Nosso tempo está acabando se você não percebeu. – cruzou os braços, na defensiva. — Chamei Rogue pra me ajudar.

— E eu vou ter que pagar alguma taxa pra ter um Cúpido a mais?

— Eu sou só um suporte, não sou capacitado pra fazer o serviço completo. E é Caçador.

— Como se isso fosse algum título de honra, tsk. — se esparramou no sofá, encarando bem os dois funcionários da Hunters of love. Maldita hora em que fora escutar Gildarts. — Mas me digam: o que vão fazer comigo?

— Não é óbvio? – Rogue colocou uma maleta no assento ao lado e a abriu, puxando uma tesoura. — A verdadeira batalha começa agora. Vamos te repaginar.

— Mas que porra é essa? – olhou pra Levy, tentando entender. — Ninguém me falou nada sobre cortar o cabelo.

— Você tem certeza que não é essa boca suja que afasta as mulheres? – o outro sugeriu.

— Ninguém te falou nada porque eu achei que não ia precisar, mas como você sabe: você não conseguiu conquistar ninguém até agora. Vamos ter que fazer isso. – ela começou a responder. — E tenho sim Rogue, por mais que não pareça ele consegue atrair mulheres, mas tem um azar do caramba. Chego a ficar impressionada.

— Sem querer te ofender, mas ⅓ desse azar só apareceu depois que você chegou. – destilou em resposta. — E você, pode sair de perto do meu cabelo que não vai cortar porra nenhuma. Demorei muito tempo pra deixar desse tamanho.

— E enquanto crescia, você não se preocupou em cuidar dele nem um pouco pelo jeito. – o metaleiro dá um tapa em sua mão quando Rogue tenta tocar em uma mecha. — Levy, desse jeito não tem como ajudar.

A azulada fez uma pausa, com os dois lhe encarando ao mesmo tempo em que ela parecia pensar.

— Eu tenho uma ideia: – encarou o emo. — Câncer.

— Espera: quem?! – Gajeel ergueu as sobrancelhas em um sinal de descrença. Que espécie de nome era aquele?

— Até que dessa vez eu acho uma boa solução. – o outro assentiu. — Não tenho dúvidas que ele conseguiria dar um jeito nessa moita.

— Olha só, moita é seu c…

— Quieto Gajeel. – a McGarden franziu o cenho diante do tom grosseiro do homem. Virou para o outro. — Vamos chama-lo.

Enquanto ela ligava para Câncer, Rogue se sentou bem ao lado do moreno, querendo puxar assunto.

— E como estão sendo suas experiência a depois de ter contratado a Hunters of love? – perguntou.

— Não sei o que ela te contou – sinalizou pra Levy. —, mas pode ter certeza que eu não sou o poço de satisfação no momento. – ele não ia contar que estava frustrado sexualmente por conta de sua Caçadora. Um homem tinha seu orgulho, e sobre isso ninguém precisava saber.

O outro riu.

— Você é o melhor tipo, pode anotar que no final de tudo isso você vai ser um dos nossos clientes mais satisfeitos!

— Duvido muito. – a não ser que eles achassem uma mulher que contivesse toda essa sua vontade de entrar na McGarden, aquilo seria praticamente impossível.

— Ele disse que já chega. Estava num trabalho aqui perto. – ela diz após bloquear o celular.

— Agora você pode ser mais direta no que quer fazer? – Gajeel se virou para os dois de braços cruzados.

— Eu já disse: vamos ser mais efetivos. – sentou-se à sua frente, as pernas cruzadas. Ah papai…

— E como você pretende fazer isso? Sem querer ser estraga prazeres, mas cortar meu cabelo não vai ajudar em nada.

— Nós percebemos isso muito bem. – o emo se intrometeu.

— Eu anotei os pontos que você mais tem problema, por isso vamos tentar corrigi-los.

— Problemas?

— Hmm, uhum. – Rogue tirou algumas folhas. — Primeiramente: você não sabe chegar em mulheres.

— Como não?! – olhou incisivamente para Levy. — Você está brincando com a minha cara Nanica?!

— E a menina do shopping? – ela lembrou.

— Aquela foi só a primeira vez. E de início deu tudo certo com a Minerva e a Flare.

— Nem venha com essa. – balançou a cabeça. — Quem chegou junto foi a Flare. E você começou a conversa chamando a Minerva de deslocada! Uma mulher que aceita ser chamada disso de boas, deve ser no mínimo suspeita.

— Humpf! — se indignou com as críticas. Ele poderia tentar refutar com um deu tudo certo no final, mas não tinha dado.

— Segundo: você também não sabe analisar muito bem suas escolhas. – Rogue continuou. — Quais são seus termos pra escolher uma mulher: peito, coxa e bunda?

— Qual seu tópico sobre isso? Se eu não me engano quem me fez chegar na Flare foi você. – grunhiu para Levy. — E olha a merda que deu.

— Eu mandei você chegar nela e ficarem no mesmo dia, quem resolveu que compensava esperar uma semana só pra transar foi você. E ainda tem a Minerva que quase arrancou o Junior.

— Quem é Junior? – o ajudante ficou confuso.

— Você não vai querer saber. – os dois responderam juntos, se fuzilando com os olhares.

— E o que você sugere então? – ergueu uma das sobrancelhas.

— Aulas de como analisar uma mulher e como chegar nelas.

— Quem vai me ensinar isso? Vocês? – apontou pros dois palermas os seu lado.

— Temos Loke e Áries pra fazer isso. – ela olhou para o punk que já tinha sacado o celular do bolso como se fosse uma arma.

— Espera, vocês vão transformar minha casa num centro de reuniões de malucos metidos a cupidos?!

— O termo certo é Caçadores. E situações extremas pedem medidas extremas. – a azulada replicou e se levantou pra abrir a porta em que alguém havia acabado de bater.

Um cara esquisito bronzeado e o cabelo que devia ser crespo preso em trancinhas, entrou e não tirou os óculos, sendo que nem estava claro dentro da casa.

— Cheguei pra minha missão, ebi. – o metaleiro franziu o cenho com o último termo e só ao longo da conversa percebeu ser um vício linguístico do outro. — O que eu tenho que fazer, ebi?

— Dê uma olhada nisso. – Rogue o obrigou a levantar e se virar de costas para eles.

— Você quer que eu corte ebi? – se virou para Levy.

— Comece por uma hidratação e depois você tira as pontas. Vamos ver como que fica. – responde com um suspiro.

— Troque de roupa pra gente ir. – pra uma pessoa que tinha acabado de chegar, aquele punk estava se achando demais.

— Ir aonde? – ergueu as sobrancelhas.

— No meu salão, ebi. – Câncer pegou a tesoura em cima do sofá e começou a abri-la diversas vezes, como em um tique.

— Nós aproveitamos e vamos num spa que tem do lado. – a azulada respondeu.

— E o que diabos eu faria num spa?!

— Uma sauna é um bom começo, e é óbvio: depilação. – o outro começou a empurra-lo.

— Espera... Por quê?!

— As mulheres se esforçam tanto pra ficar lindas, lisinhas, mas você acha sua bunda peluda uma graça, né? – Rogue argumentou de modo insensível.

— Na verdade ele nã… – Levy começa.

— O que foi, ebi?

— Nada. – ela se interrompe, desviando o olhar. Bem, a azulada já tinha o visto de inúmeras formas diferentes pelo jeito – considerando sua última noite de bebedeira –, mas era aconselhável que ninguém além dos dois soubesse como era a bunda dele.

Desviando das mãos do outro homem, Gajeel foi até ela e começou a arrasta-la.

— Vem comigo aqui um pouquinho. – foram em direção ao quarto. — Você não tá achando que depois de pagar aquele absurdo no contrato, eu vou me depilar sem ganhar nada em troca, né?

— Seu ganho seria o amor da sua vida. – ela destilou, mas passado alguns segundos suspirou e cruzou os braços. — O que você quer?

— Ainda não sei. – franziu o cenho. Ele podia imaginar diversas coisas pra Levy McGarden fazer em troca e sem precisar de roupas, mas dizer naquele momento seria estupidez. — Só me prometa que vai cumprir quando chegar a hora.

Ela o encarou desconfiada.

— Certo, eu prometo. – apertaram as mãos.

Grunhindo, Gajeel fechou a porta depois que ela saiu do quarto, se martirizando ao perceber que quase cedeu ao impulso de joga-la na cama e devora-la ali mesmo, com pessoas ao lado, na sala.

Além do amor da sua vida, o contrato com a Hunters of love prometia adquirir desequilíbrio hormonal.

↑

— Esse foi o pior castigo que eu recebi. – resmungou, sentando com a bunda dolorida em um banco com uma touca térmica na cabeça e recebendo uma massagem nos ombros de uma mulher esquisita.

Eles haviam lhe dado o poder de escolher o que fazer primeiro. Dos males, o pior — então o moreno optou pela sessão de depilação de início.

— Pense pelo lado positivo: essa etapa já está acabando. – Levy mexeu no relógio de pulso.

— Loke e Áries já estão chegando. – Rogue avisou.

— Essa Áries vai me ensinar a analisar as mulheres, mas esse tal de Loke vai fazer o que..?

— A iniciar um assunto, um flerte. – o punk mexia no celular incansavelmente, pelo que havia dito ele tinha um posto muito importante na empresa.

O metaleiro chamou a azulada com o dedo.

— Tem certeza que eu preciso disso? – questionou baixinho, quando ela estava bem perto para sentir sua respiração. A mulher hesitou e seu rosto ficou vermelho – pelo visto ele não era o único afetado quando estavam próximos.

Certo, ele não estava tão mal naquele quesito como eles pensavam, – e se a McGarden ficasse próxima por muito mais tempo, ele não se responsabilizaria pelos seus próximos atos.

— Acho melhor o próprio Loke analisar isso. – ela engoliu em seco e desviou o olhar, saindo de perto. Pra sua sorte, Rogue não estava prestando atenção e um grupo barulhento chegou na mesma hora.

— Devem ser eles... – foram cumprimenta-los enquanto Câncer finalizava seu cabelo, deixando-o altamente macio.

— Cadê ele? – ouviu uma voz estridente e logo um cara de ruivo de óculos e terno entrou na sala. — Você tem certeza que é esse cara aqui? Ele parece um garanhão, achei que Makarov ia ser mais maldoso com você. – se dirigiu a Levy. Gajeel franziu o cenho com o termo direcionado, incrivelmente, à ele.

— É que você ainda não teve uma conversa direta com ele. – Rogue detalhou de braços cruzados.

— Qual é, não foi tão horrível assim! – o mecânico interrompeu o diálogo. — Apenas não quis usar meu charme em você, pra evitar que se apaixonasse.

O tal do Loke riu alto.

— Tô vendo que vou gostar desse cara. Embora eu te ache competente o bastante pra terminar esse último trabalho sem a minha ajuda. – deu uma piscadela para a garota, que apenas revirou os olhos. É sério mesmo que ele a estava cantando ali na cara dura?

— Não importa o método, e sim que eu termine essa última missão. – ela revira os olhos. — Gajeel, esse é o Loke e que vai te ajudar.

— E a Áries? – foi direto.

— Está ali. – apontaram para a porta. Ele arqueou uma sobrancelha em sinal de dúvida.

— Áries, entre logo! – Rogue mandou.

— Ela sente vergonha de gente nova. – afirma o ruivo. — Mas entende muito do universo feminino, por isso não se preocupe.

— Eu tinha esperanças de que só a Levy fosse suficiente pra isso.

— E eu sou, pra pessoas aplicadas. Mas você é impossível e não me obedece, por isso eu tive que chamar um batalhão pra me ajudar. – ela arranja uma cadeira e senta no canto da sala.

— Essa é a Áries. – o emo apresenta, apontando pra uma mulher avantajada de cabelo rosa parecendo algodão.

— O-Olá. – cumprimentou.

— Vamos logo com isso! – o moreno exigiu, percebendo que as próximas horas seriam um martírio.

↓

— E agora… Você está pronto. – Levy termina de ajeitar sua roupa, oferecendo uma jaqueta preta pra ele.

— Finalmente! – o moreno resmunga.

Havia passado duas horas com Áries e Loke no seu pé, enchendo sua cabeça com dicas sobre mulheres, como atiçar seu interesse, como estudá-las, como seduzi-las e etc. Ele chegou a considerar a ideia de trocar de time umas quatro vezes.

Mas aí ele encarava as pernas de sua Caçadora e percebia que isso não seria possível. Essa McGarden o estava deixando maluco!

A aula só acabou quando a namorada de Áries – uma tal de Virgo – chegou lá totalmente maluca, armando barraco, e acabou com tudo.

— Quer dizer que agora é pra valer?! – questionou, cheirando as pontas do cabelo e sentindo a sua textura de forma satisfeita.

— Se Deus quiser, sim. – a mulher se apóia numa parede.

— Que papo é aquele de eu ser seu último trabalho? – aquilo havia o intrigado por todas aquelas horas.

— Depois eu te explico, é melhor você se apressar agora. – ela se aproximou, com a sugestão de um sorriso nos lábios.

Gajeel desconfiou.

— O que foi?

— Estava conversando com Jellal e ele me recomendou um lugar que talvez você goste de ir.

— Tsk, e onde seria? – na mesma hora ela ergue um cartão.

— O nome de lá é Blue Pegasus.

Notas finais
Se o SS fez questão de tirar toda a minha edição do cap? Fez, tá uma prova editar pra chegar aqui e sair todos os itálicos, mas vou dar um jeito nisso ainda Caso achem algum erro absurdo no cap, avisem aqui que eu edito o mais rápido possível Beijos ♥