A bilionária e o garçom
2 Capítulo 2
— Porque estava se afogando então é apenas uma piscina nem e o mar.
— É sei lá.(disse ela se levantando com certa dificuldade e ele a ajuda)— Deve ser pela bebida que está tomando.— Como sabe?— Tem o copo caído e eu estava passando de longe vi você bebendo, acho que não tem idade para beber.— Quem você acha que é para dizer se eu tenho idade ou não?(disse ela grossa)— Só falei e até fumando está olha aqui o cigarro isso faz mal garota da cancêr de pulmão.— Eu sei.— É porque insiste nisso?— Porque eu estava com vontade.— É muito ignorante.— É você intrometido.— Me desculpa por se meter na sua vida madame.— É apenas um garçom para ficar se metendo na vida dos outros.— Sou garçom mesmo com muito orgulho.— Sabe com quem está falando né a dona do hotel posso te demitir.(disse ela arrogante)— Eu te salvo é ainda vou demetido, que garota mal agradecida pensei que gente rica tivesse modos mas não tem.— Eu não sou rica sou bilionária.— É por isso se acha a dona do mundo acha que pode humilhar a todos, nem tem educação para falar muito obrigada.— Não te mandei me salvar.— Ah então era para deixar você ter morrido?— Eu preferiria.— Você é louca para dizer que quer morrer?(disse ele chocado)— Eu não sou feliz mesmo não ira fazer falta.— Nossa é sua família?— Só tenho meu pai mas ele está muito preocupado com os negócios dele para se preocupar comigo nem ira ligar.— Claro que ira todo pai liga para a sua filha.— Nem sei porque estou falando isso para você.— Precisa de ajuda pensa em morrer.— Preciso que suma da minha frente.— Que garota arrogante.— Deve ter me salvado assim para ser o heroí que salvou a dona do hotel e vê se consegue alguma recompensa.— Nem todos fazem tudo por dinheiro e recompensas.— Todos fazem algo com interesse.— Eu não sou assim e nem pensei em nada quando te vi se afogando.— Se quer dinheiro eu tenho aqui na minha bolsa é o agradecimento.(disse ela pegando na bolsa dela que estava na mesa e seca ainda, ela pega e tira umas notas de dentro lhe entregando)— Toma seu dinheiro não quero.(disse ele recusando)— Precisa aceite não precisa se envergonhar.— Não fiz isso por dinheiro e não te pedi nada.— Não queria que eu agradecesse pois então.— Acha que se agradece assim em dinheiro só queria um muito obrigada assim também se agradece mas é claro que você é acostumada a tudo envolver dinheiro e uma patricinha que não enxerga nada a sua volta nem ninguém.— Cala a sua boca garoto você não sabe nada da minha vida.(disse se irritando)— Eu te vi desde que cheguei aqui a alguns dias e percebi o seu jeito nariz em pé trata todos com indiferença e acha que são seus escravos.— Nunca te vi por aqui.— Deve ser porque não presta atenção em nada a sua volta nos empregados.— O hotel e muito grande não vejo todos.— Mas eu te via de longe.— Anda me observando?— Não estava apenas trabalhando.— Hum se não quer que agradeça com dinheiro quer o que? um beijo meu?— Não porque queria?— Porque me beijou né.— Te beijei para te salvar.— É não gostou me diga que queria mas por isso anda me olhando de longe.— Se acha muito né garota, bom eu vou indo não vou perder meu tempo aqui com você estou molhado por sua causa agora tenho que trocar a minha roupa e voltar a servir.Ele tira a camisa e ela fica observando ele já tinha um corpo assim sarado de tanquinho, e ela sem pensar age por impulso o agarrando e o pegando de surpresa mas ele corresponde ela estrelaça seus braços em volta do pescoço dele e ele os braços na cintura dela e era um beijo intenso e afobado ela não sabia beijar direito porque nunca havia beijado era desajeitado mas estava muito bom para ambos o coração deles estavam acelerados e suas respirações ofegantes nunca haviam sentido aquela sensação mas era muito boa aquele beijo estava viciante e acabou quando lhes falta o ar e se separam se olhando.— Está louco de me beijar?(disse ela o empurrando mas tinha amado o beijo)— Louca está você que me beijou.— Eu estou meio bêbada por isso fiz isso e está se aproveitando de mim.— Quem manda beber.Ele se vira para sair.— Não tem medo de ser demitido?(disse o provocando)— Me deixa em paz garota.(disse e sai andando)— Garoto abusado ninguém nunca teve a coragem de me tratar assim todos me bajulam e ele não quem ele pensa que é(disse ela olhando sair)Ela sai de lá e vai para o seu quarto se trocar e tomar um banho quente de banheiro e pensa nele naquele beijo que não saia da sua cabeça, e se deita.— Filha o que faz aqui?(pergunta o pai)— Estou deitada não está vendo.(disse grossa)— Tem a festa lá fora.— Não quero ficar lá está chato só gente velha.— Está com o cabelo molhado porque?— É tomei banho estava mergulhando na piscina.(mente ela)— É com roupa seu vestido está aqui no chão molhado?— É eu entrei de roupa e tudo mesmo esqueci.
— Está estranha.— Quero dormir vai embora pai.— Boa noite então.Ele a beija na testa e sai.— Festa chata só com velhos e ainda quer que eu fique lá.(disse revirando os olhos) Quem será aquele garoto nem perguntei o nome dele, só sei que ele é lindo demais, meu primeiro beijo quem diria seria com um garçom qualquer que nem sei o nome, mas ele salvou a minha vida.(disse ela escrevendo no seu diário onde ela desabafava já que não tinha uma amiga para isso)Ela adormece em meio a pensamentos, e ele foi para festa servir mas pensando nela, e no dia seguinte quando ela acorda com uma dor de cabeça por causa da bebida, e o café da manhã e trago pelo garçom ele nunca havia servido ela mas dessa vez lhe mandaram.— Ai não é você.(disse ela o olhando estava deitada na cama)— Nem sabia que era você se soubesse nem tinha vindo.(disse ele com a bandeja na mão)— Sai daqui garoto.— Só vim deixar isso aqui.— Deixa ai e sai.— To saindo.(disse ele colocando a bandeja na cama)— Ou venho aqui me agarrar de novo?— Bem que você queria né?(disse ele provocativo)— Eu odiei aquele beijo.(mente ela mas gostaria de mas beijos daquele)— Não pareceu.— Idiota.(disse ela jogando um travesseiro nele que desvia e sai rindo)Ela pega a bandeja e um remédio que tinha de dor de cabeça no seu criado-mudo e foi tomar suas torradas com geleia francesa e cappuccino.— Droga ele me viu assim sem maquiagem estou horrorosa descabelada e com cara inchada acabei de acordar(pensava ela falando sozinha) Ei porque estou me preocupando com isso? de ele me vê assim? ele não é pretendente meu mesmo é apenas um empregado qualquer.(disse ela se dando conta)Ela toma o café e se veste com um biquini e uma saida de banho e óculos escuros pegando umas revistas e desce para mergulhar na piscina como fazia toda manhã depois de acordar as onze da manhã e a tarde tinha aulas.— Filho arruma o quarto da dona Marina para mim porque tenho umas coisas para fazer.(disse a mãe)— Não sou camaleira mas tudo bem mamãe.— Olha a chave entra lá e arruma.(disse ela lhe dando a chave com o número do quarto)— Ah não é o quarto dessa garota chata de novo.(disse ele lembrando)— É a filha do dono.— Continua sendo chata.— Ela nem deve está mas no quarto.— Acabei de voltar de lá para servir o café da manhã.— Faz esse favor vai filho.— Ok mamãe eu faço para a senhora.Ele entra com a chave mas lá ela não estava mas.— Essa patricinha nem arrumar uma cama pode que vida boa.(disse ele olhando a cama dela bagunçada e roupa molhada pelo chão)Ele estava arrumando sua cama e acha um caderninho jogado nela.— Deve ser o diário da patricinha besta só deve escrever bobagens.(disse ele revirando os olhos)Ele fica olhando tentado a olhar.— Não eu não posso olhar isso é uma coisa feia invasão de privacidade.Ele olha novamente.
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