— Porque estava se afogando então é apenas uma piscina nem e o mar.

— É sei lá.(disse ela se levantando com certa dificuldade e ele a ajuda)

— Deve ser pela bebida que está tomando.

— Como sabe?

— Tem o copo caído e eu estava passando de longe vi você bebendo, acho que não tem idade para beber.

— Quem você acha que é para dizer se eu tenho idade ou não?(disse ela grossa)

— Só falei e até fumando está olha aqui o cigarro isso faz mal garota da cancêr de pulmão.

— Eu sei.

— É porque insiste nisso?

— Porque eu estava com vontade.

— É muito ignorante.

— É você intrometido.

— Me desculpa por se meter na sua vida madame.

— É apenas um garçom para ficar se metendo na vida dos outros.

— Sou garçom mesmo com muito orgulho.

— Sabe com quem está falando né a dona do hotel posso te demitir.(disse ela arrogante)

— Eu te salvo é ainda vou demetido, que garota mal agradecida pensei que gente rica tivesse modos mas não tem.

— Eu não sou rica sou bilionária.

— É por isso se acha a dona do mundo acha que pode humilhar a todos, nem tem educação para falar muito obrigada.

— Não te mandei me salvar.

— Ah então era para deixar você ter morrido?

— Eu preferiria.

— Você é louca para dizer que quer morrer?(disse ele chocado)

— Eu não sou feliz mesmo não ira fazer falta.

— Nossa é sua família?

— Só tenho meu pai mas ele está muito preocupado com os negócios dele para se preocupar comigo nem ira ligar.

— Claro que ira todo pai liga para a sua filha.

— Nem sei porque estou falando isso para você.

— Precisa de ajuda pensa em morrer.

— Preciso que suma da minha frente.

— Que garota arrogante.

— Deve ter me salvado assim para ser o heroí que salvou a dona do hotel e vê se consegue alguma recompensa.

— Nem todos fazem tudo por dinheiro e recompensas.

— Todos fazem algo com interesse.

— Eu não sou assim e nem pensei em nada quando te vi se afogando.

— Se quer dinheiro eu tenho aqui na minha bolsa é o agradecimento.(disse ela pegando na bolsa dela que estava na mesa e seca ainda, ela pega e tira umas notas de dentro lhe entregando)

— Toma seu dinheiro não quero.(disse ele recusando)

— Precisa aceite não precisa se envergonhar.

— Não fiz isso por dinheiro e não te pedi nada.

— Não queria que eu agradecesse pois então.

— Acha que se agradece assim em dinheiro só queria um muito obrigada assim também se agradece mas é claro que você é acostumada a tudo envolver dinheiro e uma patricinha que não enxerga nada a sua volta nem ninguém.

— Cala a sua boca garoto você não sabe nada da minha vida.(disse se irritando)

— Eu te vi desde que cheguei aqui a alguns dias e percebi o seu jeito nariz em pé trata todos com indiferença e acha que são seus escravos.

— Nunca te vi por aqui.

— Deve ser porque não presta atenção em nada a sua volta nos empregados.

— O hotel e muito grande não vejo todos.

— Mas eu te via de longe.

— Anda me observando?

— Não estava apenas trabalhando.

— Hum se não quer que agradeça com dinheiro quer o que? um beijo meu?

— Não porque queria?

— Porque me beijou né.

— Te beijei para te salvar.

— É não gostou me diga que queria mas por isso anda me olhando de longe.

— Se acha muito né garota, bom eu vou indo não vou perder meu tempo aqui com você estou molhado por sua causa agora tenho que trocar a minha roupa e voltar a servir.

Ele tira a camisa e ela fica observando ele já tinha um corpo assim sarado de tanquinho, e ela sem pensar age por impulso o agarrando e o pegando de surpresa mas ele corresponde ela estrelaça seus braços em volta do pescoço dele e ele os braços na cintura dela e era um beijo intenso e afobado ela não sabia beijar direito porque nunca havia beijado era desajeitado mas estava muito bom para ambos o coração deles estavam acelerados e suas respirações ofegantes nunca haviam sentido aquela sensação mas era muito boa aquele beijo estava viciante e acabou quando lhes falta o ar e se separam se olhando.

— Está louco de me beijar?(disse ela o empurrando mas tinha amado o beijo)

— Louca está você que me beijou.

— Eu estou meio bêbada por isso fiz isso e está se aproveitando de mim.

— Quem manda beber.

Ele se vira para sair.

— Não tem medo de ser demitido?(disse o provocando)

— Me deixa em paz garota.(disse e sai andando)

— Garoto abusado ninguém nunca teve a coragem de me tratar assim todos me bajulam e ele não quem ele pensa que é(disse ela olhando sair)

Ela sai de lá e vai para o seu quarto se trocar e tomar um banho quente de banheiro e pensa nele naquele beijo que não saia da sua cabeça, e se deita.

— Filha o que faz aqui?(pergunta o pai)

— Estou deitada não está vendo.(disse grossa)

— Tem a festa lá fora.

— Não quero ficar lá está chato só gente velha.

— Está com o cabelo molhado porque?

— É tomei banho estava mergulhando na piscina.(mente ela)

— É com roupa seu vestido está aqui no chão molhado?

— É eu entrei de roupa e tudo mesmo esqueci.

— Está estranha.

— Quero dormir vai embora pai.

— Boa noite então.

Ele a beija na testa e sai.

— Festa chata só com velhos e ainda quer que eu fique lá.(disse revirando os olhos) Quem será aquele garoto nem perguntei o nome dele, só sei que ele é lindo demais, meu primeiro beijo quem diria seria com um garçom qualquer que nem sei o nome, mas ele salvou a minha vida.(disse ela escrevendo no seu diário onde ela desabafava já que não tinha uma amiga para isso)

Ela adormece em meio a pensamentos, e ele foi para festa servir mas pensando nela, e no dia seguinte quando ela acorda com uma dor de cabeça por causa da bebida, e o café da manhã e trago pelo garçom ele nunca havia servido ela mas dessa vez lhe mandaram.

— Ai não é você.(disse ela o olhando estava deitada na cama)

— Nem sabia que era você se soubesse nem tinha vindo.(disse ele com a bandeja na mão)

— Sai daqui garoto.

— Só vim deixar isso aqui.

— Deixa ai e sai.

— To saindo.(disse ele colocando a bandeja na cama)

— Ou venho aqui me agarrar de novo?

— Bem que você queria né?(disse ele provocativo)

— Eu odiei aquele beijo.(mente ela mas gostaria de mas beijos daquele)

— Não pareceu.

— Idiota.(disse ela jogando um travesseiro nele que desvia e sai rindo)

Ela pega a bandeja e um remédio que tinha de dor de cabeça no seu criado-mudo e foi tomar suas torradas com geleia francesa e cappuccino.

— Droga ele me viu assim sem maquiagem estou horrorosa descabelada e com cara inchada acabei de acordar(pensava ela falando sozinha) Ei porque estou me preocupando com isso? de ele me vê assim? ele não é pretendente meu mesmo é apenas um empregado qualquer.(disse ela se dando conta)

Ela toma o café e se veste com um biquini e uma saida de banho e óculos escuros pegando umas revistas e desce para mergulhar na piscina como fazia toda manhã depois de acordar as onze da manhã e a tarde tinha aulas.

— Filho arruma o quarto da dona Marina para mim porque tenho umas coisas para fazer.(disse a mãe)

— Não sou camaleira mas tudo bem mamãe.

— Olha a chave entra lá e arruma.(disse ela lhe dando a chave com o número do quarto)

— Ah não é o quarto dessa garota chata de novo.(disse ele lembrando)

— É a filha do dono.

— Continua sendo chata.

— Ela nem deve está mas no quarto.

— Acabei de voltar de lá para servir o café da manhã.

— Faz esse favor vai filho.

— Ok mamãe eu faço para a senhora.

Ele entra com a chave mas lá ela não estava mas.

— Essa patricinha nem arrumar uma cama pode que vida boa.(disse ele olhando a cama dela bagunçada e roupa molhada pelo chão)

Ele estava arrumando sua cama e acha um caderninho jogado nela.

— Deve ser o diário da patricinha besta só deve escrever bobagens.(disse ele revirando os olhos)

Ele fica olhando tentado a olhar.

— Não eu não posso olhar isso é uma coisa feia invasão de privacidade.

Ele olha novamente.