Notas iniciais
Se você não gosta de ler coisas que remetem a sexo ou mortes desculpe, mas era o prometido /:

Obrigada a limpar o pátio do colégio pego a vassoura e começo a varrer, quer dizer, esfregar o chão.Que raiva me dá ver todas aquelas garotas rindo de mim, mas não vou chorar.

Vejo Analina se aproximando, propositalmente ela deixa cair um copo de suco de uva no chão que acabei de limpar e ainda dispara:

- É melhor isso estar limpo até eu voltar.

É sábado mas todas estão aqui.Os pais deles nunca vêm, tirando de uns e outros que têm negócios com o colégio.Um trio de garotas passa por mim e reconheço-as, Isabela, Cecília e Amanda.Junto com Analina dominam todos aqui nessa porcaria de prisão com uma grande bosta de povo influenciável.

Me desligo dos risos que caem sobre mim e começo a lembrar da noite passada.Tão sangrenta e sexy.

Ele me puxava pela cintura de costas para ele enquanto deslizava seus dedos pela minha barriga bem lentamente no entorno de meu umbigo.Cheirou meu pescoço e sussurou ao pé do ouvido o quanto estava excitado.Passou língua no meu pescoço e me puxou para mais perto para poder sentir ele excitado pelas nossas roupas.Tirou minha camiseta e me puxou para cima enquanto lambia minha língua, seus dedos roçavam pela barra de minha calça entrando aos poucos na minha calcinha.Até que quando eu estava prestes a abaixar as calças dele uma das gêmeas nos descobre e sai correndo.Provavelmente para nos entregar ao diretor.Não quis descobrir.

Preparo meu canivete que está sempre a postos no meu bolso esquerdo, corro até ela e puxo-a para perto de mim ainda excitada a beijo.Começa a esfaqueá-la, pouco a pouco ela vai perdendo sangue e esse jorrando em mim, parece que estou tendo orgasmos múltiplos.Quando Edmundo começa a rasgá-la não me aguento começo a gemer de prazer, como na melhor das sensações do mundo.

No fim embalamos o corpo de Liana, ou Diana num saco de lixo junto com as nossas roupas ensopadas de sangue e ele leva tudo para bem longe do internato.Como se não houvesse acontecido nada vou até meu quarto e tenho sonhos lindos.Eu sou uma assassina.Eu ajudei assassinos, matei minha melhor amiga, e agora uma garota que mal sei o nome, mas gosto disso.

Desperto-me dos meus pensamentos profundos e volto a mim.Umas garota baixinha, mas muito bonita se aproxima.

- Quer ajuda?

- Oi! – finjo que não percebo que ela trama alguma coisa para mim.

- Sou Gabriela, prazer, e você deve ser a Marina...Sinto muito por isso – ela aponta para a vassoura e os esfregões.

E então olho bem para ela.Tão frágil.Parece que tenho uma próxima vítima.