A alma da conquistadora.

20 O Pedido da Conquistadora


Notas iniciais
Só peço-lhes perdão, muito trabalho e pouco tempo, mas aqui estou, cumprindo o compromisso que tenho com vocês. Bjo XK

(Xena)

Acordei, olhei para o lado e estava sozinha em minha cama.
– Gabrielle! — chamei.
Olhei em volta e nada. "Bem, ela deve estar com Dália". Pensei. Desci as escadas com um pouco de dificuldade, pois estava com o ombro e a parte toráxica enfaixadas e doía. Ouvi um diálogo vindo da cozinha.
– Hum, tia Dália seu bolo de noges é muito bom! — Dylan dizia animada.
– Certo então quer dizer, que o meu é ruim? — implicou Gabrielle.
– Não tia Gaby, o seu é mais gotoso. — Dylan se defendeu.
– Ah então quer dizer que o meu não é tão bom assim? — cutuca Dália.
– Não tia Dália, o seu também é gotoso. — Dylan se preocupa.
– Mas então Dylan diga-nos: Qual você prefere? — Gaby desafiou,rindo.
– É Dylan qual você prefere? — Dália entrana brincadeira.
Dylan olha para uma e para outra e em seguida me vê, na entrada da cozinha.
– Mamãe! — Ela abraça minhas pernas, a ergo em meu colo com o braço bom.
– O que foi minha filha, elas estão te torturando? — disse rindo!
– Não é isso mamãe, é que eu não queria falar a verdade. — Dylan falou baixinho em meu ouvido.
– Que verdade princesa? — perguntei.
– Que o da vovó é melhor. — eu ri, sentando com Dylan em uma mesa próxima para comer meu desjejum.
– Então senhora está melhor? — Dália pergunta.
– Bem, digamos que já estive pior. — respondi, enquanto Dália me servia uma caneca com chá.
– Mamãe, vamos fajer um piquinique? — Dylan disse sorrindo.
– Hum, um piquenique ... Acho que posso providenciar isso! — disse enquanto tomava um gole de meu chá.
– Ebaaaa, tia Dália quelo um bolo de nojes pa levar faz pa mim? — ela perguntou animada.
– Não sei menina, não sairá tão bom quanto ao da Gaby. — Dália disse brincando.
– Tudo bem, eu me confomo! — ela pulou de meu colo e saiu pulando escada à cima, rimos.
Agora teria que cumprir, eu Xena a Conquistadora em um piquenique! Somente essa pecinha poderia me colocar numa situação dessas!
– Gaby vamos à Amphipolis, partiremos após o casamento de Dália.
– Mas Xena, você não está em condições de viajar, ainda está em recuperação.
– Estou bem Gaby e além do mais aproveitaremos a viajem faremos um ritmo leve e aproveitamos, para agradar Dylan com o tal piquenique. — sorri olhando nos olhos de minha amada e recebi aquelas esmeraldas que tanto amava brilhando em minha direção, me perdi naquele olhar.
– Me encanta ver este teu lado, maternal Xena não sabe o quanto me emociono ao te ver cuidar dos desejos de Dylan. — Gaby se aproximou de onde eu estava sentada.
– Acha mesmo, então vamos tentar fazer mais um para que este meu lado se aflore ainda mais. — disse erguendo uma de minhas sobrancelhas, sorrindo maliciosamente e aproximando-me ainda mais de Gaby.
– Hurum...- Dália nos chamou a atenção. — sei como são feitos os herdeirinhos e não acredito que aja a possibilidade de isto ocorrer entre vocês, mas se querem tentar o que acham de seus aposentos? Eu não preciso presenciar, isso. — ela concluiu, sorrindo. Gabrielle se ruborizou. Subimos aos nossos aposentos.
– Realmente o que pretende fazer em Amphipolis, amor? — Gabrielle se mostrava curiosa.
– Buscarei mamãe e na volta... Bem, na volta iremos ao templo de Afrodite. — sentei na cama puxando Gaby para meu colo.
– É precisamos ofertá-la por salvar sua vida.
– Não é por minha vida que irei até lá. — beijei seu pescoço.
– Então... Para quê?
– Para que ela realize nosso casamento. — Gabrielle se virou de frente para mim ainda em meu colo. Eu olhei em seus olhos, segurei suas mãos. — Quer ser minha rainha Gabrielle?
– Não desejo ser rainha Xena, somente ser a única mulher de sua vida. — os olhos estavam marejados.
– Então seja minha esposa e será para sempre a única mulher de minha vida. — beijei seus lábios com paixão.
– Nunca ousei sonhar tão alto, ser a consorte da Imperatriz da Grécia, é tão mais do que eu poderia sonhar meu amor!
– Gabrielle você ainda não me respondeu, estou ficando preocupada! — olhei apreensiva em seus olhos.
– Sua boba. — jogou-me na cama ficando por cima de mim. — Claro que aceito, serei sua esposa, rainha e o que mais você quiser que eu seja. — beijou meu lábios rolei com ela na cama posicionando — me, por cima de Gabrielle.
– Então seja minha mulher. — por sorte não cheguei a tirar a blusa de Gaby, até mesmo pela dificuldade de usar um braço só já que o esquerdo estava imobilizado, Dylan abria a porta disparada perguntando, quando iríamos fazer o tal piquenique.
– Depois do casamento de Filemon. — disse sentando-me na cama.
– E quando é o cajamento do tiu Filemon?
– Amanhã Dylan. — respondi enquanto ela escalava minha cama.
– E eu vou ter que ujar vestido de novo? — cruzou os bracinhos e fechou a cara em desaprovação.
– Sim usará, agora desça de minha cama e vai chamar Lyceus para incomodar-lhe ou vá para seu quarto brincar, preciso conversar com Gabrielle.
– Sei que não vão convesar, podeliam fager ixo na minha flente, vocês vão namolar igual o tiu Lyceus tava fajendo com a Cassandla. — pulou da cama indo para o quarto dela, olhei para Gabrielle que parecia hipnotizada com as palavras de Dylan. Comecei à rir.
– Xena não tem graça isso é uma coisa que você devia ter dito, não ela ter visto por aí, deduzido que façamos ou sabe-se lá quem falou pra ela.
– E quem te disse que sei educar uma criança? Ainda menos uma menina, além do mais ela deve ter visto Lyceus dando uns beijos em Cassandra e a enxotou, pois disse que faríamos o mesmo quando pedi que ela saísse, dessa vez trancarei o quarto, depois converso com Dylan. — caminhei até a porta que dava acesso à ante-câmara e à tranquei, caminhei em direção à Gabrielle.
– Onde paramos? — Gabrielle me lançou um olhar lascivo, enquanto percebia aqueles verdes se escurecerem ela pegou minha mão direita passando por baixo de sua blusa em seu abdômen e subindo até o seio.
– Aqui... Foi onde paramos.
Arranquei a blusa de Gaby, jogando-a sobre a cama e suguei seus seios um após o outro apoiando-me no colchão com o braço livre. Gabrielle gemia sob meus lábios, deitei-me de costas posicionando-a em cima de mim, beijamo-nos ardentemente e nos despimos, era inebriante a visão daquele corpo deslumbrante, meus olhos escurecidos pelo desejo encontraram os dela que diziam a mesma coisa, sentada sobre meu ventre ela começou à rebolar e tocar meus seios, me acendendo ainda mais, acariciei seus seios e desci lentamente a mão pela lateral de seu corpo, atormentada por não dispor totalmente de meus membros superiores, apertei as coxas firmes dela e Gaby gemeu aproveitei este momento para introduzir lentamente um de meus dedos em sua abertura já encharcada, a garota deslumbrava-se com cada toque. Pedi que ela subisse, Gaby montou sobre meu rosto dando-me acesso aquele manjar dos deuses, enquanto ela poderia se divertir em meu sexo simultâneamente, Gabrielle me chupava ávidamente e esfregava seu prazer em minha boca pude me deliciar com todo aquele suco que ela derramava sobre mim, introduzi dois dedos naquela gruta enquanto sugava seu clitóris, ela dizia meu nome em frases entre-cortadas e outras coisas incompreensíveis, eu sentia um prazer indescritível sentindo aquela língua enfiar-se em meu interior e gemia de forma gutural, até que comecei à sentir meu corpo começar a tremer indicando que o orgasmo se avizinhava.
– Goza ...comigo meu ...amor! — pedi.
– Ah ... eu vou... A, agora ...
– Own Gaby... Aaaah!
– Xenaaaa aaah!
Ela deitou-se ao meu lado e nos abraçamos por algum tempo.
– Te amo Gabrielle.
– Também te amo, "minha senhora". — ela sorriu.
– Joguei um travesseiro, em seu rosto.
– Boba!
Fizemos amor por mais algumas marcas, nos levantamos para o almoço e fui resolver alguns assuntos no escritório, enquanto Gabrielle cuidava de Dylan, mas não sem antes me intimar a conversar com minha filha mais tarde.

Notas finais
Espero que tenham gostado!!!