Notas iniciais
Olha eu aquii de novo, cadê essas leitoraas que num visitam minha fic meu deeus :( Soó uma ate agora ( E essa uma ja me deixou muito contente) Valeeu Nina ;) Aqui esta o proximo cap pra vocês aproveitem e comentem.

- Sua mãe me disse que esta na peça da escola – Meu pai falou quebrando o silencio.

Estávamos na mesa almoçando, já que minha mãe fazia questão que estivéssemos juntos nas refeições. Nós não tínhamos muito dialogo e como em Forks nada acontecia nunca ninguém tinha assunto então ficávamos calados.

- É – Respondi sem querer alongar o assunto.

- Porque quer participar desta peça afinal? – Ele perguntou deixando seu garfo e faca e apoiando as mãos no queixo. Estava 25º dentro de casa e meu pai estava de roupa social, isso o tornava bem intimidador já que ele sempre estava de social.

- Eu não quero, mais todos os alunos serão obrigados a participar – Falei ainda sem olhá-lo – Além do mais a peça será toda nossa nota do ultimo semestre.

Ele sorriu irônico.

- Ao invés de ficar se preocupando com essas coisinhas tolas, devia entrar no grêmio estudantil.

Eu e Carlisle não tínhamos o melhor relacionamento do mundo e isso só se tornava pior quando ele envolvia seu dinheiro nomeio, eu nunca repeti de ano – Não por ser um ótimo aluno – Mais sim , pois meu pai sempre sabia quem subornar pra me passar de ano outra coisa que eu detestava em Carlisle era o fato dele achar que eu tinha que realizar todos os sonhos de jovem dele.

- Carlisle – Minha mãe o repreendeu mais nós a ignoramos.

- E se eu não quiser? – Perguntei emburrado, mais sabendo como essa historia terminava.

- Eu acho – Ele disse lentamente – Que seria uma boa idéia.

Ficamos em silencio o resto da refeição e adivinhem, no dia seguinte o diretor Varner me procurou e disse que eu estava entre os candidatos para presidente do grêmio estudantil.

Tive que fazer todas aquelas palhaçadas de prometer melhorias na escola, entregar panfletos idiotas com minha foto, e ir a debates eu estava concorrendo com Jéssica Stanley a garota mais educada, recatada e estudiosa de toda Forks, pelo menos era o que os professores e pais achavam, todos os alunos sabiam da fama de Jéssica mais como ela era filha do diretor ninguém ousava nem comentar.

Não foi muito difícil ganhar as eleições, com eu já disse eu era o aluno mais rico da escola e não foi difícil conseguir voto de alguns puxa-sacos mais o que realmente levantou minha campanha foram os votos dos atletas, não que eu fosse um (Eu era preguiçoso demais para praticar qualquer esporte), mais eu tinha meus contatos.

Emmet McCarty era o capitão do time de futebol e meu melhor amigo, ele não era nem de longe tão rico quanto eu mais era bem mais popular, o estilo Bad Boy musculoso e namorado da líder de torcida Rosalie Hale, o tipo que as garotas julgavam bonitão. Não foi difícil convencer os Atletas e as lideres de torcida a votarem em mim, já que nem um deles fazia questão em se importar com essas coisas.

Então eu fui eleito e então chegou o baile em honra ao ex-alunos da escola, e todos alunos envolvidos no conselho e no grêmio teriam que montar toda a decoração do ginásio da escola e depois limpar tudo. Fique duas semanas ajudando nos preparativos e quando faltava 3 dias eu me lembrei que não havia convidado ninguém ainda, e mesmo que eu não quisesse ir ao baile eu não teria escolha já que os alunos do conselho eram obrigados a ir.

No ano anterior eu namorei uma garota chamada Tânia Clark mais ela não era o tipo de pessoa que se apresenta aos pais, ficamos alguns meses juntos e depois ela sumiu e depois dela eu não fiquei com ninguém.

Forks era um lugar de garotas muito bonitas e era de se esperar que todas já tivessem par mais mesmo assim eu peguei o telefone e uma lista telefônica e liguei para algumas meninas que eu conhecia, mais elas já tinham par, depois liguei para mais algumas meninas, e essas também já tinham sido convidadas. Faltando um dia para o Baile eu já estava meio desesperado, pois não encontrava ninguém disponível fora que se eu fosse ao baile sozinho alem de ser motivo de chacota da turma pro resto da vida eu seria o cara que ficaria ajudando os bêbados e limpando vomito do banheiro. E para piorar minha situação minha mãe apareceu em meu quarto e diz:

- Se não encontrar ninguém disponível para o baile eu ficarei honrada em te acompanhar querido.

Isso com certeza deixa qualquer filho em pânico, em uma ultima esperança peguei o livro anual do ultimo ano e comecei a folhear, tinha retratos dos alunos e suas atividades na escola, já estava virando a 6 folha monotonamente quando meus olhos bateram numa foto curiosa.

http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/06/bella-swan.jpg

Era uma foto de Isabella Swan, e ela estava super diferente do que realmente é. Na foto ela estava com os cabelos soltos sem o seu blusão marrom e com um pouco de brilho nos lábios. Foi a primeira vez que reparei em seus traços delicados e em seus olhos expressivos, ela dava um sorriso pequenino diferente dos que ela distribuía pelo dia, e ela era realmente bonita. Embaixo da foto dela estava.

Isabella Marie Swan, Clube de Teatro Forks.

E desejo: Testemunhar um Milagre.

Franzi o cenho Testemunhar um Milagre? Que tipo de desejo era esse? Bufei e fechei o livro do anuário jogando-o no chão. Isabella Swan? Peguei o livro de volta e abri na pagina com sua foto, ela não era feia, e era bem meiga “provavelmente vai aceitar...” pensei comigo mesmo. Passeio o resto daquela tarde pensando nos prós e nos contras do meu dilema. Acredite eu repassei cada detalhe, mas no final, a escolha era obvia ate mesmo para mim. Eu tinha que convidar Isabella para ou baile, ou senão iria à companhia da minha mãe e passaria toda à noite limpando vomito no banheiro.

Pulei instantaneamente da cama pegando minhas chaves e descendo as escadas num pulo. Minha mãe não estava em casa e meu pai estava de plantão, o que era perfeito, pois uma coisa era meu pai saber que eu vou encenar uma peça escrita pelo xerife Swan e outra completamente diferente era ele saber que estou levando a filha de seu “rival” ao baile. Entrei no meu carro e pisei fundo no acelerador rumando para a casa de Isabella que ficava do outro lado da cidade.

Cheguei em sua casa, era bem antiga mais muito bonitinha, tinha um jardim bem cuidado com diversas flores e cadeiras de balanço perto da porta, desci do carro que caminhei cambaleante ate a porta só agora notei que eu suava mais poderia muito bem ser culpa do sol escaldante. Alcancei os degraus e subi até estar frente a frente com a porta e então tomando coragem bati na porta.

Depois de algum tempo Isabella abriu a porta e eu quase abri a porta em choque, ela estava muito diferente do jeito que eu esperava encontrá-la. Usava uma calça jeans surrada, uma blusa branca lisa e estava descalça. Fui subindo meu olhar pelo corpo que realmente não era dela, ate que parei em seu rosto, ela sorria abertamente e seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo frouxo.

- Edward – Ela falou e sorriu mais – que surpresa! – Isabella sempre ficava feliz quando via alguém e isso incluía a mim, embora eu achasse que meu olhar sobre suas curvas a havia assustado.

- Parece que você andou se exercitando – ela disse olhando para minha testa que estava molhada de suor.

- Na verdade não – menti passando a mão na testa – É só o sol.

- Sua blusa esta encharcada de suor – Ela comentou me deixando sem graça de novo.

- Ah isso aqui? Não é nada eu suo demais...às vezes.

- Seria bom você ver isso com um médico.

- Não se preocupe eu estou mesmo bem.

- Vou fazer uma oração por você mesmo assim – ela ofereceu com um sorriso. Bella sempre estava orando por alguém.

- Obrigado – eu disse.

Ela abaixou a cabeça e mexeu os pés descalços.

- Bem, eu convidaria você para entrar mais meu pai não esta em casa e ele não permite que rapazes entrem sem que ele esteja em casa.

- Oh tudo bem, podemos falar aqui mesmo.

- Vou buscar uma limonada que acabei de fazer espere um minuto.

Ela entrou deixando a porta aberta e notei que a casa era bem pequena mais muito arrumada, havia um piano num canto da sala e na mesinha de centro tinha vários livros como A Fé é a Resposta, ou Conversando com Jesus a bíblia dela também estava lá.

Alguns minutos depois Bella voltou com dois copos de limonada e nós nos sentamos nas cadeiras perto da varanda.

- E então sobre o que quer conversar comigo? – Ela perguntou depois de alguns minutos em silencio. Respirei fundo sem saber como começar a falar então resolvi começar com outro assunto.

- Você não foi a aula ontem, estava no orfanato? – Perguntei e ela me olhou curiosa.

- Não, meu pai e eu fomos ao medico.

- Ele esta bem? – Perguntei e ela sorriu.

- Melhor que nunca.

Ficamos em silencio de novo e eu pigarrei.

- O dia esta lindo hoje.

- É está.

- E esta quente também.

- É está.

- E aposto que não tem nenhuma nuvem no céu.

- Edward – Ela interrompeu minha brincadeirinha idiota – Você não veio aqui para falar comigo sobre o clima.

- É verdade – Respondi desconfortável e bebi toda a limonada do meu copo.

- Então porque não fala o que veio fazer aqui?

- Bom, eu queria saber se você vai para o baile em honra aos ex-alunos?

Ela pareceu surpresa com minha pergunta mais me respondeu.

- Eu não tinha planos de ir...Porque?

- Se alguém te convidasse você iria?

- Bem – Ela pareceu pensar – Não sei eu nunca fui convidada para um baile, e teria que pedir para o meu pai mais se ele deixasse eu iria sim, porque?

Respirei fundo e evitei olhar em seus olhos enquanto falava, me concentrei em olhar para sua boca, rosada e de lábios fininhos.

- Bom eu gostaria de saber se você não quer me acompanhar, amanha...no baile.

Ela pareceu ficar muito surpresa com meu convite depois virou a cara e ficou olhando para outro lugar distante. Comecei a me sentir mal com todas as vezes que zombei dela pelas costas ou fiz piadinhas sem graça junto com meus amigos a respeito dela, ela ainda olhava para o nada, e então minha mente começou a formar uma imagem de minha mãe, eu e o banheiro do colégio todo vomitado e eu já estava começando a me sentir mal. Então de repente ela me olhou e sorriu.

- Sim eu aceito ir com você no baile, mas tenho uma condição – Ela falou e eu fiquei rígido esperando que ela não me obrigasse a andar com uma bíblia debaixo do braço ou coisa mais ridícula.

- Que condição?

-Você tem que prometer que não vai se apaixonar por mim – Ela falou e sorriu um pouco.

Eu tinha que admitir que Bella tinha um ótimo senso de humor e mesmo achando sua piadinha um pouco surreal eu ri junto com ela e dei minha palavra.

Notas finais
E então o que acharam? estão gostando das modificaçoes?