Notas iniciais
Olá pessoal do nyah! Tudo bem com vocês? Bem, aí vai o segundo capítulo... Espero que apreciem... Boa Leitura!

Capítulo Dois: Planos

Já fazia uma semana que Harry Potter derrotara o lorde das trevas. Na toca tudo estava se ajeitando gradativamente. A senhora Weasley ainda ia ao quarto dos filhos chorar a morte de um deles. George, apesar de ter perdido seu irmão, estava tentando seguir, porque, segundo ele, Fred ficaria feliz se ele continuasse com a loja de Logros e brincadeiras. E foi isso que ele fez. Naquela manhã de outono estavam quase toda a família tomando café, em exceção de dois irmãos. George e Ginny. Ele, fora abrir a loja de logros.

Hermione estava, até aquele momento, pensando em uma forma de pedir à senhora Weasley permissão para ir a procura de seus pais. Achou o momento mais indicado quando, a senhora pediu que Harry, Rony e o marido saíssem para apanhar algumas amoras para um bolo de mais tarde.

— Senhora Weasley... –Começou ela, tamborilando os dedos na madeira da mesa.

— Sim Hermione querida? –A senhora respondeu, parando tudo o que estava fazendo.

— A senhora sabe que eu enfeiticei os meus pais para... Para poder ir com os meninos a procura das orcrux, não sabe? – Molly assentiu positivamente, não entendendo onde Hermione queria chegar com aquilo.

— Eu preciso procura-los na Austrália. É muito importante para mim que a senhora me deixe ir... –Os olhos de Hermione já estavam molhados. Se fosse preciso ela imploraria a Molly que a deixasse ir... Ela se colocava no lugar de Hermione agora. Imaginou-se jovem, com um destino incerto tendo que auxiliar seu melhor amigo a fugir de um bruxo poderoso. Resolveu conceder a permissão para Hermione, mas antes, queria deixar algumas coisas bem claras:

— Deixarei você partir, minha querida – Hermione sorriu agradecida. –Mas, com algumas condições: -A jovem bruxa prestou a atenção nas palavras da experiente bruxa:

— Quero que, mande cartas regulares para Arthur e eu, avisando onde está, e, eu quero, — A senhora elevava a voz agora, para dar ênfase ao seu pedido; — Quero, que em qualquer hipótese de risco, ou perigo mande imediatamente uma carta para Londres! Está me ouvindo? –Hermione assentiu positivamente e abraçou com alegria a pessoa que, ela considerava como sua segunda mãe.

Harry, Rony e o senhor Weasley haviam voltado do jardim e presenciaram a sena do abraço das duas. Rony já sabia o rumo que a conversa havia tomado e, ficou com o coração apertado.

O senhor Weasley deixou todos pois, havia uma reunião importante no ministério onde, sua presença era escencial. Assim que ele saiu, Molly pediu à Harry que ele levasse o café para Ginny. Ela, não descia para as refeições e só era chorar pela morte do irmão. Harry apanhou a bandeja e, rezou a merlim que Ginny aceitasse a refeição pois, já estava ficando preocupado com a falta de apetite dela.

Ela estava ainda deitada. Pensava nas peripécias e travessuras que ela e o irmão já fizeram. Na infinidade de pessoas que Fred já alegrara. Porque com ele? Porque ele tinha que ter deixado a família? As lágrimas quentes já começavam a cair no rosto alvo da jovem Weasley. Abraçou-se então ao travesseiro. Não queria mais viver. Pensou com raiva em todos da casa, pois estavam seguindo a vida como se não tivesse acontecido nada...

Foi então que, batidas na porta à tirou de seus pensamentos. Estava decidida a não abrir. Se fosse preciso ela iria definhar naquele quarto. Queria ir junto com seu irmão...

—Gina, por favor, abra a porta, sou eu, Harry – E quem lhe batia na porta? O responsável daquela desgraça toda...

— Vá embora. Não ouse entrar aqui, Harry Potter. Não chegue perto de mim. Saia de minha casa!

Você não é bem-vindo aqui! – Harry entendia a revolta da mais nova dos Weasleys. Ele se colocava no lugar de Gina. Sentiu-se ainda mais culpado pelas mortes das pessoas amigas e queridas...

O filho de Tonks e Lupin...

O que seria do pequeno Tedy sem os pais?

Harry não deixaria que lhe faltasse nada... Ele sabia que Andrômeda também cuidaria do neto e que, a cada segundo que ela fitasse os olhos da criança se lembraria da filha que perdera a vida por causa dele!

Do outro lado da porta, Gina ainda chorava. Jurou ali que se dependesse dela, nunca mais iria sorrir!

Harry ergueu o braço para tentar chamar, mais uma vez a atenção de Gina, porém sentiu seu pulso ser parado por Molly.

—Não adianta, Harry querido. Ninguém pode ajudar minha filha. Ninguém... – A senhora pegou a bandeja, agora fria das mãos de Harry e desceu os degraus barulhentos devagar... Harry pode notar o corpo de Molly estremecer...

Não, ele não podia estar mais na toca. A tristeza daqueles que ele amava era imensa. Ele não podia continuar presenciando aquilo!

Enquanto Harry estava em divagações em relação a o que fazer sobre sua estadia na toca, Hermione se achava sentada na enorme mesa da cozinha. Observava de longe mais um traje de lã feito pela linha e a agulha da senhora Weasley.

Enquanto fitava a peça, ia pensando em como iria fazer para chegar em seu destino, Austrália.

Quem a poderia ajudar?

Lembrou-se que, no presente momento o ministro da magia atual era Kingsley Saclebolt.

Planejou em naquele mesmo dia, visitar o ministério, em busca de algum suporte para sua longa viagem.

Ouviu alguém se aproximar dela. Pelo aroma cítrico adivinhou. Era Rony.

—Mione... – Começou ele, sentando-se ao lado da amiga.

— Vai mesmo para a Austrália? – Rony passava as mãos em seus cabelos de fogo enquanto falava. Era uma forma particular dele espantar o nervosismo.

— Sim, Ron. Mas, antes de viajar, irei ao ministério, ver o que Kingsley pode fazer para me auxiliar na busca dos meus pais. –Rony assentiu e fitou Hermione nos seus impactantes olhos castanhos

— Deixe eu ir pelo menos ao ministério, Hermione.

Ela pensou um pouco. Afinal, não tinha mal nenhum Rony acompanha-la.

— Tudo bem. – Ela ia se levantando. Rony fizera o mesmo e fora avisar a mãe de onde iam enquanto Hermione apanhava um bom punhado de pó de flú esmeralda.

O ministério estava, como sempre abarrotado de bruxos e bruxas. Rony precisou abrir espaço para que pudessem passar e chegar até a sala do ministro.

Foram anunciados por uma bruxa jovem e muito bonita.

A primeiro momento, Hermione não pôde reconhece-la. Porém, um olhar mais atento e viu logo quem era a secretária do ministro da magia.

Rony não observava a cena que se desenrolava a sua frente, mas sim um quadro, do outro lado do corredor.

Era emoldurado com prata e exibia uma bela foto dele, Harry e Hermione. Antes que Rony pudesse ler a legenda do quadro, foi tirado da sua distração pela voz estridente e enjoativa de ninguém mais ninguém menos, que Lilá. Lilá Brown.

Rony não queria acreditar. Aquela garota fútil e que quase lhe arrancara os lábios de tanto o beijar, ali, secretária do ministro da magia? Antes que ela os empurrasse para o gabinete do ministro, conseguiu ver a feição de desaprovação de Hermione.

Kingsley ficou, ao mesmo tempo surpreso e contente pela visita deles.

— Sentem-se – Ele mandou, pousando seu charuto cubano em sua bela piteira.

— Bem... –Começou Hermione.

— Vim lhe pedir um auxílio para a busca de meus pais na Austrália. Estão lá, desde o dia em que os enfeiticei, para preservar sua segurança. O senhor pode me ajudar na investigação?

— É claro senhorita Granger. Chamarei alguns aurores para acompanha-la à Austrália. Pretende ir hoje, não é mesmo? Ela assentiu positivamente.

O ministro apanhou um simples talher de cozinha.

— Bem – Começou ele:

— Este objeto será sua chave de portal. Lá, uma pessoa indicada irá ajuda-la.

Hermione ficou muito agradecida. Rezou para que pudesse encontrar seus pais com vida...

Notas finais
Será que Hermione vai conseguir encontrar seus pais com vida? E me digam vocês, o que acharam da Lilá ser secretária do ministro?