A Volta Da Cerejeira.

35 O Mundo dos Mortos


Notas iniciais
Oi oi' minna
Apresento a vocês mais um capitulo, pra todos aqueles que tiveram vontade de me matar capitulo passado por ter parado no pedaço em que nossa heroína morre.
Sem mais delongas, boa leitura!

No Capitulo Anterior

Porque no fundo eu sabia que acabaria assim. Sabia que não voltaria a usar a aliança que Sasuke havia me dado, sabia que não teria chances de dizer a ninguém o quanto eu os amava, mas eles sabiam, sabiam que mesmo eu tendo esse gênio difícil e teimoso eu os amava mais que minha própria vida. Fitei o horizonte e tive o prazer de ver o sol nascer, pela primeira vez não reclamaria dele ter nascido em minha cara, pois era bonito, era esplendoroso “Maravilhosa Terra do Sol Nascente”pensei e sorri brevemente para depois fechar os olhos e ver a escuridão que me aguardava, porque assim como eu sabia que isso acabaria desse modo, sabia também que a escuridão da morte não era tão aconchegante quanto pensei.

E a ultima coisa que ouvi antes de pegar na mão da morte foi.

–- Sakura, eu te amo!

oOo

Meus olhos pesavam mais que o normal, mexi a cabeça desconfortavelmente para em seguida abrir os orbes esmeraldinos. Deparei-me com o céu azul acima de minha cabeça e sentei rapidamente, olhei ao redor e tudo o que eu podia ver era uma grama fofa verde e fresca, arvores de diversas espécies e flores, muitas flores.

Respirei fundo e me levantei rapidamente, só então percebi que não vestia mais minhas roupas negras e sim um curto vestido branco bonito e soltinho, meus pés jaziam descalços e minha mente confusa. Suspirei de modo profundo e levei às mãos a cintura.

Arregalei os olhos quando notei que não sentia nenhum dor, não havia mais sangue, muito menos incômodos. Os ferimentos estavam fechados e eu estava tão disposta como nunca.

-- Raios, eu morri – Murmurei mal humoradamente – Essa é a única explicação lógica pra isso, simplesmente morri!

Voltei a suspirar, tentei me lembrar das coisas que haviam acontecido antes de eu acordar naquele lugar e apenas flash’s vinham a minha mente, Kabuto morto, Orochimaru morto, Sasuke chorando...Sasuke, meu Sasuke. Fechei os olhos ouvindo o vento passar levemente sobre as folhas das arvores fazendo um melodioso farfalhar.

Voltei a abri-los quando senti pequenas flores batendo sobre mim, o aroma era inconfundível, pequenas e rosadas Sakuras caiam a meus pés e quando virei para ver a fonte me deparei com eles, naquele momento meu coração perdeu uma batida.

-- Okaa...Okaasan? – Minha boca secou e meus olhos quase saltaram das orbitas – Otousan? – Perguntei os encarando incrédula.

Fechei os olhos passando as mãos por cima deles rapidamente, aquilo não podia estar acontecendo, correto? E foi então que me lembrei de meu pensamento inicial, eu havia morrido. Voltei a abri-los e fitei as figuras sorridentes sobre as arvores e o misto de felicidade envolvia-se a frustração de estar morta.

-- Musume – Ouvi a doce e melodiosa voz da minha mãe ecoar pelo local e um sorriso lindo surgir em sua face.

-- Por Kami – Caminhei lentamente até estar perto o suficiente para toca-los – Vocês estão aqui?

-- Sim senhorita obvia – Meu pai sorriu pela piada e meus lábios curvaram-se em um sorriso também – Sentimos sua falta musume!

Não pensei mais em nada, a emoção tomou conta de mim de uma forma descomunal e quando vi já estava jogada nos braços daqueles que eu sentia tanta falta. Os abracei apertado e senti que faziam o mesmo, minhas lagrimas logo molharam suas roupas e as da minha mãe molhavam meu ombro.

Quando nos desfizemos do abraço ainda os admirava confusa demais para conseguir entender qualquer coisa. Meu sonho estava se realizando, vê-los novamente, poder conversar com eles, toca-los, senti-los perto de mim, mas por algum motivo eu não estava completamente feliz.

-- Mas, como? Eu...eu morri? – Perguntei a fim de retirar todas as minhas duvidas.

-- Hipoteticamente sim – Mamãe sorriu e passou a mãos sobre meus cabelos – Mas não falemos disso agora, como você está linda querida.

-- Virou uma bela mulher – Meu pai direcionou seus grandes olhos verdes pra mim e sorriu do mesmo modo que sorria quando eu era apenas uma garotinha.

-- Quis tanto vê-los todos esses anos – Voltei a abraça-los – Senti tanta falta de vocês!

-- E nós sentimos a sua – Minha mãe me pegou pela mão e me guiou até a arvore, fez-me sentar e junto com meu pai sentaram a meu lado – Sabemos como veio parar aqui, mas queremos ouvir de sua boca. Como veio parar aqui? – Perguntou de modo acusatório.

-- Talvez por burrice – Sorri sem graça – Não me olhem assim, fiz o que era preciso!

-- Preciso pra quem? – Meu pai me perguntou arqueando uma sobrancelha

-- Pra mim, pra vocês – Respondi pausadamente – Quando vocês partiram, jurei que os vingaria – Afirmei

-- Mas acabou morrendo por causa disso Sakura – Rebateu minha mãe – Agora me diga, valeu a pena?

-- Claro – Respondi de modo firme – Claro que valeu a pena, não poderia deixar Orochimaru vivo depois do que fez – Fechei os punhos – Depois de tira-los de mim.

-- Musume – Meu pai aproximou-se me encarando – Quando chegamos aqui, sabíamos exatamente o motivo e o dia que você viria até nós – Arregalei os olhos.

-- E por isso te esperamos – Minha mãe sorriu

-- Me esperaram? – Perguntei – Todo esse tempo?

-- O tempo aqui é relativo – Respondeu meu pai – Passa de modo diferente de como se passa no mundo dos vivos.

-- O que é aqui exatamente? – Perguntei depois de alguns minutos olhando ao redor e examinando o local

-- O portal de transição entre o mundo humano e o mundo divino – Respondeu minha mãe – Como seu pai chama o hall para o céu.

-- Vejo que não perdeu a criatividade Otousan – Disse sorrindo

-- Claro que não – Sorriu para mim para em seguida mudar de assunto – Até agora estou inconformado com você Sakura.

-- Pelo que? – Perguntei espantada – Já dei meus motivos por ter matado Orochimaru e...

-- Inconformado pela bela mulher que se tornou, quando a deixamos você era apenas uma garotinha – Suspirou admirando o horizonte – Por ter essa personalidade inabalável e esse caráter imutável, por ter se transformado em uma profissional admirável e sempre ter sido fiel aos poucos princípios que tivemos tempo de te ensinar.

-- Você tornou-se nosso orgulho musume – Minha mãe chamou minha atenção – Mesmo de longe te observamos e nos enchemos de alegria por cada conquista.

-- Você é nosso tesouro – Meu pai sorriu abertamente – Tesouro esse que por teimosia nossa não vimos crescer.

O silencio caiu pesado, eles sentiam-se culpados pela ausência na minha vida, mas em realidade foi graças a eles e a memoria deles que me tornei o que sou hoje. Voltei a puxar assunto e conversamos sobre algumas banalidades, até que senti necessidade de voltar ao assunto anterior.

-- Sabe Otousan – Fitei o horizonte e mexi na grama abaixo de mim – Eu descobri pelo que vale a pena morrer

-- E... e pelo que seria? – Perguntou de modo pausadamente

-- Por quem amamos – Sorri abertamente – Vocês morreram por uma causa nobre e justa, foram meus maiores exemplos e meu maior desejo sempre foi retribuir tudo aquilo que fizeram por mim. – Pulei sobre meu pai que afundou a cabeça em meu pescoço e sorriu, minha mãe acariciou meu cabelo e me lembrei da vez em que nos reunimos sobre uma Cerejeira – Um dia vocês me falaram que sempre estariam comigo, que quem ama nunca abandona de verdade.

-- E nunca te abandonamos – Minha mãe sorriu – E você também não pode abandonar outras pessoas.

-- Que pessoas? – Perguntei soltando-me de meu pai e voltando a sentar na grama.

-- As que estão te esperando Sakura – Meu pai disse para em seguida bagunçar meus cabelos – Não faça essa cara de desentendida.

-- Mas não entendi ainda mesmo.

-- Seu tempo, ainda não chegou Sakura – Minha mãe sorriu me encarando – Você ainda tem muito que viver e muito que mostrar a todos, você carrega o sobrenome Haruno e precisa deixar herdeiros para ele.

-- Herdeiros tão corajosos como você – Meu pai assentiu – E tão bonitos quanto eu – Levou um leve tapa no ombro de minha mãe.

-- Mas eu não morri? – Perguntei ainda tentando entender

-- Quase – Minha mãe se levantou sendo seguida por meu pai que estendeu a mão para mim.

-- Mas seu coração continua batendo graças a alguém – Afirmou

-- Meu coração... – Me detive assim que a imagem de Sasuke sorrindo veio a minha mente – Como sabem? – Perguntei por fim.

-- Sabemos de tudo musume – Minha mãe me lançou uma breve piscadela para voltar a falar – Seu lugar ainda não é aqui conosco, e sim lá, com ele.

-- Quando vocês chegaram aqui tinham opção? – Perguntei

-- Infelizmente não – Meu pai assentiu – Quando chegamos aqui, nosso tempo lá já havia se esgotado, havíamos feito tudo que precisávamos.

-- Já você, pode escolher – Suspirou – Pode atravessar o portal do céu conosco, ou voltar para onde seu coração está.

-- Não quero dizer Adeus novamente para vocês – Disse depois de breves momentos silenciosos

-- Nunca é um Adeus Sakura – Meu pai andou até mim me segurando gentilmente pelos ombros – Nunca dizemos Adeus àquilo que amamos.

-- É apenas um breve até logo – Concluiu minha mãe – Quando você voltar para nós, estaremos aqui te esperando, de braços abertos.

-- Mas... – Fui cortada por meu pai

-- Mas nada, não permitirei que fique aqui – Me abraçou – Você tem muito que fazer ainda. – Soltou-me dando espaço para minha mãe me abraçar.

-- Queria poder ficar com você para sempre minha pequena – Disse com os olhos já marejados – Mas esse lugar ainda não é seu lugar

-- Então nos despedimos novamente? – Perguntei também emocionada

-- Sim, e dessa vez quero demorar muito para te ver por aqui – Meu pai sorriu – Só te peço uma coisa.

-- O que seria Otousan? – Perguntei enquanto caminhávamos

-- Me dê netos – Sorriu bagunçando meu cabelo enquanto eu resmungava -- Quem diria que uma Haruno se uniria a um Uchiha – Deu uma breve risada – Uma família de agentes renomados com uma de traficantes conhecidos, o destino é tão irônico.

-- Hey Raiden, conhecemos o pequeno Sasuke, sempre foi um bom menino – Disse minha mãe

-- Eu jurava que Sakura ficaria com Itachi – Rebateu meu pai, e logo uma pequena discussão se iniciou, enquanto meu pai exaltava as qualidades de Itachi, minha mãe endeusava Sasuke. Fui empurrada levemente para o lado e apenas observei a briga descabida.

-- Pera ai, vocês querem interferir em meus relacionamentos amorosos nessa altura do campeonato? – Me manifestei chamando assim suas atenções.

-- Desculpe – Mamãe sorriu e me puxou pelo braço novamente – Seu pai nunca concorda com nada que eu digo.

-- Claro que não, você só fala besteira mulher – E novamente iniciou-se uma discussão animada.

-- Senti falta disso – Disse depois de alguns instantes, novamente atrai seus olhares pra mim e sorri – Vocês sempre discutiam desse modo animado, parecem o Jiraya e a Tsunade.

-- Aprendemos com eles – Meu pai enlaçou minha mãe pela cintura e sorriu

-- Vocês nunca vão mudar não é?

-- Claro que não – Minha mãe sorriu – E isso não é nem o começo.

-- Porque ainda temos a eternidade juntos – Papai beijou os cabelos de minha mãe e sorriram um para o outro. Assim como Jiraya e Tsunade suas discussões surgiam por motivos bobos e sempre eram cômicas, porque era visível a qualquer um, se amavam de um modo intenso.

E foi nesse momento que percebi que talvez esse “amar de modo intenso” fosse de família, mesmo não sendo todos do mesmo sangue. Pois era desse modo que eu amava Sasuke, apenas o sorriso dele já fazia meu dia melhor, uma palavra, um gesto, um beijo me encantavam e fazia com que eu apenas o amasse mais. Realmente, nossa família tinha sérios problemas, sai de meus devaneios com a voz da minha mãe.

-- Pronta para voltar musume? – Perguntou enquanto seus olhos voltavam a ficar marejados.

-- Acho que sim – Assenti com a voz embargada, me despedir seria difícil – Nos despedimos aqui.

-- É – Minha mãe lançou-se em meus braços e logo estávamos chorando juntas, iniciou uma sequencia de varias recomendações – Se alimente sempre muito bem, tome cuidado, não fale com estranhos, case-se do modo mais bonito que puder, tenha filhos e continue nos enchendo de orgulho – Disse enquanto arrumava meu vestido e meus cabelos.

-- Posso tentar seguir algumas recomendações se te deixa feliz – Disse sorrindo e limpando as lagrimas rapidamente.

-- Seria muito bom – Afastou-se dando espaço a meu pai que logo me abraçou também.

-- Além de tudo que sua mãe disse – Sussurrou em meu ouvido – Tente sobreviver.

-- Juro que farei o possível – Sorri me separando dele.

-- Te amamos musume – Ouvi a voz da minha mãe embargada pelo choro – Muito, amamos muito! – Meu pai logo a segurou pela cintura e ela apoiou-se em seu ombro para chorar.

-- Vá minha querida – Disse sorrindo em seguida – Está na hora de voltar e nós também vamos seguir nosso caminho – Apontou para suas costas, onde pela primeira vez eu botei atenção.

A grama verde trilhava um caminho bem iluminado pelo sol até um portal resplandecente e bonito, o arco era aparentemente de ouro e os portões brilhavam da mesma cor, naquele momento eu soube que todas as lendas sobre os portões do paraíso eram verdadeiras, ele realmente existia e era lindo.

-- Amo vocês, amo muito vocês! -- Sorri para meus pais e meneei um tchau com a cabeça, eles fizeram o mesmo, pela ultima vez os vi sorrindo e suspirando dei as costas, parando exatamente onde eu havia acordado.

Fechei os olhos e respirei fundo, senti o mundo a meu redor desaparecer e logo algo semelhante ao sono profundo me atingiu, fazendo com que adormecesse de modo instantâneo.

oOo

Não sei precisar quanto tempo fiquei naquele estado, ao mesmo tempo em que podia dizer que pareciam segundos, também se assemelhavam há meses. Senti uma base aconchegante abaixo de meu corpo e como de costume o senti doer, naquele momento cheguei à conclusão: Eu estava viva!

Quando vozes invadiram o quarto e a escandalosa de Naruto ecoou ao redor, eu tive mais certeza ainda que estava viva e não passava nem perto de estar surda.

-- Calado Naruto – Ouvi Tsunade falar em um tom moderado

-- Ai ai okaasan, não precisa me bater – Imaginei a cena de Naruto passando a mão nos cabelos e mantendo o semblante mal humorado.

Por mais que eu tentasse abrir os olhos eles mantinham-se fechados, o ambiente parecia ainda escuro e isso me agradava. Meu corpo doía e eu não conseguia move-lo ainda, apenas o sentia, minhas pernas estavam ali, meus braços, minha cabeça...OTIMO!

-- Podemos abrir as cortinas? – A voz de Ino se fez presente e eu gritei suplicante internamente para continuar em meio à escuridão.

-- Por favor Ino – Jiraya assentiu e ouvi passos

-- Queria tanto que ela acordasse Jiraya – A voz de Tsunade dessa vez saiu embargada – Por Kami, faz tanto tempo.

-- Acalme-se mulher – Jiraya falou e eu me preocupei, como assim faz tanto tempo? – Logo ela vai melhorar.

Tentei me mover o que me causou apenas um pouco de dor, mas quando as cortinas deslizaram e o sol invadiu o quarto pude ver sua claridade, senti seus raios atingindo meu corpo e foi revigorante, minhas pálpebras pararam de pesar e algo em meu peito se libertou, como se anteriormente houvesse um peso sentado sobre mim.

Suspirei profundamente e ouvi as conversas paralelas sobre meu estado de saúde cessar, o sol começou a me incomodar e internamente reclamei como sempre. De modo lento abri os olhos deparando-me em seguida com olhares arregalados sobre mim.

Por breves momentos ninguém falou nada, foi quando avistei Sasuke entrando pela porta e estancando em seguida me encarando. Seu semblante era abatido, como se não dormisse direito há dias, os cabelos mantinham-se mais bagunçados que o normal e jaziam molhados, o perfume amadeirado e o aroma da loção pós-barba invadiram o quarto esquentando-me por dentro, como seu uma antiga luz tivesse religado.

-- Sakura...você...você – Os olhos de Tsunade encheram-se de lagrimas e logo ela já estava jogada sobre mim – Acordou, você acordou!

-- Tsu...Tsunade – Balbuciei, porém minha voz era baixa e quase inaudível – Do..Dói – Apontei para as costelas e logo ela me soltou.

-- Me perdoe minha menina – As lagrimas molhavam minhas roupas e logo todos estavam sobre mim.

-- Como está? Como se sente? – Ino me perguntou de modo preocupado.

-- Sakura chan, não via a hora de você acordar – Naruto sorriu beijando minha testa – Tenho uma coisa tão legal pra te contar.

Eu apenas sorria minimamente, me sentia cansada e tudo doía, olhei ao redor e com ajuda de Tsunade me sentei sobre a cama. Olhei para meus braços que possuíam duas agulhas transportando algum liquido, levei a mão até os cabelos ajeitando-os jogando a franja de lado, me sentia acabada, mas estava feliz por estar viva.

Direcionei meu olhar para porta e Sasuke mantinha-se na mesma posição, como se não acreditasse no que via, quando finalmente nossos olhares se encontraram sorri minimamente e o vi abrir um sorriso digno de comercial de pasta de dentes, seus pés iniciaram uma rápida caminhada até mim e logo senti seus braços me rodeando de forma gentil e seus lábios tomando o meus.

Eu Haruno Sakura havia voltado à vida diretamente do mundo dos mortos e driblado a morte mais uma vez. Talvez eu ainda tivesse muito o que mostrar ao mundo.

Notas finais
E então, digno de reviews?
Bom, eu achei que esse seria o penultimo capitulo, mas não é, estou em duvidas sobre o fim dessa fic e tive algumas ideias a mais, por isso esperem ela ai mais um tempinho, a unica certeza que tenho é que até 31 de Dezembro ela estará concluida.
Agora vamos falar de recomendações e reviews, estou em débito com vocês porque ainda não respondi os reviews, mas logo o farei. É que to em semana de provas gente, alias, estou em semana de prova até dia 26 e depois férias *-----* Sendo assim, o tempo está curto.
E recomendações, quem acha que mereço uma em, em em? Vamos lá, me deixem mais feliz do que já fico quando ganho reviews KKKK'
Já falei demais né, está certo então.
Beeijos, tenham uma ótima semana e nos vemos em breve!