P.O.V. Elijah.

Ela só gritou uma vez depois parou.

—Elijah, vamos pro hospital. Estou em trabalho de parto.

—Você devia estar gritando de dor agora.

—Eu tenho total controle sob o meu corpo. Mas, esses bebês vão sair de um jeito ou de outro.

Logo estávamos no hospital e eu chamei a enfermeira.

—Minha namorada está em trabalho de parto. Vai ter gêmeas.

—Vamos ao centro cirúrgico antes da bolsa romper.

—Elijah liga pro meu...

—Estou aqui querida.

—Você tem que fazer o parto. Trouxe os instrumentos?

—Sim.

—Então vamos logo, eu posso não estar sentindo a dor, mas estou sentindo elas descendo e encaixando.

Ela não foi anestesiada, mas não sentiu dor alguma quando o avô fez a incisão.

—Como é que você tá fazendo isso?

—Cem por cento da minha capacidade cerebral. Eu não sinto dor, por exemplo quando você quebra sua perna tudo o que você compreende quando isso acontece é a dor, eu não tenho isso. Tenho total controle sob meu corpo, sob meu metabolismo, fisiologia e fisionomia.

24 horas depois...

P.O.V. Amarantha.

Minha mãe me batizou de Amarantha em homenagem á minha ancestral Imortal Amarantha Celestia Emmeran Petrova. Ironicamente o nome dela significa imortal.

Tenho uma gêmea nada idêntica chamada Ártemisia. Eu sou igual a minha mãe e eu nem sei porque. Eu tenho um dia de vida e tenho a aparência de uma garota de 17 anos, penso como um computador superavançado e com a minha irmã é igual.

—Mãe.

—O que foi querida?

—Porque a gente é igual?

—Porque somos cópias, duplicatas Petrova, duplicatas de Amarantha.

—Eu?

—Não. Sua ancestral, nossa vizinha ela é a primeira versão de nós.

—Mas, o nome dela não é Amara?

—Amarantha. Amarantha Celestia como você.

—Legal.

—Hora da escola. Animadas?

—Super.

—Pegaram tudo? Grimório, livros da escola? Joias com verbena? Água com verbena?

—Sim mãe.

—Ótimo. Vamos nessa então.