Notas iniciais
Desculpa o palavrão mas, CARALHO! Eu to amando os comentários ! E sim eu tenho talento pra parar o capitulo na melhor parte, nem sei como u.u Adoro vcs serio :) Posto o capitulo a essa hora pq n vai dar pra postar amanha acho. E n acabei o próximo capitulo então.. Bem, vamos a historia..

Tobias(Quatro):

Ele não sabia o porquê, mas não se sentia confortavél perto daquela garota. Talvez fosse porque ela era da abnegação. O que isso o lembrava, as lembranças que depois de tanto tempo no fundo na sua mente que nem se lembrava mais agora voltavam como os fantasmas de seu passado.
Quando ele foi atendeer aquela porta tudo que ele menos esperava que fosse era uma garota baixinha e curiosa perguntando sobre o passado. Passado esse, que ele não queria lembrar, aliás. O que está feito, está feito. Não se pode voltar atrás. Talvez fosse por isso que não gostasse muito de história, nunca tinha visto sentido em reviver o passado. E, por mais que aquela garota não fosse de longe alguma ameaça, ela fazia-o se lembrar de coisas que não queria. A sua infância. O que passou...Não era o que queria, não agora. Depois de tanto tempo. E aí ela contou sua história. Ele sempre pensou que não houvesse ninguém além deles que moravam por lá, mas talvez o que pensou um dia realmente estava mostrando que era o certo. Porque teria sobrado tão poucas pessoas neste mundo considerando as bilhões de pessoas que já habitaram esse planeta? De toda a população porque teriam sobrado apenas algumas centenas de pessoas que nem chegavam a ocupar um grande cidade antiga que agora está abandonada? Parecia tão...Irreal. O ser humano sempre tentou sobreviver de qualquer jeito, ele duvidava já fazia algum tempo dessa possibilidade. E agora a sua resposta estava bem na sua frente.Quer dizer, na frente mesmo.A garota tinha sentado do outro lado da mesa, na sua frente. E quando ela pediu que contassem o que eles sbiam ele se perguntou: alguma coisa do que sabemos é verdade mesmo? Ele já estava em conflito consigo mesmo, mas não tinha certeza de que era o único que pensava assim.
Mas mesmo assim, quando ela perguntou ele quis falar, coisa que dificilmente acontecia. E ele falou, contrariando a si mesmo. Contou que tinham sido todos capturados no dia do ataque, só as crianças, ninguém tinha certeza de seus pais e familiares há muito tempo, só podiam pressumir que estavam mortos ou desaparecidos pelo que se lembravam de ter aconteciddo. Porém, nada é confiavel na mente de crianças assustadas. Eles tinham sido mandados para essa casa em estilo vitoriano, à km da cidade mais próxima. Eles não sabiam a localização exata do lugar, algumas pareddes caídas e casas em ruínas sugeriam que ali poderia ter sido alguma cidade ou distrito industrial da região, mas não se podia ter certeza. Chiacgo ficava a cerca de algumas horas de distância de carro, e pelo que Beatrice disse o caminho era bem longo e piorou porque tudo que ela via da janela era grama e mais mato.
A história deles parecia bem desconhecida para ela também, ao que parece ela também estava bem surpresa com tudo isso. Ela até fez algumas perguntas depois de terem compartilhado suas histórias, nada muito relevante. Perguntas sobre a rotina e treinamento, o tempo que estavam ali, entre outras perguntas banais. Eles também fizeram suas perguntas. Até que Urriah fez a pergunta que todos também queriam a resposta:
–Tudo bem, longas histórias contadas, mas a minha pergunta continua a mesma: Depois de tudo, isso faz alguma diferença? Será que temos que mexeer no passado?Quer dizer, também não sei o motivo disso tudo. O ataque e tudo mais. Mas porque agora?Porque hoje?
–Uriah, sinto dizer mas, acho que já chegamos a uma conclusão. Pelo menos, eu cheguei.-disse Clarisse que estava quieta desde que Beaatrice começou a falar, o que é estranho. Clarisse nunca fica tanto tempo sem abrrir a boca.-Talvez nem todos pensem como eu, mas acho que é isso que eles querem. Acho que é isso que David quer de todos nós. Nos perguntarmos porque desenterrar o passado que todos queremos esquecer ? Porque não só seguir em frente e ficar sem a verdade pelo resto de nossas vidas enquanto tememos que algo mude nessa rotina monótona e sempre segura? É dificil sair do que é comôdo para nós, e talvez seja esse o motivo porque temos que correr atrás daquilo que pode nos colocar emperigo. Não sei vocês, mas eu prefiro correr o risco para ter a verdade do que viver uma mentira só porque parece o melhor para nós ficarmos seguros.
–Eu não tinha parado para pensar assim, na verdade. Eu só achei que vocês talvez soubessem me dizer sobre a cidade.-falou Beatrice.-Vim aqui para ver se Chicago estava mesmo abadonada e que fosse seguro voltar. Era o que nosso general queria, mas ele era da Audácia e, pensando bem, nunca cheguei a reparar que o prefeito tivesse algum interrese na nossa volta para casa.
–Um daqueles casos, bom demais para ser verdade?-Perguntou Clarisse. Beatrice assentiu.-Daquele tipo,' todos nos ajudaram quando precisavamos, mas a forma como trataram os estranhos que eramos foi gentil demais' ?
–Sim. Me perguntava isso quando era menor, mas meus pais sempre diziam que era bobagem de criança.-ela disse.- Mas agora penso se não...
–Na verdade, acho que você tem toda razão.-disse Clarisse.-Acho que deveriamos "reabrir o caso" e investigar isso.
–"Investigar"?-retrucou Zeke.-O que somos agora? o FBI?
–Não, mas talvez seja o mais próximo que poderemos ser.-respondeu Uriah.-Acho que vocês duas estão certas, talvez seja a coisa mais esperta a se fazer agora: Descobrir a verdade. Não quero viver minha vida baseada na mentira que me contaram.
–Tá, só tem um porém.-falou Marlene.-Estamos na estaca zero, por onde começamos? Vamos atrás de quem ou do que?
–O escritório do David.-respondeu Clariise,levantando a cabeça como se estivesse visualizando tudo.-Já fui lá uma vez. Só queria um dos brownies que Rose fazia para ele e nunca me deu um. Eu só tinha 12 anos, mas acho que as coisas não mudaram muito desde aquela época.Como o resto da casa. Tem muitas gavetas lá, estão todas trancadas. Tentei abrir uma para ver o que tinha dentro enquanto comia os brownies. Teria conseguido, mas ouvi passos e saí correndo antes que alguém percebesse que estive lá. Mas, se as gavetas estão trancadas e só David tem acesso a elas é porque há alguma coisa lá dentro que é importante o suficiente para que ele não queira que ninguém descubra.
–Certo, Clarisse. Porqu você acha acha que elas estariam destrancadas agora?-Perguntou Quatro.-O que teria mudado?
–Nada.-respondeu.-Eu não falei nada sobre gavetas abertas. O que quero dizer é que eu poderia arromba-las.
–Arrombar?-perguntou Marlene, incrédula.-E como você prentende fazer isso? Se quebrar a gaveta, isso vai entregar a gente como culpados, ou qualquer outra pessoa que estivesse aqui hoje.
–Eu não falei nada de quebrar gavetas, Marlene.-respondeu Clarisse.
–Então como?- Clarisse deu de ombros.
–Alguém aqui tem um grampo de cabelo ou um clips?