Notas iniciais
É, eu sei que devem estar querendo me matar... Mas eu tenho uma explicação para a demora...
Antes de mais lamento muito esta demora, mas eu estou super atarefada com a faculdade e para piorar tive um problema de saúde que me deixou meio que cega de um olho me impedindo de ficar muito tempo em frente do note....

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Quero dedicar este capitulo a :
->Natália I
->DeniseBelle26
->Brenda Somerhalder
->Laryssa Gonçalves
->Anônimo

Muito obrigada pelas recomendações *--* eu amei cada uma delas.

Pov. Caroline

-Vamos jogar Caroline. Você sabe que não pode fugir… — estava sentindo meu coração bater tão forte que estava até ficando com medo que fosse explodir. Eu não sabia para onde estava correndo. Era apenas uma imensidão escura… o vazio… o medo… o nada… Mas a voz dele.. A voz dele estava em todos os lados, ecoando em todos os cantos, me torturando com aquela gargalhada horrorosa.

-GRITA CAROLINE! QUERO OUVIR VOCÊ! – caí de joelhos naquela imensidão escura, sentindo a respiração nojenta do monstro em meu pescoço. Eu não podia gritar… Mamã morreu por causa de meu grito… Não podia…

Por muito que corresse, por muito que tentasse fugir, nada o impedia de sempre me achar. Era como se ele estivesse em toda a parte, sempre pronto e desejoso a me torturar. Senti suas mãos manchadas de sangue afagar meus cabelos os deixando pegajosos. Fechei os olhos, tentando sufocar o choro… Eu estava com tanto medo…

-Eu vou voltar. Você é minha…

Dream off

Me levantei em um impulso ainda meio sonolenta, sentindo meu coração bater descompassadamente. Meu coração estava doendo de tão forte que estava batendo. Porque ele continuava me atormentando? Porque ele não podia simplesmente sumir e me deixar?

Senti minha cama molhada, e logo voltei a chorar. Mamãe Bella iria ficar chateada por eu ter feito de novo xixi na cama.

Peguei meus óculos e me levantei despindo meu pijama, procurando outro no enorme armário. Fui até ao banheiro e me lavei, rapidinho trocando minha calcinha e o pijama. Subi no pequeno banquinho que mamãe Bella havia comprado para eu poder usar o espelho. Nunca percebi muito bem porque os meninos na escola não gostavam de mim. Afinal eu era perfeitamente normal, tinha uma boca, dois olhos, um nariz…

Ok, na verdade sei que disso se devia ao facto de não falar, mas os bebés também não falam, e todo mundo gosta de bebés.

Me lembrei que antes de mamãe Bella fazer o diretor Funk expulsar Jessie e Kyle da escola por me terem machucado, eles sempre ficavam falando de como eu era uma aberração por não falar. Jenny minha amiga sempre tentava me defender, mas aquilo só piorava tudo.

Mas agora já ninguém me batia, nem ficava roubando meu lanche. Agora meus colegas de classe pareciam quere ser meus amigos, mas eu não confiava em nenhum deles, apenas em Jenny que sempre falava comigo por papelinhos em que escrevíamos. Não que eu soubesse escrever muito bem, já só aprendi este ano, mas dá para “comunicar” com Jenny.

Desci do banquinho e voltei para o quarto encarando a cama. Senti uma onda de medo se apoderar de meu corpo, e recuei alguns passos até à porta. As lembranças do monstro estavam de novo vivas em minha mente, e o medo de ele aparecer ali para me levar estava fazendo meu coração disparar.

E se ele voltasse? E se ele viesse machucar mamãe Bella e papai Edward? Será que mamãe Bella ficaria chateada por eu chamar Edward de papai? É, me lembrei que mamãe Bella nem sabe que eu a chamo de mamãe como minha mamãe Elizebeth disse que eu podia.

Minha cabeça estava uma bagunça e estava de novo sentindo o medo se apoderar de meu peito. Saí de meu quarto e caminhei pelo enorme corredor até ao quarto de mamãe Bella.

Tentei abrir a porta mas ela estava trancada e meu coração disparou. Mamãe Bella nunca trancava a porta! Tentei me acalmar e bati algumas vezes na porta. Estavas prestes a ir chamar tio Seth pedindo por socorro quando a porta foi aberta e me deparei com papai Edward.

Pera… O que papai estava fazendo ali? E sem camisa? Edward estava com a cara amassada e os cabelos ruivos mais bagunçados do que de costume. Os cabelos de Ed sempre me lembrava quando um desenho da Tv apanhava um choque… Ficavam assim com os cabelos, era bem divertido.

-Caroline? O que aconteceu? – Edward se baixou me encarando com os enormes olhos verdes. A melhor parte de pintar quadros de papai Ed era sempre tentar chegar ao tom verde certo para pintar os olhos…

Corei apenas encolhendo os ombros. Normalmente eu teria entrado no quarto de Mamãe Bella e teria ido dormir para junto dela como sempre fazia quando tinha um sonho ruim.

-Você tem fome? – revirei os olhos para aquela pergunta e apenas neguei com a cabeça. Ed pareceu pensar por um momento e suspirou em derrota.

Era nestes momentos que ficava me sentindo mal, eu queria muito falar mas não consigo. Judy minha psico… psico qualquer coisa.. UGH. Minha médica da cabeça, sempre falava que quando chegasse o momento certo eu iria conseguir falar como todo mundo, e que eu estava “apenas” traumatizada.

-Caroline? – mamãe Bella apareceu finalmente com a voz muito sonolenta piscando várias vezes. Entrei o quarto e me joguei em seus braços nos fazendo cair na cama. Logo as lembranças do sonho ruim se apoderaram de novo de minha mente e apertei mais mamãe Bella contra mim, querendo ter a certeza de que ela estava ali… De que ela estava bem, e que o monstro não a havia machucado.

Senti as lágrimas de novo se apoderarem de meus olhos, e escondi meus rosto envergonhado no pescoço de mamãe. Não queria que Edward me visse chorar…

-Você teve um sonho ruim? – sentir o hálito quente, e o sussurro doce de Bella em meu ouvido me acalmou instantaneamente. Acenei positivamente com a cabeça e logo Bella me abraçou como sempre fazia quando eu tinha um sonho ruim e me acomodou na sua enorme cama me cobrindo com as cobertas e me abraçando contra seu peito.

Sentir as batidas calmas e ritmadas de seu coração fez o meu se acalmar como que por magia. Me grudei completamente ao seu calor. Estava quase dormindo quando senti outro corpo se afundar na enorme cama e me esquentando as costas, me abraçando a mim e a mamãe Bella.

-Eu vou proteger vocês duas, eu prometo. – e pela primeira vez me senti completamente feliz e amada como uma criança normal que dormia com o pai e a mãe.

Pov. Dereck

-Seu idiota inútil! Por culpa daquela sua vadia tenho a porra da polícia à perna! – dei mais um soco na cara de meu irmãozinho Tom, sentindo os ossos de meus dedos estalar.

-Eu não tive culpa! Que culpa tenho eu de você ter deixado aquela sua bastarda viva?! – senti meu sangue ferver e pontapeai Tom no estômago. O cheiro a álcool e urina estava me fazendo arder os olhos e meu estômago estava revirando. Me baixei junto ao corpo de Tom o agarrando pelo cabelo curto completamente oleoso, o fazendo me encarar. Esfreguei a ponta da lâmina de minha faca pela garganta daquele inútil querendo sua total atenção apesar da bebedeira.

Os olhos de Tom, transmitiam aquela sensação gostosa de medo e horror. Meu irmãozinho estava completamente aterrorizado com minhas revelações. E daí, que eu havia matado algumas pessoas? Algumas pessoas não mereciam viver pelo simples facto de ficarem atrapalhando meus planos.

-Você vai me ajudar a calar a puta da sua filha e a conseguir o dinheiro da Swan! – apertei mais a faca contra a garganta do idiota, deixando minha intenção bem clara. Tom era um imbecil, mas iria precisar de ajuda para apanhar aquela bastarda. A maldita da Swan resolveu, botar um monete de capangas protegendo minha adorada filhinha depois que descobriu que eu havia sido visto rondando a cidade.

-Eu prometo. Só me larga! – dei mais um soco em Tom e saí o deixando ali como o monte de lixo que ele era. Merda de inútil. Só estava vivo por ter acesso ao tribunal, senão já estaria por baixo de sete palmos de terra.

Saí para as escuras ruas de Forks e logo coloquei meu capuz e apertei melhor o cinto onde estava minha faca e minha arma. A vadia da Swan havia colocado um monte de idiotas me procurando e não podia arriscar ser visto por ninguém e muito menos apanhado por um daqueles capangas. Já me havia bastado ter de matar aquele merda de detetive. Mas fazer o quê? Ele estava perto demais e podia se tornar perigoso.

Caminhei por mais alguns minutos até chegar à escola de Forks e me aproximei do pequeno portão que estava por trás da cantina. Abri minha mochila e consegui logo achar a chave de fendas, mesmo sem qualquer tipo de iluminação. Apenas rodei algumas vezes a chave e apliquei um pouco de força e logo consegui abrir a porta. Cambada de incompetentes.

-HEY! O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AÍ? – merda. Senti meu sangue gelar com a luz fraca da lanterna do segurança apontada em minha cara. Levantei os braços me fazendo de rendido e me virei para o homem. Sorri internamente percebendo que era apenas um segurança gordinho e baixinho muito ao estilo daqueles que ficavam o dia sentados coçando a bunda e comendo donuts. O idiota não devia saber nem como segurar a arma direito. Pobrezinho… Infelizmente para ele não teria nem como aprender a usar uma arma. Mas agora, teria um conflito muito difícil para resolver.

Qual o jeito mais divertido de matar aquele pote de banhas? Faca ou a minha linda Glock? Hmmmm…

-É melhor me deixar ir embora… — o homem me olhou com uma cara decidida segurando firmemente a arma. Pobre idiota.

-FIQUE QUIETO OU EU DISPARO! SE VIRE E SE AJOELHO NO CHÃO COM AS MÃOS BEM VISIVEIS! – fiz o que o monte de banhas mandou e me ajoelhei com as mãos no ar. O gordinho se aproximou de mim ainda com a arma em punho já preparando as algemas. O homem algemou minha mãos e assim que arrumou a arma achando que estava tudo certo, lhe esmurrei a cara com os pulsos algemados. O homem deu um grito de dor caindo no chão com as mãos no nariz tentando estancar o sangue no nariz que estava visivelmente quebrado.

-Seu idiota. Só me fez perder tempo. – o homem ainda tentou pegar seu comunicador, mas o chutei entre as pernas com força o fazedo soltar mais um grito de dor. Ah, a linda melodia da dor.

Com as mão ainda algemada, peguei a minha linda faca de mato icel. Chutei as pernas do homem me ajoelhando entre suas pernas o obrigando a me encara. O homem arregalou os olhos, e neles estavam espelhados o medo e o terror.

-SEU LOUCO! O QUE VOCÊ … — antes do segurança terminar a frase cravei a faca em seu peito com todas as minhas forças. O homem morreu instantaneamente. Retirei a faca do corpo do homem e logo o sangue começou a jorrar de seu peito.

Minha tática e prática de há muitos anos me permitiam matar com perfeição. Posso dizer que fui bem solidário com o homem, já que a morte foi rápida e de certa forma indolor. Estava de novo sentindo aquela sensação gostosa de poder absoluto. Sim, porque fui eu que decidi quando e como seria o ultimo suspiro daquele homem.

Peguei a chave do bolso do homem e retirei as algemas. Despedacei o corpo com perícia jogando os pedaços para um arbusto os ocultando com alguns ramos. Com sorte seria encontrado apenas daqui a algumas semanas já que o frio atrasaria a decomposição.

Esfreguei minhas mãos tentando limpara algum do sangue seco, e fui até ao pequeno portão que eu já havia conseguido abrir.

Assim que entrei na escola retirei o mapa de meu bolso e segui até à parte onde Caroline costumava ter aulas.

Agora era só me esconder e esperar por minha doce garotinha.

Ah, doce Caroline logo você estará com o papai.

Pov Bella

Não sei nem como descrever a felicidade que estava me consumindo. Edward estava diferente, e eu estava certa de que lhe dar uma chance era a coisa certa a se fazer.

A noite passada me fez enxergar de como ficar com Edward apresar de parecer tão errado podia ser tão certo. Eu o amava com todas a força do meu ser, apesar de ainda não estar preparada para falar aquilo para ele.

Receber Caroline em meu quarto a meio da noite não foi algo que eu estivesse esperando… Mas Edward amava Caroline e era bem visível a admiração que minha filha tinha pelo meu futuro quase namorado. É, me chamem louca mas era isso que Edward era. Ainda não havia recebido um pedido oficial, mas Edward dava a entender que era isso que seriamos. Namorados… Se falassem isso para mim há alguns anos eu diria que devia estar sonhando com alguma realidade paralela ou algo do tipo.

Eu, namorando Edward Cullen… Ok parei.

Não estava me conseguindo concentrar em meu trabalho. Tudo estava rondando minha mente. Primeiro, Tanya que estava com um tumor grave na cabeça, internada no hospital. Depois a vadia da Tiffany, mãe de Tanya estava me ameaçando. E por fim e pior que tudo, Seth não estava conseguir achar o “pai” de Caroline. Aquele maldito homem parece ter sumido da face da terra.

Assim que consegui o processo de Caroline, o entreguei para meu advogado para conseguir ganhar definitivamente a guarda de Caroline e assim proceder à adoção. Mas claro que não seria fácil. Primeiro porque não havia provas de que o pai biológico de Caroline era mesmo o assassino que a policia acreditava ser. Segundo, Caroline tinha família por parte do pai, ou seja o Denali. Tanya não faria nada, mas Tiffany estava arruinando a estratégia de meu advogado Joshua. E por ultimo, eu era mãe solteira e apesar de ter estabilidade económica, Irina aquela maldita assistente social achava que Caroline precisava de mais do que isso. Precisava de uma família. Por outras palavras, precisava de um pai e uma mãe.

Joshua achava que o melhor jeito de ganhar em tribunal seria achar Dereck Denali e o botar atrás das grades.

Ugh! Porque tudo tinha de ser tão complicado? Malditos… Meus pensamentos e xingamentos foram interrompidos por duas batidas na porta. Teria de arrumar uma nova secretária até Tanya volta.

-Entre! – logo um Edwrad sorridente surgiu na porta fazendo meu coração esquentar.

-Oi… Posso? – Edward não esperou uma resposta e simplesmente entrou na minha sala fechando a porta.

-O que deseja senhor Cullen? – usei meu tom formal e indiferente, pelo simples habito de o fazer. Edward franziu a testa e se aproximou de mim contornando a mesa, girando minha enorme poltrona e me erguendo em seus braços fixando seus lindos olhos verdes nos meus.

-Vai fingir que a noite passada não aconteceu? – Edward estava com o maxilar travado e uma expressão de dor no rosto.

-Não… Me desculpe. É a força do hábito… — corei com o sorriso radioso que apareceu no rosto de Edward.

-Então… Eu posso te beijar? – meu coração disparou com os olhos brilhantes de Edward.

-Pode… — Edward me puxou para si e logo senti o calor de seus lábios contra os meus. Meu coração disparou com o contacto de nossa boca, e me senti vibrar com sua língua quente explorando minha boca. Meus dedos logo se enterraram naqueles incríveis cabelos que eram tão sedosos como pareciam. O puxei mais para mim eliminando qualquer possível distância. Edward me prendeu mais contra si, e logo senti sua ereção cutucar minha barriga, incendiando todo meu corpo.

E como que tudo o que é bom acaba depressa, fomos interrompidos pelo toque irritante do meu maldito celular. Tentei me afastar mas Edward se apoderou de meu pescoço, lambendo e chupando ali, me deixando completamente nas nuvens.

-Eu… precisooooo atender… — porque eu precisava de atender mesmo? Edward me beijou de novo mordiscando meus lábios e afagando meus cabelos.

-Atende logo isso… ta cortando o clima… Mas depois, você é toda minha- Edward falou meio rouco, me piscando o olho falando a ultima frase. Peguei o celular ainda inebriada pelo beijo.

-Alô?

-Isabella Swan? – não conhecia aquela voz grossa… Olhei para o ecrã do celular tentando identificar o número, mas era desconhecido.

-A própria. Quem está falando? – ouvi uma gargalhada grossa do outro lado da linha e me afastei de Edward. Mas que porra era aquela.

-Dereck Denali. Sabe quem eu sou não é beleza? – logo meu coração falhou uma batida e sento todo meu corpo tremer.

-O que você quer?! – meu coração estava tão acelerado e descompassado pelo medo que temia que fosse possível explodir.

-Hmmm… Acho que a pergunta correta seria: O que eu tenho e você quer.- o que aquele psicopata estava para ali falando?

-Eu tenho mais que fazer do que ficar escutando suas merdas! Diga logo o que você pretende!

-Isabella, Isabella, que falta de educação. Bom, mas vamos ser diretos sua vadia. Você não sabe com quem andou jogando. Facto é que não gostei nada de ter detetives privados e seus seguranças me procurando, e devo confessar que alguns, chegando muito perto… Mas claro que logo tratei de me livrar daquele merda. – senti todo meu corpo gelar. Ele estava admitindo que matou um dos detetives que eu havia contratado? Ele era louco! Completamente louco!

-Continuando… Digamos que eu não gostei nada de sua atitude minha querida. Mas já que esteve tão empenhada em descobrir a verdade… Vou contar uma historinha para você. Então, era uma vez uma puta chamada Elizabeth, eu era perdidamente apaixonado por essa vadia. Então, certo dia a vadia decidiu me trair, e insinuar que era eu o pai daquela criancinha bastarda. Não consegui logo me livrar daquela coisa, então tive de procurar a puta traidora e a filha bastardinha. As achei, matei o amante, matei a puta mas a bastardinha conseguiu fugir…. –senti meu sangue ferver com aquela voz asquerosa e com a confirmação dos atos daquele homem.

-SEU FILHO DA PUTA NOJENTO! QUANDO EU APANHAR VOCê EU VOU…

-Nah nah nah minha querida. Eu vou ditar as regras. Sou eu que mando e eu que vou falar o que vai acontecer aqui. Afinal você não ia gostar nada que Caroline se machucasse não é? – o que aquele monstro estava querendo?!

-NÃO PENSE SEQUER EM SE APROXIMAR DE MINHA FILHA SEU PSICOPATA! – uma gargalhada nojenta foi ouvida do outro lado da linha, e Edward estava visivelmente preocupada, afagando meus ombros tentando perceber o que estava acontecendo.

-Acho que seu aviso já vem um pouco tarde. Afinal eu e Caroline já estamos aqui nos divertindo, apenas esperando você para completar nosso joguinho. – entrei em choque e me sentei na cadeira completamente chocada, sentindo o medo em cada fibra de meu corpo.

-Isso é mentira! Johny está com ela na escola e…

-Está falando daquele guarda costas da treta? Tsc, tsc tsc… Digamos que o Johny foi de férias… Até ao inferno. – meu deus ele era doido! E ele estava com minha filha….

-Você o matou?! Porque você fez isso seu louco?! Você te noção que já matou mais de 5 pessoas? Você é completamente doido! Porque você fez isso?!

-Eu fiz isso por mim. Puramente egoísta, amo a arte de matar repetidamente... Simples assim…

Mas voltando ao que importa querida Isabella, só liguei para dizer que não precisa de se preocupar com a bastardinha. Vou cuidar direitinho dela, até você se juntar ao nosso joguinho.

-ME DIZ O QUE VOCÊ QUER PORRA! É DINHEIRO?! EU PAGO! Mas por favor não machuque minha filha. – sussurrei a ultima parte completamente desesperada já sentindo o choro se apoderar de mim.

-Oh, que poético. Mas sou eu que dito as regras. Então, se livre de seus seguranças incompetentes e quando chegar o momento eu irei encontrar você. Por agora é tudo. E nem tente chamar a policia! A cada merda que você fizer é a sua filhinha bastarda que sofre. – engoli em seco sentindo um medo horrível em meu peito não conseguindo evitar as lágrimas.

-By by minha linda. Até breve. – e ele desligou. Simples assim. Me deixando completamente desesperada. Deixei o celular cair e comecei a chorar desesperadamente com um Edward confuso tentando me acalmar.

-Bella amor, por favor me diz o que aconteceu! – Edward passava as mãos em meu rosto limpando as lágrimas tentando me acalmar, mas eu só estava conseguindo pensar em minha garotinha que devia estar completamente horrorizada e desesperada de medo.

A porta de meu escritório foi invadida por um Seth completamente ofegante e desesperado e aflito que assim que olhou para mim percebeu que eu já sabia do que havia acontecido.

-Ela já sabe… Eu lamento Bella… — Seth falou com a voz sofrida.

-Alguém pode por favor explicar o que aconteceu? – Edward estava completamente desorientando sem saber de nada

-Dereck Denali raptou Caroline. – assim que Seth falou aquilo o tempo pareceu parar e o choque de realidade caiu sobre mim e sobre Edward que soltou um grito desesperado, fazendo a dor em meu peito aumentar e desejar que tudo aquilo fosse apenas um pesadelo.

Notas finais
Eu realmente lamento muito ter demorado, mas minha vida está bem dificil.

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Quero agradecer a todas as leitoras que tiveram o cuidado de entrar em contacto comigo por MP perguntando se eu iria desistir da fic.

Divas por muito que eu demore ( que eu espero não demorar muito a partir de agora) eu nunca vou deixar de postar esta fic, Ela é demasiado importante para mim ♥

EM RELAÇÃO AOS REVIEWS

Eu amei cada um deles e lamento por não ter tido tempo de responder a todos... Irei tentar responder a cada review porque vcs realmente merecem. Mas se eu não conseguir pesso desculpa mas estou me dividindo aqui tentando fazer de tudo um pouco.

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Em relação ao capitulo, espero que tenham gostado :D A fic está na reta final, por isso gostaria de ter a opinião de vocês e claroo se acharem que a fic merece, algumas recomendações ;)

bjs e até ao proximo :D