A Vingança De Uma Nerd

21 Bónus: "Histótia de Caroline."


Notas iniciais
Ola gente :) Como vocês estão??? :o
Antes de mais nada quero dedicar este capitulo à Nathy Braga e lhe desejar um feliz niver :) bjs :D

E claro quero dedicar tambem à diva linda da Agniz que deixou uma linda recomendação *---*

Bom, não demorei nada né? Espero que gostem da história da Caroline :)

AVISO IMPORTANTE NO FINAL!!!!!!!

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Pov. Narrador

Forks 24 de Novembro de 2009


A mulher corria desesperadamente pela floresta, protegendo a cabeça de sua filha dos ramos das árvores e arbustos. Tinha de chegar logo à pequena cabana onde sabia que Stefan a esperava, com os passaportes.

Elizabeth sentiu um enorme alivio assim que avistou a enorme “cabana” e correu mais rápido ainda.


–Mamãe estou, com soninho… — a pequena Caroline, se aconchegava melhor no pescoço de sua mãe, alheia ao perigo que corriam naquele momento. Elizabeth estava ofegante apenas abrandando o passo quando finalmente conseguiu entrar na pequena casa na floresta. Tentou acender as luzes, mas a tempestade deve ter provocado algum curto circuito. A pequena Caroline acordou e sua mãe a pousou no chão, tacteando no escuro até finalmente achar uma vela, que acendeu com o isqueiro.


–Mamãe, porque não podemos ir para casa… Tou com medo… — a menininha soluçava, e seus olhinhos cor de mel estavam banhado de lágrimas. Aquilo estava partindo o coração jovem de Elizabeth.


–Está tudo bem bebé… Vamos só esperar o tio Stefan e depois vamos viajar como a mamãe prometeu. – Elizabeth estava ficando preocupada com a demora de seu amigo, Stefan. Mas Caroline e Lizzy não estavam sozinhas naquela velha casa da floresta. No primeiro piso, um homem estava dilacerando o corpo de Stefan, escondendo os restos mortais em uma velha mala. Se livraria daquilo mais tarde. O psicopata sorriu ao ouvir a movimentação no andar de baixo.


A luz voltou repentinamente e Elizabeth entrou em pânico ao se deparar com as paredes da casa completamente manchadas de sangue, assim como vários objectos jogados no chão completamente destruídos. Em um impulso rápido Elizabeth pegou sua filha no colo e correu para a porta, mas paralisou assim que ouviu a voz nojenta do homem…


–Sabe que é feio sair sem se despedir? Você sabe perfeitamente que gosto de minhas vadias submissas. –Elizabeth apertou mais a pequena Caroline contra seu peito. Nunca havia temido tanto pela vida como naquele momento.


–Nem tente fugir. Ou sua filha irá sofrer em dobro. – Elizabeth, pousou a menina no chão se virando para o homem, protegendo a menina do olhar mortal do homem.


–Dereck… Por favor, deixe minha filha… — o homem sorriu maquiavelicamente passando a enorme faca de cozinha manchada de sangue pelos lábios. Caroline não estava entendendo nada do que estava acontecendo, mas assim que viu a faca se assotou e se escondeu atrás de sua mãe.


–Por quê Lizzy? A Caroline vai participar em nossa pequena brincadeira… -Elizabeth não deixou o homem terminar a frase e lhe jogou com o vaso que estava junto da porta, empurrando a filha para fora da casa.


–CORRE CAROLINE! – a menina ainda hesitou, mas sua mãe abriu a porta e a empurrou, para fora da casa a seguindo em sua corrida.


Dereck não iria deixar sua vadia fugir. Seguiu a mulher e deu um tiro certeiro no ombro da mulher que caiu na grama. Assim que viu sua mãe no chão Caroline parou tentando arrastar sua mãe que estava sangrando.


–Filha… corre.. – Elizabeth estava meio tonta com a queda e seu ombro estava doendo apesar da bala ter apenas atingido de raspão.


–Não!! Anda mamãe, levanta! Vem ali o homem mau… — Caroline se sentou na grama abraçando sua mãe. Dereck correu até junto das duas e deu uma forte pancada na cabeça da menina a deixando inconsciente.


–Dereck… por favor… Ela é sua filha… — Elizabeth queria a todo o custo encontrar um pouco de humanidade e compaixão no homem.


–Minha filha? Como posso saber isso sua puta? Você é uma puta, qualquer um pode ser pai dessa coisa. – Elizabeth sabia que não sairia dali com vida, apenas queria que sua pequena Caroline ficasse a salvo.


O homem jogou a mulher em seus ombros, e pegou a pequena garotinha inconsciente com o braço que tinha livre. Ao contrário da maioria dos cafetões, Dereck era musculoso com um bom porte atlético e extremamente encantador. Como Elizabeth não iria se apaixonar? Ele a havia salvo da miséria, ele lhe ofereceu emprego como Stripper em sua boate em Seattle, mas claro que só ele podia tocar em Elizabeth, sua beleza rara o havia encantado e mais nenhum homem poderia desfrutar dos prazeres que aquele belo corpo lhe proporcionava.


Mas aquela vadia o havia traído! Ele nunca quis uma filha! Aquela puta traiçoeira só o podia ter atraiçoado! Dereck carregou as duas para dentro da casa, as jogando no chão. De seguida foi buscar uma cadeira e algumas cordas na garagem, não se preocupando sequer com a possibilidade de Elizabeth fugir, aquela vadia nunca deixaria a filha sozinha. Dereck voltou até à sala e sentou a garotinha ainda desacordada na cadeira a amarrando com as cordas.


–Dereck, o que você está fazendo?! Por favor deixe nossa filha fora disto! – o homem deu um forte tapa no rosto de Elizabeth.


–Ela. Não. É. Minha. Filha!!! – o homem estava completamente possuído pelo ódio. Mas será que Lizzy era tão culpada assim? Será que ela o havia mesmo traído? Não… Caroline era mesmo filha de Dereck. Apesar de ter apenas 16 anos, Lizzy ficou radiante ao descobrir sua gravidez. Aquela seria sua oportunidade de construir uma família e procurar um emprego um pouco mais digno. Era sua oportunidade de mudar de vida… Mas Dereck não havia gostado da notícia, insinuando que aquela criança não lhe pertencia e que ela o havia traído. Emma, uma das Strippers do clube já havia avisado a ingénua Elizabeth, que Dereck era um sociopata e que a forma como agia em relação a Lizzy não era nada normal. Mas o amor era cego e Elizebeth apenas tomou consciência do perigo que Dereck representava para ela e seu bebé, quando ele a espancou. Elizabeth fugiu para Forks com a ajuda de Stefan um amigo de Emma, conseguiu finalmente trabalho em uma lanchonete e viver com sua filha. Foram os melhores 5 anos de sua vida… Mas, Dereck estava tão louco que não desistiu até encontrar as duas. E conseguiu achar a mulher com a ajuda de alguns de seus traficantes que haviam feito circular a fotografia de Elizabeth entre sim.

Dereck algemou Elizabeth à mesa de centro de ferro e se sentou sobre seu ventre.


–Você foi uma menina muito má Lizzy, vou ter de castigar você. – Elizabeth sentiu uma enorme vontade de vomitar quando o homem passou a faca manchada de sangue por sua bochecha. A mulher tentava se debater, ignorando completamente a dor em seu ombro se concentrando apenas em sua filha que estava amarrada.


–Dereck… Eu volto para Seattle com você. Eu prometo nunca mais fugir… Eu…- o homem calou a mulher com um beijo, que fez um esforço enorme para corresponder ao beijo mas estava apenas sentindo nojo, medo e ódio pelo homem. Dereck separou os lábios de ambos e sorriu, mordiscando o lóbulo da orelha de Elizabeth.


–Boa tentativa putinha, mas ninguém me trai! – o homem rasgou a blusa da mulher e cortou o sutiã com a faca, abocanhando o seio direito de Elizabeth que gemeu. Não de prazer, mas sim de dor e nojo. Nojo por aquele homem asqueroso estar tocando seu corpo, e dor pela presença de sua filha. Dereck tirou a camisa se debruçando sobre o corpo da mulher que estava se debatendo. Mas apenas o grito de horror da pequena garotinha foi capaz de arrancá-lo do transe em que se encontrava.


–MAMÃE! – Caroline tentava se debater, mas as cordas eram grossas de mais. O homem sorriu e se levantou, caminhando até à garotinha que tinha os olhos banhados em lágrimas.


–Oh, não chore minha linda. Eu e sua mamã estamos apenas brincando. – o homem passou um dedo manchado de sangue pela bochecha de Caroline, que apenas queria sair dali e volta para casa com sua mamãe.


–A mamãe não quer brincar com você! – a menina gritou por entre lágrima, fazendo o homem gargalhar-


–Sabe o que eu acho? Acho que você está apenas com ciúme por não estar a participar em nossa pequena brincadeira… Mas você merece brincar não é? Vamos jogar um joguinho Caroline. – a menina sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo o medo e as lágrimas a dominavam.


–DERECK! DEIXE MINHA FILHA! – Elizabeth se debateu com as algemas não se importando com a dor no ombro.


–Oh amor, você não disse que ela era minha filha? Estou apenas querendo brincar com minha filhinha. – naquele momento o coração de Caroline parou. Como aquele homem mal podia ser seu pai? Não…


–Ma…Mamãe? – a menina estava confusa e não estava entendendo nada.


–Filha… só feche os olhos sim? – a menina obedeceu à mãe não a querendo contestar. Mas aquilo não estava nos planos de Dereck, que fez um corte com a faca no obro de Lizzy que gritou.


–ABRE OS OLHOS CAROLINE! OU EU MACHUCO SUA MAMÃE! – a menina abriu os olhos, deixando o homem satisfeito.


–Vamos jogar um joguinho Caroline. Eu vou fazer coisas gostosas com a minha putinha e você vai ter de assistir, cada vez que fechar os olhos ou gritar a mamãe, vai sofrer. Dereck se posicionou sobre Lizzy lhe deslizando as calças jeans e a calcinha pelas pernas, a mãe de Caroline se debatia temendo pelo que sua filha iria assistir. Dereck baixou as calças e a cueca box expondo seu membro.


–Você vai gostar Lizzy, sempre gosta minha putinha. – Dereck deu uma forte estocada se deliciando com o corpo quente de sua amante. Seria realmente um desperdício… Elizabeth tentava controlar seus gritos. Não havia nem um único vestígio de prazer, apenas dor e nojo. Dereck estocava seu membro cada vez mais forte quase chegando ao extase. Caroline chorava silenciosamente vendo a expressão de dor nos olhos de sua mãe. Ela não entendia o que o homem estava a fazer com sua mãe. Dereck finalmente gozou, e saiu do corpo de Lizzy que gemeu de dor. Ela havia sangrado pela falta de lubrificação e Caroline não susteve o grito ao ver sua mãe sangrando dali…O grito de Caroline foi tão alto e aterrorizado, mas para Dereck aquilo havia sido como a mais bela das melodias.


–Ora, ora minha linda Caroline se esqueceu das regras do jogo? – o homem apena gargalhou ajeitando sua calça. Pegou a faca e se ajoelhou entre as pernas de Lizzy.


–Agora a mamã vai ser castigada. – o homem deslizou a faca no interior das cochas de Lizzy que gritou de dor. Não havia como abafar o gritou, ou suster as lágrimas. A carne era fraca, e nem o amor por sua filha conseguia fazer Elizabeth reprimir o grito e os soluços.


–MAMÃE! – Caroline gritava com todas as suas forças, mas quanto mais gritava mais fundo Dereck afundava a faca.


–Grita Caroline! A mamãe está sofrendo e a culpa é toda sua! Grite! – os gritos de Lizzy haviam desligado o cérebro de Caroline. A pequena garotinha sentia os gritos de sua mãe ecoarem em sua mente, e a única forma de os abafar era gritar junto. Finalmente os gritos de Elizabeth haviam sessado… Estaria ela morta? Não… A dor foi tão forte que ela havia perdido a consciência. Dereck saiu de cima de Lizzy e pegou uma enorme lata de gasolina. Espalhou o liquido por toda a sala e jogou algum sobre o corpo da mulher. Dereck ficou algum tempo apreciando sua obra de “arte” antes de se ajoelhar junto de Caroline prendendo as cordas com mais força.


–Você perdeu nosso joguinho Caroline… Eu avisei que não podia griatar… Agora que sofreu as consequência foi a mamãe… Você viu o que fez? Por culpa de seus gritinhos irritantes a mamãe se machucou. – os olhos de Caroline se arregalaram. O que o homem estava para ali falando não fazia qualquer sentido, mas a pequena garotinha acreditou. Acreditou que tudo aquilo foi culpa sua.


–Bom, agora vou ter de ir. Mas antes vou mandar vocês para um lugar melhor. – o homem ligou o isqueiro e sorriu para a garotinha. Jogou o isqueiro para um canto que estava completamente regado de gasolina que logo se incendiou.

–Adeus Caroline. – o homem deu um beijo na testa da menina. Era realmente um desperdício, a menina havia puxado toda a beleza e encanto de Lizzy, mas Dereck não era pedófilo, nem se sentia minimamente atraído pelo corpo da garotinha. Ainda pensou em esperar alguns anos, mas era demasiado impaciente e a fedelha poderia lhe trazer problemas. Dereck saiu antes que as chamas se aproximassem dele e fugiu pela floresta.


Caroline estava a entrar em pânico, estava muito calor e o fumo estava fazendo seus olhos arderem. Elizabeth despertou com o cheiro do fumo se sentindo sufocada. A dor entre suas cochas era insuportável, mas o mais importante no momento era se soltar e tirar a filha daquele inferno.


–C…Caroline… — uma lágrima solitária correu pelo rosto da mulher que ainda algemada via o fogo se aproximar e nada poderia fazer. Aquele seria o seu fim…


Um homem estava caminhando pela floresta quando sentiu o cheiro do fumo e seguiu o rasto até à casa. O homem não pensou duas vezes e adentrou na casa em chamas.


–ESTÁ AQUI ALGUÉM? – o homem gritava, e assim que Lizzy ouviu o homem, juntou o resto de suas forças e gritou.


–AQUI! POR FAVOR! NOS AJUDE! – o homem correu para dentro da casa, evitando o fogo e entrou em choque ao ver todo o sangue espalhado pela divisão e a mulher algemada. Mas o que mais chocou, foi a pequena garotinha amarrada com cordas grossas a uma pequena cadeira.


–POR FAVOR! SALVE MINHA FILHA!!! – Elizabeth gritava, e tossia desesperada todo o fumo de seus pulmões. O homem saiu do transe e logo soltou a menina cortando as cordas com uma pequena navalha. A menina logo correu para a mãe se agarrando à mulher com toda a força chorando muito.


–Ma..mamãe me desculpe… — a menina chorava, mas o homem logo se aproximou tentando a todo o custo soltar Lizzy das algemas, mas não sabia onde estava a porra da chave.


–Amor, você não fez nada. – Lizzy chorava e soluçava junto com a filha. Estava quase impossível respirar com todo aquele fumo e o fogo estava cada vez mais próximo queimando toda a gasolina.


–POR FAVOR ME DEIXE AQUI! SÓ SALVE MINHA FILHA! – Lizzy gritou com o homem que ainda estava se debatendo com as algemas.

–NÃO! MAMÃE! – o homem olhou com pena para a mulher, mas eles estavam sem tempo. Os bombeiros já não chegariam a tempo. O homem pegou a menina em seu colo. Mas a menina chorava, gritava e se debatia a todo o custo querendo se soltar. O homem era mil vezes mais forte e conseguiu tirar Caroline da casa. Assim que passou da porta uma enorme explosão arrebentou todas as janelas, e um grito de dor foi ouvido da casa. A menina caiu de joelhos no chão chorando desesperadamente e gritando pela mãe. O homem não sabia o que fazer, e se limitou a esperar pela policia, ambulância e bombeiros. A menina chorou tanto que acabou caindo na inconsciência.

Assim que todas as autoridades chegaram ao local, perceberam que não havia nada que pudessem fazer pela mulher que havia morrido queimada. Caroline foi levada para o hospital, onde os médicos trataram de todos os seu machucados. Bem, nem todos… Ninguém conseguia acabar com a pior dor da menina. Caroline se sentia culpada, triste, angustiada e simplesmente infeliz.


Porque ela havia perdido a mãe da pior forma possível…


Se passaram dias, até que a policia veio falar com a garotinha, mas a menina não falava, não se mexia não comia nem dormia. Os médicos tiveram de deixar a garotinha a soro durante muito tempo, para que não morresse. Vários psicólogos tentaram falar com a menina, mas ela os ignorava ou simplesmente ficava toda a seção terapêutica fitando o vazio.


Se passaram alguns meses e a menina foi levada para o orfanato de Forks, há 4 meses que Caroline não falava uma única palavra… A menina estava quebrada…


Caroline voltou para a escola, e tinha resultados excelentes para uma menina de apenas 6 anos. Caroline não havia se importado com o dia de seu aniversário, na verdade ninguém se havia sequer lembrado. Caroline era uma menina muito inteligente com um coração puro apesar de quebrado.


Caroline não tinha mãe, não tinha pai… Não tinha família, não tinha roupas bonitas e não falava. Era a menina estranha e uma aberração… As meninas não queriam brincar com ela por ser estranha e os meninos a zoavam e chutavam sempre que não tinham mais nada que fazer. Mas Caroline não se importava, porque ela era culpada. Ela havia perdido a mãe por ter gritado e perdido o jogo do homem mau.

Mas isso nunca mais iria acontecer! Não… Porque… Porque Caroline havia prometido a si própria que nunca mais iria falar na vida, e iria sofrer em silêncio pela única pessoa que alguma vez havia amado.


Caroline nunca iria esquecer aquele dia, e muito menos o rosto do homem que se dizia seu pai. Mesmo que tentasse, seria impossível, porque o homem não a havia deixado desde aquele dia. Dereck habitava cada um de seus pesadelos, mas sua mãe também habitava cada um de seus sonhos bons. Lizzy havia prometido para Caroline que tudo ficaria bem e que ela seria feliz. Que o homem mau nunca mais iria aparecer, e que a menina um dia iria encontrar uma mãe e um pai que cuidassem dela.

–Mas você já é minha mamãe! Não preciso de mais nenhuma! – Caroline sempre ficava insistindo naquilo. A madre Sue sempre dizia que um dia alguma família iria entrar no orfanato e querer adotar algumas crianças. Todos ficavam extremamente felizes sempre que algum casal chegava no orfanato para adotar. Mas Caroline não… Caroline não queria machucar mais ninguém, pois o homem mal podia voltar para se vingar.

–Filha, eu vou sempre proteger você. Mas você precisa de uma família de coração sabe?

–Mas você é minha mamãe! – Caroline sempre insistia com a mãe. Apesar de ter apenas 6 anos Caroline sabia que aquilo não fazia sentido. Sua mãe estava morta e seus sonhos eram apenas algo que sua mente projectava para aplacar a dor e a saudade.

Madre Sue sempre falava que mamãe Elizabeth estava com jesus e as estrelas, mas Caroline não gostava de jesus. Ele havia sido egoísta e havia levado sua mamãe para ele não se sentir sozinho.

–Filha, eu serei sempre… Mas você pode ter duas mamães. Uma que vai cuidar de você até estarmos juntas de novo. – Caroline sempre abraçava sua mãe em seus sonhos. Estavam em um enorme jardim e sua mãe estava feliz, sorrindo e brincando com sua filha.

–Está bem mamãe… Mas ninguém me quer! Todos dizem que eu tenho defeito! –Não bebé. Você não tem defeito! Você é especial e ainda está triste… Eu não quero ver você triste. – Caroline amava sonhar com sua mãe, era a única pessoa com quem conseguia falar, apesar de ser só em sonhos.

–Todos dizem que sim mamãe… Só o professor Barney e a madre Sue gostam de mim… — Caroline não se importava com a indiferença dos meninos da escola, mas não podia negar que machucava ser tratada como uma anormal.

–Estão errados filha… Caroline, você é uma menina linda e forte. Um dia vai encontrar uma familia que irá amar muito você e você também irá amar.

–E quando isso vai acontecer? E como eu sei quem vai ser minha nova familia?

–Em breve filha… Você irá simplesmente saber. — Caroline se agarrava com toda as suas forças a Elizabeth, ou pelo menos à Elizabeth de seu sonho.

–Mamãe… Eu tenho medo. – Caroline sabia que assim que o sonho de sua mãe desaparecesse seu pesadelo começaria. Ele sempre voltava para matar sua mãe em seus sonhos, não importa quantas vezes isso acontecesse pois Caroline nunca mais gritou, nem nunca mais falou porque sendo sonho ou não, nunca mais iria arriscar perder novamente o jogo.


Notas finais
AVISO IMPORTANTE!!!!!!

Bom, antes de mais nada o que acharam do capitulo?? :) Era mais ou menos isto que imaginavam?? :o Me contem tudo *--*

Bom não preciso de dizer que estou um pouco desiludida com os 300 fantasmas né??? Não vou dizer mais nada para além disso, só acho que não vai cair a mão de ninguem por dizer que gosta ou não :s

AVISOOOOOOOOOOO

Bom, eu vou entrar em minha época de exames e provas :s estas proximas 2 semanas vão ser bem complicadas por isso posso demorar um pouco a postar a fic :s Mas já sabem a motivação de vocês ajuda sempre :D

Bjs e até ao proximo *--*