Notas iniciais
Yoo meus amados!! ~le Becky-chan na area~ Desculpem a eternidade e meia para postar :c Espero que todos gostem do cap e ele ficou grandinho. O nome que saiu meio baka kkkkkkkkkkkkkkkkk Cap dedicado inteiramente a tres divas!!! Hime-sama *-* The Poison *-* E Thay-chan Akasuna *-* Obrigada por terem recomendado a fic divas!! Agradeço grandemente a cada uma pelo carinho, por acompanharem a fic *-* E também a mais uma, a Yui-Yui, a lady diva fez uma capa nova para a fic!! Eu, sinceramente amei!! Espero que vocês também tenham amado o/ Então... boa leitura divos e divas /o/

A noite havia chegado e a casa de Peter começava a lotar com os alunos do internato. Todos muito bem vestidos de forma casual, chegando sozinhos ou acompanhados. O jovem os recepcionava na entrada da mansão.

Peter: sejam bem-vindos na minha lendária festa! Dancem, conversem, bebam, beijem muito, e se quiserem privacidade tem aqueles “famosos” quartos no terceiro andar.

Piscou malicioso aos convidados que riram.

Peter: a casa é de vocês, só não a destruam ou eu arranco o coração de cada um.

Fitou ameaçadoramente todos que engoliram em seco.

Peter: antes que meus pais arranquem o meu.

Falou brincando, tirando a seriedade do rosto e todos riram outra vez.

Reiji: Peter!!

O Kotobuki pulou em cima do amigo.

Reiji: a festa ta incrível! Digna de como você sempre faz!

Peter: eu sei Reiji. Eu sou mesmo incrível.

O moreno revirou os olhos.

Ranmaru: Peter, eu trouxe a pene- digo… a minha prima. Hatsune, lembra?

Peter sorriu.

Peter: claro que sim! Hatsune…

Ele pegou a mão dela e a fez dar uma voltinha.

Peter: faz tempo que não te vejo. Mas continua linda como sempre ruiva.

A jovem sorriu animada.

Hatsune: eu sei Peter. O espelho me diz todos os dias a mesma coisa.

Piscou convencida ao garoto que riu.

Ranmaru: nessa daí, a humildade passou a quilômetros.

Reiji riu.

Hatsune: eu sou muito humilde Ranmaru…

Ai: não seja Hatsu. Detesto gente humilde.

Falou irônico e todos viraram para fitar o bluenette que havia acabado de chegar.

Ranmaru: por que será?

Indagou cinicamente. Ai riu.

Camus: só espero que dessa vez ninguém encha a cara e se afogue na piscina.

Alfinetou, encarando descaradamente Reiji e Ai.

Reiji: se eu me afogar, o Ran-Ran me salva.

Falou manhoso abraçando o namorado.

Hatsune: esse aí não salva nem ele mesmo.

Falou rindo.

Ranmaru: depende de quem for. Se for você, eu ainda dou adeus e desejo “boa viagem” sem volta.

Sorriu maldosamente a menor que revirou os olhos.

Ai: não vou me afogar Camus, não se preocupe. Não te daria o desgosto de viver sem Ai Mikaze na sua vida.

Piscou para o loiro. Peter riu do comportamento dos cinco.

Peter: eu vou cumprimentar umas pessoas. Fiquem a vontade.

Acenou a eles, indo embora.

Hatsune: bom, eu vou beber e dançar até meus pés não aguentarem.

Ai: e eu vou com você.

Passou o braço pelo ombro da ruiva.

Camus: vou dar uma volta por aí…

Ele fechou a cara para a expressão cínica que os quatro fizeram.

Ai: dar uma volta por aí hã? Isso é como chama de forma discreta, “procurar o Cecil”?

Arqueou a sobrancelha irônico e antes que Camus voasse nele, o bluenette puxou Hatsune e saiu correndo dali.

Camus: tsk!!

Reiji: por que não admite logo que gosta do Cesshi, Myu-chan?

O conde fuzilou o melhor amigo.

Camus: eu não gosto do Cecil!!

Ranmaru: claro que não gosta… você ama aquele garoto. Só não quer aceitar isso.

Falou sorrindo provocativo. Camus bufou.

Camus: eu vou sair, antes que perca minha paciência e que vocês comecem a se agarrar aí.

Disse irritado e acenou saindo de perto deles. Os dois se olharam e riram.

Reiji: quer dançar?

Perguntou passando os dois braços pelo pescoço do maior.

Ranmaru: é uma boa ideia.

Reiji sorriu e encostou sua testa na dele.

Reiji: você tá muito lindo com essa roupa. Valeu a pena me estressar com a cachinhos dourados periguete.

O albino riu.

Ranmaru: aquela loja realmente valeu a pena.

O Kotobuki sorriu travesso pela malicia no olhar do namorado.

Reiji: Ran-Ran você é tão pervertido!

Falou o provocando.

Reiji: como eu amo isso.

Ranmaru riu.

Ranmaru: você também tá lindo.

Murmurou e logo depois o beijou profundamente.

..............................

Tokiya estava na entrada da mansão de Peter, lutava pra fazer Otoya entrar na festa.

Tokiya: Otoya!! Vamos logo!

Ele empurrava o ruivo que não conseguia mover os pés.

Otoya: m-mas… tem muita gente do internato Tokiya!

Tokiya suspirou.

Tokiya: é uma festa para os alunos de lá. Queria que tivesse gente da onde? Da CIA?

Terashima: Tokiya! Você não ajuda com seu sarcasmo.

O moreno revirou os olhos para o Ichinose e fitou o menor.

Terashima: Otoya… você vai ficar bem. Está lindo.

Apontou para o Itokki que corou.

Terashima: e duvido que tenha alguém que vá se atrever a mexer com você enquanto estiver com o Tokiya.

Otoya abaixou o olhar.

Otoya: mesmo assim… tem o Yamato e o Ricki.

Terashima: se eles mexerem com você, me fala que mando meu assassino particular ter uma “conversinha” com eles.

Piscou ao ruivo que ficou em choque.

Tokiya: é brincadeira dele.

Disse rindo.

Otoya: você fala, às vezes tão serio, que penso que é verdade.

Terashima riu.

Terashima: mas estou falando sério sobre me falar se eles te importunarem. Yamato e eu, temos um belo passado.

Sorriu diabolicamente. Otoya fitou o Ichinose que deu de ombros.

Tokiya: ele deu uma surra no Yamato uma vez.

Otoya: nossa…

Terashima sorriu animado.

Terashima: ele merecia por ter corneado o Tokiya!

O moreno o fuzilou.

Tokiya: não precisa repetir isso a cada um segundo!

Terashima: repetirei até que seu gosto melhore e se apaixone pelo Otoya.

Otoya/Tokiya: ehhh???

O jovem riu espontaneamente da cara dos dois.

Terashima: é brincadeira. Vocês não sabem brincar…

Virou de costas a eles com a mão na cintura, escondendo o sorriso cínico.

Tokiya: sei…

Arqueou a sobrancelha desconfiado, conhecendo bem o humor do amigo de longas datas.

Otoya: etto… vamos Tokiya?

Perguntou, ainda envergonhado, pelo comentário do Terashima de segundos atrás.

Tokiya: sim.

Terashima: Otoya…

Ele chamou o menor.

Otoya: que foi?

Terashima se aproximou do ruivo e pôs a mão em seu ombro.

Terashima: o segredo pra lidar com esse povo do internato é… não abaixar a cabeça e nem fugir das provocações deles. Quanto mais se intimidar, mais eles te tratarão mal. Yamato e Ricki são um exemplo disso.

Otoya ficou surpreso pelo conselho do mais novo amigo.

Terashima: não se trata de brigar com eles, mas sim de encarar de frente o que te intimida.

O Itokki sorriu.

Otoya: valeu pelo conselho e produção Terashi!

Sorriu animado recebendo em resposta outro sorriso.

Tokiya: vocês devem ter sido irmãos gêmeos em outra vida.

Falou suspirando.

Terashima: duvido. Otoya não tem cara que te enche tanto quanto eu.

Piscou ao Ichinose.

Tokiya: nisso tem razão. Se existisse mais de um Terashi no mundo, eu partiria pra Marte.

Terashima: grosso!

Virou a cara.

Terashima: serei amigo só do Otoya agora.

Tokiya: coitado dele.

Falou ironicamente. Otoya acabou rindo do comportamento dos dois.

Otoya: vocês se amam não é?

Terashima/Tokiya: eu o odeio!

Eles se fuzilaram.

Otoya: mas são amigos de infância!

Os dois morenos viraram a cara.

Terashima: bom, eu já vou. Vim só deixar vocês mesmo e Otoya…

Ele chegou perto do menor.

Terashima: se esse aí beber… boa sorte em leva-lo pra casa.

Falou rindo.

Otoya: ehh?

Terashima: Tokiya fica meio “complicado” bêbado. Por que acha que o pai não o deixou vir de carro?

Sorriu cinicamente.

Tokiya: cala a boca Terashima!! Eu só perdi o controle algumas vezes.

Fuzilou o amigo.

Terashima: algumas?

Ele riu.

Terashima: você perde toda vez que bebe. Se tiver muito complicado é só joga-lo em qualquer canto da casa do Peter, que lá mesmo ele vai dormir.

Otoya engoliu em seco.

Otoya: h-hai.

O moreno riu sarcasticamente e se virou para o Tokiya.

Terashima: cuide bem do Otoya, ele precisa de você Tokiya.

Piscou, escondendo a malicia, embora ela não tenha passado despercebida pelo Ichinose.

Tokiya: espero que o pneu do seu carro fure no caminho pra casa.

Terashima: obrigado.

Disse irônico.

Tokiya: e que seja os quatro!

Gritou puxando o ruivo pelo braço, entrando na mansão.

Terashima: também te amo Tokiya!!

Falou alto para que o mesmo escutasse e acenou ao Itokki que ria da situação.

Terashima: esses dois…

Ficou os observando até sumirem da sua frente.

Terashima: seria perfeito se ficassem juntos. Será que o Otoya tem alguém?

Pensou consigo mesmo até ser tirado de seus pensamentos pela voz irritante do ex do seu melhor amigo.

Yamato: pelo visto até você se rendeu aos “encantos” do bolsista.

Terashima: o “bolsista” tem nome, Yamato.

Respondeu sem se virar para o mesmo.

Yamato: mais um pra defendê-lo?

Terashima: essa forma mesquinha de ofender o Otoya, qualquer um no lugar dele revidaria… mas acho que entendo o porquê ele nem se dá ao trabalho.

Yamato sorriu de canto.

Yamato: e por quê?

Terashima: porque você já teve seu castigo. Ter nascido o que é.

O encarou com desprezo. Yamato estreitou o cenho.

Yamato: deveria aconselhar seu amigo a não se meter com pessoas do tipo desse novato. Pobres são interesseiros.

Terashima: depois de você… o Tokiya tá vacinado contra espécies que vieram por acidente a terra.

Sorriu irônico.

Terashima: e o Otoya é, incontestavelmente, melhor que você.

Virou de costas ao outro e caminhou em direção do seu carro.

Yamato: só falta fazer gosto que o Tokiya se envolva com aquele zé mané!

O moreno suspirou e fitou o mais alto.

Terashima: ta aí uma boa ideia. Vamos torcer para que o Tokiya note quão interessante o Otoya é.

Piscou ao maior que se irritou.

Terashima: e uma coisa Yamato… atravesse o caminho do Tokiya ou mexa outra vez com o Otoya que o seu maior pesadelo, será “sonho” perto de mim.

Yamato encarou seriamente o moreno.

Yamato: eu gostei do Tokiya, apesar de você não acreditar nisso.

Terashima: se tivesse gostado 1% do que fala, não teria o trocado pela mula em forma humana que chama de namorado.

Sorriu de canto.

Terashima: meus pêsames pra você. Porque aguentar o Ricki não deve ser fácil.

Ele entrou no carro e saiu em retirada, passando ao lado do outro e por um pouco não o bateu.

Yamato: maldito…!

Rosnou com raiva.

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Hatsune chegou à adega que Peter havia colocado no jardim, perto da piscina, e foi logo pedindo uma dose de Dry Martini.

Hatsune: hoje eu to inspirada pra beber!

Sorriu cinicamente.

Hatsune: e quem sabe pegar algum gatinho…

Observou o local, vendo se encontrava alguém interessante.

Ai: como se você precisasse de inspiração pra beber até cair.

Disse rindo.

Hatsune: que exagero Ai…

Rodou os olhos.

Hatsune: eu não bebo dessa forma.

Ai: tem razão. Só entra em coma alcoólico.

Disse ironicamente fazendo a ruiva bufar.

Hatsune: nee… o que houve entre você e aquele chibi fofo mais cedo no shopping?

Indagou cautelosamente o fitando de esguelha.

Ai: nada.

Hatsune: e o “nada” te deixou daquela forma mal-humorado?

Ai: eu não fico de mal humor Hatsune. Apenas sem vontade de esboçar minha simpatia de nascença.

Piscou irônico e logo virando de uma vez só o drink que o bartender pôs sobre o balcão.

Hatsune: sabe Ai… eu não sou idiota. Estava mais do que na cara que vocês discutiram feio quando eu saí.

Ai não falou nada e pediu outro drink.

Hatsune: e seja o que for que o chibi tenha dito… mexeu bastante com você.

Ela sorriu de canto.

Hatsune: e é isso que é estranho. Poucas coisas deixam Ai Mikaze fora dos eixos.

O bluenette suspirou e se virou parcialmente para a jovem.

Ai: talvez tenha cansado.

Hatsune: cansado?

Ai: sim. Dessa brincadeira com o chibi, cansei.

A ruiva arqueou a sobrancelha.

Ai: vou atrás de outro mais interessante. Não curto muito gente que parece ter mergulhado em açúcar puro.

Sorriu irônico.

Ai: e aquele ali precisa de insulina pesada para a diabete dele.

Hatsune não aguentou e deu uma gargalhada.

Hatsune: Ai… você não existe!

O Mikaze sorriu, embora fosse um gesto completamente falso que a garota notou.

Hatsune: mas será que dá tempo mesmo de voltar atrás?

Ai a fitou.

Hatsune: pra mim, você tá envolvido mais que o suficiente com o Syo para não conseguir voltar.

O maior riu.

Ai: isso não é um filme americano de romance clichê em que o protagonista lindo e popular se apaixona pela esquisita e antissocial do colégio Hatsune.

Hatsune riu outra vez.

Hatsune: eu sei. Mas que o loirinho consegue te desestabilizar… isso ele consegue.

Piscou e depois sorriu marota.

Hatsune: vamos ver ate onde você vai enganar a si mesmo.

Ai estreitou as sobrancelhas para a jovem.

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Masato chegou a festa, havia cumprimentado Peter e alguns conhecidos, e agora procurava por algum vestígio dos seus melhores amigos.

Masato: será que eles não chegaram?

Suspirou desanimado, odiava lugares muito lotados e só havia ido a festa, porque Peter era muito amigo de sua turma e sempre rolava acontecimentos épicos nas festas dele.

Masato: bom, vou pegar uma bebida e…

Ele se virou na direção do bar dando de cara com Ren que o fitava cinicamente e estendeu um copo com cerveja.

Ren: demorou pra chegar.

Masato pegou o copo e deu um gole na bebida.

Masato: pelo que eu sei, a festa não começou nem há uma hora Ren.

Disse entediado.

Ren: mas senti sua falta logo quando o dia amanheceu. Estava contando os minutos para a festa chegar.

Masato riu da cara de pau do amigo.

Masato: se eu não te conhecesse tão bem, até poderia acreditar nisso.

Ren sorriu de canto.

Ren: então…

Ele deu uma volta.

Ren: como estou?

Masato arqueou a sobrancelha cinicamente e desceu o olhar pelo corpo do maior.

Masato: você tá… perfeito.

Elogiou sincero. Ren sorriu vitorioso.

Masato: mas com esse sorriso, tão irritante que nem posso olha-lo.

Virou a cara, fingindo irritação. O Jinguji riu.

Ren: seu temperamento veio mais belo hoje Hijirikawa.

Masato: sério? Que bom que notou.

Ele sorriu.

Masato: é melhor ficar longe então.

Ren: eu não abro mão de sua companhia.

Masato se aproximou do mais alto.

Masato: realmente gosta de sofrer não é?

Indagou sarcástico.

Ren: a dor é excitante.

Masato: depende de quem provoca.

Ren: de você, qualquer coisa que possa vir me excita.

Eles ficaram se olhando.

Masato: esta impossível hoje. Mais cara de pau do que o normal.

Ren: apenas mais decidido.

Masato: a que?

Arqueou a sobrancelha.

Ren: conseguir o que quero.

Piscou malicioso ao moreno e o beijou no canto dos lábios.

Ren: nossos amigos estão sentados do outro lado, vamos lá.

Masato estava meio paralisado, mas mesmo assim o seguiu.

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Meia hora depois…

Natsuki: yoo minna!!

Chegou animado á mesa onde estavam seus amigos sentados.

Cecil: até que enfim vocês chegaram!

Disse virando um copo de cerveja.

Tokiya: é melhor maneirar aí ou daqui a duas horas você já ta caindo no chão…

Masato: ou nos braços do Camus.

Alfinetou maliciosamente e todos da mesa riram.

Cecil: bom, pela segunda coisa vale a pena.

Piscou cinicamente.

Cecil: garçom traga mais uma rodada!!

Gritou ao rapaz que passava perto.

Otoya: Cecil!

Repreendeu e depois suspirou com a atitude do amigo.

Ren: é uma festa Ikki.

Sorriu de canto ao ruivo.

Ren: beber é muito mais do que obrigação.

Masato: não escute os conselhos dele.

Avisou ao Itokki.

Ren: ehh?? Eu dou ótimos conselhos.

Masato: claro que sim. O último nos fez passar uma noite na delegacia por dirigir embriagados.

Todos acabaram rindo da cara do moreno falando.

Ren: não seja exagerado Hijirikawa.

Apontou para o terceiro copo do menor.

Ren: você bebe muito bem sem minha ajuda.

Masato sorriu de canto.

Masato: se é pra entrar em alguma fria… que seja por minhas próprias atitudes.

Ren revirou os olhos.

Tokiya: por que essa cara Syo?

Perguntou ao chibi, que até então estava calado.

Syo: é a mesma desde que nasci.

Cecil: ooh que humor!

Ironizou recebendo um olhar fulminante.

Ren: quer chocolate?

Syo: hã? Chocolate?

Ren: a namorada do meu irmão quando tá de TPM, resolve tudo com chocolate. Quem sabe com sua TPM, também funcione.

Disse cinicamente.

Syo: vai para o inferno Ren!

Masato: acho que nem lá querem ele.

Disse rindo da careta do Jinguji.

Ren: há há sem graça.

Falou entediado.

Otoya: mas aconteceu algo Syo?

Perguntou preocupado.

Syo: não. Eu to ótimo!

Tokiya: claro que está. Sua cara de felicidade contagiante nos fala isso.

Disse sarcástico.

Natsuki: até ir para o shopping você estava muito bem. Aconteceu algo lá?

Syo bufou.

Syo: eu já disse que não aconteceu nada!

Cruzou os braços e quando mirou sua vista em um ponto daquele jardim, viu Ai e Hatsune bebendo no bar que Peter havia posto ali e ainda por cima rindo descontraidamente como se fossem um casal de namorados.

Syo: me dá isso!

Tirou o copo de cerveja da mão de Masato e o virou de uma vez só.

Masato: eu já ia te oferecer mesmo.

Disse sarcástico. Todos fitavam o loiro meio incrédulos pelo comportamento do mesmo.

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Do outro lado do mundo…

Tomoshika olhava para a amiga de infância com o semblante preocupado.

Tomoshika: Haruka… não acho que isso seja uma boa ideia.

Haruka: e por que não?

Perguntou secamente se olhando no espelho enquanto arrumava o cabelo.

Tomoshika: porque é uma ideia estupida e sem sentido! Não pode fazer isso! Pense nas consequências e…

Haruka suspirou e se virou para a amiga.

Haruka: sem querer ofender Tomo-chan… a vida é minha e sou perfeitamente capaz de fazer minhas próprias escolhas.

A ruiva estreitou o cenho.

Tomoshika: com certeza é capaz! Tanto que só fez escolhas burras até hoje!

Haruka sorriu de canto.

Haruka: nunca é tarde pra mudar.

Disse de forma natural pegando o secador de cabelo.

Tomoshika: a vida das pessoas não é um brinquedo que você pode usar até cansar…

Haruka: ah, por favor… me prive dessas filosofias de vida barata. Não tenho saco pra ouvi-las.

Disse de forma irônica.

Haruka: nada que você me disser… me fará mudar de ideia.

Ela fitou a outra pelo espelho.

Haruka: sugiro que não gaste seu tempo, saliva e argumento.

Piscou a Shibuya que bufou.

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Duas horas se passaram…

Syo já tinha perdido a conta de quantos copos estavam a sua frente, embora seus amigos estivessem no mesmo caminho, ele estava mais exagerado.

Syo: “imbecil! Desgraçado!”

Praguejou ao fitar Ai que conversava, quase seduzindo uns garotos que eram da sala ao lado da deles.

Syo: “fica agindo como se fosse o gostosão do internato!! Como o Kaoru pode se apaixonar por esse tipo perfeito de cara errado, bad boy, convencido dos infernos e que se acha o maior sedutor, levando esses idiotas pra cama?!!”

Syo rosnou com tanta raiva que atraiu o olhar do melhor amigo.

Natsuki: Syo-chan… me diga logo o que aconteceu? Eu sei que houve algo no shopping que te fez ficar tão mal humorado assim.

O menor fitou o amigo e suspirou.

Syo: eu só tive uma discussão, nada demais.

Natsuki: ehhh?? Com quem?

Syo: é melhor não saber!

Natsuki: mas…

Syo: isso não tem importância Natsuki! Esqueça!

Disse irritado. O loiro suspirou pesadamente.

Natsuki: algo sem importância não te deixaria tão abalado.

Falou simplesmente, deixando o Kurusu perplexo.

.............................

Ai, Hatsune, Ranmaru, Reiji e Camus estavam em uma mesa de frente para o palco que Peter havia formado ao lado da piscina. A ruiva olhava entediada para o Mikaze que jogava seu charme para uns garotos que o mesmo já tinha ido pra cama.

Reiji: estava demorando para o Ai-Ai pegador vir a tona não?

Falou rindo com a cabeça apoiada no ombro do namorado, que tinha um dos braços sob o ombro do menor.

Camus: eu já tava até estranhando. Quase liguei para os pais dele perguntando se não haviam mandado uma versão do Ai comportado.

Todos riram.

Ranmaru: Hatsune…

O albino chamou a prima que ainda fitava o bluenette.

Hatsune: que foi?

Ranmaru: aconteceu alguma coisa no shopping? Aquela hora em que vocês foram comprar sua bota, que por sinal, você voltou sem ter a comprado.

A ruiva ficou o olhando e rapidamente observou Ai de esguelha, mas logo voltou a encarar o Kurosaki.

Hatsune: não. Também perguntei se algo aconteceu para o mau humor dele, mas o mesmo falou que não.

Ranmaru arqueou a sobrancelha.

Ranmaru: tem certeza?

Hatsune sabia que não havia convencido o outro com a resposta.

Hatsune: sim. Se tivesse acontecido algo, eu falava.

Ranmaru: não falava não.

Rebateu irônico.

Hatsune: então meu amor, por que insiste em perguntar?

Reiji: ei, ei! Não briguem!

Pediu aos dois que se fuzilavam.

Hatsune: então mande seu namorado parar de me encher!

Ranmaru: meus pais vão ouvir muito por mandar esse peso pra cá.

Hatsune mostrou a língua para o albino que a fuzilou com os olhos.

Reiji: não pegue tanto no pé dela Ran-Ran.

Pediu baixo no ouvido do namorado.

Ranmaru: não me venha você também ficar do lado dela, por favor.

Disse emburrado. Reiji riu e beijou-o no rosto.

Reiji: tão tsun-tsun…

Provocou sorrindo.

Reiji: eu te amo, mas a Hatsu é sua prima e eu também a amo.

Ranmaru o olhou indignado e Reiji riu mais.

Reiji: sem ciúmes!

Ranmaru: você diz que a ama e não quer que eu te-?!

Ele foi interrompido por um beijo apaixonado do moreno.

Ai/Hatsune/Camus: aaaaaaahhh!!

Gemeram em reprovação.

Hatsune: nos poupem disso, por favor!

Camus: eu vou pegar uma bebida, que depois dessa… enfraqueceu agora.

Disse se levantando da mesa.

Ai: todo dia se beijam e ainda tem que se beijar aqui?!

Perguntou indignado. Ranmaru e Reiji se separaram rindo.

Reiji: mal amados!

Mostrou a língua pra eles.

Hatsune: meu amor… ser apaixonado é uma coisa, mas vocês ultrapassam qualquer limite.

Revirou os olhos.

Reiji: tem razão. Meu amor pelo seu primo ultrapassa qualquer limite.

Disse sorrindo olhando para Ranmaru que quase corou, mas retribuiu o sorriso também.

Ai: “kami-sama” me livre do vírus contagioso do amor.

Disse irônico.

Ranmaru: cuidado Ai.

Ai: cuidado com que?

Ranmaru: para o seu maior pesadelo não virar realidade.

Disse sarcástico o provocando.

Ai: hã??

Hatsune: eu concordo com o Ranmaru! O amor pode pegar você Ai.

Piscou cínica.

Ai: resolveram me praguejar agora?

Os três riram.

Ranmaru: eu vou falar com o Peter.

Reiji: ehh? Pra que?

Ranmaru: você já vai saber.

Piscou ao Kotobuki que o fitou surpreso e depois beijou-o rapidamente e saiu.

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Masato havia ido ao banheiro e quando estava voltando para a mesa, foi surpreendido por Ren no meio do caminho.

Masato: vai virar costume aparecer assim na minha frente?

Arqueou a sobrancelha.

Ren: quer que eu apareça por traz?

Provocou malicioso, se aproximando do Hijirikawa.

Masato: prefiro que você não apareça.

Rebateu maldoso. Ren revirou os olhos.

Ren: que cruel Hijirikawa. Por que me trata assim?

Fingiu estar magoado. Masato riu.

Masato: eu trato você do jeito que merece Ren…

Ren: e por que mereço ser tratado assim?

Se aproximou do moreno.

Ren: não leva em conta o que sinto por você.

Masato fitou-o de forma mais intensa.

Masato: desejo?

Ren: pode ser muito mais do que isso. Basta que você queira.

Falou descaradamente.

Masato: mas eu não quero, quantas vezes terei que repetir isso pra você, Jinguji?

Falou impaciente, vendo o maior sorrir e aproximar os lábios do ouvido do moreno.

Ren: não foi o que pareceu quando te beijei, Hiji...

Sussurrou de forma provocante, fazendo um arrepio percorrer a espinha do Hijirikawa.

Masato: fiz aquilo para você me soltar de uma vez!

Tentou justificar, arrancando uma risada do Jinguji.

Ren: quer dizer que a melhor maneira de evitar um beijo indesejado é enfiando a língua na boca da outra pessoa? Você devia dar palestras sobre esse seu método. O mundo precisa saber disso.

Falou com um sorriso sarcástico que deixou Hijirikawa vermelho de raiva.

Masato: você é um idiota, Jinguji!

Disse irritando, virando de costas para ir embora de perto do maior, mas antes que pudesse se afastar, sentiu Ren segurando seu pulso.

Ren: fugir? É a melhor maneira que encontra pra esconder os desejos do seu corpo?

Masato deu um sorriso de canto.

Masato: você deveria se achar menos Ren! Precisa aprender que nem toda a população mundial cai aos seus pés.

Ren: não quero que caia aos meus pés.

Masato: ah não?

Perguntou irônico.

Ren: não. Quero que caia nos meus braços… na minha cama…

Puxou o moreno pra ele.

Ren: quero que me permita te mostrar todo o prazer que eu posso te dar.

Masato ficou o fitando e precisou morder a língua para não perder a razão com aquele homem. Ren percebeu que o moreno estava de alguma forma balançado por suas palavras. Deste modo, aproveitou para atacar o pescoço do moreno, dando uma leve mordida e lambendo o local em seguida.

Masato: Ren... para com isso...

Pediu de forma gemida, o que deixou o Jinguji satisfeito.

Ren: você geme o meu nome desse jeito e quer que eu pare? Você é um sádico que veio a este mundo apenas para me torturar, não é?

Indagou no ouvido do menor, que se arrepiou ao sentir os dentes de Ren mordiscando de leve o lóbulo da sua orelha.

Masato: "maldito!"

Pensou, gemendo em seguida ao sentir a língua do Jinguji estimulando sua orelha.

Ren: ah Masato…

O menor se arrepiou por completo ao ouvir seu nome ser proferido com uma voz tão rouca e sexy que Ren estava.

Masato: idiota! Para com isso! Me solta.

Puxou seu pulso com força, mas Ren agilmente levou a mesma mão passar pelo corpo do moreno o colando ao seu.

Ren: não tenha medo de mim Masato. Eu não mordo…

Abriu um sorriso bem safado.

Ren: a não ser que você peça. Aí eu morderia no lugar que quisesse…

Ele foi outra vez com os lábios para o ouvido do outro.

Ren: até o corpo inteiro se preferisse.

O Hijirikawa sentiu o rosto esquentar e precisou virar a cara para o lado oposto.

Ren: dance comigo.

Masato: hein?

Ren sorriu.

Ren: me conceda essa dança. Seria um pecado não aproveitar essa musica tão boa.

Masato: “e sensual”.

Pensou somente para si.

Masato: vai me deixar em paz se aceitar?

Ren: quem sabe.

Masato: Ren!

Ren: é um risco que terá que correr. Ou te deixo em paz… ou termino de fazer o que quero.

O moreno estremeceu todo. Masato mordeu os lábios e observou o olhar de expectativa do Jinguji.

Masato: "eu com certeza vou me arrepender por isso depois."

Pensou, soltando um suspiro em seguida.

Masato: apenas essa.

Ren sorriu com a resposta e puxou o moreno pela cintura, quase colando os corpos.

Masato: Ren...

Falou em tom de advertência, ouvindo a risada do maior em seguida.

Ren: calma Hiji, estamos apenas dançando.

Disse de forma "inocente", aproximando os lábios do ouvido do menor.

Ren: mas se quiser fazer mais que isso, saiba que não tem objeção alguma da minha parte.

Sussurrou provocante no ouvido do menor.

Masato: "porque eu aceitei isso mesmo?"

Indagou a sim mesmo, tentando conter as reações que as palavras proferidas por Ren provocavam em seu corpo. O Jinguji sorriu em expectativa, apertando mais a cintura do moreno e consequentemente colando mais ao seu corpo.

Masato: você tá abusando…

Ren sorriu de canto.

Ren: abusando? Eu nem estou fazendo 1% do que desejo.

Sussurrou roucamente. A musica tocava bastante estimulante aos casais que queriam aproveitar uma boa dança e também a oportunidade de dançar bem sensualmente e colado ao parceiro.

Masato: “eu devo ter problemas mentais… só pode! Que ser estupido aceitar dançar com esse cara que qualquer minuto tira proveito da situação??!”

Ele suspirou, mas como estava com o rosto próximo ao pescoço do maior, Ren se arrepiou todo com a respiração do Hijirikawa.

Ren: está querendo me provocar? Olha que sou muito bom nisso Masato.

Masato: o-o que?? Eu não to…!

Ele não conseguiu terminar a própria fala quando Ren pôs a perna direita entre as dele e fez uma pressão perigosa em seu membro.

Masato: Ren!

O menor não sabia se aquilo saiu como repreensão ou gemido pela situação que estava.

Ren: Você falando meu nome desse jeito... me dá vontade de tirar toda a sua roupa agora mesmo e te devorar na frente de todas essas pessoas.

Disse com a voz repleta de desejo e malícia.

O moreno arregalou os olhos incrédulo com as palavras do maior.

Masato: você é louco?

Indagou tentando afastar o corpo a uma distância segura. Ren deu um meio sorriso pervertido, e puxou novamente o menor para perto de si.

Ren: sim... eu sou louco, Hiji... louco por você.

Falou provocante, vendo o Hijirikawa fechar os olhos e morder os próprios lábios de leve.

Masato: "eu não posso ceder."

Pensava desesperado. Ren sorriu vendo que o menor não estava resistindo muito, bastava apenas mais umas investidas e com certeza ele cederia.

Ren: Masato… você não é nenhum santo…

Murmurou e logo depois mordeu uma região perto da clavícula do outro que gemeu.

Ren: é bem safado, diga-se de passagem.

Falou provocante.

Ren: só é tão duro comigo.

Ele lambeu o pescoço, indo até o ouvido do Hijirikawa.

Masato: ahn…

Ele não segurou o gemido com aquele ato.

Ren: vamos… faça o que tem vontade.

Ren começou a brincar com sua língua no lóbulo do moreno.

Ren: se entregue a essa atração, que eu sei que sente…

Masato: desgraçado…

Disse fechando os olhos e levando as mãos aos braços do ruivo e os apertou.

Ren: quanta agressividade.

Abriu um sorriso maldoso.

Ren: queria vê-lo assim entre quatro paredes.

Ele apertou a cintura do menor com mais firmeza e passou a distribuir beijos pelo pescoço dele. Os corpos estavam mais colados e Masato não conseguia mais disfarçar seu desejo e excitação por Ren.

Masato: R-Ren… eu acho que… essa dança já deu e…

Ele se calou com o chupão que o Jinguji deu que por um triz, não arrancou um gemido alto do menor.

Ren: se você ceder, eu prometo fazer essa noite ser memorável.

Aliciou sedutoramente. Ren fitava os olhos de Masato e via claramente o desejo e a excitação que o moreno estava sentindo. Hijirikawa desceu seus olhos para os lábios do mais alto. Não importava o quanto tentasse resistir, ele sabia que desde a hora em que aceitou dançar com o maior, ele havia perdido a batalha.

Ren se surpreendeu ao sentir o menor encerrar a distancia entre eles, e por iniciativa própria selar os lábios. O Jinguji agarrou de forma firme a cintura do moreno e colou ainda mais os corpos, enfiando a língua na boca de Masato, iniciando um beijo repleto de desejo, luxúria e excitação. Masato colocou braços em volta do pescoço do maior e começou a acariciar seus cabelos, correspondendo o beijo na mesma intensidade.

O ruivo tentava… tentava, mas estava sendo impossível segurar suas mãos que teimavam em percorrer o corpo do Hijirikawa que pela primeira vez havia se entregado por conta própria.

Masato: hmm… Ren…

Gemeu baixo, com os lábios ainda muito perto dos do maior. Ren desceu o olhar para a boca avermelhada e entreaberta, não resistindo e voltou a beija-lo outra vez. Masato não negou esse novo beijo e subiu com as mãos pelos braços e novamente agarrou a nuca do ruivo, intensificando o beijo da mesma forma que o Jinguji fazia.

Ren: sua boca… liberta todos os meus instintos…

Ele mordeu o lábio sensualmente.

Ren: os mais sacanas que possa imaginar.

O maior deu uma mordida bem sexy e lenta no queixo do moreno que deixou escapar um suspiro.

Masato: Ren…

Ren: hm?

Perguntou se concentrando em morder e beijar o queixo do menor.

Masato: vem cá.

Ele puxou o Jinguji pela gola da blusa o arrastando com força e rapidez para um lugar afastado que ficava por trás do bar.

Ren: uau!

Estava surpreso pela atitude do outro e foi jogado contra a parede. Masato mordeu o lábio excitado, colando seu corpo ao do maior e pressionando o membro dele por cima da roupa com o joelho, o que fez o Jinguji gemer rouco. Os dois uniram os lábios novamente em um beijo cheio de luxuria. Ren mordeu o lábio inferior do moreno, fazendo-o gemer necessitado, voltando em seguida a enfiar a língua na boca do menor e explorar cada canto.

Ren desceu as mãos pela lateral do corpo do Hijirikawa, levando-as ao traseiro dele e apertando com vontade. Masato já não raciocinava e deixava seus instintos guiarem seu corpo. O moreno levou a mão direita ao peitoral do maior e trilhou o caminho lentamente, arranhando de leve a barriga dele por cima da blusa, e seguindo o movimento para a calça do Jinguji, percebendo que ele já estava duro. Masato sorriu e apertou o membro do maior por cima do tecido, o que fez Ren gemer de forma sexy em seu ouvido.

Ren: esse é o Masato que eu conheço…

Ele sorriu.

Ren: e amo.

Ele inverteu as posições e prensou o corpo do moreno contra a parede, pondo uma perna no meio das dele.

Masato: Ren…

Ren: está excitado.

Disse vitorioso, atacando o pescoço do Hijirikawa que não reprimiu o gemido alto. O moreno agarrou com uma mão a cabeleira do parceiro, enquanto sua perna direita era levantada e colocada a altura do quadril do ruivo. Com aquilo, Ren colou mais ainda seus corpos, como se eles pudessem se fundir naquele instante.

Masato: ah… Ren…

Ele gemeu satisfeito com os chupões que Ren marcava seu pescoço e com as mãos do ruivo que corriam soltas por seu corpo. O maior apertou com vontade a coxa de Masato e a outra mão adentrou a calça, apertando uma das nádegas do Hijirikawa que voltou a gemer necessitado.

Ren: quero te devorar inteiro.

A voz estava rouca e mais sexy do que de costume fazendo o menor se arrepiar. Masato mordeu os lábios e fechou os olhos, jogando a cabeça levemente para trás e dando livre acesso ao seu pescoço para o Jinguji. Ren voltou a chupar o pescoço de Masato, que não conseguiu conter os gemidos. Por instinto, Hijirikawa rebolou, fazendo os quadris se chocarem e os membros cobertos pela roupa roçarem um no outro.

Masato: Ren... eu...

Tentou falar, mas teve sua frase interrompida pelos lábios do maior, que foram de encontro a sua boca, iniciando um beijo de língua. Ren explorava a boca do menor ao mesmo tempo em que rebolava de forma provocante, fazendo os membros despertos ainda cobertos se roçarem constantemente. Ambos gemiam de maneira necessitada.

Yoshikazu: que cena mais linda.

Disse secamente. Masato arregalou os olhos reconhecendo o dono da voz e se separou de Ren, os dois fitaram Yoshikazu ofegantes.

Yoshikazu: o melhor amigo de infância, finalmente conseguindo o que sempre quis.

Falou irônico encarando Ren.

Ren: o que você tá fazendo aqui?

Fuzilava o moreno com ódio.

Yoshikazu: eu moro nesse condomínio Ren. Além disso, sou conhecido do Peter… e como soube que o Masa ia tá aqui, resolvi aparecer.

Ele olhou para o Hijirikawa que estava seriamente o fitando.

Yoshikazu: eu quero falar com você.

Masato: não tenho nada pra falar com você!

Yoshikazu: nós dois temos muito o que resolver!

Ele deu um passo pra frente, mas Ren se colocou no meio dele e de Masato.

Yoshikazu: está com medo dele correr para os meus braços Ren?

Ren: você o perdeu no momento que foi estupido o bastante pra ir pra cama com outro.

O outro fuzilou o Jinguji depois do que ele disse.

Ren: e você não me ameaça em nada Yoshikazu.

Yoshikazu: ele me amou. Já você…

Disse cinicamente.

Ren: nada que não possa mudar. Alias, já estou com uma boa vantagem. Você mesmo presenciou isso agora a pouco.

Sorriu de canto.

Yoshikazu: seu…!

Masato: chega vocês dois!!

Gritou para que os dois parassem.

Yoshikazu: eu não vou embora enquanto não falar com você.

O menor suspirou.

Masato: Ren… por favor.

Ren: mas…

Ele olhou para o moreno indignado.

Masato: eu sei me cuidar. Pode deixar.

Sorriu minimamente ao ruivo e depois puxou o ex, o afastando de Ren antes que os dois brigassem.

.......................................

Tokiya caminhava em direção ao banheiro. Sua cabeça já estava meio confusa pelo álcool ingerido antes e também tinha que se concentrar em Otoya, não podia deixa-lo sozinho por muito tempo.

Tokiya: espero que ele ainda esteja no banheiro.

Suspirou e antes de dobrar no corredor em que ficava o banheiro, seu braço foi agarrado o obrigando a parar o passo.

Tokiya: mas o q-?

Ele se calou ao ver quem tinha puxado seu braço.

Tokiya: Yamato.

Fechou a cara para o ex.

Yamato: Tokiya… eu queria falar com você…

Disse um pouco receoso, desviando o olhar.

Tokiya: eu não vejo nenhum assunto que temos em comum.

Falou secamente puxando seu braço.

Tokiya: deveria voltar para o seu namorado. Não acho que ele vá gostar muito de saber que está conversando comigo.

Disse cinicamente e tentou sair de perto do ex, mas Yamato voltou a pegar seu braço.

Yamato: eu sei que me odeia! E também tem todas as razões pra isso, mas…

Tokiya: é, eu tenho sim. Pegar você na cama com meu maior rival no internato me faz ter razões o suficiente pra não querer olhar na sua cara!

Yamato: Tokiya… você… não poderia passar por cima disso? Já faz um tempo e…

Tokiya: meu ódio não tem prazo de validade meu amor. Quando eu odeio, é pra sempre.

Falou sarcasticamente.

Yamato: você foi o único que eu amei!

Tokiya arregalou os olhos.

Yamato: eu não te esqueci Tokiya! Eu realmente te amava e…

Tokiya: bela forma de demonstrar isso! Me traindo!

Falou irritado.

Tokiya: eu fui estupido por ter gostado de você um dia! Você foi o pior erro da minha vida!

Yamato o fitava.

Yamato: gostado? Não gosta mais?

Tokiya desviou o olhar e suspirou.

Yamato: me diz Tokiya… você não me ama mais??

Tokiya voltou a olha-lo.

Tokiya: não! Você não é mais do que um namoro fracassado. O que eu senti por você… ficou lá, bem no passado mesmo.

Yamato estreitou o cenho.

Yamato: você tá gostando de alguém?

O moreno arregalou os olhos.

Tokiya: o que?

Yamato cerrou o punho.

Yamato: é isso! Você tá gostando de outro! Por isso não gosta mais de mim! Porque eu tinha certeza que ainda me amava no começo… mas agora… seus olhos estão diferentes…

Tokiya revirou os olhos.

Tokiya: você ta viajando Yamato! Eu nã-!

O outro agarrou os ombros do Ichinose, levando-o contra a parede.

Tokiya: aí!!

Yamato: é o novato??! Você tá se envolvendo com o Otoya não é?!

Tokiya estava assustado com a explosão do outro e depois ficou surpreso por ele achar que ele estava tendo um relacionamento com Otoya.

Tokiya: mas… o que?! Ficou maluco Yamato!! Me solta!

Ele empurrou o ex com força.

Yamato: é a única razão pra você tá tão próximo a ele! Você sempre odiou pobres!! E agora tá andando pra cima e pra baixo com aquele desgraçado!!

Tokiya: olha como você fala dele!! Não tem o direito de ofender o Otoya pelas burradas que você fez por conta própria!!

Defendendo o ruivo, fez com que Yamato ficasse mais irritado. Otoya voltava do banheiro e se deparou com os dois se encarando e provavelmente estariam discutindo.

Otoya: etto…

Yamato o olhou.

Yamato: ah ótimo! A única pessoa que faltava pra tudo ficar mais perfeito!

Disse com ironia.

Tokiya: Otoya sai daqui.

Yamato: não! Deixe ele ficar Tokiya!

Se virou para o ruivo.

Yamato: deve estar adorando não?

Otoya: o que?

Yamato: estar sob a aba do Tokiya e dos amiguinhos dele. Me pergunto o que você tem, que faz com que as pessoas queiram protege-lo.

Otoya olhou para Tokiya e depois voltou a fitar Yamato.

Otoya: Yamato… eu…

Yamato: primeiro dividiu o quarto, agora ta dividindo a cama com o Tokiya?

Otoya arregalou minimamente os olhos.

Otoya: ehhhh?????

Tokiya se irritou e deu um soco na cara do ex.

Tokiya: eu já disse pra você não ofender ele!!!

Gritou com Yamato que limpou o filete de sangue que saiu de sua boca.

Tokiya: e eu sou completamente livre! Posso me envolver com quem quiser! Com o Otoya ou com outra pessoa!!

Yamato: mas…!

Tokiya: e Yamato… se eu quiser ficar com ele… você seria a ultima pessoa do mundo que me impediria!

Dito isso, ele caminhou em direção ao ruivo que ainda estava perplexo.

Otoya: Tokiya, eu…

Ele foi interrompido pelo moreno.

Tokiya: desculpa por isso…

Falou bem baixo só pra ele ouvir e logo depois selou seus lábios. Otoya arregalou mais seus orbes, não esperava o beijo. Mas mesmo surpreso, não recusou e abriu a boca permitindo que o moreno entrasse com sua língua.

Yamato via aquilo pasmo, não esperava que Tokiya beijasse Otoya daquele jeito na sua frente. Ele poderia até fazer alguma coisa, mas geraria mais escanda-lo, então ele preferiu sair e se controlar pra não quebrar a cara daquele bolsista que havia surgido só para afastar o Tokiya dele. Mas o mesmo jamais desistiria do moreno.

Tokiya até esqueceu da existência do ex. Jamais imaginou que o menor beijava tão bem. Desceu as mãos vagarosamente, apertando firme sua pele por cima da camisa, e depositou-as na cintura do ruivo, colando mais seus corpos. Otoya, por instinto, passou os braços pela nuca do maior e o trouxe mais para si. Era errado e o Itokki sabia disso, mas não conseguia se controlar, era como se o corpo e a boca se movessem automaticamente querendo mais do moreno.

Otoya: err… T-Tokiya…

Ele corou furiosamente quando se separaram e nem conseguia olhar para os olhos do moreno.

Tokiya: droga…

Suspirou.

Tokiya: Otoya, desculpa… eu não queria, quer dizer… não deveria ter te envolvido nisso e…

Ele não conseguia se desculpar direito e o ruivo riu.

Otoya: Tokiya não se preocupe. Acho que ele pensou que realmente estamos tendo algo…

Apontou para traz do Ichinose. Tokiya se virou e viu que o ex havia ido embora.

Tokiya: é bom. Assim ele para de me encher!

Otoya: não gosta mais dele?

Tokiya o fitou.

Tokiya: prefiro pensar que não.

Piscou ao menor que riu outra vez.

Tokiya: desculpa pelo beijo.

Otoya parou de rir, mas seus olhos não estavam irritados.

Otoya: sabe, eu posso não ser o pegador mais popular do colégio…

Disse cinicamente.

Otoya: mas não é como se tivesse sido o primeiro beijo da minha vida.

O Ichinose acabou rindo.

Tokiya: eu sei. Mas como você tem namorado e…

Otoya: tecnicamente… o Mamo-chan e eu não somos mais namorados. Terminamos quando ele foi embora, se voltarmos um dia… mas isso é algo pra pensar depois. Mas agora mesmo, eu não tenho ninguém. Então não preciso ficar com peso na consciência por ter traído.

Eles ficaram se olhando e automaticamente lembraram do beijo de segundos atrás.

Tokiya: vamos… voltar para o jardim?

Otoya corou levemente.

Otoya: claro. Os nossos amigos devem estar preocupados…

Tokiya: ou já caíram bêbados na piscina.

Eles riram.

Tokiya: vamos?

Deu a mão para o ruivo que riu e a pegou.

Otoya: vamos!

Notas finais
Gostaram?? Essa festa, acho que será dividia em tres caps *-* Obrigada por lerem, meus beijinhos a todos :D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.