A Vida Maluca De Semideus
7 Doninhas malditas, doninhas malditas...
Notas iniciais
Eu achava que Hogwarts estava contratando os piores funcionários do mundo e que não poderia piorar... Adivinha? Piorou. Já que nosso professor comensal do ano passado se foi temos agora uma nova professora. A Vadia Umbrigde (vulgo Dolores Umbrigde), até agora a Carol já conseguiu cinco detenções e foi expulsa do Quadribol, eu só recebi uma detenção, quero dizer, eu apontei minha adaga para a cabeça dela e digamos que não tive que ir para a detenção, mas infelizmente fui expulsa do Quadribol.
Hoje eu acordei com alguém berrando na minha orelha, eu compro um pirulito para quem adivinhar quem era...
Quem disse Gina, acertou.
Ela estava nervosa porque eu dormi demais, no exato momento em que ela gritou eu cai da cama, ao lado dela Carol ria como uma debilóide (N/Sammy: Me Gusta Debilóides) peguei a primeira coisa que vi e atirei nela. Graças a minha pontaria de mestre a pantufa acertou em cheio sua barriga.
– Eu também te amo Sammy. — disse ela ainda rindo. — Vamos, hoje temos o dia livre!
– Posso saber o motivo? — perguntei enquanto me arrumava.
– Hoje é dia de visita a Hogsmead, vai me dizer que você não vem...
– É claro que vou. — disse colocando o cachecol da Grifinória no pescoço e os protetores de orelha. — Vamos, rainha do drama e Gininha?
– Claro! — disse Gina animada enquanto seguíamos juntas para o Salão Principal, no caminho, aqueles irritante murmúrios nos seguiam.
– Não é a toa, Hellthorne. Essa família é a própria reencarnação do diabo.
– Olha a fantasma. E
Eu quase matei eles, pois bem, vou explicar o porquê de tudo isso, basicamente meus avós jogaram a Carol no pacífico sem saber que ela era semideusa de Poseidon, ela graças ao talento não se afogou e por ironia do destino estamos aqui juntas, sendo melhores amigas.
Sentamos na mesa da Grifinória ao lado de Harry, o garoto tentava esconder algo na mão, puxei a manga de seu casaco.
– Harry, o que Hades é isso? — perguntei espantada.
– Nada. — em seu braço as marcas de ferimentos formavam as palavras "Não devo mentir".
– Nada? Ah tá e eu amo o Malfoy! — disse sarcástica revirando os olhos. — Foi a Dolores Vadia, não foi? Vou ensinar aquela mulher umas poucas e boas. — eu já estava me levantando quando Carol me segurou.
– Não precisa. Senta as corujas já estão vindo.
Era a pura verdade, minha coruja cor de café com leite, Choco, pousou em cima do meu prato deixando uma carta em meu colo junto com um pacote. Dei-lhe um pedaço de bacon e abri a carta.
" Querida Sammy,
Espero que esteja tudo correndo bem, avise para a Carol que se ela sair um pouquinho da linha eu tirarei as duas dessa escola, espero ter sido bem clara.
Mandei-lhe de presente um lembrol, eu espero que goste.
Atenciosamente,
Hécate"
Resolvi não abrir o pacote, Carol insistiu que fossemos logo, eu não gosto de discutir com ela, embora odeie admitir ela sempre ganha.
Estávamos a caminho de Hogsmead e esbarramos em alguém.
– Olhem por onde andam, sangue-ruins. — disse Malfoy.
– Para sua informação meu sangue é mais puro que o seu. — disse Carol de dentes trincados. Só eu que acho que ela gosta dele? [N/Carol: Sim! É só você!]
– Que med... — Dei-lhe um soco tão forte que o mesmo precisou das damas de companhia para segurá-lo.
Cara de concha moveu-se rapidamente e deu uma rasteira em Crabbe. Investi contra Goyle dando-lhe um chute na barriga, o mesmo escorregou na neve e bateu a cabeça, Malfoy se levantou atordoado, Carol deu-lhe um soco entre os olhos e o mesmo caiu inconsciente.
– Pronto. — sorri. — Nos livramos de três coelhos com uma cajadada só.
– Não seriam dois?
– Não, nos livramos de três bichonas com uma cajadada só.
Rimos escandalosamente. Logo voltamos a caminhar, Carol insistiu em ir á Zonkos, infelizmente uma certa doninha fez com que fossemos expulsas de lá no ano passado. Porém, nós agora usamos disfarces, quero dizer, botamos um chapéu e uma capa por cima das roupas.
Entramos na loja disfarçadas e começamos, como sempre, á nos divertir, porém uma certa pessoa de quem eu suspeito que uma certa Seary gosta entrou pela porta, era Malfoy. Me escondi atrás da prateleira e Carol fez o mesmo. Malfoy estava com a varinha em punhos, subiu brutalmente os degraus da escada até onde estávamos, infelizmente meu cabelo chamou sua atenção. [N/Carol: Cabelo de fogo né...] [N/Sammy: Cala a boca!]
– Ora, ora, ora, saia daí, Hellthorne antes que eu mesmo vá. — disse ele.
– E vai fazer o que? — perguntei.
Ele se assustou ao ver que era eu mesma (N/Carol: É uma bichona...), apontou a varinha e gritou:
– Estupefaça.
Saquei a varinha em um movimento rápido.
– Protego. — o feitiço ricocheteou contra o escudo invisível me dando tempo para correr, ele atirou outro feitiço, subi no corrimão e escorreguei até o primeiro andar. Crabbe e Goyle fecharam a minha passagem, um tinha o olho roxo e o outro estava manco, para minha sorte Carol chegou ao meu lado. Seary desferiu um tala na cara de Goyle que o distraiu, aproveitei o momento e dei-lhe uma rasteira no exato momento em que Carol ameaçava Crabbe com sua adaga, retirei a minha de minha bota e fiz o mesmo, andamos para fora da loja.
Já estávamos quase no castelo.
– Ufa! — exclamamos em uníssono, ofegando — Depois de hoje o que eu preciso é de um bom sono. — acrescentou Carol.
– Não baba! Por favor. — pedi.
– Não ronque.
– Você venceu — admiti. — Só hoje. — sorri maliciosa, porém logo começamos a rir.
Preciso dizer quero vingança a uma certa doninha, tenho certeza que muita gente quer.
Fale com o autor