Notas iniciais
Oi gente, obrigado pelos comentários até eu to me envolvendo com essa história e querendo escrever cada vez mais e mais! Obrigado e espero que gostem do capitulo.

Katherine apenas saiu e foi para a sala.

–Eu ainda não posso te explicar.

–Eu não to pedindo explicação, você não me deve nada, eu te devo, mas você disse que ia chegar cedo e onde você está?

–Me desculpe, eu queria poder te falar mas eu...me desculpe.- ele estava realmente muito triste.

–Vai descansar eu fico aqui no sofá.

–Não, você tem que dormir na cama ainda não está boa.

–Vai dormir na sua cama, eu fico aqui.

Ele subiu as escadas inconformado e olhando para trás, Katherine sentou no sofá e se perguntava o que ele escondia, é muito mistério, ele não parece ser uma pessoa estranha mas no fundo dos seus olhos tinha dor, tinha algo obscuro.

Katherine se deitou no sofá e dormiu, eram sete da manhã e ela acordou com os olhos arregalados, ela era muito inteligente e perceptiva viu Mark chegar com uma mochila e deixar na cozinha, talvez aquilo tivesse alguma coisa reveladora dentro. Pegou a mochila e foi para um canto quando abriu retirou uma faca, correntes, uma foto de sua mulher, roupas rasgadas e um vidro de wolfsbane. Katherine ficou em choque mas não sabia o que aquilo realmente queria dizer, ela pegou um pouco do wolfsbane que estava em um vidro e colocou em outro recipiente, depois deixou a mochila do jeito que estava.

Ela ouviu os passos na escada e correu para o sofá para ele pensar que ainda estava dormindo. Ele descia as escadas e olhava para Katherine, foi até a cozinha pegou sua mochila e subiu de novo, ela abriu os olhos mas não sabia o que ele tinha feito quando desceu as escadas, mais um motivo da raiva de ser humana ela não tinha os sentidos aguçados para sentir, ver ou ouvir o que ele tinha feito. Quando eram onze da manhã Katherine se levantou e foi tomar um banho, já estava acostumada com as roupas floridas e fofas da ex-esposa de Mark ela as vestia e ia para a mesa de café.

–Bom dia.-ela disse animada.

–Bom dia.-ele disse seco.

–Nossa eu venho com um bom dia animado e você me dá um sequíssimo bom dia mas eu aceito isto.

–Fiquei a noite inteira me culpando por não estar aqui cuidando de você e por você dormir mal acomodada no sofá.

–Para com isso, eu não sou uma coisa que você tem que cuidar. Eu estou na sua casa pois você me convidou e eu não tinha nenhum lugar para ir eu não sou muito de fazer amigos mas você se tornou um mas não quero que isso se torne uma cadeia.

–Eu entendo eu só não consigo, eu gosto de cuidar.

–Você é legal demais pra mim, você nem imagina.

Um silêncio invadiu a conversa parece que o assunto tinha repentinamente acabado, eles se serviam e tomavam café sem falar mais nenhuma palavra, até que Mark se levantou e disse: -Vou trabalhar, você irá ficar bem?

–Sim, pai- Katherie sempre brincava deste jeito.

Quando ele saiu pela porta ela arrumou toda a mesa do café e foi pensar em um plano para poder desmascarar Mark, ou apenas saber o que ele realmente era. Ela não conseguia pensar em nada, foi ao quarto de Mark e pegou aquele livro em que já tinha lido uma passagem de ser um humano, ela queria continuar a ler o livro e abrindo novamente em uma página aleatória ela leu algo que dizia.

"Humanos sentem saudade, raiva, amor, ódio e muitos outros sentimentos. Não há como desligar as emoções e sentimentos pois isso está dentro de nós desde que nascemos, quando éramos bebês chorávamos por tristeza, ás vezes jovens chorávamos por amor, pela perda, pelos ganhos e isso sempre nos seguirá. Imagine uma pessoa que não sentisse o amor, ou até mesmo o ódio que é natural, ela com certeza não seria um ser humano, ela seria um animal irracional"

Katherine leu aquilo e em sua memória vinha as suas atitudes sendo uma vampira, ela era realmente um animal irracional se desligasse suas emoções mas ela também não precisa desligar. Ser vampiro é ter sede de sangue e isso vai te levar a matar uma pessoa e cada vez mais pois você se tornou um animal incontrolável, você não haje como um ser humano normal. Ela fechou o livro e não queria mais ler nada, ela saberia que ali teriam coisas que a deixariam mais e mais pensante sem sua vida como uma vampira e em sua vida como uma humana de novo e todo o dia ela pensava a mesma coisa "Será que isso é uma nova chance para mim?" ao mesmo tempo ela ainda sentia o gosto, o poder de ser um ser sobrenatural poderoso e lendário como Katherine Pierce.

Já eram sete da noite e então Mark chegou em casa, não viu Katherine em lugar nenhum, ele gritava seu nome por toda a casa mas com certeza ela tinha saído, seu medo era que tivesse ido embora para sempre. Katherine estava na rua procurando saber coisas dessa cidade, ela queria se aprofundar nesse assunto, ela queria saber se existiam seres sobrenaturais naquela cidade, ela avistou uma tenda que com certeza parecia ser de uma bruxa, não tinha nome nem nada mas por experiência própria Katherine bateu na porta. Uma senhora idosa com uma idade aproximada de setenta anos abriu a porta e arregalou os olhos.

–O que você quer?- disse a senhora em tom grosso.

–Eu sei que você com certeza é uma bruxa.

–Saia daqui monstro chupador de sangue.

–Não sou uma vampira.- Katherine deu dois passos e entrou na casa da senhora que esbanjou surpresa ao ver que realmente não era uma vampira.

–Como sabe o que sou?-disse encabulada.

–Vamos dizer que eu conheço um pouco sobre essas coisas, sou uma pessoa vivida.

–O que quer saber aqui?

–Eu quero saber sobre o quão sobrenatural essa cidade é.- falou firme.

–Eu não irei te contar tudo pois não sei realmente quem é você, se é uma enviada ou algo assim.

–Eu não sou uma enviada, não fui hipnotizada por um vampiro apesar de que tenha visto um aqui.

–Essa cidade esconde um mistério, o maior deles é na floresta amarela, dizem que no subterrâneo dessa floresta existe um purgatório sobrenatural.

–Como assim um purgatório?- Katherine arregalou os olhos.

–Lobisomens, vampiros, bruxas, eles não convivem em um só ambiente se não todos se matariam, mas é uma guerra total entre sobrenaturais aqui nesta cidade.- Katherine ficou sem palavras.

–É só isso que posso te contar, não faço parte deste covil de luta sobrenatural que existe aqui. Tenha cuidado, a noite para humanos não existe aqui.

Katherine foi convidada a se retirar da casa, ela apenas foi para a casa o mais rápido que pode. Chegou em casa e se sentia mais aliviada de estar um pouco mais segura.

–Onde você estava?- disse Mark preocupado.

–Eu estava resolvendo umas coisas.

–Nessa cidade? onde só tem um amigo, que sou eu.

–Se você fosse meu amigo me diria o que você é.

–Como assim?- ele ficou apreensivo.

–Me diz o que você é Mark, eu não sou idiota, eu sei sobre você.

–O que sabe sobre mim?

–Sei que você é algo estranho, eu quero que você me diga.

–Eu não estou te entendendo.- ele se afastava para trás.

–Vamos confirmar isso!- Katherine se irritou.

Ela tirou o vidro de wolfsbane que tinha guardado e atirou diretamente no rosto de Mark, ele caiu em cima dos móveis e começou a gritar, estava realmente ardendo.


Notas finais
Oi gente! eu não aguentava mais segurar o que Mark era e então agora podem ver, espero que tenham gostado do capitulo e o próximo com certeza será melhor! :)