A Vida Foi Matando Seus Sentimentos...
1 Triste...
Notas iniciais
Há muito tempo, um menino, igual a todos os outros meninos da sua idade estava se divertindo com seus amigos, era um tempo medieval, o que mostra que era um menino Nobre. Não tinha muitos amigos, por quê? Sua família não o permitia brincar com crianças plebéias... Poucas crianças gostavam dele, o menino era temido por ser branco tipo leite, e quieto feito um poste, um menino rígido e fosco em relação aos sentimentos... Ele apenas queria se divertir, ninguém o aceitava no grupo...
Então esse menino decidiu um dia fazer novas amizades, não importando se era plebeu, o menino então se dirigiu a uma pequena vila, situada a alguns quilômetros do castelo. Chegando lá, ninguém o notava, uma criança tão bem vestida, era incrível ninguém o ter notado, foi o motivo de um desabafo enorme debruçado em lágrimas, gritos, esperneio... Quando uma criança da mesma idade que a sua o nota, e vem a falar com ele...
–Porque você está chorando?- Perguntou a criança plebéia.
–Como, como você me notou? Não esta com medo de mim?-O menino nobre lhe pediu.
–Não, porque teria?-Encerrou o plebeu, lhe estendendo a mão e o levantando.
Caminharam até um local semi-desertico aonde o menino nobre perguntou ao plebeu...
–Eu não entendo... Porque não esta com medo de mim?
–Porque eu deveria ter? Você não é único no mundo a passar despercebido não, venha vou lhe mostrar como eu me divirto com isso...
O menino plebeu leva o nobre a passear, quando o plebeu começa andar cantarolar e blasfemar xingando pessoas desconhecidas pelas ruas da pequena vila, ninguém os notou, os que notaram, olhavam com desgosto para os dois...
–Pare, estou com medo... Tenho que ir para casa, antes que notem minha falta... -Disse o nobre ao Plebeu.
–Ninguém vai sentir sua falta, você é com eu. Aliás, sabe por que não somos notados?
–Não...
–Porque nosso mundo está em chamas de pessoas preconceituosas... Apenas seja você mesmo, os ignore...
–Vou tentar, agora, vou indo...
Passam-se muitos dias, e em todos os dias o menino nobre vai visitar seu amigo plebeu, quando completa um mês ele vai à procura de seu amigo, procura, procura e procura... Não acha nem rastos, perguntou à pessoas, essas pessoas o ignoram... Quando uma mulher chorando sai de um pequeno barraco e o chama:
–Ei... Menino venha cá!-Grita a mulher chorando...
–Pois não senhora... -Desconfiado lhe responde.
–Você é o menino que andava com meu filho? -Pergunta a velha senhora...
–S-sim, cadê ele?
–Ali... -A senhora aponta para os fundos do quintal...
O menino nobre vai ver oque a senhora quer dizer, ele vai correndo com um longo sorriso na cara, uma surpresa o pega... O menino, aquele menino plebeu estava debruçado sobre uma pedra, com sangue escorrendo na sua cara, o menino então fica assustado e grita para a senhora:
–Mas, oque aconteceu com ele?! Quem fez isso?!
A senhora então lhe diz:
– Isso aconteceu porque nosso mundo está em chamas de pessoas preconceituosas. -A velha senhora diz suas ultimas palavras chorando e entra em seu barraco e fecha a porta.
Então o menino, sem rumo, confuso, não tem mais rumo da vida, perdeu a única pessoa que o notou em todos os tempos, então esse menino olha novamente o corpo quando nota uma adaga enfiada sobre seu pescoço, estava assinada em ouro por Sir. Fernandes, o pai do menino nobre... O menino furioso vai em busca de seu pai, o mata... E logo após com a mesma adaga, se torna um assassino em series, esquartejando todos do reino, assim quando termina oque começou, ele olha para a adaga e sussurra:
-Meu amigo obrigado por me mostrar o sentido da vida-Quando o menino se mata com um golpe no pescoço...
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