Notas iniciais
Depois de longos meses, ESTAMOS DE VOLTA! Sim, você não está tendo alucinações e não está ficando louco, isso é um capítulo novo! Peço desculpas por toda essa demora, Thaty e eu tínhamos resolvido terminar a fic em um único cap., mas relendo-a percebi que ela merece um pouco mais de atenção, por isso, por enquanto ela continua viva - com um pouco de teia de aranha - mas viva! Quem pediu hentai GaaIno, tá aí, não foi a Thaty que escreveu, mas eu tentei dar o meu melhor! Enjoy!!

As férias tinham acabado e a escola começado. A faculdade onde todos estavam, começavam na próxima semana.

Era uma quarta-feira. Ayumi se divertia com suas amigas na escola. A primeira aula tinha sido livre, já que o professor havia faltado. Foi meio complicado para a garota se acostumar com aquilo, em uma hora era uma criança e então, do nada, virou uma adolescente. A sorte dela é que sua forma de falar e seu jeito de pensar também mudaram. Quando foi transferida para sua sala atual, não encontrou problemas em se enturmar. Afinal, ela era bonita, rica e filha de um dos casais mais populares que passaram pela escola. Tirando que a diretora, Tsunade, tinha um carinho especial por ela.

Um barulho vindo da porta indicava alguém chegando e o que chamou atenção da jovem foi uma cabelereira loira. Suspirou, não podia ser quem ela estava pensando!

Mas era.

– Olá, Ayumi! – cumprimentou sorrindo de canto enquanto se aproximava dela e de suas amigas.

– Nossa, quem é o gato? – uma das meninas perguntou interessada.

– Meu nome é Deidara, mas eu já tenho dona – deu um sorriso galanteador.

Ayumi revirou os olhos. Aquilo estava cansando-a. Se ele continuasse insistindo, teria que contar ao pai sobre o menino.

– Por que nunca nos contou sobre ele? – um outra garota indagou à ela.

– Porque não tem nada para contar! – afirmou virando o rosto emburrada. Um gesto totalmente Uchiha.

– Não seja tão difícil, Ayu. – ele encostou a ponta do dedo anelar em sua bochecha.

A garota franziu o cenho com o apelido.

– Não me chame assim. Você não tem essa intimidade. – bateu no dedo do garoto o afastando e saiu, indo sentar-se em outra carteira. Suas seguidoras – vulgo, amigas – foram atrás.

Deidara estava em um misto de irritação e satisfação. Aquela garota era realmente diferente de tudo o que ele tinha visto e conhecido.

–-x—

– O que eu estou fazendo aqui mesmo? – perguntou olhando ao seu redor. Uma loja de departamento enorme. Seu único detalhe: era uma loja de langerie.

– Você jogou a minha fora. Precisa comprar outra. – a voz da mulher era calma, mas o homem conseguiu sentir a diversão que ela estava sentindo.

– Eu já te dei. – rolou os olhos entediado e talvez, irritado. Talvez porque ele tinha percebido ser extremamente difícil ficar bravo com Sakura. Mesmo quando ela o obrigava a passar por momentos vergonhosos, como aquele. Virou para o lado avistando uma fantasia de enfermeira. Um sorriso safado nasceu em seus lábios. – Sabe, sempre tive um certo fetiche.

A rosada virou-se para ele interessada. Sua sobrancelha arqueada denunciava o quanto aquilo havia despertado sua curiosidade. Ele sabia que ela faria tudo o que pudesse para sacia-lo na cama.

Com um sorriso de canto, pegou a mão dela e a puxou em meio aos cabides com roupas ousadas até chegar a seção de fantasias. Parou em frente a roupa de enfermeira que era composta por um vestido hiper colado e curto. Ele com certeza destacava todas as curvas existentes da mulher. Junto estava uma meia arrastão branca que ia até dois centímetros abaixo do joelho. Como não vinha com langerie, ele deduziu que ia por conta da usuária. Ou talvez nem precisasse usar...

– E-Enfermeira? – a voz baixa e surpresa de Sakura era como musica para seus ouvidos. Já conseguia imaginá-la vestindo a roupa e só com isso, sentia-se um tanto quanto excitado.

– Sim... – sussurrou passando um dos braços em sua cintura enquanto a mão de outro braço ia em direção a sua bunda, apertando-a. Sakura reprimiu um gemido. Desde que o Uchiha descobrira seu ponto fraco, vivia a provocando. Mas, ele ia ver só quando chegassem em casa.

– Toma! Paga! – em um rápido movimento, separou-se dos braços e mãos fortes dele e foi até a vestimenta, pegando-a e entregando ao moreno.

Sasuke demorou para entender o porque dela estar estendendo a roupa a ele, mas sorriu de canto ao compreender. Pegou o cabide e caminhou tranquilamente até o caixa. Sakura vinha logo atrás. As pessoas – mulheres – que passavam por eles não conseguiam deixar de comentar.

A rosada começava a pensar se tinha sido uma boa ideia ter levado o garoto junto, mesmo assim, um sorriso satisfeito não saía de seu rosto. Talvez tivesse algo a ver com a fantasia que ele pagava mais a frente e com o que eles fariam depois com aquilo.

–-x—

– São tantos! E tão lindos... – observava cada criança que corria e brincava livremente pelo pequeno parquinho do lugar.

– Estão todos prontos para serem adotados! – a diretora do orfanato sorriu amigável. – Venham, vou apresenta-los às crianças.

Seguiram a mulher até um quarto no fim do corredor. Lá estava as crianças mais pequenas, de até três anos de idade. Hinata teve sua atenção capturada por uma menina loira de aparentemente dois anos que chorava em um canto. A diretora percebeu para onde a garota olhava.

– Ela chegou esses dias e não conseguiu se acostumar ainda. – suspirou tristemente – Parece ter sofrido muito.

– Qual é a historia dela? – Naruto perguntou em um misto de curiosidade e preocupação, talvez.

– Pelo que entendi, ela e a irmã gêmea, aquela que está dormindo ali – apontou para uma garota com o cabelo preso em rabo de cavalo, único detalhe que a diferencia da outra – foram abandonadas pelos pais em um beco. Então, elas começaram a vagar pelas ruas, ficaram dias apenas se alimentando de restos de lixos e de caridade das pessoas que as viam. Até que um dia, uma colaboradora do orfanato as acharam e a trouxeram para cá. Ainda estamos fazendo os exames nelas para ter certeza que não pegaram nenhuma doença.

Os lábios pressionados da morena demonstravam sua vontade de ir até a menina e a pegar em seu colo. Naruto a observou minunciosamente, antes de sorrir confiante.

– Queremos falar com elas. – disse e Hinata virou-se para ele. Ela realmente havia gostado da menina e se emocionou com a história dela. Mas tinha medo... ela parecia tão retraída, desconfiada.

A mulher apenas assentiu indo em direção a criança que observava o casal curiosa. Encolheu-se um pouco mais.

– Diga olá para a Hinata e o Naruto, Yukino. – disse amavelmente e a menina sussurrou um oi.

Hinata sorriu com as mãos levemente tremulas. Se aproximou dela ficando em uma distancia consideravelmente segura e agachou-se ficando quase do mesmo tamanho.

– Olá, Yukino! Meu nome é Hinata e eu quero muito conhecer você! – sorriu de forma gentil e pequena afrouxou um pouco o aperto de seus braços em torno de si, permitindo que a morena pudesse ver seus olhos. Azuis como de Naruto.

– E eu sou Naruto! – o loiro disse alegre ficando ao lado da namorada.

Yukino piscou os olhos vendo o cabelo e os olhos do garoto. Eram tão parecidos com os delas. Permitiu-se dar um sorrisinho.

– Vocês... são namorados? – a pergunta da garotinha os surpreendeu. Eles ficaram alguns segundos atônicos , porém logo riram.

– Sim, nós somos. – Naruto respondeu sorrindo do seu jeito radiante.

Yukino abriu a boca para falar algo, mas um som vindo detrás do casal chamou a atenção dos três.

– Nee-chan? – ouviram uma pequena chamar enquanto se aproximava de Yukino. – Quem são eles?

Hinata sorriu achando graça. Chamava a outra de nee-chan mesmo que tivessem a mesma idade. Talvez fosse a mais frágil e isso trazia proteção à ela.

– Naruto e Hinata... – Yukino respondeu sorrindo timidamente. – Eles são legais.

O casal trocou um olhar alegre. Pareciam estar no caminho certo.

– Oh... meu nome é Lucy. – sorriu meigamente e os olhos da Hyuuga brilharam. – Vocês vão adotar a gente?

– Pretendemos. – a morena respondeu sorrindo singelamente.

– Ainda precisamos terminar os exames... – Yukino abaixou a cabeça.

– Se a gente estiver doente, vocês não vão mais querer a gente... – Lucy abaixou a cabeça também, deixando algumas lagrimas escorrerem por sua bochechas fofas.

– Não se preocupem, ok? Não vamos desistir de vocês. – Naruto afirmou confiante.

– Isso mesmo! Vamos falar com a diretora e pedir a adoção de vocês! – Hinata completou sorrindo da mesma forma.

Os sorrisos iluminaram os rostos infantis e elas correram para os braços da futura mamãe e do futuro papai.

– Vamos poder ter brinquedos? – Lucy perguntou segurando forte a blusa de Hinata com suas mãos pequeninas

– Todos que vocês quiserem. – a morena sorriu afagando o cabelo loiro.

– Vamos ser muito felizes juntos. – Naruto disse puxando a cintura de Hinata fazendo com que um abraço coletivo se formasse. Um abraço em família.

–-x—

– Eu nem acredito que estamos indo pra Paris! – exclamou empolgada sentando em sua poltrona no avião.

– Tudo graças a Hina! – o ruivo disse sentando-se ao lado dela. Estava feliz. Tudo estava saindo melhor do que esperava.

Ino teria a noite mais especial da sua vida. Ele tinha certeza!

A viagem durou algumas horas e durante esse tempo, ficaram assistindo televisão ou jogando boliche – aqueles jogos nada legais que tem no avião – e Ino — que apesar de ser uma vampira, ainda tinha costumes humanos — dormiu uma boa parte do caminho.

Chegaram ao aeroporto. Era tudo tão lindo. Tudo tão perfeito. A loira sentia-se na nuvem. Finalmente, depois de toda aquela confusão, estava junto de seu amor. Por um lado estava triste. Sentia saudades das amigas e dos meninos. Sorriu encolhendo os ombros. Durante aquela semana, seriam apenas ela e Gaara. E ela ia aproveitar muito!

Com o taxi, conseguiram chegar ao hotel antes do almoço, então se apressaram a ir para seu quarto. Não que eles precisassem comer, mas a garota queria provar da comida francesa. Trocaram suas roupas, colocando peças mais soltas e leves. Passariam o dia do hotel mesmo. Gaara fez questão de reservar o maior e melhor quarto, que ficava no ultimo andar, assim não seriam interrompidos ou atrapalhados.

O sorriso não abandonava os lábios rosados de Ino e as expressões que ela fazia experimentando todos os petiscos divertiam o ruivo. Ele não sabia como conseguia se apaixonar mais por ela. Sorriu mais ainda ao ver o anel destacando na pele alva de seu dedo anelar. Olhou para seu próprio dedo vendo o par do anel. Nem conseguia acreditar que estava noivo!

– Que cara é essa? – ouviu a loira murmurar enquanto comia uma rosca de chocolate. O ruivo mordeu o lábio inferior ao ver o rastro doce que ela tinha deixado no canto de sua boca.

– Tá sujo. – mostrou o chocolate tentador num lugar tentador.

– Limpa. – ela rebateu divertida. Ele sorriu sapeca pegando em sua mão e a levando até o elevador.

Ino arqueou a sobrancelha. Não tinha acabado de comer ainda! Viu as portas do elevador abrindo e antes que tivesse tempo de falar algo, já se encontrava em seu quarto. Com a porta fechada. E trancada. Arregalou os olhos. Achava que o senhor rápido do grupo era Sasuke, não Gaara.

E antes que pudesse abrir a boca para perguntar o motivo de terem voltado para o quarto, viu seu lindo doce ser tirado de sua mão para logo entrar na boca do ruivo.

Ficou encarando sua mão vazia para a boca cheia de farelos do noivo. Indignada. Estava realmente indignada. Tinha achado aquela rosquinha tão boa!

Abriu a boca novamente para reclamar e manda-lo ir buscar outro e mais uma vez foi interrompida. Dessa vez por lábios macios apertando os seus. Braços fortes passaram por sua fina cintura. Sorriu, levando as mãos até o pescoço dele puxando alguns fios de cabelo.

Dessa interrupção ela não reclamou.

Lentamente, se viu sendo levada até a enorme cama de casal. Sabia o que estava prestes a acontecer. Sorriu internamente. Diferente do que pensava, não sentia medo. Sentia-se bem, feliz, realizada. Sabia que Gaara era o homem da sua vida, o único que ela já amou, ama e vai continuar amando. Fechou os olhos quando ele pousou sua língua quente em seu pescoço a arrepiando toda. Suas mãos foram deslizando até a barra da camiseta dele e então, subindo novamente, porém por debaixo do tecido. Tocar aqueles músculos era um sonho.

A boca dele tomou a sua novamente. Ficaram em uma deliciosa dança. As línguas pareciam se enroscar com harmonia. Os olhos de ambos fechados, apenas curtindo o momento.

Gaara desceu a mão direita até a alça da blusa rosa e começou a abaixá-la. Ino apertou mais os olhos sentindo os dedos gélidos tocarem seu ombro.

O ruivo olhou a feição da garota. Queria que fosse especial pra ela, queria que fosse bom. Apesar dos conselhos dos amigos, ainda tinha duvidas de como fazer aquilo ser romântico.

– Ino... – chamou com a voz sussurrante. Ela abriu os olhos lentamente o olhando – Você quer...?

Ela sorriu. Ele nunca havia a pressionado pois sabia o quanto aquilo era importante para ela. Ele era realmente um príncipe. Seu príncipe.

– Mais do que nunca. – murmurou passando seus dedos quentes pelo pescoço do rapaz – Quero ser totalmente sua..

O Sabaku sorriu levando a mão até a alça novamente e fazendo o mesmo com o outro lado. Logo, a blusa feminina já se encontrava no chão.

Ino sorriu sapeca. Levou suas mãos até a barra da camiseta e a puxou com tudo. Gaara quase sufocou-se, mas conseguiu tirar a peça. Envergonhada, puxou o rosto vermelho do ruivo e começou uma nova sessão de beijos.

As mãos ágeis dele circulavam o sutiã vermelho enquanto que Ino já tinha suas unhas arranhando as costas dele. Separaram-se em busca de ar e o olhar de Gaara parou nos seios fartos da loira. Começou a procurar o fecho da peça e quando finalmente encontrou, libertou os peitos daquele pano incomodo – na opinião dele. Seus olhos verdes brilhavam diante aquela cena. Ino não sabia se ria ou se enfiava a cara no travesseiro de vergonha.

Sufocou um grito ao sentir a língua quente circular o bico de seu seio esquerdo. Oh, aquilo era tão bom! Suas unhas se afundaram mais ainda nas costas brancas.

Gaara manteve sua mão direita ocupada apertando e acariciando o seio direito enquanto que a outra mão ia de encontro ao short da garota. Ele tentava desabotoar os botões sem deixar de mexer a língua nem a outra mão.

A loira estava surpresa em perceber que o garoto fazia três coisas ao mesmo tempo. Com um biquinho emburrado, levou suas mãos até o começo da calça dele. Desabotoou os botões com facilidade e retirou a roupa podendo ver a cueca box vermelha que ele usava. Podendo ver até mais. Como por exemplo, uma leve “animação” por parte do membro dele.

O ruivo percebeu que estava perdendo e largou os peitos da menina por um instante dando atenção máxima ao short problemático dela. Arrancou com sua força nada normal e a jogou em algum canto. Não olhou para ela, pois sabia a cara feia que o esperava.

Sua concentração estava na calcinha vermelha. De renda. Linda, sexy e molhada. Ino estava completamente excitada, assim como ele.

Desceu mais um pouco ficando com os pés encostados no chão e abaixou a calcinha lentamente. Aquela era a visão do paraíso. Gaara mordeu o lábio inferior para logo em seguida levar a língua para dentro daquele ponto frágil da garota. Ino gritou. Não tão alto, pois sabia que estavam em um hotel e as pessoas podiam ouvir. Ele começou a movimentar a língua cada vez mais rápido, circulando toda a sua extensão, fazendo a loira arquear as costas de prazer. Ela tinha os olhos fechados e a boca entreaberta.

A Yamanaka lembrou-se de algo que Tenten havia lhe dito. Talvez, Gaara gostasse. Ela havia afirmado com veemência que Neji amava quando ela fazia aquilo.

– Gaara... – chamou mordendo o lábio. Ele retirou sua língua e a olhou, prestando atenção nela – Vamos... fazer 69? – indagou receosa.

O ruivo ficou surpreso. De onde ela tinha tirado aquela informação? Logo a imagem de Tenten veio em sua mente. Só podia ser aquela safada! Mesmo assim, achou graça da loira.

– Você sabe que posição é essa, Ino? – indagou segurando sua vontade de rir.

– Mais ou menos... – ela sussurrou envergonhada – Você podia me ensinar...

A ultima frase dela o fez sorrir. Levantou-se e subiu em seu colo, tomando cuidado para não colocar muito peso.

– Tem certeza que quer isso? – questionou procurando confirmação. Ela assentiu um tanto quanto insegura. – Deixa eu te explicar então... Se chama 69, pois eu irei ficar desse jeito em você... – ele deitou-se sobre ela deixando sua bunda próxima ao rosto corado da garota.

– S-Sua bunda perto de mim? – ela gaguejou confusa. Que espécie de posição era aquela, afinal? Tenten havia dito que dava prazer a ambos!

– Não exatamente a bunda... – riu baixo da inocência dela. – Talvez seja melhor tentar isso outro dia..

Ino bufou. Aquela pucca ia pagar caro! A dica de Sakura então veio em sua mente. Aquilo com certeza daria certo!

– Gaara fica de pé! – pediu, mas seu tom parecia como um ordem. O ruivo não entendeu o motivo, mas obedeceu.

Ela foi até ele engatinhando sobre a cama e quando chegou até a cueca, a abaixou mostrando o excitado, grande e grosso pênis dele. Assustou-se um pouco no começo, mesmo assim levou sua língua tocando a ponta do membro. Lembrou-se das coordenadas da amiga rosada e suas mãos começaram a fazer um vai e vem nele enquanto sua língua brincava com a “cabecinha”. O ruivo estava ainda mais surpreso. Ela deveria ter perguntado as amigas o que fazer. Aquilo o estava deixando louca. Mesmo que inconscientemente, Ino era muito boa nisso. Ele não iria aguentar por muito tempo e acabaria gozando na cara dela. E isso não seria nada legal.

Com calma, puxou as mãos finas fazendo-a olhar confusa. Então, a beijou carinhosamente deitando-se na cama com ela novamente. Dessa vez, seu pênis roçava na virilha dela. Ele já latejava de tanto desejo. Olhou uma ultima vez para ela e vendo sua confirmação, a penetrou.

Os gritos de Ino eram abafados pelos beijos carinhosos de Gaara. Ele não queria que doesse, mas não podia fazer muita coisa. Esperou ela se acostumar com ele dentro de si e começou a se movimentar, dando estacadas leves para logo aumentar a velocidade.

Alguns minutos depois, ambos caíram exaustos. Chegaram ao ápice juntos.

Ele tinha um sorriso contemplando seu rosto. Estava tão feliz que mal podia acreditar. Ino acomodou-se melhor nos braços fortes dele apoiando a cabeça em seu peito. Com um dos braços livres puxou o fino lençol vermelho tampando ambos.

– Eu te amo... – ela sussurrou sonolenta. Com certeza aquilo a deixou bem cansada.

– Eu também te amo... – ele respondeu fazendo carinho nos cabelos loiros.

Assim, Ino adormeceu e Gaara ficou a observando dormir, como uma princesa. Como a sua princesa.

Notas finais
Bom, não ficou exatamente grande para poder compensar a demora, mas foi o que deu pra hoje, mesmo porque ainda tenho uma prova pra estudar! Ja ne!