A Vida Com Eles

39 Capítulo final - Nosso "sim"


Notas iniciais
Aqui é a Leticia com o capítulo final de A Vida Com Eles. Dessa vez, eu e a Thaty decidimos escrever juntas e acho que vocês perceberão ao decorrer do cap. Espero que vocês gostem, porque fizemos isso com muito carinho. ;3 Leiam as notas finais, por favor!

De fora da casa podia-se ouvir o ronco dos motores. Motores novos, comprados especialmente para a ocasião.

Do lado de dentro, sorrisos sádicos dos motoristas poderiam ser vistos.

Gaara estava no banco do motorista de sua nova Ferrari, o sorriso animado e assustador. Ao seu lado, encontrava-se Ino, um tanto quanto apreensiva, mas preparada para a batalha. Nos bancos traseiros, Temari exibia um sorriso igual de Gaara e Shikamaru, por incrível que pareça, parecia animado, estralando os dedos.

Dentro da Lamborghini Aventador, Neji sorria ao segurar o volante, o pé pisando fundo no acelerador e fazendo um barulho alto do motor. Tenten ao seu lado estava animada, quando saíssem e tivesse silencio, voltaria a se concentrar em lembrar-se da casa.

No Corvette C7 Stingray, Sasuke animava-se. Sakura ao seu lado, estava temerosa, não sabia o que resultaria disso e tinha medo de perder seus amigos.

No Camaro Concept, Hinata permanecia doce como sempre, apenas escondendo a animação por dentro. Ao seu lado, Naruto quase dava soquinhos no ar e sorria com animação. Ayumi no banco traseiro ativava o sharingan, sorrindo como o pai. Ao seu lado, Deidara estava sério, pensando em táticas de batalha.

– Deidara, passe para cá. – Gaara disse em alto e bom som.

Todos o olharam curiosos de dentro dos carros.

– Por quê? – Deidara questionou. Queria ficar perto de Ayumi.

– Quero falar com você. – Respondeu Gaara.

Shikamaru se voluntariou e trocou de lugar com o garoto, indo para o carro de Hinata. Sentindo-se intimidado por Gaara e Temari, o mesmo tentou ficar mais próximo de Ino, que parecia a menos perigosa daquele veiculo.

– Todos prontos? – Gritou Sasuke, animado.

Os motores rugiram.

– Prontos. – Gritou Temari. – Vamos acabar com a raça dele.

– Uhuuuul. – Gritaram Naruto e Gaara, animados com a ideia.

– Vamos lá. – Confirmou Neji. – Agora.

Ao ouvir “agora” de Neji, todos aceleraram, saindo da garagem da casa cantando pneus e deixando marcas e fumaça para trás.

Gaara ia na frente, sendo guiado por Deidara que indicava o caminho e era seguido por Hinata, que o daria sinal de farol de captasse algo errado com seus olhos afiadíssimos.

Atrás do carro da azulada, estava Sasuke, dirigindo com o sharingan ativado, pronto para qualquer eventualidade e, atrás dele, Neji os protegeria na retaguarda se algo acontecesse.

No primeiro carro, Gaara olhou para Deidara através do retrovisor e, com gosto, viu que ele não recuou diante do seu olhar. O garoto tinha coragem, não daria para trás com eles.

– Deidara, se não me engano, você tem algumas habilidades bem... peculiares, certo? – Gaara disse.

O olhar de Ino e Temari voltou-se para o garoto, que olhou surpreso para Gaara.

– Como sabe?

Gaara deu de ombros.

– Sei de muitas coisas, garoto. E essas suas habilidades serão de extrema utilidade para nós.

Deidara o olhou, os olhos frios recheados de desdém.

– Quer que eu exploda a mansão do meu pai com todos dentro?

Gaara sorriu sádico.

– Então eu estava certo, você explode as coisas. – Falou com certo tom de frieza. – Não, garoto. Você vai explodir quando todos sairmos, ou antes disso.

– Como assim? – Deidara perguntou confuso.

Gaara lhe lançou um olhar rápido e voltou os olhos para a estrada.

– Você vai armar a casa inteira com suas dinamites ou seja lá o que for que você use para explodir.

– Argila especial. – Deidara retrucou. – Eu mesmo a produzo.

– Que seja. – Retrucou Gaara. – Você vai espalha-las pela casa, isso vai ser nosso trunfo reserva.

– Trunfo reserva? – Ino perguntou.

Gaara assentiu.

– Nosso trunfo é o Sasuke e a Ayumi. Assim como Madara, eles possuem o sharingan, podem lutar de igual para igual com ele, sem cair em seus truques baratos. Caso todos nós falhemos, — todos no carro que aquele “falhar” significava morrer – você irá jogar tudo pelos ares, incluindo o próprio Madara.

Deidara olhou para Gaara.

– Madara não morrerá com uma simples explosão. Teria que ser uma explosão composta por vários componentes. – Explicou o loiro. – Sou capaz de criar até mesmo uma bomba nuclear, mas não acho que vocês queiram levar o estado todo abaixo. Minhas bombas são muito potentes, mas tenho que me concentrar muito para fazer uma forte o bastante para Madara.

– Se concentrar quanto? – Temari perguntou.

– Eu já tinha que ter começado. Levará, no mínimo, uma hora para ficar pronta. E ela teria que ser colocada no local que Madara está, para ter melhor efeito nele.

– Mudança de estratégia então. – Gaara disse. – Você irá fazer essa tal bomba. Comece agora, terá tempo até chegarmos. Mas em todo caso, você a usará. Se vencermos, não queria nenhum vestígio de Madara. Temari, ligue para Shikamaru e avise a ele, ele é melhor em estratégias do que eu.

Deidara assentiu e Temari também, falando o que Gaara disse.

– Gaara, tem certeza que isso irá funcionar? – Ino perguntou receosa.

Gaara lhe lançou um olhar carinhoso.

– Não se preocupe, querida. Nós ficaremos bem.

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Os carros pararam na entrada da enorme floresta e todos desceram, passando a analisar as enormes arvores.

– Assim ele ficará bem escondido. – Neji concluiu.

As arvores tampavam qualquer visão de qualquer coisa dali.

– Terminei. – Anunciou Deidara.

Todos olharam para ele. Em sua mão, um pequeno boneco de argila, deveria ter uns 15 cm, estava com uma aparência meio demoníaca.

– É isso dai que pode levar Madara pelos ares? – Sasuke perguntou.

Aquela coisinha parecia meio inofensiva.

– Não menospreze minha arte, Uchiha. – Retrucou o loiro. – Sabe o quanto de poder tem aqui?

– Certo, isso está bom, Deidara. – Hinata entrou antes que o Uchiha retrucasse uma discussão começasse. – Qual vai ser o plano?

– O plano original. – Shikamaru respondeu. – Deidara irá primeiro, distrair o Madara enquanto entramos em seguida. Na “linha de frente” estará Sasuke, Gaara, Neji e eu. Hinata e Naruto lutaram, mas sempre de olho em Ayumi que lutará mais afastada junto com Sakura. Ino é boa em adivinhar o ataque do inimigo, então guiará Temari no ataque.

– Com certeza Madara não estará sozinho. – Deidara avisou. – Tomem cuidado, principalmente, com o Pain.

– Pain? – Perguntou Naruto.

Deidara assentiu, a expressão amargurada.

– Meu meio irmão, o queridinho de Madara. – Respondeu ríspido. – Os amigos dele também estão ai. Hidan, Kakuzu, Zetsu e provavelmente Konan, namorada dele.

– Todos com habilidades especiais? – Sakura perguntou.

Deidara assentiu.

– Hidan é imortal. Não importa o que vocês façam, ele não morre. Nunca.

Todos o olharam abismados.

– Sério isso? – Perguntou Tenten.

Deidara assentiu novamente.

– Deixe isso comigo e com o Sasuke. – Shikamaru falou. – Posso imobiliza-lo e Sasuke termina com ele com o sharingan.

– E os outros? – Perguntou Neji.

Deidara pareceu pensar.

– Kakuzu solta qualquer parte do corpo para atacar o inimigo e depois a coloca de volta, um truque com cabelos, não sei. – Deu de ombros. – Zetsu pode possuir seu corpo, principalmente se tiver com o humor negro, Konan mexe com papeis e Pain... – Balançou a cabeça, sem saber como explicar. – É complicado.

– Tudo bem então. – Sasuke disse. – Vamos começar.

Todos assentiram e entraram na mata atrás de Deidara.

Andaram por alguns minutos entre as arvores até que, de longe, viram uma enorme casa marrom e Tenten ofegou.

– Eu lembro. – Disse ela. – Alguns cômodos da casa, sei onde ele está.

Todos sorriram para ela e Deidara os olhos sérios.

– Eu vou entrar. – Disse. – Daqui dez ou quinze minutos, vocês entram. Tomem cuidado.

Se virou e começou a andar para a casa, não antes de lançar um olhar significativo para Ayumi, que virou o rosto.

Sakura deu uma batidinha nas costas da filha e a mesma suspirou.

– Hey loiro! – Chamou Ayumi, fazendo Deidara parar e olhar para ela. – Não morra.

Deidara a analisou por alguns segundos e depois assentiu.

– Você também não, ainda tenho que ir contra esse seu gênio Uchiha.

Deidara voltou a andar e Ayumi sorriu, entendendo as palavras do loiro. Ele ainda a faria ficar louca por ele.

Ele sumiu da vista e, exatos quinze minutos depois, eles entravam na mansão.

Deidara tivera o cuidado de desarmar todas as armadilhas pelo caminho, deixando livre para eles.

Esgueiraram-se pela casa, seguindo o caminho que Tenten indicava, que lhe vinha a mente a cada detalhe que olhava dos cômodos.

Pararam ao ouvir a voz de Madara e Deidara, pareciam discutir.

– Ainda não me respondeu corretamente, Deidara! Onde esteve esse tempo todo?

– Desde quando se importa, pai?

Um segundo de silencio.

– Mandei você observar Uchiha Ayumi, traze-la para mim e você volta de mãos vazias. O que estava fazendo, seu bastardo inútil?

Ayumi fechou as mãos em punho ao ouvir isso. Apenas ela podia tratar o loiro daquela maneira.

– Eu estava por ai, a observando. Não foi isso que mandou?

Madara bufou.

– Sinceramente, onde foi que errei com você? Você é um incompetente! Eu devia ter mandado Pain para essa missão.

– Então porque não mandou? – A voz de Deidara era fria, cheia de ressentimentos. – Ele não é seu preferido?

– Isso é inveja, Deidei-chan? – Uma terceira voz os interrompeu.

– Porque não vai cuidar de sua própria vida, Hidan? – Perguntou Deidara. – Alias, o que todos vocês fazem aqui junto com meu pai?

Deidara já sabia da presença deles ali, e essa frase era um aviso. Madara não está sozinho.

– Cuidado! – Gritou Neji.

Todos abaixaram-se ao mesmo tempo que uma foice passou onde suas cabeças estiveram segundos atrás e se fincou na parede.

– Ora Deidara, vim ajudar seu pai a se livrar dos convidados.

Todos olharam para o lado, surpresos, vendo Hidan parado sorrindo para eles e segurando a foice.

De repente, Hidan voou, batendo contra a parede e a rachando.

Todos olharam surpresos para a figura que acabara de bater em Hidan parada ali. De sharingan ativado e olhos em Hidan, Itachi sorriu.

– Deixem que eu me junte a festa!

Todos saíram de seu esconderijo e apareceram na frente de Madara, que sorriu.

– Então você ia mesmo me trair, Deidara. – Disse o Uchiha.

Deidara afastou-se dele, ficando perto de seus novos companheiros e na frente de Ayumi.

– Você não me deu outra escolha, pai.

– Itachi, seu puto! – Todos se viraram para Hidan, que se levantava. – O que pensa que está fazendo?

Itachi apenas sorriu como o Uchiha que era e seu sharingan destacou-se.

– Amaterasu. – Sussurrou.

Os gritos de Hidan foram ouvidos e ecoados por toda a mansão enquanto chamas negras consumiam seu corpo.

– Isso não vai funcionar com ele. – Deidara sussurrou para Itachi.

– Ah, vai sim. – O Uchiha respondeu sorrindo. – Amaterasu não se apaga enquanto não reduzir seu alvo a cinzas. Ele é imortal, mas sua imortalidade é inútil contra esse sharingan.

Todos assistiram Hidan ser transformado em pó, as chamas negras sumindo logo em seguida.

Naruto olhou em volta, vendo que além de Madara, ali estavam um homem de cabelo alaranjado e cheio de pircings pelo rosto e uma mulher de cabelos azuis e olhos cor de mel.

O rapaz olhou para Naruto e franziu o cenho, levantando a mão. Todos observaram chocados Naruto sendo lançado para trás.

Ele tentou segurar-se, diminuindo o impulso que o fazia ir para trás e levantou os olhos para o rapaz quando se estabilizou.

– Esse é o Pain. – Disse Deidara.

Hinata foi até Naruto, o ajudando a levantar.

– Você está bem? – Perguntou.

O loiro assentiu, ainda de olhos grudados em Pain.

– Você, loirinho. – Pain disse. — Vamos lutar.

Antes que alguém fizesse alguma coisa, um raio amarelo passou pela sala e de repente, sobrara apenas Madara de inimigo.

Segundos depois, o raio voltou, parando entre Madara e os mocinhos.

– Namikaze Minato, é um honra tê-lo em minha humilde residência. – Saldou Madara.

– Por favor, sem falsidades, Madara. – Minato disse educado.

Gaara e Sasuke trocaram um olhar e, no segundo seguinte, estavam atrás e na frente de Madara.

O Uchiha tentou acertar um soco no rosto de Madara, que desviou e Gaara lhe passou uma rasteira, sem sucesso.

Os outros partiram para cima, tentando atacar Madara, mas os únicos que terminaram de pé, foram os Uchihas.

– Ah, meus preciosos. – Disse Madara. – Itachi, Sasuke e Ayumi. Seria tão proveitoso ter vocês do meu lado.

Madara foi até Ayumi e lhe segurou o rosto com força.

– Me solte. – Disse ela, enraivecida.

– Porque tão hostil, doce Ayumi? – Madara perguntou em seu tom sarcástico.

– Afaste-se da minha filha. – Sasuke ordenou friamente.

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Madara desviou seu olhar de Ayumi para Sasuke por um instante e um sorriso altamente cínico surgiu em seus lábios.

– E o que vai fazer caso eu não te obedeça? – seus olhos brilhavam de maldade. Ele já estava cantando vitória antes mesmo da verdadeira luta ter começado.

Sakura que estava o tempo todo ao lado do moreno apenas observava cada movimento com atenção. Ela fora a última a ser transformada e ainda não sabia usar seus poderes muito bem. Porém, isso não impedia que sua raiva por estarem machucando pessoas que amava aumentasse.

Calculando de forma cautelosa, movimentou-se rapidamente e juntou o máximo de força que conseguiu em seu punho, desovando-a de uma só vez na bochecha de Madara, afastando-o consideravelmente de Ayumi. Todos os presentes arregalaram os olhos.

– Eu não vou permitir que encoste em Ayumi. – a rosada estava irreconhecível. Os olhos verdes sempre tão cativantes e animados mais pareciam um par de pedras frias.

Aproveitando a brecha, Deidara esguelhou-se para perto de Ayumi bem a tempo de puxá-la quando Naruto apareceu voando no meio da sala. Pain vinha logo atrás com uma expressão sádica em seu rosto.

Gaara e Neji resolveram ir ajudar o loiro, pois pelo jeito o vampiro de cabelos alaranjados não era um oponente muito fácil e apenas o Uzumaki – mesmo sendo forte e habilidoso – poderia não dar conta.

Hinata, Temari e Ino correram para os outros cômodos, no intuito de ver se havia mais algum comparsa de Madara, no entanto, foram impedidas de prosseguir por Konan. A mulher de cabelos roxos apareceu na frente das garotas e já deu uma leve demonstração de seu poder, criando inúmeras armas feitas de papel. As três somente se entreolharam em um dialogo mudo e partiram para o ataque.

Ao ver que quase todos estavam encontrando um adversário, Shikamaru e Tenten foram tentar fazer o que as meninas não tinham conseguido. Entretanto, eles também não puderam sair do cômodo. Um homem de aparência um tanto quanto estranha, tendo uma espécie de planta em sua cabeça surgiu para atrapalhá-los.

– Oras, se não é a nossa garota de volta. – Zetsu, que estava em seu humor negro, sorriu sadicamente para Tenten e a mesma sentiu seu estomago embrulhar de nojo.

Neji estava desviando de um ataque de Pain quando viu o vampiro aproximar-se de Tenten. Seu sangue ferveu e, sem ligar para mais nada, saiu correndo em direção à morena, prometendo protegê-la não importa como.

Zetsu viu o moreno avançar em direção à eles e resolveu mostrar de uma vez o que ele podia fazer. Em instantes, Neji não era mais Neji. E Tenten sentiu seu mundo desabar ao ver um fluido negro sair do Hyuuga.

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Kushina estava apreensiva. Não entendia a razão, mas sentia que alguém que ela amava estava correndo perigo. Decidiu ir até o quarto de Yukino e Lucy mais uma vez, apenas para confirmar que estavam bem e seguros.

Sorriu aliviada ao abrir a porta e encontrar as duas garotinhas brincando. Os sorrisos, que antes eram alegres ao ver a avó, se desfizeram nos lábios das meninas.

– Vovó, quem é esse homem atrás da senhora? – Yukino apontou para a figura e Lucy se escondeu atrás da irmã, com medo.

A ruiva não teve tempo de nada. Não soube o que nem como, mas em instantes ela já estava caída no chão e as garotas se viram sozinhas com aquele estranho ser que havia machucado a avó delas.

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Hinata sentiu seu coração apertar e ela não havia sido acertada por Konan. Um desespero tomou conta de si e sua respiração tornou-se oscilante. De algum modo, sentia que suas pequenas corriam perigo. Olhou ao redor procurando por Naruto e tudo o que viu foi o loiro sendo lançado contra a parede de novo. Ele já estava muito ferido e ainda assim não desistia.

Minato tentava entrar em contato com Kushina ao mesmo tempo que desviava dos ataques de Pain e deixava que Gaara atacasse o vampiro. Não conseguia entender porque a mulher parecia totalmente inalcançável.

A Hyuuga desviou seu olhar da luta por um instante e arregalou os olhos ao ver um irreconhecível Neji correr em sua direção. A garota não teve tempo para pensar no que estava acontecendo. Quando menos percebeu, seu primo já estava com uma espada a poucos centímetros de seu coração.

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Ino foi atingida por sete armas ao mesmo tempo e se encontrava desmaiada, restando apenas Temari para eliminar Konan. As duas mulheres se fitavam com ódio, cada um com seus motivos para ganhar aquela luta.

A loira sabia que estavam perdendo, seus amigos estavam esgotados e cansados. Mas ela não podia desistir. Ela não podia fraquejar. Tinha que acabar com aquela mulher para proteger aqueles que amava.

– Só avisando, eu nunca perco. – Konan tinha a expressão impassível.

– Sempre tem a primeira vez pra tudo. – Temari estralou seu pescoço e sorriu. Não um sorriso normal, mas um sorriso sádico.

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Shikamaru foi ajudar Gaara e Minato – que havia desistido de falar com sua esposa – com a luta contra Pain, já que Naruto não tinha mais como se levantar e muito menos como se mexer. Tenten sentia-se atordoada e não conseguia sair do lugar. Viu ao longe Neji tentar matar Hinata e mil pensamentos passaram por sua mente. Uma sensação de angustia e decepção transbordava em seu interior.

Cerrou os punhos e respirou fundo. Aquele não era o Neji que ela conhecia, que ela se lembrava. Aquele não era o Neji por quem ela havia se apaixonado um dia.

– Eu não vou te abandonar, Neji. – sussurrou para si mesma e correu em direção aos primos, lutando contra o tempo e rezando para que o moreno não fizesse nenhuma idiotice.

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– Ah, você só me atrapalha! – Madara jogou Sakura – pela trigésima vez – para longe. A rosada já estava com vários hematomas pelo corpo, além de cortes superficiais e profundos. Se ela ainda fosse humana, com certeza já estaria morta naquela altura do campeonato.

– Eu... não... vou... deixar... que... machuque... Ayumi – sibilou com a voz entrecortada e tossindo fortemente. O último golpe tinha a pegado de cheio.

– Então, terei que te matar primeiro? – o homem caminhou lentamente até a garota caída e lançou-lhe um olhar de desdém. – Nunca te quis na família mesmo.

Sasuke e Ayumi arregalaram os olhos com o que viram em seguida. Madara sacou uma espada reluzente e levou em direção ao corpo pequeno da rosada. Deidara se preparou para impedir o pai, mas alguém foi mais rápido.

– Não vou deixar que machuque minha mãe. – Ayumi segurou a espada com força, entortando-a e deixando o vampiro irado.

– Ora, sua fedelha! Como ousa?! – Madara jogou a espada longe e passou a fazer uma série de gestos desconhecidos com as mãos.

Deidara não acreditou que estivesse vendo isso. Não, ele não poderia fazer aquilo. Ele não tinha o direito de tirar a única coisa boa que havia conhecido em sua vida.

– Você já era, bastarda! – estava finalizando o último gesto para poder atacar a garota, quando sentiu-se ser arrastado alguns metros, batendo e atravessando a parede.

– Eu não vou deixar ninguém encostar um dedo na Ayumi. – Deidara estava transformado. E estava sério. Seu pai tinha ido longe demais, ele não o perdoaria nunca.

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A mansão estava um verdadeiro caos. De um lado, lutas ferozes, do outro lado, vampiros exaustos e gravemente machucados. Gaara estava aflito e queria se livrar de Pain o mais rápido possível para ir socorrer Ino, mas o vampiro parecia invencível.

– Quer uma ajuda? – ouviu uma voz e sorriu ao ver Hana e Itachi – que tinha sumido por um tempo, pois foi buscar a garota – postando-se ao seu lado.

– Vai lá ver ela, a gente dá um jeito nesse cara. – Hana piscou um dos olhos e sorriu de canto. – Logo, logo, vem mais reforço.

Gaara agradeceu com um mais um sorriso e correu o mais depressa que pôde até Ino. Ele não podia perder aquela loira de jeito nenhum!

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Pain se viu em desvantagem. Apesar de ser forte, ele não podia lidar com Itachi e mais dois vampiros consideravelmente fortes. Havia conseguido deixar Minato e Naruto sem condições de lutar, mas do jeito que ia, ele ficaria ali por um longo tempo e isso não fazia parte dos seus planos.

Olhou ao redor e perguntou-se mentalmente onde raios estava Kakuzu que tinha sumido faz um bom tempo. Não demorou um minuto para que o dito cujo aparecesse. E acompanhado.

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Hinata já estava com os olhos arregalados e com o coração a mil, mas ao ver Yukino e Lucy surgir no meio daquela guerra nos braços de um homem estranho, sentiu que fosse morrer com um ataque cardíaco a qualquer momento.

Viu Tenten bater na cabeça de Neji e o mesmo cair desmaiado e suspirou momentaneamente. Até se lembrar das garotas, claro. Deixava pra entender o que acontecera depois.

A Mitsashi se ajoelhou ao lado do garoto e tirou os fios suados de seu rosto sereno. Sua garganta estava seca e suas mãos trêmulas.

– Me desculpe, eu não fui forte o bastante para proteger vocês...- achou que Neji estivesse desmaiado, mas surpreendeu-se ao ouvi-lo sussurrando. – Eu não queria machucar ninguém...

– Você não machucou, meu amor. – fez um leve carinho na bochecha alva do moreno.

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Zetsu voltava ao seu corpo um tanto quanto frustrado. Esperava que Neji tivesse um pouco de maldade em seu coração para ter coragem de matar Hinata, mas não foi o que aconteceu. Olhou para seus companheiros se divertindo e sentiu-se entediado. Como sempre, ele ficava de fora das lutas porque perdia tempo brincando com a pessoa errada.

– Nunca se distraia no meio de uma guerra. – não soube de onde veio o ataque, mas após sentir o golpe, já estava caído morto no piso frio. Hideo segurava a espada ensanguentada e corria para ajudar quem precisava.

Yumi fez o mesmo ao ver Temari tendo dificuldades com Konan.

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– Olhem quem eu achei! – Kakuzu levantou as duas meninas como se fossem prêmios. Naruto queria fazer algo, mas suas pernas não se mexiam mais. Minato sentia falta de ar e já achava que sua hora tinha chegado. A única que podia fazer algo era Hinata, mas a mesma parecia atônica demais. Era muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

Sasuke pensou em ir atrás de Deidara, Ayumi e Madara, porém não queria deixar Sakura na situação em que ela se encontrava. Esperava que sua filha e seu futuro genro dessem conta do recado. Ao chegar na sala, sentiu seu ar faltar vendo seus amigos tão feridos e quase morrendo. Precisavam dar um fim nisso o mais rápido possível.

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– Minhas filhas. – Hinata sussurrou, ainda perplexa.

Aos poucos, a morena sentiu a raiva subir-lhe pelo corpo, os olhos mirando o sorriso sádico de Kakuzu e partiu para cima.

Rapidamente apareceu atrás de Kakuzu, dando-lhe um chute nas costas, o pegando de surpresa e o fazendo soltas as meninas. Antes que acertassem o chão, Yukino e Lucy foram pegas por Sasuke, que as colocou ao lado de Ino e Gaara.

Kakuzu virou-se e tentou acertar Hinata varias vezes, mas ela desviava com facilidade de seus ataques. Sentiu o corpo pesar quando a morena lhe acertou um soco certeiro no queixo, desabando logo em seguida.

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Temari abaixou-se, desviando do ataque de Konan e apenas teve tempo de ver o sangue jorrar.

Yumi aparecera de surpresa atrás de Konan, passando uma espada pelo pescoço da azulada e fazendo com que a cabeça caísse e rolasse até parar nos pés de Temari.

– Precisava de uma ajuda? – Yumi perguntou animada.

Temari sorriu para ela.

– Ajuda é sempre bem vinda.

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– Vamos lá. – Sasuke disse a Naruto, que se levantava com dificuldade.

O loiro assentiu e partir para cima de Pain, que levantou a mão para, novamente, o jogar longe. Porém, não contava que Sasuke aparecesse atrás de si e segurasse sua cabeça.

Sasuke torceu o pescoço do mesmo e logo depois, puxou, arrancando a cabeça. A jogou longe e foi ver Naruto, que caíra novamente.

– Ótimo, agora só falta Madara. – Minato anunciara.

Todos se olharam apreensivos.

– Vamos sair da casa. – Disse Gaara, pegando Ino no colo. – Deidara irá explodi-la.

Todos saíram, ajudando quem estava ferido e os deitando na terra da floresta, a uma distancia segura da casa.

Só esperavam que Deidara e Ayumi estivessem bem.

–--x----

– Katsu!

Uma explosão foi ouvida . Ayumi abriu os olhos, meio perdida. Batera a cabeça quando Madara a jogou longe.

Conseguiu focalizar Deidara. O mesmo estava todo coberto de sangue, os ferimentos eram graves e, por um momento, se desesperou.

– Não vai deixar que eu a machuque? – Madara perguntou irônico. – Olhe para si mesmo, Deidara. Está patético. Completamente derrotado e tentando proteger a garotinha por quem se apaixonou.

– Isso mesmo, pai. – Retrucou Deidara. – Por quem me apaixonei. Você alguma vez foi capaz se sentir amor? Alguém já foi capaz de amar você? Não, é claro que não. Você não tem coração, não tem o necessário para um sentimento como esse.

Madara o olhou possesso e ergueu as garras, pronto para enfia-las direto no coração do loiro, mas Ayumi foi mais rápida e se colocou na frente, protegendo o loiro.

Madara afastou-se bruscamente ao ver que tinha ferido a Uchiha e Deidara a aparou, segurando-a quando ela cuspiu sangue.

– O que pensa que está fazendo, Ayumi? – Deidara gritou desesperado. – Você não pode... não...

A Uchiha sorriu, os lábios manchados de sangue.

– Quem ama, protege. – Sussurrou ela.

Deidara a olhou surpreso e ela aumentou o sorriso.

– Não faça essa cara. – Disse sarcástica. – Eu amo você.

Os olhos dela se fecharam e Deidara sentiu seu mundo cair.

A gargalhada de Madara ecoou pelo local, fazendo a raiva de Deidara crescer ainda mais.

– É realmente uma pena, Deidara...

Madara não pode concluir a frase, pois Deidara enfiara a mão dentro de seu corpo, perto de seu coração.

– Eu acabei de deixar uma bomba dentro de você. – Disse o loiro, retirando a mão. – Nos vemos no inferno, pai.

Rapidamente, pegou Ayumi nos braços e correu.

– Você se arrependerá disso, Deidara! – Madara gritou.

– KATSU! – Gritou quando estava longe.

Todas as bombas implantadas na mansão e a que estava em Madara explodiram ao mesmo tempo.

Do lado de fora, Sasuke, Gaara e Hideo protegeram os olhos. A explosão podia ser vista a distancia.

Sasuke olhou apreensivo para Sakura. O que seria deles se algo acontecesse com Ayumi?

– Olha eles ali. – Hinata disse.

Deidara caminhava com dificuldade devido os ferimentos, Ayumi desmaiada em seus braços e as lagrimas escorrendo pelo rosto.

Deidara caiu antes que Sasuke o alcançasse e sentiu o ar começar a lhe faltar.

Era isso. Iria morrer.

Era a punição que ganharia por todas as suas maldades.

Ao longe, ouvia Sasuke gritar pela filha. Parecia desesperado pelo tom em que ele a chamava. Ouvia também alguns choros, de adultos e de duas crianças.

Ia fechar os olhos, entregar-se a morte, quando uma voz cruzou o ambiente deprimente.

– Mas que merda está acontecendo? – Gritou.

Todos olharam para onde viera a voz.

A mulher alta, loira, de olhos mel e peituda os olhava possessa.

– Tsunade! – Naruto falara.

Atrás da loira, uma ruiva de cabelos enormes se aproximou.

– Kushina. – Minato dissera.

Tsunade olhara para todos aqueles feridos e ferimentos, fazendo cara feia logo em seguida.

– Todos para a casa dos Hyuuga. Agora. – Ordenou ela. – Vocês estão morrendo.

E, com extrema rapidez, eles pegaram todos os feridos e levaram rapidamente para os carros, indo o mais rápido possível para casa.

–---x----

No caminho até a mansão dos vampiros, Tsunade chamou todas as médicas e enfermeiras vampiras que conhecia para poder curar e ajudar todos. A mulher sentia medo que não conseguissem sobreviver aos ferimentos graves.

Deidara lutava para não adormecer pois sabia que não seria capaz de abrir seus olhos de novo. E ele ainda queria ver o sorriso de Ayumi, nem que fosse pela ultima vez. A Uchiha mais nova, por outro lado, continuava desmaiada e com a respiração ofegante, fazendo seu peito descer e subir freneticamente. Sakura mal conseguia lidar com suas feridas, mas tentava ajudar sua filha e Sasuke sentia-se culpado por não ter conseguido proteger sua família e amigos.

Tenten era a menos ferida e por isso, ajudava no que podia. Estava aflita com a situação de Neji que ainda não havia acordado desde que Zetsu saíra de seu corpo e tinha medo do que poderia acontecer. Logo agora que ela finalmente começava a se lembrar de tudo...

Hinata e Naruto choravam de alivio pelas duas meninas estarem bem. Eles não sabiam o que fariam caso algo acontecesse com elas. Minato era cuidado por Kushina enquanto a interrogava sobre o que tinha acontecido na casa e como as garotas foram parar na mansão de Madara.

Ino estava no colo de Gaara, com o rosto sempre esbelto e sereno cheio de hematomas e cortes. O ruivo sentia-se um inútil por tê-la deixado sozinha. Ele nunca devia ter feito aquilo. Com cuidado, levou dois dedos até a bochecha pálida e fria da garota e soltou um sorriso melancólico.

– Você não pode me deixar, loira. Lembra que prometemos ficar juntos até a eternidade? – tirou um fio de cabelo loiro da testa dela. – Ainda temos muito tempo para brigar e fazer as pazes, vamos montar uma família, não vamos? E você vai dar um nome estranho pra criança e vai ensiná-la em como dar um tapa no cara mal educado da escola dela. É por isso que você não pode me abandonar, barbie.

– Faz quanto tempo que você não me chama desse jeito? – escutou a voz fraca da jovem que ainda mantinha os olhos fechados e sorriu aliviado. Ela não iria deixá-lo.

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A mansão parecia um verdadeiro hospital. Gritaria, choro – tanto infantil quanto adulto – e sorrisos faziam parte da cena em que se encontrava os vampiros. Shikamaru, Hideo, Temari e Yumi corriam de um lado para o outro, seguindo as coordenadas das médicas e enfermeiras. Tenten não saía do lado de Neji por nenhum segundo, esperando ansiosamente para que ele acordasse e mostrasse que estava tudo bem. Não teve tempo de ninguém ir vê-lo e examiná-lo ainda.

Naruto estava sendo cuidado por Kushina e uma médica amiga dela com Hinata e suas filhas por perto. A morena estava em uma situação um pouco melhor que o loiro e tentava distrair Yukino e Lucy que estavam confusas com todos aqueles acontecimentos.

Minato estava conversando com Tsunade e explicando desde o começo o que tinha decorrido. A Senju não pôde evitar ficar incrédula com a falta de responsabilidade de todos. E se tivesse mais pessoas na mansão? E se eles não tivessem sido capazes de derrotar Madara e os outros? O Namikaze entendia a aflição da amiga, mas afirmou que tinham Deidara como aliado e por isso tudo deu certo no final. Ou mais ou menos isso.

A mulher olhou para o outro lado da sala e viu o jovem loiro fitando Ayumi com esperança. Ele parecia completamente lastimável, mas não deixou que ninguém o cuidasse enquanto a Uchiha não despertasse. Se ela não sobrevivesse, ele também não era digno de viver. Não quando a garota havia se sacrificado para salvá-lo.

– Eu preciso cuidar da sua perna, ela está muito ferida. – escutou a voz de uma mulher e desviou o olhar de Ayumi por um instante.

– Eu já disse que não quero ser tratado antes dela acordar. – resmungou não querendo ser mal educado com a mulher, já que ela só queria ajudar.

– Sim, mas é uma questão de urgência. Se não tratá-la, as consequências poderão ser graves... – mesmo diante da careta do loiro, não desistiu. Afinal, ela era uma médica e não devia desistir dos seus pacientes.

– Quantas vezes eu vou pre-

– Deixa de ser teimoso e trata logo essa perna, garoto! – surpreendeu-se ao ser interrompido por Sasuke – Ou você quer que ela acorde e te veja todo machucado? Quer mesmo deixar Ayumi mais preocupada?

Deidara engoliu em seco e após uma breve troca de olhares com o futuro sogro, concordou em deixar a médica olhar sua perna.

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Três anos depois...

– Ah! Mãe, fala sério! Por que eu tenho que usar essa roupa? – o garoto de sete anos com cabelos ruivos e olhos azuis pôs as mãos na cintura e fez um bico adorável.

– Chato que nem o pai. – Ino riu e contemplou dois bicos chateados ao seu redor. – Você precisa usar essa roupa porque hoje é o casamento da prima Ayumi!

– Ah, eu que queria casar com ela! – Natsu cruzou os braços, ainda birrento.

– Ih, não deixa o Deidara ouvir isso! – a loira brincou, rindo levemente. – Amor, vai lá ver como estão a Jessica e a Krystal.

Gaara assentiu e saiu do quarto indo em direção à porta rosa com a plaquinha dizendo “Aqui dorme duas princesas”. Sorriu enquanto entrava no cômodo sem pedir permissão antes.

– Pai! Bate na porta antes de entrar! – as duas gêmeas de oito anos exclamaram em coro. Elas estavam adoráveis com seus vestidos azul celeste e seus cabelos loiros cacheados.

– Desculpa, princesas. Sua mãe pediu para ver se estava tudo bem por aqui. – o ruivo riu e sentou na cama de Jessica, logo as duas já estavam pulando no colo do pai.

– Claro, né, pai. Já somos mocinhas. – Krystal falou como se aquilo fosse obvio.

– Pra mim vocês sempre serão crianças. – o ruivo adorava ver a cara ofendida das pequenas.

– Não, o Natsu é o único que ainda é criança aqui! – Jessica retrucou com um bico emburrado e Gaara sorriu. Ele nunca pensou que um dia teria uma família novamente. Não depois de tudo que tinha passado.

– Então, vamos ver como a mamãe e Natsu estão? – indagou e ambas assentiram animadas, correndo quarto afora.

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Neji e Tenten corriam contra o tempo e tentavam sair do transito que estava o centro da cidade. Precisavam pegar o terno de Deidara, mas o congestionamento não estava ajudando.

O moreno bufou pela trigésima vez e resolveu dar o seu jeito. Virou-se para a namorada – que já havia recuperado sua memória há um bom tempo – e segurou as mãos femininas. A jovem voltou sua atenção para o vampiro com curiosidade.

– Volta pra casa e vai arrumando a Victoria. Eu vou ir buscar o terno. – diante dos fatos, a única solução seria usar de suas habilidades vampiresca mesmo.

– Toma cuidado e volta logo. – trocaram um selinho e Neji saiu do carro. Quando já estava longe dos olhares das pessoas, passou a correr em sua velocidade máxima, não passando de um vulto para quem via.

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Shikamaru e Temari brigavam para dar banho em Luna. Não sabiam por que a menina de quatro anos simplesmente não gostava de tomar banho.

– Vamos, Luna, senão chegaremos atrasados. – o moreno já se sentia cansado e queria voltar a dormir.

– Não quero ir mesmo. – cruzou os braços com um bico.

– Ah, então, não quer comer doces? Nem ir nos brinquedos? – Temari conseguiu captar a atenção da pequena que teve seus olhos brilhantes.

– Brinquedos? Doces? Vai ter? – de repente, tudo ficou mais interessante na visão de Luna.

– Claro! Já viu uma festa sem doces e brinquedos? – a loira sempre usava a mesma estratégica e Luna sempre caía.

– Oba! Vamos ir logo! – mais do que depressa, entrou na banheira e chamou os pais para darem banho nela.

– Você sempre faz isso. – Shikamaru sorriu de canto e Temari encolheu os ombros, vitoriosa.

– Sempre funciona.

–-x—

Naruto e Hinata estavam se desdobrando para arrumar Yukino e Lucy. As duas estavam tão animadas que não paravam de correr pela casa e de se mexerem. Por serem as mais velhas das crianças, iriam ser as damas de honra.

– Meninas, fiquem quietas ou ninguém vai mais nesse casamento! – Hinata exclamou em tom autoritário e as duas pararam de correr na hora. – Se vocês não colaborarem, não vamos conseguir deixá-las bonitas.

– Desculpa, mamãe. – Lucy abaixou a cabeça sentindo-se arrependida. – Vou ficar quietinha agora.

– Eu também, mamãe. – Yukino assentiu e ficou ao lado da irmã.

Hinata respirou fundo e sorriu, pensando que finalmente poderia arrumá-las. Porém, a campainha tocou.

– Vovô e vovó! – as duas saíram correndo de novo e a morena sentiu vontade de chorar.

Naruto passou o braço pela cintura da garota e a puxou para um abraço.

– E essas são as nossas garotas. – sorriu vendo Hinata assentir e rir levemente.

–-x—

A casa dos Uchihas estava movimentada. Sasuke arrumava – ou pelo menos tentava – Gray e Sting de quatro e cinco anos, respectivamente. Ambos foram adotados há pouco menos de um dois anos. Enquanto que Sakura tentava acalmar Ayumi que estava uma pilha de nervos. A jovem já aparentava ter seus vinte e poucos anos, apesar de, na teoria, ser bem mais nova. Ela e Deidara tinham decidido se casar há alguns meses e por isso, não tiveram quase nenhum tempo para organizar as coisas.

Todos os casais tinham se mudado da mansão e construído suas próprias casas, mesmo que fossem bem perto uma das outras. Usando a herança do pai, Deidara comprou a mansão para morar com Ayumi após se casarem. Era perto da casa dos tios e do pai, então a garota achou a ideia muito boa.

E dessa maneira, as horas foram passando e o horário marcado finalmente chegou.

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No altar da igreja, todos os convidados podiam perceber a ansiedade que rodeava o noivo. O loiro estava praticamente suando frio e batendo os pés impacientemente. Por que raios as noivas tinham que demorar tanto?

– Relaxa, ela não vai te abandonar. – Gaara deu um tapinha nas costas do loiro que sorriu sentindo-se um pouco aliviado. Depois da derrota de Madara, os dois tinham virado grandes amigos.

Foi quando, logo após o ruivo falar, as portas se abriram e a canção tão famosamente conhecida passou a tocar. E Deidara pôde ver a mais linda cena de sua vida. Ayumi em seu deslumbrante vestido de noiva, caminhando até ele com um sorriso mais deslumbrante ainda.

Naquele momento, ele achou que poderia morrer de tão feliz que estava.

–-x—

– Uchiha Ayumi, aceita Deidara como seu marido, prometendo amá-lo e respeitá-lo, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe? – o padre observava os dois com um sorriso genuíno.

A jovem ia abrir a boca para responder, quando uma voz infantil soou pelo local.

– Ô, mãe, cadê os brinquedos e os doces? – era Luna cobrando a promessa da mais velha. Temari sorriu amarelo e todos riram da cena deixando a pequena mais confusa ainda.

Ayumi riu e após, conseguir cessar o riso, voltou-se para Deidara com um sorriso.

– Sim. Eu aceito.

– Deidara, aceita Uchiha Ayumi como sua esposa, prometendo amá-la e respeitá-la, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?

– Sim. Eu aceito.

– Eu os declaro marido e mulher. Podem se beijar. – o padre deu o veredito e o loiro a puxou pela cintura, colando seus lábios aos dela.

Uma salva de palmas foi escutada e gritos eufóricos. Mas para os dois, nada mais importava, somente eles.

– Então, no fim, eu ainda consegui te ter pra mim. – o loiro zombou da recém esposa.

– Acho que ainda dá tempo de fugir – riu e saiu correndo, deixando um abobado Deidara para trás.

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– Gravando! – Ayumi apertou o botão da filmadora e focou nos pais.

– Momento de escola que eu mais gostei? Com o Sasuke? – Sakura pôs as mãos no queixo pensativa. – Acho que foi quando ele fez aquela surpresa no meu aniversário.

Eram 15:00 da tarde. Sakura estava deitada em sua cama pensando onde seus pais e Hana estavam. Ela não os tinham visto até agora. Suspirou pesadamente. Ouviu a campainha tocar. Viu-se no espelho. Estava com um short jeans e uma camiseta preta caída no ombro. Deu de ombros e foi atender.

Abriu a porta e não encontrou ninguém. Rolou os olhos prestes a xingar o engraçadinho que resolveu zoar com sua cara quando viu um envelope curioso no chão. Pegou-o e sentiu seu coração acelerar. Conhecia aquele cheiro. Era o cheiro de Sasuke. Olhou para todos os lados procurando o moreno mas não o achou. Abriu-o com um sorriso de canto e mordeu os lábios suavemente ao ler o seu conteúdo.

Quando te vi, pensei em rosa.”

– Rosa? A pista é rosa? – olhou para o chão e viu uma trilha de flores de cerejeiras mais para frente. Sorriu fechando a porta e começou a segui-la.

A trilha passou pelo parque principal. A garota permitiu-se soltar um sorriso sincero. Aquele parque em muitas ocasiões, foi o palco da sua felicidade. Quando ainda sentia-se parte de uma família...

Chegou em um banco e lembrou-se que havia sentado nele em um dia que fugiu da aula com Tenten. Em cima do banco encontrava-se outro envelope.

Foi aqui que te conheci. Chocolate.”

Sakura franziu as sobrancelhas. Mas que raios de dica era essa? Chocolate? Lembrou-se dos cabelos da amiga e sorriu.

Seguiu para casa de Tenten e a mãe da mesma lhe esperava.

– Um rapaz pediu que lhe entregasse, querida. – Kumi disse sorrindo gentilmente.

– Obrigada, tia. – agradeceu pegando o envelope.

Briguei com vermelho.”

Sorriu abertamente. Nem precisava pensar muito. É lógico que o moreno estava falando do dia em que ele disse para Sasori que ele era o “futuro” namorado dela. Rumou correndo para a escola encontrando o porteiro com um envelope idêntico aos outros.

– Oh, garota do cabelo rosa, é pra você – ele disse gentil lhe entregando o papel.

– Obrigada – disse sorrindo e abrindo-o.

Para sempre.”

Pendeu a cabeça para o lado. Franziu as sobrancelhas. Virou o bilhete para todos os lados tentando decifrar a mensagem, porém, sem sucesso. Suspirou. Já ia ligar para o namorado e perguntar onde ele estava.

– Para sempre seremos um só. Para sempre ficaremos juntos. Para sempre. – ela ouviu a voz de Sasuke atrás de si e virou-se sorrindo. Jogou-se nele que a segurou e girou-a no ar.

– Aqui seu presente. – ele estendeu um pequeno embrulho. A rosada pegou-o e guardou no bolso. Ele arqueou uma sobrancelha.

– Eu vim buscar outro presente – disse com um sorriso sapeca e Sasuke a fitou confuso – Meu melhor presente é você. – beijou-lhe os lábios sendo correspondida, é claro.

– E quanto à você, pai? – Ayumi tinha os olhos brilhando ao saber que Sasuke era tão romântico com a mãe e ficou curiosa quanto ao momento que ele mais gostava.

– Ah, todos os momentos com sua mãe foram inesquecíveis, mas eu sempre vou amar lembrar do nosso primeiro beijo. – o sorriso nos lábios do Uchiha era enorme.

Sakura suspirou aliviada e virou-se para Sasuke.

– Obrigada. – agradeceu sorrindo e se dirigindo para a sala.

– Obrigada? Acha que é só isso que eu quero? – sorriu de canto

– E o que você quer? – perguntou desafiadoramente

A resposta de Sasuke foi um beijo roubado.

– Hmm, pode parecer estranho, mas meu momento preferido com Neji foi quando ele me ameaçou logo nos primeiros dias de aula. – Tenten sorriu nostálgica. – Isso me fez amadurecer um pouco, sabe? Acho que foi bom pra mim.

Após ver que todos haviam saído da sala, a morena pareceu ter saído do seu transe, pegou sua mochila e estava indo em direção à porta, mas Neji foi mais rápido que ela e trancou a mesma. A garota o olhou confusa e tentou empurrá-lo para que pudesse sair.

– O que quer? – a Mitsashi franziu as sobrancelhas com a pergunta.

– Como?

– Por que está tão obsecada por vampiros? – a voz dele era séria e rouca. Combinação perfeita para fazer Tenten tremer até o último fio de cabelo.

– Porque sei que eles existem! Porque sei que você é um deles! – apontou corajosamente para o garoto com um olhar determinado.

Neji riu, riu tanto que chegou a assustar a garota.

– Você é patética. – disse de maneira fria e Tenten sentiu seu coração arder – Nunca vai descobrir nada sobre nós.

– Então... então... você realmente é... – a frase dela morreu ao sentir a respiração quente dele em seu ouvido

– Sim, e você vai parar de pesquisar sobre nós. – sua voz rouca fez a garota arrepiar-se – Não quero ser o responsável por matar alguém tão bonitinha – com um sorriso de canto deu um selinho na morena. E saiu deixando Tenten perplexa com tudo que ouviu e principalmente com a parte do matar. Seu coração batia freneticamente e ela mal conseguia respirar direito. Olhou para seu livro e jogou para longe de si, caiu sentada no chão frio e sentiu as lágrimas caírem por seu rosto. Estava assustada, o que ela sempre sonhou em acontecer agora estava se tornando em um pesadelo.

Após se recuperar do sentimento de surpresa ao escutar o que a esposa dissera, Neji passou a pensar em qual momento escolher.

– Meu preferido, apesar de ser agoniante de se lembrar, é algo que eu não quero esquecer. Foi quando Tenten entrou na minha frente pra me defender de Itachi.

Tenten percebeu o que Itachi queria pegando aquela barra e mais do que depressa entrou na frente de Neji sendo atingida com tudo pela barra.

Ambos os garotos arregalaram os olhos vendo a menina cair desfalecida e ensanguentada. Neji olhava de Tenten para Itachi e do mesmo para ela sem poder acreditar. Ela o salvou. Ele sentiu uma fúria imensa subir por suas veias.

Itachi não sabia o que pensar. Ele havia machucado a garota que ele gostava. Que tipo de monstro ele era? Soltou a barra perplexo olhando para a morena.

– Meu preferido? Vish. – Ino riu lembrando-se dos tempos de escola. – Acho que foi quando discutimos e acabamos nos beijando.

– Sempre soube que você era louca por mim. – Gaara se gabou e recebeu um tapa da esposa.

– Você é louca! Pára de me agarrar! – Gaara disse se afastando da loira. Ino olhou-o indignada.

– LOUCA? VOCÊ É UM PSICOPATA GAROTO! ME BEIJOU E FALA QUE EU TE AGARREI? VAI SE TRATAR! – gritou histericamente se levantando e apontando o dedo no rosto do ruivo.

– VOCÊ QUE ME AGARROU SIM! TAVA DOIDA PRA ME BEIJAR NÉ? – Gaara gritou de volta levantando-se e isso surpreendeu todo mundo, já que o ruivo nunca chegou a gritar com alguém.

– O QUÊ? VOCÊ TÁ PEDINDO PRA MORRER! – Ino até se esqueceu o quão duro a pele do ruivo era e partiu pra cima dele sendo impedida por uma voz autoritária.

– E quanto ao seu, tio Gaara? – Ayumi estava se divertindo com as respostas dos mais velhos.

– O meu foi quando eu a transformei em vampira. – sorriu, lembrando-se da cena.

Pararam em um beco onde ninguém passava. Cautelosamente, tirou a garota do carro e a levou para o canto mais escuro do local.

– Agora, ficaremos juntos por toda a eternidade, Ino. – disse antes de fincar suas presas no pescoço alvo da loira.

– Ah, Naruto-kun é perfeito! Não tem como escolher um só momento! – Hinata exclamou indecisa sobre qual falar.

– Mas tem que ter um que goste mais. – Ayumi argumentou curiosa.

– Hm, ok. Foi quando ele disse que iria me proteger no ônibus. – sorriu nostálgica, naquela época, o loiro ainda não sabia que ela era uma vampira.

Elas voltaram para o ônibus, quando entraram, os garotos olharam para elas. Elas apenas sorriram, mostrando que estava tudo bem e eles relaxaram.

– Hei Hina-chan, o que foi fazer lá fora? – Naruto perguntou quando ela se sentou em seu lugar.

– Nada de mais Naruto-kun, Temari precisava de um ar. – Falou.

Naruto abriu seu enorme sorriso.

– Na próxima, me chame. Pode ser perigoso lá e eu protegerei você. – Falou.

– Obrigada Naruto-kun. – Falou ela sorrindo.

– Hm, eu gostei de quando a Hina ficou com ciúmes de mim. – sorriu alegre enquanto que a morena fez um bico adorável.

Yumi imediatamente saiu correndo e pulou em cima do Naruto, afastando Hinata dele.

– Aaaaah, você é tão lindo e sua energia é muito boa. – Falou abraçando ele.

Naruto não sabia se abraçava ela de volta ou se tirava ela de cima dele perguntando se ela é louca.

– Yumi, se controla mulher. – Pediu Hideo com uma gota na cabeça.

– Acho melhor ela sair de cima do Naruto antes que Hinata a tire. – Ino falou.

Todos olharam para Hinata que estava com um olhar assassino.

– Er... Com licença. – Naruto falou a tirando de perto dele e indo para o lado de Hinata, que sorriu para Yumi que fechou a cara.

– Você é a garota vampira, não é? – Perguntou Yumi, encarando Hinata.

– Pelo que vejo, eu sou a única, já que você também é. – Falou Hinata, seca.

– Viu só loirinho, vampira por vampira, você pode ficar comigo. – Falou Yumi puxando Naruto para longe de Hinata.

– Isso não vai dar certo. – Falaram Ino, Temari, Sakura e Tenten juntas.

– Já chega Yumi. – Falou Hideo. – Solte esse garoto agora, deixe ele junto com a namorada dele. Pare de bancar a criança birrenta.

Naruto e Hinata coraram com o comentário, mas funcionou, pois Yumi soltou Naruto, que voltou para o lado de Hinata.

– Gente, cadê o tio Shika e a tia Tema? – Ayumi olhou ao redor procurando o casal, mas a única que achou foi Luna. – Luna, cadê seus pais?

– Estão dormindo ali! – apontou para os dois deitados em um canto, completamente exaustos.

– Quem quer se divertir um pouco? – Ino tirou alguns batons de sua bolsa e um sorriso maquiavélico surgiu em seus lábios.

– Eu vou levar as crianças pra lá. – Ayumi riu da tia e chamou os pequenos para brincar no outro canto.

Os adultos, então, foram se aproximando do casal de amigos.

– Ninguém manda dormir enquanto estamos perto. – Sakura encolheu os ombros e riu, pegando seus batons também e dividindo-os com Sasuke.

– Afinal, é pra isso que serve os amigos. – Hinata e Tenten fizeram o mesmo.

Shikamaru e Temari acordaram minutos depois e, ao se verem no espelho, quase morreram de susto.

– E que essa amizade dure pra sempre. – Ayumi filmou os vampiros e depois focou a câmera em sua direção. – Corta!

Notas finais
Mensagem de agradecimento da Thaty: Yo, minna! Thaty aqui. Foram um ano e oito meses de postagens, nós ficamos por muito tempo paradas. Durante as postagens, tivemos altos e baixos. Problemas de família, de colégio, de tudo. Acabamos ficando com a fanfic parada por um bom tempo, mas vocês nunca nos abandonaram. Eu queria agradecer vocês do fundo do meu coração por cada comentários, cada recomendação, cada palavra de apoio e especialmente o carinho de vocês. A Vida Com Eles foi uma fanfic muito importante para mim, não só pelo fato de fortalecer minha amizade com a Leticia, que se tornou quase uma irmã, mas também por ter tido o apoio de vocês. Nossa, vocês são o máximo! Quando eu estava triste, ou trocava de capítulos com a Leeh por não conseguir escrever devido aos problemas, vocês me animaram. Me desejaram melhoras quando eu fiquei muito doente, não sei se lembram, mas eu me lembro. Eu estava com suspeita de dengue, não conseguia nem levantar da cama direito e vocês me mandaram melhoras e palavras de apoio. Eu nunca, NUNCA vou me esquecer de vocês. Nós nos despedimos de A Vida Com Eles aqui, mas não é apenas por isso que iremos nos separar. Sempre estaremos nos encontrando novamente de fic em fim, mantendo o amor por vocês. Obrigada por tudo, galerinha. Termino por aqui antes que comece a chorar kkk Um beijo, fiquem com deus, que todos os sonhos de vocês se tornem realidade e, mais uma vez: obrigada. Beijo da Thaty... Mensagem de agradecimento da Letícia/Ayu: Essa fic é muito especial pra mim e eu realmente me sinto triste em estar terminando-a. Foi a primeira vez que escrevi em parceria com alguém e foi através dela que pude conhecer a Thaty melhor. Hoje ela é uma das pessoas com quem mais converso, praticamente minha melhor amiga e nossa aproximação se deve à esta história. Quero agradecer aos leitores também, que sempre estiveram nos apoiando mesmo nos momentos de crise, de hiatos (foram muitos, eu sei), de quando não tínhamos criatividade e os capítulos ficavam ruins... Só posso agradecer à todos que nunca nos abandonaram e até os leitores fantasmas por continuarem lendo a fic. ;3 A vida com eles está terminada, mas tanto eu quanto a Thaty temos outras histórias em nossos perfis, caso ainda queiram nos acompanhar. Nós pretendemos voltar a escrever juntas novamente, porém com outro anime, Fairy Tail. Mais uma vez, um obrigada a todos e que vocês jamais deixem de sonhar e correr atrás de seus sonhos! Beijos!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!