A Very Sexy Supernatural Christmas
3 Orgulho e Ciúmes
Notas iniciais
Voltaram ao Hotel mais tarde depois de deixar Jeremy em sua casa. Apenas Jhenny percebera um Impala 67 estacionado no estacionamento do Hotel. Lana estava preocupada demais com o caso. A irmã loira sorriu assim que saiu do carro, depois que a irmã mais nova saiu também do carro, ela começou a empurrá-la para a recepção do Hotel.
-Lana, querida... Por que não vai dormir em outro quarto?
-Por que se nós temos o nosso próprio?
-Obedeça a sua irmã mais velha!
Lana percebeu que estava na recepção. E Jhenny havia voltado para o seu quarto.
-Valeu Jhenny. -Sussurrou Lana
Ela olhou para o balcão e lá estava o cara bonitão da recepção atrás do balcão. Mas na frente, tinha outro cara, de trás era mais bonito que o cara da recepção.
-Não tem mais nenhum quarto? Nenhum? -Perguntou o cara de costas, a voz era familiar.
-Não senhor, o último acabou de ser alugado. -Respondeu o cara da recepção
-Sam? -Disse Lana chocada
Sam virou-se.
Tudo o que parecia murcho dentro de Jhenny, floresceu.
Dean estava de pé sem camisa com os maravilhosos músculos das costas largas flexionando-se com sutileza procurando algo. Ele se virou e sorriu para ela.
-Olá gostosa.
-Eu achava que você iria chegar em casa daqui a umas duas horas.
-A viajem foi rápida, deixei Sam com prisão de ventre.
Dean abriu os braços para recebê-la antes mesmo dela cair a ficha. Jhenny mergulhou fundo naqueles músculos, percorreu suas costas com as mãos firmes e suspirou fundo.
-Você estava com tanta saudades assim? -Perguntou Dean
-Fique parado aí. Só por uns minutos.
-O tempo que você quiser.
Jhenny se afastou e os lábios dela se curvaram em um sorriso e, ao mesmo tempo, inclinou a cabeça e o beijou.
Ela sentiu um calor, o clima de paixão que eles sempre tinham um pelo outro.
-Você ia trocar de roupa? -Perguntou Dean
-Pretendia.
-Mas o que vamos fazer não vai precisar de nenhuma.
-E Você? Também estava trocando de roupa? -Perguntou Jhenny sussurrando junto aos lábios dele.
-Na verdade... Estava tirando-as.
Jhenny sorriu e Dean escorregou a mão até os botões da camiseta de sua amada, começando a abri-los.
-Algum problema em ficarmos aqui? -Perguntou ele
-Por mim não há nada de errado.
-Estamos de acordo então.
Dean pegou as duas pernas de Jhenny a levando até a cama.
-Espera! -Disse Jhenny antes de Dean começar a beijá-la de novo -Cadê o Sam?
Como não havia mais quartos, Lana disse a Sam que podia ficar em seu quarto.
-Lar droga de lar. -Disse Lana abrindo a porta do quarto
Os dois entraram no quarto e Sam colocou a mochila em cima da cama, agora havia percebido que era de casal.
-Ah... Não acredito. -Disse Sam surpreso
-O quê? -perguntou Lana voltando da cozinha, ela teve a mesma reação que Sam.
-Dean.
-Jhenny.
O clima entre Dean e Jhenny já estava como uma fogueira.
Depois de 20 minutos, Lana estava verificando a fita de Marianna várias e várias vezes. Sam estava falando com Bobby pelo celular, ou pelo menos tentando, os gemidos do outro quarto eram muito altos.
-Sam? O que está fazendo? -Perguntou Bobby ao telefone
-Eu nada, o Dean é que está.
-Oh, Estão com as garotas não é?
-É.
-Bem, espero que isto não sirva de distração.
-Deveria dizer isto ao Dean.
-Ok, ligo para você mais tarde... quando não estiver estes barulhos perturbadores.
-Ok, tchau.
E aí Sam desligou o celular.
-Conte-me tudo. -Disse Sam se sentando na cama.
-Não quero trazer o trabalho para dentro de casa. -Disse Lana pausando a fita.
Sam a encarou e apontou para a tela da TV.
-Lana, eu faço isso.
-Com você é diferente.
-Lana...
-A questão não é essa... É que... Ela era inocente Sam, e a inocência muitas vezes é destruída, e sei o que significa destruída.
-Lana... Um assassinato feito por um vampiro talvez não seja a melhor maneira de você e a Jhenny entrarem em ação.
-Como você sabe que é um vampiro?
-Eu e o Dean já enfrentamos um desses. Tem que tomar cuidado.
-Quer dizer que eu e a Jhenny não temos capacidade para enfrentar um vampiro? -Perguntou Lana estressada, não esperava que Sam fosse machista.
-Bem, não foi exatamente isso que eu quis dizer... Eu não a culpo por isto.
-Eu sei me cuidar. Agora que eu a vi. Agora que eu a conheci... Não vou deixar o caso se é que acha o que vou fazer.
Sam fez uma cara de confuso mas a deixou continuar:
-Ela estava tão feliz ao abrir a porta sabe? Tipo: ah que legal! Um presente! Entende?
-Yeah.
-E ele ainda teve a capacidade de olhar para a câmera antes de entrar no apartamento! E depois de ter matado ela, sorriu como uma criança depois de comer um chocolate!
-Lana, você não é uma policial de verdade, mas entendo que você se comoveu com este caso, mas isto não quer dizer que você terá que ficar obcecada.
-Obcecada? Eu?
-É, você já pensou em parar de caçar um pouco... Sei lá... se divertir?
Lana ficou calada olhando para o chão.
-Não. -Respondeu Sam por ela -Sei que não vai, você adora salvar vidas.
-É que... Será que ela foi a única? Digo, o amor verdadeiro dele? Ou existem mais onze?
-Você está se referindo a canção de Natal? Da Perdiz em uma pereira?
-É. Havia uma no cabelo dela.
-Mais alguma coisa que eu deva saber?
-Ela era Stripper em um clube chamado Silverchair.
-Quem em sã consciência mataria uma Stripper?
-Isto é o que eu quero saber.
-E o que você sabe até agora?
-O principal suspeito é o namorado dela... Jeremy Vandoren.
-Por quê?
-Ele tem olhos azuis iguais ao do Papai Noel.
-Lana... Qualquer um pode ficar de olhos azuis. Basta comprar uma lente de contato.
-Obrigada por jogar na cara que não descobrimos nada!
Sam levantou-se da cama dizendo:
-Você está cansada, é melhor dormir.
-Não estou cansada.
Foi aí que ela escutou os gemidos do outro quarto.
-É, quanto mais cedo eu dormir, mais cedo este pesadelo acaba. SE eu conseguir dormir.
Sam sorriu e Lana pegou sua camisola na mala, depois ela entrou no banheiro.
Sam esperou que o chuveiro fosse ligado para pegar o celular e discar o número de Rubby.
-Sam? -Perguntou ela ao telefone
-É. Escute, você sabe de algum caso recente em Gettysburg?
-Só de um assassinato envolvendo uma tal de Marianna Hawley. Por que? Está neste caso?
-Na verdade... Jhenny e Lana estão. Acho que pode ser um vampiro.
-Olhe, não sou especialista em casos sem investigações, mas mantenha-as longe deste caso pelo bem delas... Pode ser perigoso.
-Eu sei, mas elas são teimosas...
-Faça o possível. Falo com você mais tarde, tenho assuntos a resolver. Tchau e se cuide.
-Ok pode deixar, Tchau.
Sam desligou o celular e pôs-se a pensar. Como convencer a fazer Lana e Jhenny não seguirem com este caso?
-Uau! -Suspirou Dean na cama suado juntamente com Jhenny -Sua pilha nunca acaba?
-Não sei como sobrevivi na estrada estas semanas sem você.
-Ora, Lana também deve estar a toda junto com o Sam.
-Ou não.
-Como?
-Sabe como a Lana é. Ainda mais com este caso. Acho que ela e Sam devem estar numa boa, tipo, ela deve estar dormindo enquanto ele a olha.
-Uau, cruel da parte dela.
-Ela é muito autoritária.
-Me conte mais sobre o caso que está resolvendo.
-Bem, foi um assassinato, uma mulher... stripper. Achamos que o causador é um vampiro.
-Por quê?
-O nome do clube em que ela trabalhava era Silverchair.
-Silverchair? Como a banda?
-É... Cadeira de Prata.
-Ah... Prata. Antigamente, os monges prendiam os vampiros em uma cadeira de prata para tortura. Ótimo palpite.
-Ah, vamos, eu estou certa.
-Mas Jhenny, pelo seu bem... Fique longe deste caso.
-O quê?! Acha que não sou capaz de matar um vampiro?
-Não é que você e a Lana acabaram de começar e... não é bom começarem por um vampiro.
-Agora já chega! Vai dormir no sofá! -Disse Jhenny estressada empurrando Dean
-O quê?
-Vai! Anda!
Jhenny já havia posto Dean para fora da cama quando disse:
-Boa-Noite.
E virou-se para o lado começando a cair no sono.
-Qual é! -Disse Dean pegando um cobertor ao lado da cama e se deitou no sofá.
Lana se deitou na cama, e Sam ainda estava acordado sentado ao lado da janela olhando um jornal.
-Não vai vir dormir? -Perguntou Lana
-Mais tarde, ainda não estou com sono. Não se preocupe comigo.
-Ok. Boa noite.
-Boa noite.
-Te amo. -Sussurrou Lana, mas ele não ouviu.
Lana não dormiu. Ficou ouvindo os dedos de Sam deslizarem sobre o jornal. Ás vezes pegava o celular e o atendia lá fora. Depois de mais ou menos 2 horas, Sam havia entrado no banheiro deixando o celular em cima da cama. Ele ligou o chuveiro. Lana ficou olhando o celular durante muito tempo, tempo o bastante para decidir que queria saber com quem Sam falava. Lana levantou-se.
Ela pegou o celular e viu as últimas ligações feitas. Ela leu 5 ligações para:
-Rubby?
Lana já havia conhecido Rubby, e ela a odiava. Na verdade, uma odiava a outra. Lana sabia que Rubby não era uma boa pessoa ou demônio, que seje, e ainda mais da relação que ela prevalecia com Sam: Uma amizade que um dia tinha sido mais que amizade, e ela sabia que Rubby estava tentando recuperar Sam.
Isto a incomodou, demais. Sam prometeu que jamais voltaria a falar com ela e agora que Lana havia se afastado dele, Rubby caiu matando. Ou seja, achou uma boa oportunidade para dar em cima de Sam e ele estava caindo em sua rede.
Lana estava boquiaberta olhando para o celular quando a porta do banheiro se abriu e Sam saiu confuso.
-Lana? Tudo bem com você?
-Como pôde?
-O quê?
-Como pôde voltar a falar com aquela vadia quando me prometeu que nunca mais o faria?!
-Lana eu posso explicar nós...
-Vocês dois estão juntos é isto? Por isso não tem retornado minhas ligações? Por isso tem me evitado?
-Não! Lana...
-Agora já chega! Vai embora daqui!
-O que?
Lana pegou a mala de Sam, foi até a porta e a abriu, depois jogou a mala lá fora.
-Vai! Anda!
Sam não quis nenhuma briga, pegou sua camiseta, a vestiu, colocou uma blusa, e depois saiu. Lana bateu a porta com força nas suas costas.
-Qual é! – reclamou o Winchester
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