Notas iniciais
Hey! Outro capítulo, e eu postaria antes, mas por culpa de A Rainha Vermelha eu não postei. Alguém aqui já leu? E, se sim, odeiam mais a rainha Elara ou o Maven? Odeio mais o Maven. A Elara me lembra a Cersei Lannister e eu sei que a Cersei é uma bitch de primeira, mas ela é uma Lannister...

Meu querido e amado Lord,

Peço perdão se estiver interrompendo uma reunião ou algo importante. Não enviaria essa carta se não fosse extremamente necessário, sei que teme que alguma carta seja interceptada, mas garanto que tomei as mais cuidadosas precauções, como pode ver.

Primeiro quero dizer-lhe que faz menos de duas semanas que não nos vemos e estou aqui me segurando para não fugir dessa escola e ter você nos meus braços. Não vejo a hora de ficar para sempre e sempre ao seu lado.

Ginevra Weasley está do nosso lado, Tom, eu sozinha consegui! Bem, Draco também teve um peso na decisão da garota (acredita que os dois estão caidinhos um pelo outro?), mas eu fiz a maior parte do trabalho! Diga a Narcisa que os netos dela terão grande probabilidade de serem ruivos, por favor?

Dumbledore já falou para Harry onde a Horcrux-medalhão está. Ou onde ele acredita que está. Acho que Dumbledore e Potter vão atrás da Horcrux até o fim do mês. Também acho que até o fim da noite Harry estará mais chifrudo que o patrono dele.

E, acredite ou não, Dumbledore fica olhando de mim para os meus “amigos” durante as refeições, com um olhar sugestivo. Será que ele vai contar algo para Potter e Weasley? Não me preocupo com Gina, ela está se mostrando fiel, não contou nada a ninguém. Mas preciso de seu conselho: Conto antes ou depois que Dumbledore não me der mais tempo de “me recuperar emocionalmente e falar da minha família Comensal e meu ex-namorado”?

Não sei se minha mãe ou meu pai lhe contaram, mas eu escrevi uma carta para meus pais trouxas contando que eu descobrir ser adotada e conheci meus verdadeiros pais. Não falei quem eles são, e nem da viagem no tempo e nem que namoro o temível (e absurdamente lindo) Lord das Trevas. Nas férias eu vou passar uma ou duas semanas com eles, e quem sabe eu posso falar de tudo. Apesar de tudo, ainda amo os Granger como meus pais.

Estou com uma saudade do tamanho do universo,

Beijos e abraços,

Da eternamente sua,

Hermione B. Lestrange.

Hermione dobrou a carta e colocou-a em um envelope destinado a Lord Voldemort. Ela estava cinco minutos para a suposta ronda que ela iria fazer naquela noite, porém não se preocupou com isso no momento.

–Monstro? – ela chamou o elfo, lembrando-se de tempo passados e que tecnicamente nunca ocorreram, quando usava o elfo da família Black para mandar cartas para seus pais.

–Senhora Lestrange me chamou? – o elfo apareceu em frete a garota, fazendo uma profunda reverencia.

–Sim, Monstro. Espero que esteja bem. — falou gentilmente — E me chame de Senhorita Hermione, por favor. – estendeu a carta para o elfo – Quero que estregue isto nas mãos do Lord e de ninguém mais, ouviu-me bem? Só nas mãos do Lord.

O elfo pegou a carta com o máximo de cuidado possível e olhou com adoração Hermione, espantado por alguém tê-lo tratado tão bem.

–Pode ir, por favor. – ela disse sorrindo para o elfo.

Com mais uma reverencia o elfo sumiu. Hermione, embora agora entendesse que a natureza dos elfos domésticos era servir cegamente aos seus senhores, não conseguia tratar eles mal. Era uma das poucas coisas que a antiga Hermione deixou de herança para ela.

Olhou-se mais uma vez no espelho antes de sair. Estava com seu habitual uniforme da Grifinória e seus cabelos caiam soltos e cacheados por suas costas. Ela sorriu pensando que dali a poucos minutos estaria entre seus amigos, seus verdadeiros amigos.

Saiu da Sala Comunal sem problemas, Rony e Harry sabiam que era dia de ter rondas com Draco Malfoy e Gina já deveria estar no meio do caminho esperando ela como o combinado. A Weasley também pegou emprestado o Mapa do Maroto com Harry, usando a desculpa de que ela queria ficar até tarde na biblioteca estudando para os N.O.M.’s, assim elas não corriam riscos de serem pegas quando não vissem o nome de Gina na biblioteca e nem o de Hermione andando com Malfoy pelo castelo.

Encontrou Gina em um corredor no caminho e foram em silêncio para a Sala Precisa, onde encontraram a figura loira de Dafne Greengrass as esperando. Isso lembrou a Hermione do futuro casamento entre ela e Sirius Black. Aquela noite era o momento perfeito para interrogar a loira sobre aquilo.

Entraram na porta discreta também em silêncio e olhando para os lados, garantindo que ninguém estava ouvindo ou vendo nada escondido. Quando entraram na sala, Hermione esperou a porta fechar atrás de si antes de soltar uma exclamação. Estava dentro de uma cópia perfeita da Sala Comunal da Sonserina.

–Isso não está, sei lá, meio verde demais? – perguntou Gina com o cenho franzido olhando ao redor da sala – Todo esse verde me lembra a vômito.

–Como se o vermelho da Grifinória não nos lembrasse a sangue de menstruação! – gritou Pansy que estava deitada em um dos sofás.

Gina fechou a cara e ficou com as orelhas vermelhas, provavelmente com raiva da Parkinson, mas a cara dela mudou quando notou Draco sentado com Blaise Zabini e Theodore Nott em um dos cantos da sala jogando Snap Explosivo.

–Como eu senti saudades daqui! –Hermione disse dando uma volta completa na sala.

–Sabe, às vezes eu esqueço que a Granger também já foi uma cobra. – disse Nott para ninguém em especial, ainda com os olhos nas cartas.

–Lestrange, Nott. Meu nome é Lestrange. – ela corrigiu o amigo e se sentou ao lado de Gina em um sofá. – E só para constatar eu ainda sou uma cobra, só que na pele de um leão.

–Nossa, que poderosa! – debochou Dafne, ao lado de Pansy – E a Weasley está aqui por que exatamente?

Nesse instantes os três garotos olharam para Gina, percebendo que ela estava ali só naquele instante.

–Oi. – ela disse acenando timidamente para os três garotos.

Blaise e Theodoro cumprimentaram a garota e voltaram ao seu jogo, mas Draco Malfoy deu seu melhor sorriso e levantou-se para cumprimentar a garota com um beijo na mão dela.

–Boa noite, senhorita. – ele disse para a garota que já estava mais vermelha que seus cabelos.

–Por que você demorou, Mione? Já estava achando que você me largou com esses idiotas – perguntou Pansy referindo-se aos garotos.

–Perdi a noção da hora, estava escrevendo uma carta para o Lord.

As garotas Sonserinas lançaram um olhar malicioso para ela que deu de ombros.

– Por favor, se quiserem se pegar arranjem um lugar privado. – Hermione disse empurrando Draco que estava tentando se meter entre Gina e ela no sofá – Agora eu tenho que perguntar sobre uma certa loira sobre um certo casamento com um certo Sirius Black.

–Como você soube disso? – perguntou Dafne sem demonstrar nenhuma emoção.

–Você vai se casar com Sirius Black? – Pansy gritou.

–Mas ele não estava morto? – Hermione ouviu Gina perguntar baixinho para Draco.

–Não, forjaram a morte dele porque a Ordem estava desconfiando dele.

–Então Sirius era um espião? Tipo, ele é um Comensal da Morte? Com Marca e tudo?

–Sim, com Marca e tudo! – Hermione concordou alegre – E antes que pergunte: eu também sou uma Comensal, com Marca e tudo!

Gina olhou incrédula para o braço da amiga e Draco resmungou “metida” fazendo uma careta, ele aparentemente ainda não superou que ela tinha uma Marca Negra e ele não.

Do outro lado da sala, Pansy ainda interrogava Dafne sobre o futuro casamento da loira com Sirius, até Blaise e Theo prestavam atenção na conversa.

–Ah, já chega! Eu só encontrei com ele uma vez durante as férias, então Pansy eu não sei a cor que ele prefere que eu use na noite de núpcias. E eu nem vou perguntar! – Dafne completou ao ver a cara de Pansy – Podemos nos concentrar em algo mais importante?

–A Mione e o Draco escaparam para a casa dele no passeio para Hogsmeade. Por que você não pergunta para a Hermione se ela deu uns bons pegas no Lord?

Hermione olhou incrédula para Blaise que tinha um sorriso malicioso no rosto. Agora todos na sala olhavam para ela com o mesmo sorriso idiota do Zabini. Menos Draco que prendia o riso, certamente se lembrando do ciúme do pai de Hermione quando ela e o Lord sumiram por horas.

–Então, Hermione... – começou Pansy.

–Você pegou o Lord na selvageria... – continuou Dafne.

– Ou você faz mais do tipo romântica? – terminou Gina, antes que Blaise pudesse dizer qualquer coisa mais idiota.

Os Sonserinos olharam para Gina surpresos por ela entrar na brincadeira e ela somente deu de ombros, voltando seu olhar para Hermione.

–Eu dei só uns amassos nele. Não teve nada demais. Nós escolhemos esperar.

–Na verdade, eles temem pela saúde de tio Rodolphus que é capaz de morrer do coração se souber que a filhinha-perdida-recém-encontrada dele fez coisas impróprias antes do casório. – depois e virou para Gina que estava do seu lado – Está se tornando uma de nós, Weasley?

–Pelo visto sim, Malfoy.

–Sério que depois de ficarem o tempo todo se comendo com os olhos vocês aidna se tratam pelo sobrenome? – perguntou Theo.

Mas Theo ficou sem resposta, porque naquele momento um elfo doméstico apareceu no meio deles.

–Senhorita Hermione, o Lord mandou a resposta. – ele declarou fazendo uma reverencia e estendendo a carta.

–Obrigada, Monstro. Pode ir. – ela disse com um sorriso e Monstro desapareceu com lágrimas nos olhos por alguém ter agradecido ele.

Abriu a carta e viu a caprichada caligrafia de Tom.

Minha querida e amada,

Não estava em reunião quando me mandou a carta, não se preocupe. Estava jantando com seus pais e os Malfoy, Sirius e Regulus também estavam presentes, e me pediram para dizer que estão com saudades de você e de Draco (embora Narcisa ficou meia assustada com a possibilidade de ser avó tão cedo). Seu tio Rabastan viajou para a Rússia para ajudar Natasha com assuntos inacabados.

Também estou com saudades de você, mais que eu julgava possível sentir. Estou quase invadindo Hogwarts para pegar você. Não se preocupe, o tempo de nós ficarmos juntos se aproxima.

Sobre o assunto Dumbledore-Harry deixe que eu cuido de tudo. O plano já foi feito e a armadilha, armada. Sugiro que conte aos seus “amigos” antes que Dumbledore conte ou a mande contar, assim eles vão voltar a confiar em você plenamente mais rápido. E não se esqueça de dizer à Weasley que faça uma cara de surpresa bem convincente.

Rodolphus me disse que você tinha mandado a tal carta. Fez bem em não dizer nada demais, principalmente não contando que está namorando com o , nas suas palavras, temível e absurdamente lindo, Lord das Trevas. Eles poderiam morrer do coração (se alguém ler isso minha reputação vai por água abaixo, eu temendo que dois trouxas morram do coração).

Pretendo conversar com seu pai sobre nosso casamento logo, assim podemos nos casar nessas férias. O quanto antes. Aquele meu aniversário foi o melhor, mas também está se tornando o pior. Acredite. Ter-te tão perto e tão longe está me enlouquecendo.

Beijos e abraços,

Do eternamente seu,

Tom M. Riddle

–Ela está corando... será que tem coisas obscenas?

–Não seja idiota, Blaise. Ele não deve ter escrito nada demais.

–Ela deve estar assim porque ele mandou uma carta para ela. Como toda menina apaixonada.

–Meio machista isso, Draco.

–Não me diga que você não ficaria assim se o Draco lhe mandasse uma carta de amor jurando o seu amor eterno, Weasley.

–Cale a boca, Parkinson.

–E ele não me jurou seu amor eterno nessa carta, Pansy. – Hermione quando terminou de ler a carta.

–Então me dê para garantir que você não está mentindo. – a garota pediu com as mãos estendidas.

–Nem morta. – Hermione respondeu guardando o papel em um bolso da sua capa.

.

Hermione enxugou mais uma lágrima que teimava em cair. Harry e Ron olharam para ela com pena e Gina olhou-a como se simplesmente não entendesse o que estava acontecendo, quem a olhava assim nem imaginava que na noite anterior ela estava aos beijos com Draco Malfoy. Uma ótima atriz, na opinião de Hermione.

Os quatro estavam na Sala Precisa, o jantar fora à poucos minutos e Hermione arrastara seus amigos para a sala. Depois que entrou na sala, que tinha se transformado nem uma grande e espaçosa sala em cores claras, começou a chorar.

–Eu... Nem sei por onde começar...

–Que tal pelo começo? – sugeriu Ron, idiota como sempre.

Gina deu um beliscão no irmão, mas Hermione nem pareceu ouvir.

–Primeiro eu quero pedir para vocês ouvirem até o fim, e por favor, por favor, não me odeiem. Eu não sei como contar isso para vocês... – enxugou mais lágrimas – Eu sou... Sou filha de Bellatrix e Rodolphus Lestrange.

A cara de surpresa de Harry e Rony teria feito Hermione rir de tão hilária que foi. Ela percebeu que Gina também se segurou par não rir, e a cara de surpresa dela foi até que aceitável.

–Mas como? – Harry perguntou ainda em choque.

–Quando... quando eles foram presos, Dumbledore entrou na Mansão deles e me tirou de lá. Deixou pistas para que todos pensassem que ele tinha me levado para a Rússia, mas ele me deixou com os Granger. E isso não é tudo.

–Tem mais?

–Sim, Rony, tem mais. Eu voltei no tempo.

–Tipo algumas horas? – perguntou Gina inocente.

–Não, tipo cinco décadas. O vira tempo era de uma experiência do Ministério, sabe... Mas o que interessa é que tinha uma vida plena e feliz ao lado de vocês, não era muito segura, mas ainda sim era feliz. Aí na maldita batalha do Ministério, os Lestrange vieram atrás de mim e me trancaram numa sala dizendo que eu era filha deles. Eles foram embora para matar e me deixaram naquela sala escura e sozinha porque não queriam que eu me machucasse. Vi o vira tempo e guardei. Um dia, no meu sexto ano, não tinha contado sobre ser filha dos Lestrange para ninguém, o jornal chegou e na manchete dizia que os Comensais atacaram e mataram meus pais, os verdadeiros pais, os Granger...

–Aí você pegou o vira tempo... – começou Harry.

–... para voltar algumas horas e avisar Dumbledore, mas aí como era uma experiência do Ministério eu fui parar na década de quarenta. Primeiro de Setembro e eu fui parar bem no meio do Salão Principal no Banquete de Abertura.

–Quanto tempo você passou lá? – perguntou Rony.

–Fiz quase meu sétimo ano todo lá. – ela respondeu. – Eu cheguei lá no meio do meu sexto ano, mas quis fazer meu. Tive que dizer meu verdadeiro nome, entenda, tinha muitos alunos assustadoramente iguais a mim. Nem fizeram uma Seleção, fui direto para a Sonserina. Conheci sua avó Harry, e seu avô. Também conheci os avós de vocês, Ron e Gina. Conheci três dos meus avós, fiz amizades na Sonserina, na década de quarenta, entre pessoas com ideais contrários aos meus. Também conheci o pai de Lucius Malfoy, o avô de Draco, os pais de Sirius. E conheci o... O...

Aí Hermione começou a chorar desesperadamente e Gina apressou-se a abraçar a amiga.

–Tudo bem, Hermione, tudo bem. Não é nada demais, tenho certeza.

–Eu me sinto tão suja! Harry, por favor, me perdoe! Mas ele era tão charmoso, educado e inteligente... Sabia encantar uma garota e eu realmente acreditei que ele me amava. Eu sabia quem ele iria se tornar, é claro, mas eu pensei que eu poderia mudar ele. Fazer dele uma pessoa melhor! E como eu fui mandada para a Sonserina e fazíamos o mesmo ano, eu não conseguia evitar ele... Por favor, Harry, entenda. Ele pediu para namorar comigo, eu era uma garota adequada para os padrões dele: sangue-puro, boa família e inteligante. Chamavam-me de Princesa da Sonserina, mas eu tinha amigos de todas as casas. E namorava ele... Ah como eu fui tola! Realmente acreditei que ele mudaria por mim, que ele me amava...

–Ele quem, Hermione? – Harry perguntou, com sérias dúvidas de quem era.

–T-Tom R-R-Riddle. – ela respondeu e começou a chorar.

A cor do rosto de Ron sumiu e Harry parecia que tinha levado uma facada nas costas. Quando Hermione os chamou para conversar naquele dia a última coisa que eles imaginavam era que ela iria dizer que era uma Lestrange, tinha voltado no tempo e namorou Tom Riddle.

–Eu... Não acredito nisso! –Harry gritou – Você me traiu! Por acaso pensou nos meus pais quando estava beijando ele? Pensou em quantas pessoas ele matou? NO MONSTRO QUE ELE SE TORNOU!

–Por favor, Harry! Você não entende! – ela foi até ele, mas Harry se afastou dela como se ela estivesse contaminada por alguma doença contagiosa. – Harry... Não... Por favor... Rony! Rony, você entende? Rony... – mas Ron também se afastou dela.

–Vocês não estão vendo que ela está sofrendo? – Gina gritou com eles, indo até a amiga e abraçando ela.

–Deveria ter pensado nisso antes de... De beijar aquele... MONSTRO!

E com um grito de raiva, Harry Potter saiu da Sala Precisa, sendo seguido por um Rony Weasley pálido como um fantasma, deixando Hermione aos prantos e Gina com a tarefa de acalmá-la.

Assim que não puderam mais ouvir os passos dos dois no corredor vazio do sétimo andar, as duas se levantaram e começaram a secar os rostos molhados pelas falsas lágrimas. Assim que se olharam, começaram a rir.

–Eu quase acreditei na sua atuação! Sério, “Por favor, Harry, por favor”!

–Mas não fui eu que estava beijando Draco Malfoy ontem a noite e hoje de manhã estava sendo a namoradinha perfeita de Harry Potter.

–Mas queria eu mentir igual a você. – Gina disse botando as mãos no peito dramaticamente. – É uma deusa da mentira. – ela começou a aplaudir a amiga debochadamente.

–Ah, querida amiga, deveria ver o meu namorado-quase-noivo mentindo. Ele poderia te fazer acreditar que você tem cabelos mais pretos que o meu. – Hermione disse, sentando no chão ao lado da amiga.

–E por falar nisso, quando eu vou fugir com você e Draco para conhecer o tão famoso senhor seu namorado? – Gina perguntou.

–Logo, Gina, — Hermione prometeu – logo.

Notas finais
Gina entrando de cabeça no Lado Negro da Força. Hermione sendo diva e enganando os dois idiotas. Tom no próximo capítulo. Acompanhe, RECOMENDEM e favoritem!