A Varinha Da Feiticeira
5 Capítulo 5 - Annabeth me assusta
Notas iniciais
Eu simplesmente adoro esse capítulo!! beijinhos galera e lembrando que também é na visão do percy.
Diana e eu sentamos na mesa de Poseidon e fiquei muito feliz por não estar mais sozinho enquanto jantava, oferecemos a melhor parte do nosso prato e jantamos.
Na conversa na mesa de Poseidon fiquei sabendo da historia de Diana e aproveitei para contar sobre minhas aventuras com Annabeth, você diria que eu estava me exibindo se não tivesse olhado para a cara de interesse que ela fazia.Depois de dar um beijo de boa noite em Annabeth, fui para o meu chalé onde Diana estava tentando ler um livro em grego antigo.-Apagar das luzes? — ela perguntou quando me viu entrando no chalé.-er... — eu disse olhando para o relógio-escudo que Tyson fizera para mim – Acho que devemos dormir. Amanha quero que você esteja pronta para começarmos a treinar mais naquele Pegasus.Ela fechou o livro e sorriu, então eu disse: apagar as luzes e o chalé ficou muito escuro.Meu sonho começou assim: eu estava numa ilha, não sei como, mas sabia exatamente onde estava, já que meu sensor marítimo nunca falha: no mar de monstros.Eu estava em frente a uma porta luxuosa de ouro puro, mas não conseguia me mexer, nem ver ninguém. Apenas escutei conversas do outro lado da porta.-Vou ter que pedir ajuda de um filhote de deus, não poço sair da ilha, não poço pisar no mar... – a voz de uma mulher claramente nervosa ecoou – Maldição!!-Senhora, eu recomendo um filho de Poseidon... o mar é traiçoeiro – disse agora uma voz de homem grossa e perigosa – e os deuses também.-Seu imbecil! — a voz da mulher continuou – o único herói filho de Poseidon é aquele menino metido a valente, nunca ele faria esse favor a mim!-Talvez você pudesse compra-lo, ou senão tirar algo dele...Não consegui ouvi o resto porque alguém me sacudia.Percy?? Percy!Abri os olhos e dei de cara com Diana.-Achei que você tivesse morrido! — ela disse quando eu finalmente levantei e olhei para a janela lá fora, o sol já estava bem alto – Vamos perder o Café.Subimos para o refeitório e enquanto tomávamos o café contei a ela e a Annabeth ( que chegara pouco tempo depois) sobre a vozda mulher que eu conhecia, mas não sabia de quem era. Descrevi o corredor e Annabeth arregalou os olhos.-Portas de ouro sofisticado? — ela perguntou.Assenti com a cabeça e esperei que Annabeth continuasse, mas ela não falou mais nada.-Tenho que ir – ela disse finalmente – Te espero mais tarde no anfiteatro Cabeça de alga, você me deve uma luta.Assim ela me deu um beijo rápido e subiu a colina até o lago, sumindo de vista.Diana estava melhorando no voo, estava realmente pegando o jeito.Então decidimos estudar grego na praia, quando sentamos na areia olhei para o mar e senti uma súbita felicidade que quase esqueci onde estava.-Percy? — voltei ao mundo quando Diana me chamou – você já conheceu nosso pai?-Ele tem a aparência de um pescador – rimos juntos e eu olhei para o mar – Não se preocupe, ele estará sempre cuidando de você, assim como cuida de mim.-Porque em todos esses anos, ele nunca falou comigo, ou me deu uma explicação?-Você entenderá – me lembrei quando tinha a sua idade e sentia a mesma coisa por Poseidon nunca ter vindo falar comigo. — Mas não fique com raiva dos Deuses.Depois de treinarmos arco e flecha com os filhos de Apolo, esgrima com Hermes e escalada depois do almoço, Diana foi descansar perto do mar e eu fui encontrar Annabeth que deveria estar acabando sua aula de esgrima.Entrei no anfiteatro e assisti o final da aula dos filhos de Atena, Annabeth era a “professora”. Devagar todos os campistas foram saindo do anfiteatro até que só sobrou ela e eu. Fui até a arena onde ela me esperava.-Pronto? — disse ela pegando uma espada esquecida por um campista no chão.-Sempre – peguei contracorrente e investi contra ela.Annabeth era muito boa, ela defendia todos os meu golpes e quando atacava eu mal dava conta, até que fiz um golpe antigo (o primeiro que aprendi) e acabei derrubando sua espada. Annabeth nunca aceitava muito perder, mas ela estava sorrindo para mim.Então ela colocou os braços no meu ombro e me beijou, só depois do beijo, senti a ponta de alguma coisa na minha nuca, quando abri os olhos Annabeth estava com sua faca encostada no meu pescoço. Prestes a me matar.Então olhei para seu rosto, seus olhos não eram mais cinzentos e estavam dourados como ouro puro. Me afastei e segurei seus ombros.Annabeth?-Estou com a alma da garota herói – era a mesma voz do meu sonho falando como se fosse Annabeth – Se quiser ela de volta, venha fazer um favor a sua querida amiga Circe.
Notas finais
Bom, esse foi o capítulo 5, prometo postar outro ainda hoje! beijinhos e se puderem, comentem.
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