A Unificação Greco-romana

4 Terceiro Capítulo: Embarcamos nas baleias mecânicas que voam


Notas iniciais
Continuação de A Deusa da Névoa =================================================================== Argo, Duda, Jubbyskréeyhra e Garruk são de minha autoria, portanto peço para que não os usem como personagens de suas histórias. ===================================================================

Eu, Duda e Garruk saímos da segunda sala, o que Garruk descreveu como “sala de espera”. Saímos em um espaço enorme, com aviões enormes, e ruas enormes, que pareciam pistas para carros, só que para aviões. Também haviam enormes estruturas feitas de placas de ferro, e eram tão grandes que serviriam para guardar aviões. -- Para que serve aquilo? – perguntei a Garruk, apontando o dedo para aquelas enormes estruturas. Ele fez uma cara de “Como assim você não sabe o que são essas estranhas casas de metal que servem para guardar aviões?”, mas prosseguiu: -- Aquilo são casas para aviões, Argo, agora chega de perguntas! Senti-me meio ofendido. Só estava interessado naquele aeroporto! Se Garruk estivesse lá pela primeira vez, também estaria do mesmo jeito que nós. Mas fingi que nada havia acontecido e continuei a andar. Garruk parecia estar procurando a baleia que iríamos entrar. -- É frio dentro de uma baleia met... – perguntou Duda – Quer dizer, avião! -- O que eu disse para Argo vale para você também Duda! – respondeu Garruk com rigidez, e Duda pareceu ofendido – E sim, é bem geladinho lá dentro – Garruk continuou andando, e nós continuamos a segui-lo, em “fila indiana”. Garruk parou repentinamente, fazendo com que eu acertasse meu rosto em sua perna e Duda em meu cotovelo. – HAHA! É esse o nosso avião! – disse Garruk, que havia parado em frente a uma escadaria e um avião enorme. Não sei por que tive essa impressão, mas parecia que o bumbum de Garruk tinha uma textura estranha, pareciam pelos, pelos bem grossos e confortáveis. Mas só de imaginar os pelos não ficavam tão fofinhos como realmente eram. Estremeci. Aquilo era simplesmente pavoroso! Mas sacudi a cabeça, e acreditei que nunca mais pensaria em algo como isso. Isso mesmo, ACREDITEI. Subimos a escada diretamente para dentro da aeronave. Aquilo era maior internamente do que externamente. De entrada, o piloto e três mulheres te recebiam cordialmente e te ofereciam um copo de café. Garruk pediu para que enchessem a garrafa de 1 litro dele com café expresso e que lhe dessem um pote inteiro de açúcar. Todos se assustaram, inclusive eu e Duda, mas uma das três mulheres atendeu seu pedido. Garruk entregou um tal de passaporte. -- Vamos sair de Nov York? – perguntei desesperado. As moças e o piloto o olharam com cara de pavor. O piloto tremia de medo. -- Senhor, você os está seqüestrando? – disse o piloto, com uma voz trêmula. -- Ah, não! Imagine... – Garruk chegou até perto da orelha do piloto e cochichou algo que soava como “Há alguns meses”. O garçom suspirou e disse: -- Ah tá! Jubbyskréeyhra, levem-nos para os bancos correspondentes – o garçom sorriu. Duda soltou um “PFF...” que parecia que ele estava segurando o riso assim como eu e Garruk. A moça com nome engraçado nos levou até o final do avião, abriu uma porta que lá existia. Atrás da porta existia uma enorme escada. Jubbyskréeyhra subiu a escada. Fomos atrás. Chegamos a uma parte do avião pouco habitada e todos tinham ternos e tablets e coisas do tipo. Parecíamos cegos em meio a tiroteio. Ela nos apontou uma seção de poltronas que pareciam ser nossas. Acomodamo-nos nas poltronas. Jubbyskréeyhra saiu. Esperei até que ela saísse e disse: -- Jubbyskréeyhra Garruk e Duda começaram a gargalhar. Entrei na onda também. Depois de alguns minutos de risos e repetições do mesmo estranho nome e mais montanhas de gargalhadas, a mesma voz que falava no aeroporto disse: -- Obrigado por escolher a Zeus Serviços, qualquer dúvida, assista o CD ao lado direito de seu banco na TV no banco da frente. Bom vôo! – um sinal tocou, o que eu já estava acostumado, já que toda vez que esse sinal tocava, era sinal de que ela iria mudar o idioma. – Thanks to choose Zeus Service. Some questions? Watch the CD in your left in the TV in front of you. Good fly! -- O que ela disse depois? – perguntou Duda. -- Eu não entendi bulhufas. Pergunte a Jubbyskréeyhra! – respondeu Garruk em tom de sarcasmo. Isso arrancou risadas de todos nós. E assim o avião decolou. Em direção a onde? Não sei. Pergunte a Jubbyskréeyhra!

Notas finais
Gostaram? Não gostaram? Comentem! Críticas são totalmente bem-vindas! =================================================================== Desculpem-me por não postar com mais frequência, portanto de agora em diante tentarei de alguma forma conseguir tempo para a postagem dos capítulos.