Notas iniciais
Hey genteee. Bom primeiro me desculpe por ter passado tanto tempo sem postar mas tive um problema no meu computador e aproveitei que meu pc estava no concerto para ir ate a Italia ver novamente Riccione para poder ter mais ideias para a finc. Me desculpem mesmo pessoal! Espero que gostem do cap e claro comentem! Boa Leitura.

Marina Marques- Numero 7

Não sabia o que havia acontecido mas quando abri meus olhos eu estava debaixo de uma tenda surrada, me sentia dolorida, o que havia acontecido com os outros? Ella? Será que ela se machucou? Os outros se salvaram? Onde estava?

Forcei para me levanta mas senti uma forte dor na minha perna.

–Auuu- eu disse segurando com forca minha perna, o uniforme que ainda usava do convento antes de tudo aquilo acontecer estava todo rasgado e por um momento fiquei rubra ao ver tanta pele minha exposta como nunca antes.

–você não pode fazer esforço – alguém disse atrás de mim.

Forcei minha cabeça para virar para trás, encontrei uma garota loira molhando um pano e assim que o torceu veio ate mim.

Ela estava suja com alguns machucados nas mãos e rosto mas estava bem, seu cabelo loiro estava sujo e solto pelos ombros, e seus olhos eram de um azul brilhante.

–oonde eu estou? – perguntei e me amaldiçoei internamente, se Maren visse diria que uma garota não pode gagueja , não uma lutadora como nos.

–Nacala – ela disse colocando aquele pano gelado em minha testa- Africa.

–quem e você? – eu perguntei ,não sentando, e se ela fosse uma daquelas coisas que estavam tentando nos matar?

Ela deu um rápido olha a mim e por um momento pareceu triste.

–isso não importa agora – ela disse – você esteve muito mal nos últimos dias e...

Eu a interrompi.

–Dias???- eu perguntei assustada, o que havia acontecido com os outros? será que estavam bem?

–sim, eu encontrei você perto da Ilha e então te trouxe para cá.- Ela disse .

–Essa e tua casa? – perguntei olhando ao redor, não era uma casa, parecia mais como uma barraca ampla.

Tinha um colchonete jogado no chão onde eu estava, um pequeno balde com agua suja e outro balde com agua limpa, umas panelas em um canto e um buraco, e a barraca estava com alguns furos e onde ficava saída estava aberto me dando uma pequena de vista de agua e algumas arvores.

–não exatamente, estou aqui apenas ate achar como sair daqui , o que tinha que fazer aqui já fiz.

– O que você uma garota que parece ser américana pelo seu jeito de falar, esta fazendo aqui?- perguntei e logo me arrependi, ela me olhou brava, sabia que desde criança devia me controla e não fazer tantas perguntas, principalmente perguntas nas horas erradas.

–e você han? Seu uniforme e da Espanha, e eu te encontrei boiando no mar perto da ilha, estava toda machucada e parecia que não comia a dias e estava ardendo em febre, o que você estava fazendo ali?

Olhei para baixo, algo me dizia que podia confiar nela, mas se tem uma coisa que já aprendi com tudo isso e a não confiar em todo mundo.

–E difícil de explicar e não sei se posso- eu respondi.

Ela sorriu, um sorriso amigável quase como se entendesse.

–eu sei, também não posso te contar algumas coisas estão estamos quites- ela se ajoelhou a minha frente- olha só eu tenho que...

De repente um grito veio do lado de fora da barraca.

–ME TIRA DAQUI SUA LOUCA!- Uma voz masculina gritou do lado de fora da barraca, era uma voz familiar mas não a reconheci.

A garota loira bufou e olhou para fora.

–Ótimo! Você fica aqui! – ela me disse, mas não tinha nenhuma condição de eu ficar aqui, me levantei e a segui para fora da barraca.

A primeira coisa que vi foi densa arvores mas ao fundo algo estava amarrado a alguma arvore, uma pessoa.

–VOCE VAI ME TIRA DAQUI OU TA BRINCANDO COMIGO?- a pessoa gritou e quando eu cheguei mais perto, a pessoa pareceu assustada- Marina?

–Cody?

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Maren Elizabeth Petri – Numero 6

Depois de 3 horas de voo finalmente chegamos a Itália. Com um grupo desse tamanho foi muito mais difícil conseguir arranja dinheiro e passagens para todos.

Foi preciso que eu usasse meu legado da invisibilidade para rouba dinheiro de bancos e compra passagens de avião para a Itália.

Beleza, eu não sabia se era o certo, mas ninguém tinha plano melhor, ou melhor eu tinha, queria que nos juntássemos e fossemos acaba com cada mogadoriano existente por tudo o que eles fizeram a minha cepan, por tudo o que eles fizeram ao meu planeta, a mim, a Garde, queria mata um por um, transforma-los em pó, todos, e fazer aquelas bestas de animais de estimação, era isso o que eu queria, mas claro que não poderia fazer isso, não sozinha, eu preciso da Garde, mesmo que no momento todos parecessem meio desengonçados com seus legados mas eu precisava deles para fazer uma escultura de pó com todos os mogadorianos.

Ok, tenho que admitir nem todos eles são tão ruins, na verdade eles não são ruins ao todo, cada um tem a sua forma de ver e pensa nas coisas, mesmo que só estivesse com eles a pouco tempo, claramente dava para ver as diferenças entre eles, entre nos, diferenças boas e ruins.

Como Katarina havia me dito, todos somos diferentes, mas havia algo familiar entre nos, algum poder como eu nunca havia sentido em toda a minha vida, na primeira luta que tivemos senti isso, que era poderosa, mais do que já senti alguma vez, sabia que todos iriam se defender da forma que podiam, e eu me senti sortuda por não ter nenhum deles contra mim no momento, se bem que eu com certeza acabaria com qualquer um rápido.

Para conseguir rouba dinheiro tivemos que novamente nos unir, eu fiquei invisível e levei John e Stanley comigo, o cara lanterna e o cara martelo, eles saberiam o que fazer, pegávamos dinheiro do caixa de dinheiro, enquanto a Numero 2 mantinha o atendente ocupado longe um pouco do caixa, ao nosso redor, o resto da Garde tentava não deixa ninguém se aproxima de nos ou do caixa enquanto pegamos tudo o que podíamos e fizemos isso em outros 2 bancos, ate que tivemos dinheiro suficiente para compra 8 passagens de avião.

Foi a mais terrível tortura e dor quando sentimos nossos tornozelos arderem durante 1 hora, estávamos no aeroporto quando começou a queima, uma marca começou a aparecer em nossos tornozelos e tivemos que entra em banheiros para não deixar as luzes chamarem a atenção, esperava que a marca queimasse logo e o símbolo de Marina ou Cody aparecesse, mas não, queimou muito em todos nos, mas nenhuma marca ficou cravada como deveria.

Quando a queimação passou eu não sabia se algum deles havia morrido ou não, a marca queimou isso e uma certeza, mas ela não ficou como deveria. Numero 2 também não soube explicar, desde então não sabemos se algum deles morreu ou nao.

Levamos 2 dias para conseguir dinheiro, passagem e sair do pais e agora estávamos na Itália.

Eleanor fez tudo, claro que tivemos que roubar mais dinheiro mas a garota terremoto fez tudo sozinha, comprou comida, passagens de trem.

Quando chegamos em Riccione a primeira coisa que notei de positivo foi o mar, ele seria um ótimo aliado em uma luta mas o ponto negativo, uma cidade muito aberta, qualquer coisinha aqui viraria noticia urgente, cuidado extra seria necessário.

–Bom chegamos- a garota terremoto disse quando paramos enfrente a um grande prédio.

–você mora em um apartamento?- perguntei surpresa, já imagina que os outros gardes teriam vidas diferentes da minha mas nem tanto.

–sim , meu tio Hilde...

–seu cepan- Numero 2 a corrigiu.

–tanto faz, meu cepan, tio, tanto faz, o homem que me criou comprou este apartamento ainda quando era criança e estamos aqui desde então – ela disse entrando, ela estava usando um blusa,calca e sapato que roubamos para ela mas ela não parecia ter nenhum problema com isso apesar de parecer desconfortável- Buongiorno Franco

Questi sono i miei amici, che rimarrà con me per un po ', non avranno problemi se entrano o escono di qui.- ela disse ao Recepcionista que era um senhor de idade avançada, segurança falha, ótimo.

A seguimos ate os elevadores e Eleanor nos apontou o penúltimo andar, decimo primeiro, subimos todos e quando chegamos ao andar Eleanor começou a dizer.

–Okay não e grande o bastante para 10 pessoas, mas imagino que vai caber a todos e nos esconder por um tempo ate sabermos como lutar ou como prosseguir- ela disse abrindo a porta e nos dando a visão de uma sala meio pequena 2 sofás com dois e 3 lugares e uma poltrona vermelha, a direita uma pequena cozinha dividindo a sala com um balcão com banquetas, um pequeno bar com bebidas podia ser visto também, do outro lado da cozinha tinha uma porta pequena, atrás dos sofás tinha uma mesa de vidro com 6 cadeiras, a esquerda possuía um corredor com 9 portas. O apartamento era pequeno mas parecia aconchegante e moderno.

Naveen foi logo se sentando e ligando a TV que ficava na frente dos sofás encima de uma raque.

–Não sei se terá quartos para todos mas podemos dividir alguns- Eleanor disse indo para a cozinha.

Eu olhei para o garoto martelo que estava dando agua para a sua irmã na cozinha, não algo não estava certo sobre esse apartamento, ele me olhou de volta na mesma hora que Naveen se levantou.

–Eu já vi esse apartamento em uma das minhas visões durante o sono- ele disse.

–como assim?- Hannu que estava sentado na mesa perguntou.

Maggie estava olhando para o corredor com as 9 portas.

–O que tem nessas portas? – ela perguntou olhando.

John foi para o lado dela e olhou o corredor tambem, um pequeno fleche de luz se ascendeu em suas mãos.

–5 quartos,2 banheiros e uma sala livre e uma sala de controle, que meu tio usava para ver as coisas ao redor do prédio- ela disse e então bufou- não tem nada ai, a porta estava trancada da mesma forma que deixei quando fui a praia.

–Eu vou olhar as portas, John vem comigo, Hannu fique de olho nas janelas, Naveen fique perto da porta enquanto as garotas fiquem aqui olhando tudo e nos avisem se escutarem algo- o homem martelo bufei.

–ate parece que eu ficaria aqui só vendo vocês fazerem tudo e eu não fazer nada!- eu disse me aproximando do corredor , porem ouvi uma risada de Naveen, ele estava novamente sorrindo, como sempre desde que aconteceu com Marina- o que foi han? Do que você esta rindo?

Ele olhou para mim e gargalhou mais uma vez.

–será que você não pode parar de ser louca ao menos uma vez na vida? – ele perguntou e uma forca descomunal atingiu meu pulso e então o soquei bem na cara, ele virou o rosto segurando sua bochecha onde havia atingido.

–me chame de louca mais uma vez e você levara muito mais que um soco. Eu lhe garanto – eu disse e me virei para o corredor indo a frente dos outros.

–Hannu me empresta aquela arma mogadoriana – Numero 2 disse a Hannu o outro cara que apenas ria como Naveen deu-lhe e a arma, e juntas nos aproximamos do corredor.

Ouvi algum bufo mas não liguei, abri a primeira porta enquanto o garoto martelo abria a próxima, não encontrei nada de estranho além de duas camas e um guarda roupa grande e janelas.

Ouvi os outros abrirem as portas e não fazerem e nem dizerem nada, encontrei outros quartos e banheiros mas nada.

– o que e isso aqui?- John perguntou abrindo uma porta, cheguei ao lado dele e do cara martelo que estava ali também e olhei para a sala,e vi um monte de tvs’s, monitores e controles, além de algumas armas.

A garota terremoto botou a cabeça para dentro da sala.

–sala de controle. Meu tio usava essa sala em especial para ele, me explicou poucas coisas sobre isso, mas ele usava para ver ao redor do prédio- ela explicou e Maggie se aproximou da tela.

–tenho certeza que eu conseguiria controla-los e ter mais acesso a tudo- ela disse, Hannu foi ate as armas que pareciam ter sido arrumadas a pouco tempo.

Havia um bilhete preso em uma das armas. A caligrafia era torta como se a pessoa houvesse escrito a pressa.

“facam o que tiverem que fazer mas cuidado, logo aparecera ajuda”

De repente uma das telas começou a fazer um barulho e a mostra uma imagem. Era uma montanha, havia vários homens de preto, mogadorianos estavam unidos olhando para os céus, suas armas apontando para os céus, bestas estavam acorrentadas aos seus lados, uma nave grande começou a aparecer nos céus, era cinza em forma de um cone, o topo era transparente, quando ela chegou ao chão, uma porta foi aberta para cima e de la um homen robusto,meio baixo e com cabelo estilo militar desceu.

–Cody?- Eleanor perguntou assustada.

Ficamos todos parados olhando enquanto Cody, o numero cinco na qual confiamos como um de nos, confiamos a vida de Marina a ele, falava com os Mogadorianos, como se fosse um deles.

–A hora esta chegando meu povo, logo a nossa hora chegara, e assim como Lorien dominaremos a terra de uma vez por todas!

Notas finais
Entao gente o que acharam? Cody duas caras hein! Comentem se gostarem e comentem se nao gostarem tambem. Criticas sao otimas para a escrita melhorar. Ate a proxima. XOXO R.S