A Unexpected Love
2 Capitulo 2: Samantha 01.
Notas iniciais
POV Finn Hudson
Eu sentia vontade de matar aquela garota. Tentei ser educado indo me desculpar, mas não dar, Rachel é muito arrogante, mesquinha. O trabalho vai ser feito, não importa se terei que dar parte dos créditos para a MS. Desprezo é bem melhor que aguentá-la. Estava indo tomar banho quando o meu celular tocou, era Samantha.
Samantha é namorada de Finn, isso explica ele não se interessar por outras garotas, ela é diferente de todas as garotas que Finn conhece, ela tem objetivos, sonhos. Faz faculdade de Psicologia em Londres, e sim, ela é mais velha que Finn, dois anos apenas.
-Oi amor – eu disse quando atendi.
-Finn, meu amoreco, não aguento mais ficar sem você, estou morrendo de saudades.
-Eu realmente queria estar ai.
-Mas me diz como você estar?E as novidades? A escola? – queria que ela não perguntasse isso.
-Eu estou bem, e nada de novidades, a não ser que minha mãe vai viajar e que estou sendo obrigado a fazer um trabalho com uma líder de torcida da escola.
-Líder de torcida? Finn, juízo.
-Amor, nunca teria nada com ela. Rachel é do tipo “Garotinha Fútil” e você sabe que odeio garotas assim.
-Eu sei, mas esse tipo de garotinha fútil dar encima de todo mundo para ter a fama de pegadora.
-Pode ser, mas eu não sou do tipo que cai na lábia dessas garotas. – Ficamos conversando por um longo tempo, quando me dei conta já eram quase 2h. Ouvir a voz de Samantha era como levar um choque de energia, eu fica renovado.
Acordar. Levantar. Banhar. Escovar. Vestir. Calçar. Pentear. Descer. Comer. Sair. Dirigir. Chegar. Minha rotina era sempre a mesma.
Entrei na escola e lá estava Rachel, encostada no meu armário.
-Pega – Rachel ergueu a mão e me entregou uns papeis.
-O que é isso?
-É uma pesquisa sobre alguns escritores que talvez possamos falar no trabalho.
-Pode guardar- Rachel me olhou confusa- depois você me mostra, outra coisa, se for sobre algum escritor de artigos de torcida, pode queimar tudo.
-Nossa criatura, você ta super irritante hoje- a olhei espantado, milagre Rachel querer ser útil em algo.
-Olha que legal agora você sabe como você é todos os dias. –rebati.
-Ah seu idiota! – Rachel bufou e eu ri.
-Rachel! – Noah gritou do armário dele – você tem coisas mais interessantes para fazer. – Noah piscou e ela fez o mesmo.
-Então Rachel, depois você me dar isso ai. – dei um beijo em seu rosto para irritá-la.
- Cuidado com suas gracinhas Hudson – Rachel se aproximou e sussurrou – você pode se dar mal.
Fui para minha aula de biologia, sentei ao lado de Sam, ele era o único jogar que ainda falava comigo, era um dos poucos que falavam comigo. As aulas passaram rápido. Estava indo para o intervalo me encontrar com Artie, Mike, Tina, Mercedes, Kurt e Blaine quando fui surpreendido por uma raspadinha de uva na cara.
-Agora ver se aprende a não tirar gracinhas com minha garota – Noah exclamou enquanto eu limpava o suco em meus olhos. Então eu vi Rachel com um sorrisinho vitorioso estampado do rosto. – Na próxima vez você vai parar na lixeira. – Noah se virou e deu um beijo em Rachel, depois saíram e sumiram no corredor.
Fui para o banheiro me limpar, havia tanto tempo que não levava banho de suco que parei de levar camisas extras, iria ter que esperar a minha camisa secar.
-Hey Finn – Sam apareceu do vácuo e jogou a minha antiga jaqueta de quarterback nº05. – isso ainda te pertence.
-Isso já me pertenceu – disse vestindo a jaqueta – mas nem é sempre bom relembrar desse tempo de FINN HUDSON QUARTERBACK Nº05.
-Você faz falta no time, Finn, devia voltar.
-Isso nunca vai acontecer – peguei minha mochila. – nunca.
-Não diga nunca Finn Hudson.
-É fato, futebol acabou pra mim. – disse saindo do vestiário. No momento que pus os pés no corredor todos ali presente pararam o que estavam fazendo e me olharam, continuei andando e fingi que não era comigo.
-De repente você deixou de ser uma criatura abominável Finn. – Rachel disse colocando-se em minha frente. – você parece ate mais interessante – senti uma leve mordida no meu lábio inferior. – na tua casa, às 3h. – Rachel ia se afastar, mas a puxei pela cintura, e ela se assustou.
-Só porque estou usando essa maldita jaqueta não significa que sou um deles – sussurrei perto do ouvido dela – Agora já pode ir com teus amiguinhos – devolvi a mordida e a soltei.
Ah Meu Deus! Eu mordi a boca de Rachel Berry, capitã das Cheerios, rainha da futilidade, como contaria isso pra Samantha? Melhor esquecer, entrei na sala e me concentrei na aula de historia.
O sinal tocou e eu simplesmente paralisei com a Rachel, ela mudara de uniforme, estava de azul, aquela saia no meio na coxa, e aquela blusa marcando a cintura e dando mais visibilidade nos seios dela, parecia ate cena de filme, em câmera lenta e ela vinha em minha direção.
-Finn? – a voz de Rachel parecia tão distante. – está vivo criatura?- ela me deu uma tapa na cabeça e me tirou do transe.
-O que você quer MS. Futilidade? – perguntei tentando tirar a imagem dela da minha mente, estava sorrindo feito bobo.
-Querendo ou não terei que sentar aqui. — ela sentou e pôs uns papeis sobre meus livros – aula de artes. São alguns escritores brasileiros – eu não conseguia tirar os olhos das pernas dela que estavam mais a mostra por estar sentada – Finn Hudson, pode parar de olhar para minhas pernas, só porque eu mordi teu lábio não significa que pode ficar me secando.
- Desculpa – desviei o olhar para os papeis e Rachel revirou os olhos. – Jose de Alencar, Alvarez de Azevedo, bom. Lord Byron? Ele não é brasileiro.
-Eu sei, eu gosto de ultra-romantismo, tem coisas sobra Clarice Lispector também. – Rachel me pareceu bem animada falando sobre ultra-romantismo.
-Turma você estão liberados, vou ter que sair agora. – disse a Srtª Johnson arrumando suas coisas.
-3h na minha casa delicinha – eu disse rindo.
-Já falei Hudson, sem gracinhas. – ela se levantou – e sim, as três.
Ao chegar em casa arrumei as coisas, tomei banho, almocei e fui mexer nos papeis de Rachel. Nunca pensei que Rachel gostasse de alguma matéria, e logo literatura, uma das matérias que eu mais gosto. Eu não deveria pensar tanto nela, Samantha não iria detestar isso, e pior, uma garota mega gostosa, sozinha comigo na minha casa, ela iria pensar besteira na certa. Preciso parar de dizer que ela é gostosa. Alguns minutos depois Rachel chegou.
-Oi Finn. – ela sorriu. Meu Santo Deus, ela estava linda, o cabelo solto com uma franjinha cobrindo a testa, um short, MINI SHORT, uma blusa roxa de alças finas e um corselete preto com caveiras brancas, bordadas eu acho, que levantava os seios deixando-os bem amostra. – desculpa, é criatura abominável teu nome.
-Entra MISS Futilidade- puxei Rachel pelo braço. Sentamos e ela começou a escrever.
-O que você tanto escreve senhorita? — perguntei curioso.
-Não é do seu interesse, Finnavel.
-Finnavel? – fiquei intrigado com aquele apelido.
-Sim, é uma mistura de Finn com abominável. F-I-N-N-A-V-E-L! – Rachel sorriu vitoriosa.
-Ok, agora podemos estudar, Ritchel?
-Legenda tem custo adicional? Sem problemas, eu pago o que for. O que é Ritchel? – ela me olhou sem entender.
-A mistura de Rachel e Bitch – dessa vez eu sorri vitorioso.
-Idiota! – Rachel sorriu sínica – então, o que achou Finnavel?
-Do meu apelido? Bem criativo – dei uma gargalhada – parei, parei. Não sabia que gosta literatura.
-Não de literatura em geral – Rachel deu de ombros – apenas da parte de ultra-romantismo e tals.
-Desses três que você citou prefiro Alvarez de Azevedo “Só a mágoa deveria ser a instrutora dos sábios, a tristeza é saber.”
-Que voz é essa Finnavel? – Rachel ria muito.
-É minha voz de cinema. – a vi tampar a boca para não rir mais.
-“Parece gargarejo com cascalho. – começamos a rir sem parar.
-Você anda assistindo muito o Incrível Mundo de Gamboll – falei fazendo esforço para conter o riso.
-Olha quem fala Finnavel assistindo cartuns infantis, você ser mega fofo. – ri da não conjugação do verbo ser. – mas agora vamos voltar para o que interessa. – eu concordei com a cabeça – Prefiro Clarice Lispector “Nascer me estragou a saúde”
-Clarice tem uma linha de raciocínio meio louca. – Rachel me olhou e arqueou uma sobrancelha.
-Ela é foda garoto. – nós começamos a rir novamente e quando paramos voltamos a estudar, a tarde foi toda assim, risos e citações. Nunca passou pela minha cabeça ficar tão próximo da rainha da futilidade. Confesso que estava gostando de passar esse tempo com ela. Estava anoitecendo e não fizemos nada alem das citações.
-Bom, ate amanha Finnavel.
-Não se preocupe Ritchel, não falarei contigo nem direi algo que aconteceu aqui.
-Ótimo – Rachel sussurrou ao aproximar seu rosto do meu. – nada – ela passou a língua sobre meus lábios — disso — e beijou o canto da minha boca – aconteceu, Finnavel.
-Você é louca garota. – fiquei pasmo com o que ela fizera. Ela sorriu e foi embora.
Fui para meu quarto, tomei um banho bem gelado e tratei de dormir logo pra não pensar no que acontecera.
POV Rachel
-Onde estava mocinha? – Meu pai (Leroy) me perguntou.
-Na casa do Hudson – respondi subindo as escadas.
-Quem é esse? – meu pai outro pai(Hiram) perguntou.
-É uma criatura no qual estou sendo obrigada a fazer um trabalho de artes. –fui para meu quarto. Havia esquecido meu celular em casa e quando olhei tinha uma mensagem de Noah. “Ei gostosa, vem aqui em casa para nos divertimos um pouco” quase prometi pra ele que iria pensar talvez eu devesse dar uma chance para ele, sou a única cheerio virgem, isso é constrangedor. Banhei-me, e vesti uma saia bem curta e uma blusa qualquer.
-Papies, vou à casa da Quinn, beijinhos, volto logo. – meus pais não poderiam imaginar que eu iria para casa de Noah.
Estacionei o carro ao lado do de Noah e me assustei quando ele entrou no banco traseiro do meu carro.
-Sabia que viria, Rach.
-Você é gostoso demais para dizer não – mordi meus lábios. Você é uma vadia. Você é uma vadia. Você é uma vadia, dê jus a esse titulo Rachel Barbra Berry, deixe de ser tão medrosa. –acho melhor subirmos Noah – dei um sorriso malicioso. Saímos do carro e subimos diretamente para o quarto de Noah. Ele me pegou no colo e eu envolvi minhas pernas na cintura dele e deitamos na cama.
POV Narrador
Rachel estava por cima. As mãos dele percorriam o corpo da garota enquanto se beijavam avidamente. Rachel desviou sua boca da dele procurando o pescoço de Noah e as mãos dele desceram para as coxas dela, apertando-as com força. A adolescente colou seus lábios aos de Noah, suas línguas lutavam por espaço e de repente, Rachel sentiu um aperto em sua bunda por baixo da saia.
-Noah, Noah! – ela se afastou um pouco – acalme-se.
-Por que calma?- Noah tentou beijá-la, mas ela hesitou.
-Por que não sou tão fácil quanto às outras garotas. – ela se levantou- agora vou embora. – Rachel foi ate o espelho arrumou o cabelo e a roupa, deu um selinho em Noah e foi embora.
POV Rachel
Não sei por que hesitei, não é que eu não queria, porque eu quero muito perder essa maldita virgindade, talvez seja medo, não faço a mínima idéia do que seja, se eu tivesse coragem de falar com a Santana.
Após chegar em casa, não sei o que me deu, mas comi um pote enorme de sorvete(passarei semanas fazendo dieta). E assisti a um filme que estava passando na TV. Antes de de subir, avistei um bilhete na mesinha do telefone.
“Rachel, eu e seu pai recebemos uma proposta de uma empresa em NY, estamos indo saber como serão as coisas por lá. Voltamos em duas semanas. Com amor, Hiram e Leroy.
AH MEU DEUS!!! Duas semanas, sozinha. O suficiente para criar coragem e transar com Noah.
Nem dormi pensando nisso. Como tenho muita sorte, Noah não foi para a escola, mas o boato que eu transei com ele na noite anterior era o assunto mais comentado na escola toda.
-O que você diz sobra sua noite de prazer com Noah, Rachel Berry? – Jacob (um ser sem noção que é dono do blog de fofocas da escola perguntou)
-Vai se ferrar Jacob. – disse entrando rápido no banheiro.
-Rachel Barbra Berry, que historia é essa de transar com meu Noah? – Quinn perguntou com fogo saindo das orelhas.
-Eu não transei com ele não. – disse tranqüila.
-Ah você transou, todo mundo ta dizendo isso.
-Mas eu não transei, e mesmo que tivesse, Noah é de todas se você não lembra Lucy Quinn Fabray. – Quinn me olhou com ódio.
-Não me chama assim Rachel, você sabe que eu odeio.
-E você sabe que eu te amo – abracei Quinn e fui pra aula.
O FATO É: EU NÃO QUERO PERDER MINHA VIRGINDADE COM NOAH, ELE É MUITO RODADO. JÁ FICOU COM TODAS AS GAROTAS DESSA ESCOLA, COM EXCEÇÕES, E SE DUVIDAR ATE COM OS GAROTOS, ALGUNS DELES, NÃO É NADA HIGIENICO ISSO, VAI QUE ELE TENHA ALGUMA DOENÇA SEXUAL, ECA, NADA DE SEXO COM NOAH, MESMO ELE SENDO LINDO E GOSTOSO E TENHA PEGADA, ELE NÃO É BOM O SUFICIENTE PARA RACHEL BARBRA BERRY, MAS FINN HUDSON... ELE É LINDO, GOSTOSO, ALTO DEMAIS QUANDO COMPARADO A MIM, MAS DEVE TER UMA PEGAGA DE MATAR, DAR PRA NOTAR PELO SEU TAMANHO... AH MINHA NOSSA SENHORINHA DOS MEUS UNIFORMES COLORIDOS, SE ELE É GRANDE, IMAGINA O... DEVE SER ENORME TAMBEM. TO MORTA. É COM ELE MESMO. VOU SEDUZIR FINN HUDSON E FAZÊ-LO O QUARTERBACK DA ESCOLA. P-E-R-F-E-I-T-O! SEREMOS O CASAL MAIS LINDO DESSE PLANETA. GOSTOSO+GOSTOSA= FINN HUDSON E RACHEL BERRY. BELLA E O PRINCIPE ENCANTADO.
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