Notas iniciais
Querem saber um pouco mais sobre Lea? Então esta ai.. Boa leitura pessoal.

“... morrem pela desilusão.”

[Lea Pov On]

Minha cabeça latejava a cada grito do meu nome.

–“Lea...”

–“Oi. “

–“Lea...”

–“LEAAAAAAA....”

–“SANOOO!”

Levantei repentinamente, como quem acordava de um pesadelo. E ainda de olhos fechados, dei de cabeça contra algo tão duro quanto uma pedra. E ao fundo, ouvi alguém exclamar.

– Aiaiaiaiai... Toma cuidado... Cabeça dura.

– Chif ?

– Sano... Por favor...

– Chif... Meus pais... Minhas irmãs... Eles... Eles...

As lágrimas vieram como flecha acertando o alvo sarapintado de vermelho e branco. Encheu meus olhos como baldes, e por adicionar mais uma gota d’água, escorria pelos cantos incessantemente. A dor que tomava meu peito era sem igual. Queimava, doía, incomodava, ia e voltava, era horrível. Encolhi as pernas pouco perto dos peitos, abracei-as e me pus a chorar como se fosse uma criança. Meus cabelos azuis tapavam aquela vergonha, tamanha fraqueza que eu jamais podia demonstrar em frente ao Chif, que droga... Todos menos ele, e agora... o que ele vai pensar de mim? De súbito me aquietei esperando uma resposta dele. E o silêncio se fez presente e todo o lugar. Levantei um pouco a cabeça, e lá estava ele, parado como sempre, sentado na minha frente com as pernas cruzadas. Não carregava aquele sorriso como de costume, ou alguma brincadeira que me fizesse rir. Ele esticou um dos braços bem vagarosamente, trouxe até meu rosto e enxugou umas das lágrimas com o dedo indicador. Tornou a abaixar aquela mão, trocou de apoio com os braços, levantou a sua outra mão e trouxe até meus olhos, enxugou minha outra face com o seu outro dedo indicador e disse.

– Carrego comigo agora dois mundos.

– Snif... Como assim, Sano?

– Carrego o mundo do teu lado esquerdo, e do teu lado direito.

– Snif... isso faz tanto sentido quanto Chif ser seu apelido...

– Isso quer dizer, jovem Lea, que eu carrego comigo também suas tristezas. Sejam elas deste ou de outros mundos. Alguns dizem, e isso é uma verdade, que todos temos um local só nosso dentro de nós. E bem, alguns escondem coisas lá, outros sentimentos... Talvez até tesouros que vão alem da compreensão do homem, mas agora... Nesse mundo, você o dividiu em dois. Mundos os quais carregam em lágrimas suas capitais, estados e sua organização política... Exércitos, povos, paisagens, tudo desse mundo é triste. Mas mesmo assim, vou levá-los comigo.

– Mas... Snif... Sano... snif... Se for triste, não quero que os carregue com você.

– E quem disse que amigos estão aqui apenas para os momentos felizes, sua idiota...

Sano me abraçou, empurrou minha cabeça contra o seu peito. Ele tinha aquele cheirinho tão bom, tão confortante. Era seguro, nada podia dar errado ali. Afinal, me eternizar naquele abraço era o suficiente para a minha felicidade. Eu queria conseguir falar isso para ele, mas, me faltava coragem e oportunidade.

Continuei naquele abraço aconchegante e tão bom com Sano, por alguns instantes fiquei perplexa. Seu rosto começava a deslizar pelo meu. Fui sentindo o roçar da pele dele sobre minha face até chegar mais ou menos na altura da minha bochecha. Ele foi se distanciando, encostou o nariz na minha testa e beijou a ponta do meu nariz. A vontade era de agarrar-lhe os cabelos e trazer-lo até a minha boca, mas, por que eu não tinha feito aquilo ainda?

Eu não sabia muito bem no que pensar, nem no que fazer. Levei minha mão esquerda em uma das bochechas de Sano, ela estava um pouco quente. E a direita passei bem devagar na altura do pescoço, roçando lentamenter as unhas sobre a pele.

E quando pude encostar a palma da minha mão sobre sua nuca, uma voz estridente aparece.

– Oh.... Que cena linda, não é? Nagha.

– Claro Cru’st... Tão bonita.

“Mas... que merda”. Pensei na hora. Dois homens encapuzados se colocavam a alguns bons metros de distância. Entraram sorrateiramente, e me espantava Sano não ter notado a presença deles.

– Sano... Você não os sentiu?

– Em nem um instante... Eles apagaram suas presenças... Até agora mal consigo senti-los, mesmo mantendo contato visual. Eram como se fossem...

Sano me pegou no colo e se distanciou ainda mais dos oponentes, aquela reação não era comum, nem um pouco.

– O que foi? O que aconteceu...

– Hehehe... Você entendeu né rapaz? – disse o homem mais baixo entre os dois.

– Lea, cuidado. São Licomutantes.

– Lico... o que?

– Licomutantes... São ex-prisioneiros que cometeram grandes crimes... e passaram por mutações no corpo.

[Lea Pov Off]

O homem mais baixo tirou seu sobretudo revelando um corpo totalmente escamado e contraído que, se alongando vagarosamente, revelava traços que lembravam a uma cobra.

O mais alto sacou de suas costas um grande martelo de guerra, sua empunhadura era de uma extensão de mais ou menos dois metros. O homem mais alto, era realmente muito mais alto que seu companheiro. Deveria ter mais ou menos dois metros e cinqüenta. Tirou também seu sobretudo, revelando um corno no lugar da narina, e uma pele tão rudimentar quanto uma armadura. Aquele lembrava um rinoceronte com toda certeza.

– Tssss... Eu... me chamo Nagha.... – Disse o homem cobra revelando a língua bifurcada.

– E eu... Cru’st... AUUUU... –

O companheiro cobra olhou para o grande rinoceronte e falou.

– Tss... Me pergunto até hoje o que fizeram com o seu cérebro nesses experimentos, Cru’st... Tss... Você nunca bateu muito bem... e agora esses seus Tss.... AUUUU... Tsss –

– Também não sei... AUUUUU –

Sano olhou com uma cara um pouco espantada para os estranhos inimigos. Colocou uma das mãos em frente ao rosto e apontou com a outra livre e disse em alto e bom som para Lea.

– Qual o problema deles?

– Também não sei Chif...

– Sano...

– Chif...

– Eu já disse que me chamo..Sa...

O homem cobra partiu em direção de Lea antes que Sano pudesse completar a frase. Com a boca aberta e os membros um tanto quanto estranhos, o tal Nagha carregava consigo uma espada em uma das mãos. Com a boca aberta, era possivel ver suas presas, que estranhamente eram metálicas. Sano não pode acompanhar a investida do homem cobra, mas a menina sim, uma vez que manteve total atenção ao seu arredor. O cobra havia cuspido alguma coisa na direção da garota, que desviou com a sucessão de três pulos para trás. Ao tocar o chão da caverna, uma gosma de aparência verde começou a derreter a rocha, era ácido.

– Você domina veneno. – Disse Sano...

– Você não deveria se preocupar comigo... garoto – Falou o homem cobra passando direto por Sano, indo em direção a Lea.

Um brutamonte gigante com um martelo de guerra enorme desferiu um ataque onde estava o U'tera. Sua única reação foi se projetar em direção a uma estalagmite, que se quebrou com o impacto do seu corpo. E na outra extremidade da enorme caverna, Lea continuava seu embate contra Nagha.

[Lea Pov On]

“Auuuu” foi a ultima coisa que eu ouvi, até ficar totalmente entretida na batalha contra aquele ser bizarro que mais aparentava ser uma cobra. O brutamonte era lento demais para Sano, mas, seria necessário apenas um ataque para quebrar alguns bons ossos. Não tive tempo para me preparar para batalha. O homem cobra tentava me acertar com mordidas, cuspes e espadadas a cada segundo. Mantendo um padrão muito previsível em cada movimento. Foi necessário apenas duas repetições para compreender o fluxo da luta. Uma mordida na parte superior do tronco, visando a esquiva para direita. Antecipava meu movimento cuspindo acido na mesma direção. Já espada da mão direita estava limitada a ataques pelo lado esquerdo. Tendo uma sucessão infernal de golpes que tecnicamente, poderia ser uma estratégia infalível... Apenas poderia. Desviei fluidamente de todos os ataques, e foi possível perceber nos olhos do oponente o desespero por não conseguir nenhum ataque efetivo.

– Esta ficando cansado, cobra?

– Estou apenas começando.

No meio dos ataques, o homem cobra alongou o pescoço para cima, e em milésimos cuspiu... Exatamente... Cuspiu uma segunda espada. Aquela era a minha oportunidade.

[Lea Pov Off]

Lea fixou o olhar sobre a espada por alguns segundos, e a lamina tomou uma coloração meio roxa, variando entre o lilás e o violeta. A espada, como poderia ser esperado pelo cobra, cairia sobre a sua mão esquerda, dobrando o numero de ataques desferidos sobre a menina, dificultando ainda mais o engajamento dela para se recuperar na batalha. Contudo, a espada ficou parada no ar, flutuando. Aquilo abriu uma brecha nos ataques. A mesma mordida veio no lado direito, o corte em diagonal no lado esquerdo, junto ao projétil ácido, e então, ali estava à falha. O homem antecipou o ataque com a mão esquerda, sem que antes pudesse estar segurando a espada. O corte passou no vazio, e a sua cara foi de descrença ao verificar que a espada se mantinha imóvel no ar. E em seguida, mais ainda ao tomar um chute tão forte que voou uns bons metros de distância. A espada veio até a mão de Lea, e sem entender muita coisa o homem cobra riu.

– Hehehe... Muito bom, para uma garota.

[Lea Pov On]

Tinha voltado para batalha. Estávamos equiparados, eu com uma espada, e ele com três artifícios de ataque. Um três contra um nada mais que justo. O cobra retornou a colocar aquela língua bifurcada para fora, me dava certo nojo ver aquilo.

– Você é meio bizarro...

– Fiz por onde... Menina...

– Ex-prisioneiro... Expurgo da sociedade.

– Tss... hehehe... Matei cinqüenta e quatro mulheres com as minhas próprias mãos. Depois, tive eu mesmo o prazer de estuprá-las.

– Porco imundo...

– Cobra imunda... Por favor.

O sangue subiu a minha cabeça e parti em direção do licomutante. A ponta da espada tocava o solo levantando pequenas fagulhas, o som do metal contra a pedra foi substituído por de metal contra metal. A luta de espadas contra aquela cobra não era tão fácil. Lutar num mano a mano era sem problemas, a única dificuldade era acertar o corpo maleável que se adaptava e retorcia a cada golpe, mudando o seu centro de equilíbrio.

– Vai ser um pouco mais difícil que parece... Garota.

– Você que pensa...

– Então veremos.

Continuei com os ataques incessantes, direita, esquerda, direita de novo, corte na altura do pescoço, ida e volta, defender, defender. Até que permiti uma brecha.

[Lea Pov Off]

Colocando um pé em falso a jovem permitiu que o cobra adentrasse a sua guarda com a mandíbula, deixando exposto o osso da bacia.

E sem perder tempo, aproveitando tal possível brecha, o pescoço cumprido do licomutante foi até o encontro com a minha bacia, que dessa vez não teria como defender com a espada devido a um mal posicionamento proposital. E quando estava próximo a morder

– VOCÊ ESTA MOR...

As palavras do homem foram interrompidas quando uma ponta de ferro transpassou abaixo do seu maxilar, atravessando a língua o céu da boca e posteriormente o cérebro. Esse pontal estava guiando uma corrente de mais ou menos dois dedos de espessura. Tal corrente estava banhada pela Vitae de Lea, que possibilitava a mesma, livre controle sobre qualquer tipo de arma humana e não humana.

– Essas são minhas correntes. Você ainda não esta morto pela presença da minha Vitae no seu corpo. Mas, a dor é insuportável. Sei que é um pouco sádico, devo assumir, mas nasci com a habilidade de não conseguir matar meus inimigos durante a utilização da minha Vitae. Apenas, em alguns poucos casos, mas isso não precisa ser dito. Então, quando eu parar o fluxo, você ira morrer de qualquer jeito senhor cobra. Mas, fico eu pensando as mulheres que o senhor matou uma a uma.

A corrente começou a se mover um pouco mais por dentro da mandíbula do cobra.

– Elas sofreram... Não é? Sofreram bastante. Mas... Sou um pouquinho diferente de você... Seu imundo. Dei apenas cinco segundos das horas de tortura que você presenteou várias mulheres. Vejo-te no inferno... Babaca.

[Lea Pov On]

O fluxo da minha Vitae foi parando pouco a pouco. Até que o que se encontrava preso as minhas correntes não passava de um corpo inerte e sem vida. Ambas voltaram para dentro das minhas vestes, sem revelar muito sua localização, era de fato um segredo.

Olhei para Sano, o brutamontes jazia caído no chão sem vida, e cravado contra o corpo uma grande estalagmite de pedra.

– Como você arrancou isso da caverna?

– Esse idiota bateu com o martelo no teto tentando me acertar enquanto eu estava em movimento. Ele era muito burro.

– Você também é, nem por isso estamos falando disso Chif.

– Cala-boca Lesminha... E esse cara de cobra?

– Tão fácil quanto te ganhar.

– Sei... Quanto esta o placar mesmo?

– O nosso placar?

– Sim, sim... Eu esqueci.

– Sano um...

– E você?

– Lea novecentos e trinta e sete... Vai querer revanche?

– Prefiro parar vencendo... Lela.

– Não me chama de Lela...

– Chamo do que eu quiser... Lela...

– Idiota... Vamos embora daqui, temos que fazer alguma coisa.

– Temos que conversar primeiro... Lea... Preciso te contar algumas coisas que observei durante esses dias.

– Dias... Como assim Sano?

– Você apagou por mais ou menos dois dias... Até virem atrás de nós... Calma, escuta bem o que eu estou dizendo. Há uma grande possibilidade de o rei estar metido no que aconteceu com as nossas famílias. Como você bem sabe, somos responsáveis pelo abastecimento dos soldados de elite da guarda real e das frontes de batalha. Generais, capitães, oficiais de alta e baixa patente. Todos, ou a sua grande maioria, nos últimos milênios vem de nossas casas... Mas, tem algo que eu preciso dizer.

– O que, Sano?

– Nos últimos dois anos, meu pai, estava andando sumido pelo nosso palácio. Suspeitei durante o primeiro ano que se tratava de alguma enfermidade. Nada declarou, continuei vendo meu pai e minha mãe todas as noites na hora do jantar, como de praxe. Porem notei algo diferente. Meu pai estava com profundas olheiras. E aquilo foi tendendo a piorar com o passar dos meses. Até que... Aquilo aconteceu.

[Lea Pov Off]

(FlashBack)

– Filho... Você tem certeza do que quer fazer?

– Do que esta dizendo pai...?

– Seguir... como líder da casa U’tera... e ser um guerreiro.

– Nasci como teu primogênito para isso... Não é ?

– Sim... Nasceu... mas não sei se é o melhor para você meu filho.

– Esta me julgando incapaz de seguir seus passos... é isso pai ? Duvida da capacidade do seu próprio filho...?

– Não... Não... Não mesmo Sano... Você é especial... Você é o primeiro Cavaleiro da Luz, depois de U’tera ... O primeiro da nossa linhagem. Você... Carrega o sangue da luz contigo...

– Do que esta falando pai?

– Estou falando que tem algo em você especial... e colocar isso em risco é um absurdo.

– Quer dizer que treinei desde a minha menor idade para faltar alguns meses para a minha maior idade e não findar o meu treinamento?

– Sou teu pai, não teu dono. Apenas peço condolentemente... Mantenha-se longe das batalhas meu filho.

– Sou um homem feito para guerra, pai.

O pai de Sano, Sora, abriu um largo sorriso. Sábia que o menino não entenderia agora o motivo dos seus pedidos. Mas, cabia a ele assumir o seu erro.

– Você será um grande homem Sano... Cuide-se bem, por favor.

– Já estou me cuidando... pai.

(Fim do FlashBack)

[Lea Pov On]

Sano me explicou a suas preocupações, sobre aquela conversa que havia tido com seu pai há algumas semanas. E então retomou a sua linha de raciocínio dizendo:

– Não sei se ele estava me avisando disso. Ou de algo... Você notou alguma coisa de diferente na sua casa?

– Minha mãe andava muito agitada... Meu pai, como de praxe não falava comigo e continuava me ignorando. Como prometido do rei, este ano quando eu completasse a maior idade assumiria cargo de primeira general da Guarda Real. E quando nós saímos pela manha, meu pai não estava como de costume sentado na sua cadeira...

– Meu pai também não... Parecia que estava dentro do quarto, ou algo assim. E lembro que minha mãe estava um pouco triste.

– Droga, Sano... O que nós temos a ver com isso?

– Faço a mínima idéia Lea... Mas iremos descobrir juntos. Pode ter total certeza.

– Agora... O que faremos?

– Passaremos a noite por aqui e sairemos ao alvorecer. Assim que o sol nascer, descemos a montanha e vamos em direção a capital. Vamos conhecer o mundo... Não do jeito que queríamos.

Sano como de costume deu aquele lindo sorriso largo. E novamente aquela sensação de mil borboletas na minha barriga tomou conta de mim. Senti meu rosto ficar mais quente, e minhas mãos soarem. Minha respiração um pouco mais ofegante e me peguei emulando a sensação de beijar aquela boca. Era meio estranho pensar daquele jeito, ou sei lá, imaginar aquilo. Mas a cada hora que eu passava ao lado daquele garoto aumentava aquilo que eu sentia por ele.

– Lea... ? Lea...? –

Acordei de um transe que mal percebi que estava acontecendo

– Oi... oi... ?

– Por que você estava me olhando com essa cara de tacho?

– Nada não... – Fiquei vermelha de imediato... – Vai buscar lenha, Chif.

– Já disse que eu me chamo Sano... sua lesminha. Bleeeh...

Sano colocou a língua pra fora e puxou a pálpebra inferior de um dos olhos para baixo. Tomou uma leve caminhada e disse.

– Nada de ir lá fora... Eu volto em breve... fique bem aqui Lea.

– Ta... Ta ... ta... Traga alguma coisa pra eu comer.

– Vou trazer sua chata...

Ele saiu pela porta da caverna a fora. E deixou meu coração apreensivo pela sua volta. O que era aquela vontade de mandar ele ir embora e ao mesmo tempo abraça-lo. De bater e fazer carinho, ou de ... beijar e ao mesmo tempo ... beijar... era só aquilo que eu queria naquele momento. Mas, como eu faria aquilo. Ele era o meu amigo, e eu... Não sei lidar muito bem com as palavras.

– Volta logo... Idiota...- Falei baixinho pra mim mesma, enquanto o Jump-Set dele disparava um dos ferrolhos. E comigo, ficou apenas a lembrança do seu cheiro, e o gosto de querer aquele abraço novamente.

Notas finais
Eae meu amiguinhos e amiguinhas... Bom, esta ai mais um capítulo, estamos só aquecendo, e bem... espero que tenham gostado. Deixem aqui comentários, isso me da um ótimo incentivo para continuar escrevendo. E bem... você são bem importantes pra mim. Até a próxima galera, See yaa!