A Trágica Vida De Kinberlly

21 Capítulo 21 - Ajudando detetives. Infelizmente.


Notas iniciais
Gente...Gome, mas eu não tou lendo os Reviews e--e. Quem lê é o Matheus, mas esse babaca não responde '-'. Gome se eu não responder e--e

Esperei Liu sair com Cold do quarto. Ele não parecia tão “calmo”, mas pelo menos era um começo.

–- Eu aceito ajudar vocês nessas benditas investigações...

–- Liu por que me interrompeu? Eu não tenho tempo para ficar discutindo com essa cabeça-dura – Ele apontou irritado para mim.

–- Ei! Não sou eu que fui “raptada” contra a minha vontade e levada para cá!

–- Eu não falei COM você! Estava falando DE você! — Respondeu o albino, o mesmo já estava mais que irritado comigo

–- Opa opa opa! Cold, você tem que se acalmar, pois agora Kin vai com a gente para a investigação. Vocês tem que ficar amigáveis um com o outro... – Liu colocou a mão em frente a Cold e uma em minha direção, em gesto de calma.

Dei de ombros e afundei no sofá, encarando Cold com um olhar de poucos amigos.

–- Tanto faz. Quanto mais cedo ela nos ajudar, mas cedo não vou mais precisar olhar na cara dela. Agora se me der licença eu vou voltar ao meu quarto, o clima aqui só está me deixando mais irritado. -- Dito isso o rapaz voltou para o seu quarto, estava realmente aborrecido com a falta de cooperação minha quando nos conversamos.

Suspirei. Olhei Liu, logo perguntando:

–- E agora? O que faremos?

–- Ponha seu casaco de novo. Vamos a próxima investigação, e o lugar é gelado.

Ele me deu meu casaco, logo me fazendo vesti-lo, enquanto esperava Cold junto de Liu, logo indo para uma espécie de sala, no qual quando saímos, nos encontramos numa cidade normal, mas que nevava.

–- N-Não imaginei q-que estaria fri-frio...—Coloquei as mãos nos braços, tremendo de frio.

–- Adoro esse clima frio, é realmente confortante. — O mesmo estava sorridente e parecia bastante calmo enquanto observava a neve cair.

–- É-É, p-parece que s-somos diferentes um do outro...

Liu guiou-nos para o lugar, e mostrou-nos o apartamento abandonado. Muito sangue e uma família de seis pessoas mortas. Ao por meu pé no lugar, tive um “flash”, logo mostrando uma criatura com garras chegar no lugar, e logo matar todos. No final, ele pareceu olhar para mim, e seu nome apareceu.

“The Rake.”

Eu não estava acostumada com isso, e desabei no chão. Estava tonta, e um pouco mais pálida que o normal, de olhos arregalados. Arfava um pouco. Era horrível a cena, e os olhos dele também eram horríveis.

– Você está bem? – Cold se abaixou até a mim e me ajudou a me levantar permitindo que eu me apoia-se nele. — Está machucada?

–- N-Não...Não é nada...Só não estou acostumada a ver sangue de verdade sem ser em filmes...

Na verdade, estava um pouco acostumada.

– Entendo, aqui pode se apoiar em mim se estiver se sentindo desconfortável ainda. — O mesmo falava em um tom suave bastante diferente ao de minutos atrás, era como se fosse uma pessoa completamente diferente após sentir o doce clima frio do local.

–- Estou bem, não preciso...

Tirei meus braços de Cold suavemente, e fui até um dos cadáveres, o analisando. As marcas...eram iguais a do flash. Mas parece que eu olhava analisando perfeitamente bem, como se eu já soubesse quem matou aquelas pessoas, pois Liu perguntou:

–- Kin? Você sabe quem as matou?

–- N-Não, só nunca vi marcas assim...

–- ...

– Você acredita nela? Para mim parece que ela está analisando e não apenas mexendo por curiosidade. Ela deve saber de alguma coisa. — Deduziu o albino sussurrando para ser parceiro enquanto observava-me.

–- Não acredito, mas eu não posso arrancar a verdade dela de nenhum jeito. Nada sai facilmente dela e você viu isso. – Sussurrou Liu de volta.

–- Eu perdi a calma com ela. Eu nunca perdi a calma desde meu ultimo encontro com aquele maldito assassino. — Sussurrou o mesmo começando a tremer de raiva.

–- Acalme-se, nada vai conseguir na raiva...Não dela...

–- Eu não fiquei com raiva dela, eu não tenho nada contra ela. Mas aquela forma que ela me olhou, aquele jeito sínico, me lembrou dele e eu senti uma súbita vontade de matar. Não sei o que está acontecendo comigo Liu, mas a algum tempo eu já sinto esse sentimento de ódio, desde que minha mãe morreu e aquele incidente com os policiais logo depois. Era como se todo meu corpo deseja-se destruir alguém. — O albino continuava tremendo enquanto colocava uma das mãos na própria cabeça. — É estranho....acho que estou enlouquecendo.

–- Não é de se surpreender. – disse Liu, enquanto me via olhar calmamente o sangue da vítima em minhas mãos. Eu havia tocado-a, e agora, observava calmamente o líquido vermelho.

–- Como não! — O jovem acabou se exaltando. — Se eu continuar desse jeito eu vou enlouquecer de vez! A cada dia fica mais e mais difícil me controlar! Se eu me descontrolar Liu, prometa que irá me matar! — Os olhos do rapaz possuíam um brilho descontrolado de pura insanidade como se o mesmo fosse surtar a qualquer momento enquanto ele segura Liu pelos ombros o olhando fixamente.

–- Não sou eu que irá lhe matar...

–- Os dois sabem que eu estou ouvindo tudo o que falam...E já até sei quem fez isso, mas não direi quem...

Eu estava com um brilho avermelhado nos olhos, enquanto subia para o segundo andar, logo lavando minhas mãos, enquanto tentava me “controlar”. Meu cabelo ficava da cor branca quando eu me “descontrolava”, e não quero isso.

– E-eu preciso ficar um tempo sozinho. – Cold se retirou do local saindo da casa.

Liu suspirou, logo indo para o segundo andar, e abrindo a porta do banheiro, logo vendo meus olhos e suspirando novamente.

–- Sempre ficam assim quando você se descontrola? Vai ser cada vez mais difícil esconder sua verdadeira identidade de Cold.

–- Não é culpa minha...

–- Eu sei. E sei também que você sabe quem é o assassino. Uma creepypasta sabe quem passou no lugar. Quem foi?

–- Não direi...

–- Como sempre, fria...

–- Você nos lembra Jack...

–- Eu sei quem é. Ele é um Killer.

–- E você uma Wood.

–- Uma o quê?

–- Wood. Eu sou Liu Wood. O seu pai se chama Jeff Wood. E você Kinberlly Wood.

–- ...Finja que eu lhe disse quem é o assassino.

–- Ok. – Liu deu um sorriso, logo saindo da casa e encontrando Cold, junto de mim. – Kin fez a gentileza de dizer quem é o assassino.

O mesmo parecia cantar uma música de forma distraida enquanto olhava para seu cordão com uma foto de sua mãe junto do mesmo. Algumas lágrimas podiam ser vistas escorrendo do rosto do mesmo.

–- Cold?... – Liu foi até Cold, colocando a mão no ombro deste. – Você está bem?...

–- Estou sim, essa música e esse cordão foram as únicas coisas que me restaram dela. Por isso quando me sinto mal eu a canto, essa é a única forma de me sentir perto dela novamente e isso me acalma. — O mesmo responde limpando as lágrimas.

–- ...Kin nos disse quem é o assassino. E pelas provas, acho que é esse mesmo. – Liu disse sorrindo para Cold

–- Muito bom. E quem seria? — O albino estava novamente com seu olhar determinado no rosto.

Liu passou a olhar para mim, enquanto coloquei os ombros nas bochechas, olhando para o chão, com cara emburrada, murmurando muito baixo:

–- T-The Rake...

–- Certo, agora precisamos apenas de uma forma de descobrirmos quem será sua próxima vitima e impedi-lo. — O mesmo disse enquanto colocava a mão direita no queixo fazendo uma expressão pensativa.

–- Nessa tarefa, eu não irei... – falei, ainda olhando para baixo.

– Certo, então você fica em casa com a Lindsey. — Disse o mesmo ainda pensativo.

–- ... – Liu estava em silêncio, até demais.

–- O que houve Liu? Acha que ela pode fazer algo a Lindsey? — O albino sussurra para o maior.

–- Acho. Você não conhece Kin como eu acho estar conhecendo. Não depois do que eu vi...Ela vem com a gente.

– Então tudo bem. — O mesmo sussurra.

Suspirei. Teria que ir a outro lugar com os dois bebês que bancavam o “detetive”.

Notas finais
Reviews u-u