A Trágica Vida De Kinberlly

12 Capítulo 12 - Primeira aula na Hero School


Notas iniciais
Eu fiz depois que a net caiu. Agora, ODEIEM Jean Grey.

Gelei ao ouvir a ultima coisa que ele disse, com cara de raiva:

–- Você é uma Creepypasta?

–- N-Não!

–- Então como a máquina não funcionou?

–- E-Eu não sei...

–- DIGA!

Tremi a cada pergunta dele. Fiquei grata ao Splendid dizer:

–- Senhor, ela acabou de acordar, é melhor deixar ela um pouco mais a vontade, enquanto isso, cheque a máquina, ok?

–- Hum...ok, depois, a chamarei para uma conversa, senhorita.

Acompanhei Splendid para fora da sala. Ele disse:

–- Perdoe o Flash. Ele odeia Creepypastas. Elas mataram a família dele inteira. Quando ele vê uma Creepypasta, não importa qual, ele fica raivoso e mata a Creepypasta. Perdoe-o.

–- Tudo bem, as máquinas quebram de vez em quando, não é?

Splendid sorriu.

–- Sim, quebram.

Andamos por um tempo, sem rumo, pela Hero School. Haviam capas por todo lugar. Um dos professores era o Super Homem, Mulher Maravilha, Lanterna Verde, e vários outros conhecidos. Super Homem era o Professor de Vôo. A Mulher Maravilha era a de Ataques e Defesas. O Lanterna Verde era de Construção Rápida. Marciano era o professor que explicava as táticas de combate e tudo sobre alienígenas. Eu sabia disso porque Splendid inventou de me colocar na escola. E ele havia dito isso, porque havia me colocado enquanto eu DORMIA, então não podia ter parado ele. Por pura coincidência, a minha sala era a de Splendid. Coincidência Pura, qualquer idéia que Splendid implorou que eu ficasse na sala dele é pura mentira. Acabei indo com ele para a tal sala, e outra coincidência é que a professora era a Jean Grey, dos X-Men. Ela era a Professora dos Creepypastas, ou seja, mostrava tudo sobre Creepypastas. Eu prestei atenção nessa aula:

–- Como todos sabem, nosso pior inimigo, os Creepypastas, são criaturas desconhecidas, amantes do sangue e de órgãos. Mas todos sabemos que dialogar não funciona, pois seus cérebros são pouco desenvolvidos, e matam por prazer. O seu vício por sangue é tão grande que os fazem NÃO TER SENTIMENTOS -- ela destacou isso no quadro -- Ou seja, eles não tem amor, ódio, nada. Não são gentis, qualquer coisa que pense que são. De acordo com as nossas novas informações, eles capturaram uma garota recentemente, e a torturaram, foi isso, Splendid?

–- Sim, professora! -- Splendid se levantou da cadeira, e ele era a minha dupla. -- Eu garanto que foi isso! A garota raptada está na nossa sala! – Ele me puxou, me fazendo ficar em pé, e todo mundo me olhar.

Logo fiquei nervosa. Todos olhavam para mim, com surpresa, fofocas e etc. Jean perguntou:

–- Perfeito! Venha cá, senhorita.

Fiz o que ela pediu, logo ficando no degrau onde ela estava.

–- Agora, nos diga o que aprendeu sobre eles.

Dava para notar que eles queriam coisas cruéis sobre eles, pois se eu os defendesse, eles me prenderiam, e me chamariam de Creepypasta. Respirei fundo e disse:

–- Eles são cruéis. Diziam “Sangue! Sangue!” o tempo todo! Pegaram agulhas e espetaram em mim. Nem me perguntem a dor que era! Pegaram facas e me cortaram na face inteira! Tenho uma cicatriz para provar! -- mostrei a cicatriz onde a faca passou em meu rosto, logo os deixando apavorados.

–- Senhorita, você sofreu muito então! Ainda bem que Splendid é um bom companheiro, ele irá cuidar de você.

Caminhei até Splendid, e sentei ao seu lado. Jean continuou:

–- Como vemos aqui, eles são cruéis, irracionais, amam sangue e trevas. Nunca pensaram em salvar pessoas. O motivo de ladrões, coisas ruins na humanidade são culpa deles! As gangues, as facas, as guerras, tudo foram eles que causaram! E agora, vejam uma pessoa normal.

Ela ligou um monitor, e mostrou para a gente um garoto normal, igual a mim passando na rua, sorridente.

–- Agora, vejam o que Creepypasta faz com eles.

Ela passou a foto e mostrou uma pessoa diferente assaltando outras pessoas, estuprando mulheres, matando pessoas.

–- Imaginem um mundo sem Creepypastas. Isso não aconteceria. Nós viveríamos em paz e harmonia!

–- Mas professora... -- me levantei -- Se não existissem os Creepypastas... O que seriam de vocês?

As pessoas começaram a fofocar e conversas, enquanto a professora hesitava. Então, ela encheu o peito e disse cheia de si:

–- Seriamos pessoas nobres, diferentes dos outros, com poderes, entrevistados, com poder sobre a população.

–- Mas...isso é um pensamento egoísta, para quem quer salvar a população...

–- Chega, senhorita! Você não devia me ofender desse jeito!

–- O que eu fiz?

–- Uma heroína foi ofendida por uma mera mortal! Vá para a diretoria! Agora!

Me levantei, e quando fui a porta, Splendid se levantou e correu, tampando a saída. Uma veia saltou da face da professora.

–- Splendid Von Crimson! Você ousa....

–- Ouso! Ela só disse a realidade! Isso realmente foi um pensamento egoísta, professora! E realmente, creepypastas deviam existir. Sem eles, nós não teríamos o que fazer. Seriamos vagabundos, sem o que fazer, o que salvar. O que é vida sem adrenalina? Humanos aprendem com seus erros. Os creepypastas não criaram os assaltos, foram a pobreza, e o egoísmo da riqueza! Fizeram as pessoas se rebelarem e começarem os assaltos. As guerras começaram quando os humanos quiseram evoluir! E agora, isso não é motivo para culpar os creepypastas de coisas inocentes, que eles não fizeram, e sim os próprios humanos. Os estupros aconteceram quando eles quiseram fazer sexo com a mulher por achar ela bonita, e ela não querer, e isso não é coisa para culpar os Creepypastas! Eles não são irracionais! Se fossem, não falariam, não pensariam! Quando resgatei ela, um deles mandou eu devolvê-la, ou mataria Akatsuki! E ele não tinha medo de matá-la! Ou seja, eles pensaram mais rápido do que a gente em relação a isso. E eu acho que tem bons motivos por eles estarem bebendo sangue humano, se não, eles teriam matado Akatsuki e a vítima também! Se não matou, é porque queriam alguma coisa antes de torturá-la! E agora, isso realmente não é motivo de culpá-los de tudo, Professora Grey!-- e então, ele sussurrou baixinho algo que me fez gelar:

–- Não é, Kinberlly Killer, filha de Jeff?

Notas finais
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