Notas iniciais
E é isso gente. O último capítulo. Muito obrigada a quem acompanhou por todo esse tempo, e eu desejo uma vida feliz pra todos vocês! THAT'S ALL FOLKS! Um beijo da sua escritora! sz

Cap. 21 — volta pra casa.

Eu sabia que eu não devia confiar no meu instinto de tempo. Elena tinha me carregado pra Itália, e eu estava lá há uma semana, e não há um dia, como eu pensei. Quando voltei para casa, eu quase fui esmaga de tanto abraço.

– Bella! — mamãe me abraçou forte e beijou minha testa. — oh, meu amor, eu fiquei tão preocupada com você!

– eu sei. Desculpe. Está tudo bem agora. — sussurrei, e ela sorriu.

– eu não disse que não era pra você sair do lado de Edward ou de um de seus irmãos? — ela brigou e eu levantei as mãos, rendendo-me.

– ok, eu confesso que a desobedeci. Perdão. Isso não vai voltar a acontecer. — falei, sincera, e ela revirou os olhos. — revirar os olhos não é nada educado.

– vem aqui, garota. — ela me puxou de volta para seu abraço. — nunca mais me apronte uma dessas.

– pode deixar, mãe. — sorri, e ela me deu um beijo no rosto.

– sua cadela, como você some assim? Eu fiquei uma pilha de nervos! — Rose, em toda sua delicadeza, deu um tapa no meu braço e me puxou para um abraço apertado.

– que isso maninha, foi sem querer, eu juro. Eu não imaginava que eles iriam me raptar. — dei de ombros e ela assentiu, afagando meus cabelos.

– você está aqui agora, e isso é o que importa. — ela sussurrou, e eu sorri.

– sabe o desespero que eu senti quando vi você morrer? — Allie brigou comigo e eu abaixei a cabeça. É, talvez ela seja a mais abalada por tudo isso. Afinal, eu briguei com ela por causa disso, e ela esteve sempre certa. — sua louca, nunca mais faça isso com a gente! — ela me abraçou e eu assenti.

– desculpe por não ter acreditado em você. — falei, e ela suspirou.

– está tudo bem. Eu te entendo. — piscou, e eu sorri.

– piolha, você apronta e nem chama seu irmãozinho pra festa... — Emm disse e todos olhamos incrédulos para ele. — o que?

– qual parte do "eu fui sequestrada" você perdeu? — expliquei, e ele revirou os olhos. Sorri.

– eu sei, mas Edward mandou nenhum de nós o seguir, e Rose não saiu do meu lado um segundo. Se não, eu teria ido salvar você também. — ele disse e me deu um abraço de urso.

– eu também teria ido. — Jazz disse e me deu um beijo na testa, e então me pegou em um abraço de urso. Sorri.

– Bella... — papai me abraçou apertado, sua voz nublada de terror e alívio, e eu lutei para não chorar. Mas não adiantou, e eu comecei a soluçar.

– oh, papai... Eu senti medo deles virem atras de vocês... — sussurrei.

– calma, meu bem... Agora todos estamos a salvo, sim? — perguntou e eu assenti, sorrindo.

– sim, eu... Eu hipnotizei Aro a esquecer que poderes como os nossos existem. Esquecer que a família Cullen é um clã grande, e que Elena sequer existiu um dia. — expliquei e ele sorriu, afagando meus cabelos.

– Elena? Quem é Elena? — Rose perguntou.

– Elena é a bruxa que se disfarçou de Katherine para se infiltrar em nossa família e nos entregar aos Volturi. — Alice explicou, e eles arregalaram os olhos.

– me perdoem por brigar com vocês por causa dela, é que eu... — sussurrei, deixando minha voz morrer. Nada do que eu tivesse a dizer seria capaz de me retratar.

– estava cega de felicidade por ter sua amiga de infância contigo, nós sabemos. — Emm falou, e eu sorri, assentindo. Meu doce irmão monstro... — não temos nada a perdoar, maninha. Você foi tão enganada quanto qualquer um de nós seria.

– obrigada, gente. — falei.

– mas por que você a ajudou se ela nos traiu? — Allie perguntou.

– porque ela foi enganada por Aro. Ele prometeu que a livraria de todo o mal se ela o obedecesse. E então ele mandou um de seus capangas mata-lá. Edward a ajudou em troca de me ajudar, e, no fim das contas, ela se arrependeu de ter nos jogado nisso e por ter acredita em Aro. — expliquei.

– quer dizer que nós, com nossos poderes, não somos mais uma ameaça ao clã Volturi? Eles não viram atras de nós para obrigar-nos a nos juntar a sua guarda? — Jazz perguntou.

– exatamente. Estamos livres. — Ed falou, e eu sorri.

– poderemos viver nossa eternidade em paz agora. Sempre. — sorri, porque eu, finalmente, poderia viver a eternidade em paz e felicidade ao lado das pessoas que eu mais amo no mundo todo. Minha família.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!